Archive

Archive for July, 2010

RAÇAS NÃO EXISTEM? – II – RAÇA E INTELIGÊNCIA

A MISCIGENAÇÃO DIMINUI O QI DOS BRASILEIROS


Charles Murray, famoso cientista político americano, autor de “The bell curve, intelligence and class structure in american life” defende que a miscigenação diminui o QI e que brancos são mais inteligentes do que negros. Outros cientistas famosos, como Richard Lynn e James Watson (que recebeu o Nobel de Medicina em 1962) defendem teorias semelhantes.

Entrevista da Istoé:

ISTOÉ -O sr. já foi acusado de racismo. Os brancos são mesmo mais inteligentes que os negros?

CHARLES MURRAY -

Fui acusado de racismo porque mostrei um indiscutível fato empírico: quando amostras representativas de brancos e negros são submetidas a testes que medem a habilidade cognitiva, os resultados médios são diferentes. Isto não é uma opinião.

É um fato, da mesma forma que medidas de altura mostram um resultado médio diferente entre japoneses e alemães. Eu não tirei conclusões racistas deste fato, não advoguei políticas racistas, e tenho escrito explicitamente que a lei deve tratar pessoas como indivíduos e não como membros de grupos raciais. Então por que me chamar de racista? Porque alguns fatos não podem ser discutidos – e os indivíduos que os discutem devem ser pessoas terríveis.

ISTOÉ -O Brasil é um país onde a miscigenação é a regra. Isso significa que o QI médio do brasileiro é inferior ao dos nórdicos, por exemplo?

É uma questão de aritmética. Se em testes o QI é sempre maior com amostras de nórdicos do que com amostras de negros, então um país com uma significativa proporção de negros terá um QI médio inferior ao de um país que consiste exclusivamente de nórdicos. Isso é verdade, por exemplo, quando comparamos os Estados Unidos com a Suécia, da mesma forma que é verdade quando comparamos o Brasil e a Suécia. A única questão é empírica: as médias são sempre diferentes? Se são, a questão está respondida por si mesma.
ISTOÉ -Especialistas defendem o QI para medir algumas habilidades, mas não como prova de inteligência para a vida. Qual a sua opinião?

CHARLES MURRAY -

Concordo. Habilidades cognitivas medidas pelos testes de QI são importantes, mas para qualquer indivíduo é apenas uma das muitas habilidades e características que determinam como a vida será.

ISTOÉ -

Estar tão focado no resultado do QI não é muito determinista?

CHARLES MURRAY -

Sem dúvida. Por isso sempre escrevi que as pessoas tendem a colocar muita ênfase no QI. Saber o QI de uma pessoa diz muito pouco sobre se você a achará admirável, gostável, um bom colega de trabalho ou um bom cônjuge. O valor dos testes de QI, para um cientista social, é usá-los para prever resultados em grupos grandes. Por exemplo, se você me mostrar duas crianças de seis anos, uma com 110 de QI e outra com 90, não tenho idéia de quem estará ganhando mais quando elas estiverem com 30 anos. Mas, se você me mostrar mil crianças de seis anos com 90 de QI e mil com 110, posso dizer com muita confiança que a renda do grupo de 110 de QI aos 30 anos será mais alta na média – essa é palavra-chave, na média – do que a do grupo de 90.
ISTOÉ -Até que ponto da vida é possível aumentar o QI?

CHARLES MURRAY -
É muito difícil aumentá-lo.

Nos Estados Unidos temos muitos programas experimentais com o objetivo de enriquecer o ambiente de aprendizado para crianças pequenas.

Eles mostram alguns ganhos a curto prazo, mas esses ganhos sempre desaparecem quando as crianças são testadas novamente anos mais tarde. Não temos nenhum programa que demonstre aumento de QI entre crianças maiores que sete ou oito anos.
ISTOÉ -Há pesquisas que mostram que é possível aumentar a inteligência. O que o sr. pensa sobre isso?

CHARLES MURRAY -

Estou sempre disposto a examinar novas evidências. Os trabalhos que conheço não dizem isso.

JAMES WATSON SOBRE INTELIGÊNCIA E RAÇAS


O conceituado cientista norte-americano James Watson, um dos pais da genética moderna, afirmou que as pessoas de raça branca são mais inteligentes que as de raça negra. Segundo Watson, detentor do Nobel da Medicina em 1962 pela descoberta da estrutura molecular do ADN, as políticas sociais na África fracassam porque não levam em conta que “os negros são menos inteligentes que os brancos”.

James pôs em evidência a insciência dos negros em relação às suas habilidades intelectuais limitadas em comparação aos brancos.

Meditem na frase de James: “Todas nossas políticas sociais estão baseadas no fato de que sua inteligência é a mesma que a nossa, enquanto todas as provas mostram que não é realmente assim”.

O cientista disse que as políticas ocidentais para os países africanos estão baseadas na presunção errônea de que as pessoas negras estão tão prontas como as brancas, apesar de que as provas sugerem o contrário.

É claro que a repercussão das declarações de James foi expandida no mundo inteiro e editada estrategicamente por jornais sensacionalistas para que fosse atribuída a ele uma pseudo-imagem racista.

James Watson, que é o responsável pelo prestigiado laboratório Cold Springs, acrescenta que “embora desejasse que todos fossemos iguais, quem tem de lidar com empregados negros sabe que tal não é verdade”. Em vésperas de publicar mais um livro, intitulado “Avoid Boring People: Lessons from a Life in Science”, o cientista confessou estar desejoso que os cientistas possam deixar de dizer apenas o que está politicamente correcto.

Categories: Questão Racial

RAÇAS NÃO EXISTEM?

Agora veremos como os taxonomistas classificaram o Neanderthal. Até os anos 1960 eram classificados como Homo neanderthalensis, uma espécie diferente de nós, Homo sapiens. Mas a distância genética entre Homo sapiens e Homo neanderthalensis (0.08%) é menor que a distância entre duas espécies de Chimpanzés (0.103). Atualmente Neanderthais são classificados como Homo sapiens neanderthalensis, uma subespécie humana, enquanto nós somos classificados como outra subespécie, Homo sapiens sapiens. A distância genética entre Africanos(sub-Saarianos) e Eurasianos (0.2%) é mais que o dobro da distância entre os humanos atuais e os Neanderthais (0.08%) então, por fim, Subsaarianos deveriam ser reclassificados como uma subespecie, Homo sapiens africanus e Eurasianos como outra subespecie, Homo sapiens eurasianensis.
Finalmente a distancia estimada entre o Homo Sapiens e o Homo Erectus é de 0.170 ( eatingindo até 0.19), em torno da mesma distância genética entre Bantus Africanos e Eskimós, mas a distância genética entre africanos e eurasiáticos é de 0,23 (Table 7-1, p. 45). Desta forma, Homo sapiens é mais relacionado geneticamente ao Homo erectus que Eurasianos são aos Africanos Subsaarianos. Ou erectus deveria ser reclassificado como Homo sapiens erectus ou Africanos Subsaarianos deveria ser reclassificado como Homo africanus.

FONTE (em inglês): http://www.erectuswalksamongst.us/Chap28.html

O crânio do negro é mais próximo dos antigos primatas do que do homem moderno europeu

Adulto Neanderthal

Criança Neanderthal

Região geográfica que foi habitada pelos Neanderthais

Aparência, genética, regiões habitadas pelos Neanderthais e o fato dos negros não terem sangue Neanderthal, aproximam o Ariano do Neanderthal e o afastam do negro.

CONHEÇA O NAZISMO/NACIONAL-SOCIALISMO – PERGUNTAS E RESPOSTAS

July 30, 2010 16 comments

Esse artigo foi elaborado no formato perguntas e respostas, para facilitar o entendimento do mesmo. Mande sua pergunta que responderemos.

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇA E RACIALISMO

Este artigo é uma breve exposição sobre a questão racial, visando esclarecer alguns pontos básicos para os leitores que possuem pouco conhecimento sobre o assunto.

Para que sua leitura e compreensão seja mais clara e a mesma possa atingir um maior número de pessoas, optamos por fazer este artigo em forma de questionário.

RAÇA ARIANA

Este termo serve para designar a raça branca ou caucasiana, descendente das antigas tribos que se originaram numa região ao sul do que hoje é a Rússia, há cerca de sete ou oito mil anos atrás, e posteriormente se expandiram por toda a Europa no curso da história.

O termo deriva do sânscrito (uma das primeiras línguas arianas) e significa “nobre”, sendo assim usado para designar esta heróica e grandiosa raça. Um Ariano é uma pessoa branca de ascendência Européia e não-semita.

Leia mais em RAÇA ARIANA ( http://uniaoariana.wordpress.com/2010/05/09/raca-ariana/ )

1) O que é racialismo?

A maioria das pessoas confunde racialismo com discriminação.

O racialismo não tem nada a ver com o ódio e o desprezo às outras raças. O racialismo é a aspiração à preservação, desenvolvimento e auto-superação de nossa raça. Ou seja, em primeiro lugar o racialismo busca a conservação de nossa raça e logo a auto-superação da mesma.

Não existe lei ou instinto maior na natureza do que a preservação de sua própria espécie, quando indivíduos pertencentes a uma raça são incentivados por elementos estranhos a se miscigenarem, esquecer sua cultura, tradições e ancestrais, esta raça automaticamente estará condenada à extinção.

É exatamente isto que vem acontecendo com a raça Ariana, para reverter este isto precisamos resgatar nossa identidade, este processo de resgate de nossa identidade cultural e racial pode ser denominado racialismo, porém não possui relação alguma com a destruição ou subjugação de outras raças.

2) Com tantos mestiços compondo a população, como vocês acreditam que o Nazismo possa dar certo no Brasil?

Segundo o IBGE, a herança européia é a dominante, por volta de 80% do patrimônio genético da população (chegando a 90% na região Sul do país). Pessoas consideradas brancas compõem 53,7% da população brasileira, somando cerca de 96 milhões de indivíduos, espalhados por todo o território  embora a maior concentração esteja no Sul e Sudeste.

Leia mais em BRANCOS NO BRASIL ( http://uniaoariana.wordpress.com/2010/07/27/brancos-no-brasil/ )

3) Se não odeiam as demais raças, porque os meios de comunicação falam tanto de vocês?

Os meios de comunicação são controlados por Sionistas, eles existem para sustentar as mentiras e o mundo fantasioso criado por eles.

As massas são dirigidas através dos bombardeios de mentiras e distorções que lhes são fornecidos pela mídia diariamente. Se os meios de comunicação não disseminassem mentiras sobre nós constantemente, o poder Sionista estaria ameaçado, ou seja, este festival de baboseiras sobre nós é necessário para a manutenção da máquina sionista.

4) O que é a Raça?

Raça é o conjunto de indivíduos que compartilham entre si as mesmas características genéticas, culturais e históricas. Ou seja são aquelas pessoas com semelhanças físicas que possuem uma mesma origem histórica e têm em comum semelhantes tradições sócio-culturais.

5) Quantas raças existem?

Podemos dividir a população mundial em quatro grandes raças: Brancos, Negros, Ameríndios e Amarelos. As mesmas possuem uma série de sub-divisões menores.

6) A Raça Branca tem sub-divisões?

A Raça Branca tem as seguintes sub-divisões: raça Nórdica, Alpina, Báltica e Mediterrânea.

7) Todas as raças são iguais?

É óbvio que não, as raças diferem muito umas das outras, sendo que seus componentes possuem diferenças físicas, mentais, culturais e históricas.

Vamos colocar um exemplo: hoje em dia quando se fala de algum indivíduo, diz-se que ele é único, e que não existe ninguém igual a ele e que todos somos diferentes, então como vamos pensar de que todas as raças são iguais, se nem sequer um indivíduo é igual ao outro.

8) Se pode falar em raça sul-americana?

Não. É um absurdo, o que se entende por sul-americano e cultura sul-americana, é produto da mestiçagem do europeu com o elemento indígena e africano. Eurodescendentes puros não tem nada a ver com isso.

9) A América do Sul é completamente mestiça?

Apesar de a América do Sul ter sido atingido pela mestiçagem desde o primeiro momento em que foi colonizada, ainda se conservam grupos de raça branca, principalmente no Sul do Brasil.

10) Os Nórdicos são superiores as demais sub-divisões da Raça Branca?

Não. Os outros sub-grupos não podem ser considerados inferiores. No próprio NSDAP existiam componentes não Nórdicos, de outras sub-divisões da Raça Ariana.

[i]Essa estória de que alta estatura, olhos claros e cabelos claros são fatores determinantes para definir se uma pessoa é ou não ariana foi inventada pelos sionistas, para afastar os arianos não-nórdicos do Nacional-Socialismo.[/i]

11) Se somos Europeus nascidos na América do Sul, por que não vamos para Europa?

Nossos antepassados colonizaram estas terras e o retorno a Europa não nos parece necessário, além de existirem empecilhos práticos para sua realização.

12) O que significa Nazismo?

O termo Nazismo é uma contração de “Nacional-Socialismo” (Nationalsozialismus em alemão), e representa uma ideologia mundial, cujo ponto central é a preservação da Raça Branca.

A luta por sua permanência é a mais importante já enfrentada pela humanidade, porque é nada menos do que uma luta de vida ou morte por nossa existência.

Sua lealdade primordial pertence aos homens e mulheres brancas ao redor do mundo, não importando onde eles possam residir. Nossa raça – não um pedaço geográfico específico e certamente não um governo – é nossa nação.

Como o mártir Nacional-Socialista Britânico William Joyce colocou de forma bem sucinta: “Se você ama sua nação, você é um nacionalista racial. Se você ama sua sociedade branca, você é um racialista social. Seja um Nacional-Socialista!”

13) Por que a Suástica?

Ela é o símbolo da Raça Branca-Ariana, e por isso que Adolf Hitler escolheu-a como o emblema da sua ideologia Ariana. Exemplos anteriores têm sido encontrados nas montanhas do Cáucaso, na Ásia Central, onde os Povos Caucasianos habitavam por mais de 9000 anos atrás.

Ela tem sido usada desde então pelos antigos Gregos, Romanos, Vikings e cada um dos Povos Arianos descendente dos Hiperbóreos desde o começo de suas histórias, pois todos eles pertencem à mesma raça que originalmente ela simbolizou.

Na antiga língua Ariana, o Sânscrito, “Suástica” significa “o símbolo da boa sorte” e era associada com a luz. É adequado, portanto, que ela continue a exemplificar a visão Nacional-Socialista de esclarecimento racial.

14) As cores da bandeira da Suástica tem algum significado?

A suástica negra representa o solo de nossas terras – aqueles territórios onde os homens e mulheres Arianos têm se conectado com a Terra por gerações de lutas e criou seu impacto nela com sua cultura única.

O disco branco representa nossa missão – a eterna preservação da integridade racial do povo branco.

O campo vermelho significa simultaneamente o caráter revolucionário de nosso Movimento Nacional-Socialista e os sacrifícios feitos em sua causa – passado, presente e futuro.

15) Por que alguém desejaria uma ‘ditadura’ Nazista?

Engana-se quem acredita que o Nacional-Socialismo se trata de um sistema ditatorial.

Devido às décadas de propaganda inimiga, foi criada uma imagem em que o governo Nacional-Socialista foi um Estado de terror opressivo, supressor da liberdade e um regime duro e ditatorial. O motivo dos oponentes do Nacional-Socialismo criarem essa imagem foi para amedrontar e criar uma falsa idéia dos verdadeiros objetivos de um Nacional-Socialista.

Alega-se que se tratou de uma ditadura simplesmente pela dissolução do parlamento e da chamada “democracia representativa” vigente na época. A verdade é que o parlamento alemão era formado por políticos que representavam apenas os interesses de ricos e poderosos e que tinham entregue o destino da nação nas mãos de banqueiros e todo tipo de capitalista sem escrúpulos, levando o país a uma das maiores crises econômicas da história mundial.

O poder era dividido entre inúmeros políticos – na sua maioria desonestos – com as mais diferentes ideologias políticas, formando um governo sem nenhuma responsabilidade, moral ou personalidade.

O Nacional-Socialismo substituiu esse sistema de falsa democracia e aplicou o princípio de liderança natural, onde havia um representante aceite pelo Povo e que trabalhava pelos interesses deste.

Adolf Hitler, que quando jovem foi voluntário na I Guerra para lutar pela sua Nação, assumiu total responsabilidade pelo destino da Alemanha e dos alemães. Teve toda a confiança do Povo para reformar totalmente a pátria, melhorou as condições socioeconômicas drasticamente, acabou com o desemprego num curto período de tempo, criou novas instituições como a Frente de Trabalho e a Hitler Jugend para restaurar os valores, e assim construir uma nova sociedade.

A verdadeira Democracia

Existe a ilusão de que a democracia representativa é a melhor e mais justa forma de governo conhecida e que o simples voto irá garantir ao Povo a chance de eleger candidatos que reflectem os seus interesses pessoais – sendo o voto individual – e que assim terão o controle de seu próprio destino.

A verdade é que os representantes eleitos não necessariamente defendem os interesses da Comunidade – principalmente quando se trata de uma sociedade constituída em ideais individualistas. A democracia no seu verdadeiro sentido não tem nada a ver com votar em eleições num determinado período de tempo. Democracia e liberdade são inseparáveis, não algo egoísta como o simples voto. Democracia é a responsabilidade de fazer parte da Comunidade e colaborar com ela de uma maneira sincera e positiva.

Pelo princípio de liderança, o Führer é apenas um homem à frente do seu Povo, um condutor das massas. A ele é concedida a confiança de incorporar os sentimentos e vontades reais da Nação, e assim possuir a total responsabilidade por suas ações e omissões.

“Com este apelo aos eleitores eu pretendo mostrar aos outros governos que a verdadeira democracia está conosco e não hesitamos em apelar ao povo. Eu não acredito que qualquer outro governo que tivesse o poder garantido por um período de quatro anos estivesse preparado para consultar o povo daqui a sete meses”
Adolf Hitler – 6 de Novembro de 1933

Adolf Hitler era imensamente amado e admirado. A ele foi dada a confiança do Povo alemão, que sempre foi consultado e, em momento algum – não importa o que Hollywood tente mostrar – essa confiança foi traída ou o Führer agiu contra a vontade da Nação. Embora haja dezenas de filme sobre a “resistência alemã” ou sobre qualquer dissidência contra o governo Nacional-Socialista, sabe-se que os opositores do Estado não eram mais de 5% da população. Será que atualmente existem 95% de contentes com os políticos?

Em 29 de março de 1936, pouco mais de três anos após a ascensão de Hitler ao poder, foi dada aos alemães a chance de aprovar ou desaprovar o governo Nacional-Socialista. Não foi uma eleição com base em pura propaganda como hoje em dia, mas uma consulta ao Povo sobre as ações e mudanças já realizadas. A votação ocorreu sob nenhum tipo de coação, força ou intimidação, como observado por todos os independentes. A aprovação dos alemães foi de 44.461.278, que consistia em 98.8% dos votos. Um número nunca antes visto na História. Isso é uma ditadura?

Quem possui o maior índice de aprovação popular da história pode ser o monstro cruel e ditador que a televisão, Hollywood e toda a propaganda de atrocidades diz que é? Obviamente, os oponentes do Nacional-Socialismo têm um perfil e interesses a esconder. Afinal, foram os banqueiros e capitalistas que foram expropriados pelo Estado. Foram os patrões impiedosos que foram obrigados a reformar suas fábricas, empresas e garantir mais direitos aos trabalhadores. E hoje eles são os donos de Hollywood.

Assim sendo, o governo Nacional-Socialista refletia a genuína forma de Democracia. Não se tratava de candidatos com mais dinheiro, e mais recursos para propaganda, eleitos por pessoas preocupadas apenas com si próprias e financiados por aproveitadores, mas de uma Democracia real, uma aprovação verdadeira pelo Povo.

O Nacional-Socialismo é a verdadeira Democracia por formar um Estado orgânico que representa os sentimentos e verdadeiros interesses do Povo. Há responsabilidade e confiança mútua. O Estado não é formado por mentiras, propaganda eleitoral, ou mesmo uma simples vitória de 50% de votos, mas de uma aprovação quase total, inédita na História. O Estado Nacional-Socialista é formado pela confiança e aspiração popular da Nação.

16) Vocês falam que Hitler lutou por seu país, mas ele não era Austríaco?

Alemães e Austríacos são a mesma coisa racial e culturalmente, tanto que a Áustria se chamava República Alemã da Áustria (Republik Deutschösterreich) antes da unificação com a Alemanha.

Em 1938, os Alemães e Austríacos tiveram a oportunidade de decidir a favor ou contra a unificação de ambos os países por plebiscito. A aprovação dos Austríacos foi de 99.73% dos votos, a aprovação alemã foi de 44.362.667, que representava 99.02% dos votos.

Após a aprovação popular do Anschluss (anexação da Áustria ao Reich Alemão), o Heimwehr (exército Austríaco) se juntou à Wehrmacht (Forças Armadas Alemãs, compostas pelo Heer-Exército; Luftwaffe-Força Aérea; e Kriegsmarine-Marinha;) e jurou lealdade à bandeira alemã.

Cédula de votação de 10 de abril de 1938. O texto diz “Você concorda com a reunificação da Áustria com o Império Germânico realizada em 13 de Março?”.

O Heimwehr (Exército Austríaco) se junta ao Exército Alemão.

O Exército Alemão é recebido em Viena.

Oficiais Alemães e Austríacos derrubam as fronteiras.

A Áustria se junta à Grande Alemanha.

Além disso, Adolf Hitler quando jovem voluntariou-se no exército alemão durante a Primeira Guerra Mundial, servindo como Cabo. Seus registros médicos incluem “ferimentos leves na coxa, sofridos em outubro de 1916 em Le Barque por uma granada de artilharia”, e a passagem por um hospital em outubro de 1918, quando foi atingido por gases tóxicos em La Montagne.

Adolf Hitler na Primeira Guerra Mundial.

Os documentos mostram que Hitler recebeu cinco medalhas, incluindo a Cruz de Ferro duas vezes, 1ª e 2ª classe. Portanto, afirmar que Adolf Hitler não era Alemão, é um tremendo absurdo.

Leia mais em:

HITLER NA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL

QUEM FOI ADOLF HITLER

17) Vocês chamam a si próprios de Socialistas, isso significa que vocês querem uma econômia dirigida pelo Estado?

Os Nacional-Socialistas acreditam na liberdade de empreendimento e nos direitos de propriedade privada, sem intervenção governamental, com exceção de casos em que seja necessário assegurar justas condições entre capital e trabalho.

Nós nos opomos aos capitalistas, porque eles abusam de seu poder ao sufocar a competição e atingir a dominação econômica às custas dos trabalhadores e dos consumidores. Depois que a União Soviética caiu, magos financeiros, conhecidos como oligarcas, tipificaram o capitalismo. Enquanto eles se enriqueciam, como o bilionário Mikhail Khodorkovsky, o Povo Russo foi reduzido à miséria.

Ao remover os gêmeos malignos da exploração capitalista e da manipulação Comunista, Adolf Hitler permitiu a economia alemã florescesse, enquanto o mundo exterior ainda estava margulhado na depressão de 1929. O milagre econômico que ele atingiu foi a causa principal da Segunda Guerra Mundial. Ela foi colocada em movimento no instante que ele colocou o valor do dinheiro na produtividade do trabalhador Alemão.

A Alemanha foi subitamente libertada dos banqueiros internacionais que controlavam todas as outras nações industrializadas e isto ameaçou destruir sua rede de lucros mundiais pelo exemplo: na medida em que outros povos não-alemães começaram a seguir o exemplo de Hitler, os ricos manipuladores de marionetes se viram ameaçados de extinção.

Para se salvarem, suas indústrias de filmes e jornais começaram a produzir incessantemente propaganda para inflamar a opinião pública mundial contra Hitler, ao passo que seus políticos comprados, como Churchill e Roosevelt, esquematizavam uma guerra que iria aniquilar a competição com o Terceiro Reich.

Os Capitalistas sempre usaram seus testas-de-ferro e seus marionetes políticos para insuflar patriotismo artificial entre as massas de gentios sem senso crítico, que pagam em dinheiro e sangue por guerras estrangeiras de agressão econômica, tais como a invasão ao Iraque, para roubar daquele país as ricas fontes de petróleo.

Os Nacional-Socialistas estão menos interessados em controlar a vida econômica, do que em liberar todas as energias criativas inerentes de nossa raça, dando-lhe livre escolha para dirigir seus próprios negócios e buscar o mais alto potencial de sua produtividade natural.

18) Vocês acreditam na liberdade de religião?

Em nossas fileiras, cristãos devotos marcham lado a lado com ateus críticos, muçulmanos, pagãos adoradores da natureza e agnósticos indiferentes.

Católicos

Muçulmanos da 13º divisão Handschar-SS

Todos eles, unidos na sua determinação de criar uma sociedade racialmente unida, respeitando o direito fundamental de cada um de procurar Deus, ou de não procurá-lo, de acordo com as crenças pessoais de cada qual. Nós valorizamos a liberdade espiritual como antídoto para as lutas religiosas que tomaram milhões de vidas em guerras estúpidas.

Os Nacional-Socialistas seguem nossos ancestrais desbravadores na sua respeitosa separação mútua entre Igreja e Estado e de acordo com as próprias palavras de Jesus, que urgiu aos seus seguidores a “dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus“.

19) E sobre os 6 milhões de mortos no Holocausto?

Pergunte ao norte-americano gentio mediano quantos judeus morreram na Segunda Guerra Mundial e ele prontamente responderá, “seis milhões“. Pergunte a ele quantos norte-americanos ou cristãos morreram naquele conflito e ele não será capaz de responder.

Nem também ele será capaz de responder quantos norte-americanos morreram durante a Guerra do Vietnã e menos ainda quantos morreram na Guerra Civil ou na Guerra pela Independência. Ainda assim, ele está bem certo de que “seis milhões de judeus inocentes foram assassinados pelos Nazistas“. (Ou nem tão inocentes assim http://uniaoariana.wordpress.com/2010/07/29/crimes-judaicos/ )

Quando esses fatos são trazidos à sua atenção, essa disparidade de consciência freqüentemente o faz imaginar por que ele deveria saber com tanta prontidão sobre o questionável destino de uma minoria de 3% da população, enquanto sabe muito menos sobre os reais sofrimentos de seu próprio povo.

A resposta, é claro, reside no fato de que o número “seis milhões de mortos” como mito de propaganda, foi inventado ainda antes da própria Segunda Guerra Mundial e desde então usado para condicionar psicologicamente os Arianos contra o “anti-semitismo” em geral e contra o Nacional-Socialismo em particular.

As únicas ”provas” do Holocau$to são fotos adulteradas, campos modificados pelos Soviéticos, testemunhos muito convenientes ($$$), confissões conseguidas sob-tortura, etc. O Revisionismo mostra a cada dia que o Holocausto é uma farsa para vitimizar os Sionistas, e demonizar o Nacional-Socialismo.

LEIA MAIS EM: A FARSA DO HOLOCAUSTO JUDEU

20) Os Nacional-Socialistas são pró-vida ou pela livre escolha (aborto)?

Nem uma, nem outra. A vida começa com a concepção e uma mulher que extingue essa vida em seu útero comete infanticídio, a menos que circunstâncias muito sérias estejam envolvidas.

O aborto é necessário se a vida ou a saúde de uma mãe corre risco com sua gravidez; se sua gravidez é o resultado de estupro; se há claras indicações de que o feto sofre de desordens agudas, geneticamente irreversíveis, de ordem cerebral ou física; e especialmente se a mãe foi fecundada por um pai não-Ariano.

Uma mulher que, em outras condições, procura abortar seu bebê simplesmente porque a existência dele é inconveniente ou indesejável é uma assassina de crianças. Qualquer um que apoia tal criminosa é cúmplice igualmente merecedor do mais severo processo e punição.

Na Alemanha, crianças saudáveis indesejadas pelos seus pais eram colocadas à disposição para pessoas qualificadas que queriam adotar.

21) Mas os Nazistas não consideram as mulheres como inferiores aos homens?

A maior cineasta do Terceiro Reich foi Leni Riefenstahl, cujos filmes “Triunfo da Vontade”e “Olympia” são ainda considerados, mesmo por nossos inimigos, como alguns dos melhores filmes já produzidos até hoje.

O primeiro helicóptero da história e a primeira aeronave movida a jato foram pilotadas pela mais famosa piloto de testes da Luftwaffe, Hanna Reitsch.

Hanna Reitsch, a primeira mulher no mundo a pilotar caças à jato e helicópteros.

A pianista de concertos e “especialista” em Bach, Li Stadelmann, não era apenas a mais aclamada pianista do mundo, mas um membro expressivo do partido NSDAP. Referindo-se à dominação e perversão da música Ariana antes da subida ao poder do partido em 1933, ela declarou: “Agora nossos mestres alemães irão achar intérpretes alemães!“.

Pinturas por artistas mulheres eram bem representadas na abertura da Casa de Arte Alemã de Munique, em 1937. Exemplos de mulheres que encontraram a liberdade de se superar através do Nacional-Socialismo são muitos.

Muito longe de serem oprimidas, a Revolução de Hitler liberou as mulheres de dezoito anos de depravação e infelicidade resultantes da Primeira Guerra Mundial e o período seguinte. Durante aqueles anos sombrios de decadência marxista-democrática, miséria econômica prevalecente e imoralidade popularizada, as mulheres foram reduzidas a uma condição miserável.

Prostituição e pornografia eram grandes negócios; abuso de drogas era desenfreado; a maternidade e a virtude feminina eram ridicularizadas pela mídia de entretenimento; a vida familiar era desintegrada; alienação individual, depressão emocional e suicídio atingiam proporções epidêmicas.

Este pântano social terminal que as mulheres alemãs se encontravam foi transformado do dia para a noite quando Adolf Hitler tomou o leme do Estado em 1933. Restaurando a saúde da economia ao colocá-la sob responsabilidade única do trabalhador alemão e ao expulsar os especuladores com sua imoralidade corporativa, ele aboliu as causas fundamentais da vitimização das mulheres.

Não menos importante, sua idéia Nacional-Socialista inspirou as mulheres ao apelar para seus profundos instintos de lealdade familiar e comunidade racial. Mulheres que davam à luz a bebês saudáveis eram honradas com uma bela Cruz das Mães e ajudadas com generoso auxílio do Estado para criar seus filhos.

Muitos serviços familiares eram gratuitos para mães alemãs e a educação focalizada, mas não limitada, a saúde, economia familiar, esporte, agricultura e artes. Com generosas garantias de assistência e ênfase pública na família como o núcleo da sociedade, as mulheres prosperaram num renascimento da vida doméstica desconhecida desde gerações anteriores.

Longe de serem restringidas na Alemanha de Hitler, as mulheres foram liberadas e levantadas da humilhação e miséria dos tempos anteriores, que lembram os nossos tempos atuais, porque os judeus não eram menos responsáveis pelas condições como são agora.

A percepção de independência econômica da mulher moderna foi comprada a um preço altíssimo. Suas doenças relacionadas ao estresse e taxas de suicídio atingiram níveis recordes. Sua vida doméstica está em farrapos. E cada vez mais mulheres brancas são estupradas e espancadas, principalmente por negros e mestiços. No mundo totalmente Ariano que iremos construir, tal violência irá cessar e ela poderá retomar sua posição de suprema importância como a fonte da raça superior da humanidade. Como tal, ela é a encarnação de tudo o que nós acreditamos e lutamos.

comparando respectivamente os “benefícios” da democracia liberal com os do Terceiro Reich, não é de se surpreender que então, muitos milhões de mulheres européias eram seguidoras fanáticas de Adolf Hitler desde os primeiros dias do movimento até o final da guerra e além. Se os Nacional-Socialistas do século 21 conseguirem atingir metade do que ele fez pelas mulheres Arianas, nós iremos ter muito o que comemorar.

22) Como vocês podem dizer que são a favor da liberdade, quando queimavam livros na Alemanha?

Durante os “Turbulentos Anos Vinte”, a pornografia floresceu como uma das maiores indústrias, pela primeira vez na Alemanha. Livros difamando e denegrindo heróis como Goethe e Wagner substituíram textos escolares normais, condenados como “politicamente incorretos”, enquanto qualquer informação contrária sobre raça ou Sionismo não podia ser publicada.

Depois que Adolf Hitler foi eleito ao poder em 30 de janeiro de 1933, uma onda popular de ressentimento surgiu contra aquele vergonhoso estado anterior de coisas e a verdadeira história do que aconteceu foi profusivamente documentada no livro de David Irving, de 1996, chamado “Goebbels, a Mente do Terceiro Reich“.

Irving mostra que grupos auto-organizados, formados na maioria por estudantes colegiais ao redor do país, espontaneamente entregaram imensas pilhas de revistas sexualmente pervertidas, panfletos Comunistas e vários tipos de materiais anti-alemães para pilhas de lixo em chamas, onde esses depósitos de papel higiênico escrito justamente pertencia.

Nenhum oficial do governo do Reich ordenou as fogueiras ou participou nas demonstrações, exceto o Dr. Joseph Goebbels, que foi convidado pelos estudantes a fazer um único discurso improvisado de dez minutos na Universidade de Berlim depois que as chamas já tinham sido acesas.

Milhões de pessoas no mundo exterior foram subseqüentemente enganadas pelo narrador de notícias, Lowell Thomas e outros testas-de-ferro gentios, a acreditar que Hitler estava queimando todos os livros não publicados pelos Nacional-Socialistas.

Na verdade, os alemães, reconhecidos por séculos como o povo mais culto na Europa, estavam se livrando da mesma imundície impressa que atualmente inunda o Brasil e quase todas as nações. Mas ninguém fora do Terceiro Reich foi informado que os equivalentes da revista “Veja” ou da “Isto É!” estavam sendo expurgados da cultura alemã para dar lugar a algo melhor, por vontade dos próprios alemães.

Enquanto os hipócritas que odeiam Hitler ainda deploram a chamada “queima de livros“, qualquer discussão impressa sobre diferenças raciais, visões imparciais sobre o Nacional-Socialismo, críticas aos judeus ou à mistura racial, são mantidas longe do público.

Um bom exemplo disso é o livro “Goebbels”, de David Irving, mencionado acima. Apesar de hostil ao sujeito em questão do livro, o autor ousou questionar as declarações de que seis milhões de judeus teriam sido exterminados sob ordem de Hitler. O manuscrito já tinha sido aceito para ser publicado por uma grande editora (St. Martin’s Press) e já estava inclusive em produção, quando ameaças de morte de judeus irados literalmente pararam as impressoras e mataram o livro.

Há muitos outros numerosos exemplos, todos muito típicos. Alguns anos antes do caso Irving, muitos milhares de exemplares do livro “O Mito do Século 20“, de Alfred Rosenberg, foram impressos privadamente e guardados em um armazém que foi incendiado por criminosos da Jewish Defense League (JDL, ou “Liga de Defesa Judaica”). Todos os livros foram perdidos.

Os Brasileiros não sabem (ou não se importam) que cada grande e média editora em seu país oferece como contrato padrão aos autores, uma cláusula especificando que nada considerado pelos editores como sendo “racista” ou “pró-fascista” será permitido ser impresso. Por toda a Europa, autores Nacional-Socialistas que tentam publicar suas obras, mesmo em edições limitadas, correm o risco de serem presos, multados e condenados.

Imediatamente após a Segunda Guerra Mundial, os “libertadores” aliados da Alemanha conquistada baniram e literalmente queimaram centenas de milhares de livros – a maioria dos quais tinha pouco ou nada a ver com “Nazismo”.

Como alguém disse uma vez: “A liberdade da imprensa pertence a quem possui uma“.

DICIONÁRIO DE CONCEITOS

Afirmacionista/Exterminacionista – Da mesma forma que aos revisionistas é atribuída a alcunha “negacionista”, a contrario sensu, portanto, aqueles que sustentam a tese oficial do Holocausto nada mais são do que “afirmacionistas”.

Faz-se necessária a devolução da cortesia em apelidar o oponente, uma vez que ao rotular os Revisionistas de “negacionistas”, busca-se aumentar-lhes o grau de responsabilidade da informação num nível sofístico e inverter o ônus da prova, através do conhecido recurso retórico da probatio diabolica.

AfirmaSionista – Versão fundamentalista dos proclamadores do Holocausto; possui objetivos definidos e responde perante uma chefia, no mais das vezes, financiadora de sua empreitada pseudo-historiográfica. Distingue-se pelo forte ranço ideológico que orienta todas as suas condutas, seja ele calcado no discurso fácil dos liberal-democratas ou no igualitarismo pueril marxista, pior ainda, o sectarismo Sionista.

Orienta-se, acima de tudo, pelo dogma de manutenção do mito sob a missão de impedir qualquer ressurgimento do Nacional-Socialismo. Vale-se da coação moral, do terrorismo psicológico, de intimidações e calúnias para neutralizar e desqualificar seu adversário e, assim, escamotear o mérito da discussão.

Anti-Judaísmo – Posição contrária ao Judaísmo, este considerado não como religião, mas como cultura, em seu sentido mais amplo. Não confundir com o combate ao Judeu enquanto indivíduo, mas sim o Judaísmo como movimento histórico (da mesma forma como existem correntes anticristãs ou anti-islâmicas).

Anti-Semitismo – Tecnicamente, o anti-semitismo é uma posição contrária aos semitas, designação que compreende diversos povos que hoje ocupam principalmente toda a região do Oriente Médio, e que não se limitam aos judeus, mas também árabes e outros.

Por não se constatar de fato a existência de movimentos anti-semitas relevantes, ou seja, pessoas que nutram aversão aos povos semitas como um todo, conclui-se pela inexistência do anti-semitismo real. Porém, na atualidade, e desde há um tempo razoável, tem-se usado o termo para identificar qualquer coisa que vá contra os interesses da elite judaica.

Por meio da difamação com o rótulo de anti-semitismo, confunde-se tanto o anti-sionismo com o anti-judaísmo e, pior ainda, dá-se uma conotação racial à crítica política (semita remete à raça), ou seja, no intuito de desqualificar e afastar toda crítica legítima a determinados segmentos judaicos.

Anti-Sionismo – Manifestação comum entre os segmentos Marxistas que, ao ignorarem a dimensão do Sionismo, procedem a um recorte do tema, em que se dirigem críticas estritamente à política do Estado de Israel, ou seja, reduzindo toda a pauta de discussões à conveniente apreciação do Sionismo no pós-45 e à Palestina.

Com isso, apenas é tangenciado o assunto sem que se analise o problema judaico em toda a sua conjuntura histórica, no decorrer dos séculos e nas diversas nações em que se manifestou.

Autoridade – Investidura em poder legítimo, tomada para si a responsabilidade proporcional ao comando. Compreende um binômio indissociável: autoridade/responsabilidade.

Comunidade Internacional - Termo usado pela mídia para definir o que eles querem que as pessoas tomem por “todos os países  civilizados“. Na realidade, é um termo para designar os países ZOG (Zionist Occupied Government), cujos governos são fantoches dos Sionistas, e que dão suporte para todos os atos criminosos dos mesmos.

Democracia É o parâmetro de eficácia social de dado governo; medida de legitimidade. Em nada tem a ver com o tipo de regime ou sistema adotado. Dentro dessa concepção, governos totalitários e centralizadores podem ser democráticos, desde que atendam as demandas sociais.

Por outro lado, a mera aplicação do instituto do sufrágio universal e da separação de poderes não implica a democracia, haja vista a atuação nos bastidores do poder e a manipulação política. Democracia, em seu uso corrente, é apenas um lugar-comum demagógico em favor do “politicamente correto”.

Establishment – É o poder estabelecido; conjunto das ideologias dominantes articuladas entre si. Grupos que representam movimentos históricos de perpetuação de seu projeto político, dentro de uma estrutura que visa deslegitimar qualquer outra manifestação contrária à Nova Ordem Mundial Sionista.

Guerra – É a máxima manifestação do embate entre culturas, ideologias, civilizações ou interesses regionais. Última instância para que os povos possam dirimir seus entraves políticos.

Holocausto – Trata-se de uma marca que remete à barbárie; um slogan de conveniência que representa a maldade absoluta. Identifica-se na marca do “Holocausto”, segundo a História Oficial, um núcleo comum de características que correspondem a uma política governamental do III Reich para o extermínio da população judaica, com o emprego de logística e técnica complexas e sua aplicação em escala industrial através do uso de câmaras de gás e outros métodos, que resultaram na morte de seis milhões de judeus, além de outras minorias.

Apesar da verificação de um acontecimento de tamanha dimensão ser perfeitamente passível de análise crítica, este suposto fato histórico foi elevado, porém, à categoria de Dogma, uma vez que a discussão científica acerca da sua veracidade é descartada e, mais ainda, é tutelado pelo Estado através de uma política criminalizante da pesquisa acadêmica, tal qual à época da Santa Inquisição.

Erigiu-se um estatuto supra-racional para esta ESTÓRIA, condição jurídica anômala, no qual se afirma uma inquestionável notoriedade que mais se aproxima de uma crença religiosa: aquele que não acredita no Holocausto é tido como herege.

Tal alegado fato é, na verdade, o maior embuste a que já foi submetida a comunidade internacional: trata-se da “Mentira do Século XX”, mantida e sustentada através do aparelhamento da mídia e com uma implacável manipulação política.

A revisão histórica já demonstrou a total inconsistência da versão até então tida como verdadeira, e os revisionistas tem sido ferozmente perseguidos, numa reação que apenas evidencia e reconhece a sua fragilidade ante a razão.

A compreensão do tema, pressupondo-se a libertação das amarras do politicamente correto, revela que o Holocausto nada mais é do que a justificativa artificialmente criada para: explorar e desmoralizar o povo alemão; dar legitimidade à política intervencionista USraelense; desviar a atenção sobre os verdadeiros culpados pela deflagração da Segunda Guerra Mundial e suas conseqüências; difamar a Cosmovisão Nacional-Socialista; inviabilizar qualquer tentativa de ressurgimento do sentimento nacionalista que se manifestou através dos movimentos das décadas de 20 e 30 e, principalmente, funcionar como um salvo-conduto para a Nova Ordem Mundial Sionista.

Personalidade – Potencial de insurgência contra o “politicamente correto”.

Politicamente Correto – É a fronteira entre as opiniões aceitas pelo establishment e as posições tidas como inconvenientes à ordem estabelecida. Hipocrisia institucionalizada que emoldura a suposta liberdade de expressão num conjunto de opiniões pré-estipuladas, em contradição aos não menos vazios “princípios democráticos”.

É uma limitação à expressão do indivíduo, que se vê constrangido pelo conforto psicológico e pelo socialmente aceito, em detrimento do questionamento e da reflexão crítica.

Pós-45 – Não apenas uma referência cronológica isolada, trata-se do principal marco do processo de degeneração da sociedade, resultado da vitória do materialismo judaico sobre a tradição da nações arianas e os movimentos nacionalistas ao redor do mundo. Com a derrota militar do Eixo, tem-se início a Era de máxima exploração do capital à liberdade humana: gênese da Nova Ordem Mundial Sionista.

Propaganda de Guerra – Conjunto de informações manipuladas, veiculadas com vistas ao beneficiamento de dado lado numa disputa e a criação de uma ambiente desfavorável ao adversário, com patrocínio à sua condenação pública. No caso dos desdobramentos da Segunda Guerra Mundial e o pós-45, verificou-se um montante exorbitante de propaganda do Sionismo Internacional, incessantemente, a fim de moldar artificialmente os valores da sociedade e seu conhecimento acerca da História recente, resultando na “Matrix” moderna.

ZOG – Abreviação de Zionist Occupation Government ou Zionist Occupied Government, é o termo para definir a dominação que os Sionistas exercem em determinados países, cujos governantes são seus títeres.

FONTE: http://secastan.wordpress.com/

Categories: Linhas Gerais

CRIMES CONTRA A HUMANIDADE COMETIDOS PELOS JUDEUS

July 29, 2010 2 comments

Comunismo

O comunismo causou 110 milhões de mortes ao redor do mundo, na maioria dos casos, os judeus tiveram participação direta, mas mesmo nos poucos casos em que não houve participação direta, os criminosos comunistas estavam influenciados ideologicamente por um judeu, Karl Marx.

Holodomor

O Holodomor foi um genocídio que levou a morte de 10 milhões de pessoas só na Ucrânia, o holodomor também ocorreu em outras repúblicas soviéticas, como o Cazaquistão, mas as maiores vítimas foram os ucranianos. 82% da população da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas vivia da agricultura e foi obrigada, por meio de repressão violentíssima, a entregar as suas propriedades ao Estado comunista e a integrar as explorações agrícolas colectivas e estatais, no que foi chamado pelos comunistas, de “coletivização do campo”. A maior parte dos camponeses ucranianos, reconheceram a “coletivização” do campo como uma forma de neo-feudalismo e por isso foram contra. Como resposta a essa oposição por parte do povo ucraniano, Stálin, a cúpula estalinista e o partido comunista (80% dos membros eram judeus) se reuniram para buscar uma solução. O resultado foi um plano terrível, que ceifaria 10 milhões de vidas humanas. Os judeus e comunistas não pouparam nem mesmo as mulheres e as crianças. Trata-se do pior e mais cruel crime contra a humanidade.

PS: O judeu e vice-chefe da NKVD (mais tarde KGB), Genrikh Yagoda foi um dos principais responsáveis pela repressão aos ucranianos, no âmbito da colectivização e da deskulakização.

No inverno de 1932-1933, os ucranianos tiveram todos os seus suprimentos alimentícios confiscados. Um grande cordão foi criado para que ninguém pudesse ir embora.

Inicialmente, as pessoas não morreram, pois sobras de suprimentos em grãos e vegetais mantiveram-na vivas. Mas isso não fazia parte do plano dos judeus e comunistas. Por isso, eles ordenaram a NKVD que todos os grãos, toda a comida fosse confiscada e os camponeses fossem proibidos de a procurar em outro lugar. Fazendo isso, eles sabiam que estavam condenando aquela gente inocente a morte.

Após isso, a fome começou.

Os ucranianos foram mortos tortuosamente devagar.

Crianças choravam agonizando por pão.

Não era permitido que fossem para as cidades, guardas de esquadrões impediam as pessoas de entrar nos trens. Com isso, muitos morreram nas estações.

Vítima que conseguiu escapar para a cidade de Kharkiv, mas mesmo assim acabou morrendo.

Muitas crianças perdiam o senso de medo e entravam nos campos guardados pela NKVD a procura de grãos. Elas eram fuziladas no ato.

Mas a maioria das pessoas morria devagar, em casa. Unidades especiais da NKVD invadiam as casas das pessoas para coletar os corpos dos mortos. Não havia nenhuma cerimônia de despedida para as vítimas, eram todos despejados em valas, relatos dizem que a terra chegava a se mexer, devido ao fato de enterrarem não só os mortos, mas também enterrarem vivos os que já agonizavam.

O genocídio não teve como objetivo apenas reprimir a oposição que o povo ucraniano tinha em relação aquele governo judaico-comunista de tendências feudalistas, tinha também fins lucrativos.

Os judeus não podem ser definidos apenas como gananciosos, ambiciosos ou individualistas, aliás, nem sei como definir um povo capaz de matar 10 milhões de seres humanos, inclusive mulheres, idosos e crianças, por dinheiro.

Os judeus e comunistas exportaram os grãos roubados dos camponeses para países do ocidente.

A mídia ocidental informou sobre o extermínio dos ucranianos. Mas mesmo assim, os países “livres” e liberais do ocidente (países dominados economicamente e boa parte até politicamente pelos judeus) não fizeram nada para impedir, ainda continuaram a comprar os grãos roubados daquela gente e a colaborar com o governo soviético.

Países como Israel, China, França, Reino Unido e Alemanha (hoje a Alemanha é comandada pelo ZOG, Governo Sionista de Ocupação) não reconhecem o holodomor.

Em azul os países que reconhecem o Holodomor, em cinza, os que não reconhecem.

A Grande Fome de 1921-1922 (Russia)

O partido comunista (que tinha 80% de seus membros judeus), a partir de 1919, iniciaria uma política de confisco de grãos dos camponeses, que gradualmente levaria uma crise de fome em massa na população. A tentativa de transformar a economia russa em uma economia comunista, através do controle de distribuição de alimentos, mediante apropriação forçada dos grãos dos camponeses, a fim de abastecer as cidades, gerou não somente revolta e uma feroz guerra civil no campo, como uma diminuição gradual da produção de cereais na Rússia. Os camponeses foram proibidos de vender livremente seus excedentes, com os judeus e comunistas exigindo cotas de produção acima das possibilidades dos camponeses, empobreceu-os radicalmente, gerando escassez de alimentos.

Os judeus e comunistas, através de uma violência brutal, torturando, matando e saqueando os agricultores, não somente confiscavam tudo que o camponês tinha, como não poupavam nem os grãos guardados para o replantio de novas safras agrícolas. As regiões mais ricas da Rússia, como Tambov e outros arredores de Moscou, outrora grandes exportadores de cereais, por volta de 1920, ameaçavam perecer pela fome.

Os comissários da Tcheka, em cartas direcionadas a Lênin e Molotov, relatavam a incapacidade dos camponeses de oferecer seus grãos, já que não somente o campo tinha se desestabilizado, como a produção agrícola decaído. No entanto, sabendo dessas informações, o judeu Lênin radicalizou o processo, obrigando os camponeses a darem cotas de produção cada vez mais altas onde eles não existiam mais.

Antonov-Ovsenko, em uma carta ao partido comunista, dizia que as exigências que estavam sendo feitas para a agricultura, em milhões de puds de cereais, eram tão além das expectativas da população, que ela simplesmente morreria de fome. Ignorando o aviso, os judeus e comunistas insistiram em tal política. Por volta de 1921 e 1922, 30 milhões de russos foram atingidos por uma crise de fome monstruosa.

O povo se revoltou. Os marinheiros de Kronstadt se amotinaram e fizeram alianças com os camponeses insurretos e esfomeados. E a fúria do povo era tanta, que os “comissários do povo” perdiam o controle de várias cidades russas. Numa dessas cidades, os grãos de alimentos confiscados apodreciam na estação ferroviária, enquanto a população morrendo de fome, enfrentando os tiros dados pelos soldados do exército vermelho, saqueavam tudo quanto viam. Enquanto isso, nas florestas da Rússia e Ucrânia, exércitos inteiros de camponeses atacavam os bolcheviques.

Todavia, os judeus e comunistas reprimiram implacavelmente as revoltas camponesas. Fuzilamentos sumários de centenas de milhares de pessoas, assassinatos de famílias inteiras, deportações para os recém-construídos campos de concentração, e mesmo o uso de gás venenoso contra os agricultores rebelados, foram as variadas formas com que os bolcheviques esmagaram a resistência anti-comunista do povo.

Revoltosos mortos pela NKVD

Graças a pressão de alguns intelectuais russos, Lenin liberou a ajuda internacional. A ajuda internacional alimentou 11 milhões de pessoas por dia, mas já era um pouco tarde: sete milhões já tinham morrido pela fome.

Quando a situação se pacificou, os bolchevistas prenderam os intelectuais russos que pediram a ajuda internacional e só não os fuzilaram por pressão internacional, mas os expulsaram do país com a roupa do corpo.

A fome russa foi um dois maiores crimes contra a humanidade já cometidos até hoje.

Uma parte da população esfomeada simplesmente foi reduzida ao canibalismo. Dizia-se que os camponeses famintos eram obrigados a arrancar o fígado dos cadáveres para fazer patês e vender no mercado para não morrer de fome.

Imagem de um casal camponês, foram obrigados pelos judeus e comunistas

a recorrerem ao canibalismo como forma de sobrevivência

Relatórios da Tcheka, a polícia política soviética, assim como algumas fotos, retratam esse estado de penúria, sem contar as famílias deportadas para a Sibéria, que definhavam pelo frio. Viam-se milhões de cadáveres espalhados pelo país, uma boa parte, de crianças. Algumas delas são retratadas em várias fotos chocantes, raquíticas, nuas, sujas, abandonadas.

Assassinato de milhares de civis durante a invasão da Estônia

Em Walk, na Estônia, o Exército Vermelho executa, intimida, saqueia e aterroriza centenas de civis. Posteriormente, a Estônia, junto com outras repúblicas bálticas, será vítima de grandes deportações em massa e extermínio de sua população civil, pelo regime de Stalin, que contava com o apoio do Partido Comunista (80% dos seus membros eram judeus) quando da invasão do país, em 1940.

Campos de concentração soviéticos

Imagens de campos de concentração soviéticos, construídos sob as ordens do partido comunista (que tinha 80% dos seus membros judeus).

Atmosfera do gulag soviético, Kolyma, Sibéria.

Prisioneiros de campos de concentração soviéticos

Famílias polonesas sendo levadas para campos de concentração

Crianças polonesas esqueléticas em um campo de concentração soviético, Buzuluk, no Cazaquistão.

Massacre de Katyn

O massacre de Katyn (em polaco zbrodnia katyńska) foi uma execução em massa, na qual cerca de 25 mil cidadãos e militares da Polônia foram massacrados pelo Exército Vermelho, sob as ordens das autoridades judaico-comunistas da União Soviética em 1940.

Durante 4 décadas soldados da Alemanha Nacional-Socialista foram acusados pelo fuzilamento dos poloneses, fato desmentindo pela abertura de documentos secretos.

Prisioneiros de guerra polacos foram assassinados numa floresta nos arredores da vila de Katyn, em prisões e em diversos outros lugares. Cerca de oito mil vítimas eram militares polacos que haviam sido tomados como prisioneiros na invasão soviética da Polônia em1939, sendo o restante cidadãos polacos presos sob alegações de pertencerem a corpos de serviços de inteligência, espionagem,sabotagem, e também proprietários rurais, advogados, padres etc.

Para as novas gerações, até mesmo na Polônia, a palavra Katyn não diz nada, pela simples razão de que seus professores, jornais e outras mídias tomaram todas as precauções necessárias para evitar que essa palavra lhes dissesse alguma coisa.

Em Setembro de 1939 a Polônia foi derrotada, depois de ter sido invadida simultaneamente pela Alemanha, a Oeste, e pelos comunistas, a Leste. Após negociações Hitler então outorgou aos Soviéticos uma zona de ocupação de duzentos mil quilômetros quadrados.

A partir da derrota da Polônia, os soviéticos massacraram nessa zona, sob as ordens do infame ditador Josef Stalin e do partido comunista, vários milhares de oficiais poloneses prisioneiros de guerra – mais de 4 mil em Katyn (perto de Smolensk), local onde foi descoberto posteriormente pelas tropas alemãs Nacional-Socialistas que libertaram a Polônia dos Comunistas enquanto invadia a União Soviética, um dos mais famosos ossários, além de outros 21 mil em vários locais.

Deve-se adicionar a essas vítimas cerca de 15 mil prisioneiros soldados comuns, provavelmente mortos por afogamento no Mar Branco. Perpetrados em poucos dias segundo um plano preestabelecido, esses assassinatos em massa de poloneses vencidos, exterminados pelo simples fato de serem poloneses, constituem indiscutíveis crimes contra a humanidade, e não apenas crimes de guerra, já que a guerra, para a Polônia, havia terminado.

Segundo a Convenção de Genebra, a execução de prisioneiros de um exército regular, que combateram uniformizados, constitui crime contra a humanidade, sobretudo depois que o conflito já terminou. A ordem de Moscou era para suprimir todas as elites polonesas: estudantes, juízes, proprietários de terras, funcionários públicos, engenheiros, professores, advogados e, certamente, oficiais.

Hoje sabemos bem o motivo pela qual os Comunistas queriam (ainda querem?) aniquilar qualquer cabeça pensante, ou seja, os intelectuais, pois que o regime mais devastador da história pudesse seguir seu caminho sem interferências.

Quando esses ossários poloneses foram descobertos, Moscou imputou os crimes aos alemães e estes foram acusados e condenados no ilegal e famigerado Tribunal de Nuremberg.

Crimes de guerra contra o povo alemão

Alemanha, 1945: cadáveres de mulheres alemães, estupradas e mortas pelo exército vermelho.

O Exército Vermelho cometeu vários crimes de guerra contra o povo alemão, sob as ordens do judeu Ilja Ehrenburg.

“Matem, matem, matem. Ninguém é inocente. Nem os que estão vivos nem os que ainda não nasceram” ou então “se vocês, um dia, não tiverem matado pelo menos um alemão(ã) , então vocês não cumpriram o vosso dever moral para com a mãe pátria Soviética “

Os Soldados Vermelhos ardem como se fossem de palha para fazer dos alemães e da sua capital uma teia acesa da sua vingança; para vós, soldados do Exército Vermelho, soou a hora da vingança. Destroçai briosamente o orgulho racial das mulheres alemãs; tomai-as como despojo legítimo. Matai! Destruí, bravos e aguerridos soldados do Exército Vermelho“

Ilja Ehrenburg

Massacres durante a Guerra Civil Espanhola

Crimes cometidos sob as ordens dos judeus Rabino Hyman Katz e Milton Wolff (comandantes das “brigadas internacionais” na Espanha).


Massacre de católicos e exposição pública de seus cadáveres

Cemitério de Paracuellos de Jarama: neste local jazem mais de 2 mil pessoas fuziladas, vítimas da tirania judaico-comunista

Cadáveres descobertos por nacionalistas. As mulheres não foram poupadas da violência sexual.

Danzig e corredor de Danzig

Após o término da Primeira Guerra Mundial, os civis alemães decidiram continuar vivendo na região mesmo sabendo que o Tratado de Versalhes estava entregando o território ao governo polonês, e foi neste local que judeus e comunistas poloneses, com o apoio do governo judaico-comunista soviético e do próprio governo polonês, desencadearam um verdadeiro genocídio aos alemães étnicos locais. Esse foi um dos principais motivos que levaram os alemães a invadirem a Polônia.

Eles não pensaram duas vezes antes de matar mulheres e crianças alemãs.

No total os comunistas e judeus poloneses assassinaram cerca de 60.000 alemães da região.

Muitos esperavam tomar posse das fazendas e negócios dos alemães. A crise diplomática entre Alemanha e Polônia mostrava-se cada vez mais evidente na medida em que os massacres se sucediam.

Foram dezenas de protestos dos alemães na Liga das Nações (hoje ONU) que não trouxeram nenhum resultado.

Sudetos

Nos Sudetos, após a “libertação” da Tchecoslováquia, judeus comunistas que dominaram todo o leste europeu, decidiram libertar três milhões de alemães que ali viviam de uma forma um pouco diferente. Quem não morreu imediatamente teve seu crânio esmagado por um caminhão. Podia ser doente, mulher, criança, homem ou idoso, isso não importava para os judeus.

Holocausto Palestino

Investigadores da ONU disseram na segunda-feira que Israel violou diversos direitos humanos na recente invasão da Faixa de Gaza, o que inclui atacar civis e usar uma criança como escudo humano.

As acusações constam em relatórios submetidos ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, que exigiram também um fim imediato às restrições israelenses para o abastecimento humanitário de Gaza e uma investigação internacional sobre o conflito.

Alvos civis, particularmente casas e seus ocupantes, parecem ter recebido o grosso dos ataques, mas escolas e instalações médicas também foram atingidas”, disse o relatório assinado por Radhika Coomaraswamy, representante especial do secretário-geral para a questão da infância nos conflitos armados.

A advogada nascida no Sri Lanka, que visitou a região no começo de fevereiro, citou diversos incidentes para corroborar suas acusações.

Num deles, contou a relatora, soldados israelenses alvejaram um pai de família após ordenarem que ele saísse da casa, e em seguida dispararam contra o cômodo onde o resto da família se abrigava, ferindo a mãe e três irmãos, e matando um quarto.

Em outro incidente, em 15 de janeiro, na localidade de Tal Al Hawa, a sudoeste da Cidade de Gaza, soldados israelenses forçaram um menino de 11 anos a andar várias horas adiante deles pela cidade, mesmo depois de o grupo ser alvejado.

Um comandante israelense que participou da ação militar de 22 dias em Gaza disse na segunda-feira que os esforços israelenses para protegerem os soldados dos disparos dos militantes palestinos podem ter contribuído para o número de mortes civis.

Se vocês querem saber se eu acho que ao fazê-lo matamos inocentes, a resposta é inequivocamente sim”, disse à Reuters o general da reserva Tzivka Fogel, ressalvando que tais incidentes eram exceção.

As declarações de Coomaraswamy fazem parte de um relatório muito mais longo, de autoria de nove investigadores da ONU, inclusive especialistas nos direitos a saúde, alimentação, habitação e educação, ou em questões de execuções sumárias e violência contra mulheres.

Todos eles citaram violações de Israel, e em alguns casos do movimento islâmico Hamas, que controla a Faixa de Gaza. Israel diz que iniciou os bombardeios por mar, ar e terra, em 27 de dezembro, para tentar impedir o Hamas e seus aliados de lançarem foguetes contra o território israelense. O confronto durou até 17 de janeiro.

Autoridades palestinas dizem que 1.434 pessoas morreram em Gaza, sendo 960 civis — cifras que Israel contesta. O relatório dos nove investigadores citou um total de 1.440, sendo 431 crianças e 114 mulheres.

As acusações constam em relatórios submetidos ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, que exigiram também um fim imediato às restrições israelenses para o abastecimento humanitário de Gaza e uma investigação internacional sobre o conflito.

O VERDADEIRO HOLOCAUSTO

O verdadeiro Holocausto, o extermínio de Palestinos, que ocorre hoje, e vem acontecendo desde que os Judeus usurparam a terra dos Palestinos, para fundar Israel.

O ‘glorioso’ exército Israelense, que se considera um dos melhores do mundo, não tem coragem para combater outra nação soberana, como o Irã, só demonstra sua ‘coragem’ contra civis inocentes e desarmados. Tudo isso com aprovação da ONU, e financiado pelos EUA e outros países ocupados pelo ZOG (Zionist Occupied Goverment).

As fotos abaixo são de cenas fortes, que você com certeza nunca verá na TV, ou em qualquer mídia sionista. Fotos coloridas, nítidas, e atuais, do massacre da população Palestina, diferente das fotos montadas, desfocadas e em preto e branco que servem como ‘provas’ do Holoconto Judeu.

Isso é o Sionismo.

Brancos no Brasil

July 27, 2010 29 comments

Apesar de todas as mentiras que nos bombardeiam diariamente, de que não existem brancos puros no Brasil, de que somos todos mestiços e blá blá blá,  as estatísticas provam que o Brasil é um país de maioria branca.

Segundo o IBGE, Brancos formam 53,7% da população (Em Santa Catarina esse número chega a 90%, Rio Grande do Sul 82%, Paraná 75% e São Paulo, mesmo com os imigrantes não-brancos nordestinos, 70%) , mestiços formam 38%, pretos 6,2%, amarelos ou mongólicos 1,7% e ameríndios 0,3%. Judeus não entram nessa estatística, mas são 95 mil.


No núcleo genético da UFMG, estudos genéticos sobre o genoma humano mostraram e comprovaram que 40% da população brasileira é, no mínimo, GENÉTICAMENTE 99,999999% européia, e considerando que 40% de mais de 180 milhões de brasileiros resultam em mais de 72 milhões de brancos genéticamente puros, que é um índice demográfico branco maior do que o de muitos países europeus (como o da Islândia, por exemplo, que apesar de ser hoje considerado um único pais 100% branco do planeta, possui apenas 500 mil habitantes).

Ou seja, brancos puros formam 40% da população brasileira e mestiços predominantemente brancos 13,7%.

A maior parte dos brancos do Brasil, são italianos, portugueses, espanhóis e alemães. Também há um número significativo de suíços (primeiros arianos não-portugueses a colonizarem o Brasil, tendo deixado sua marca nas cidades de Campos do Jordão e Nova Friburgo), gregos, holandeses, franceses, polacos, russos e ucranianos.

Italianos no Brasil

Atualmente, no Brasil, existem 30 milhões de ítalo-brasileiros, cerca de 20% da população. Formam a maior população de italianos fora da Itália. Se concentram principalmente no Sul, no Espírito Santo e em São Paulo, sendo que quase metade está em São Paulo.

São Paulo: O estado de São Paulo possui a maior colônia italiana no Brasil. Atraídos para trabalharem nas colheitas de café, no ano de 1899 já viviam no estado 800 mil italianos. São Paulo concentrava a maior parte das fazendas de café e, por isso, recebeu mais de 70% de todos os imigrantes italianos que vieram para o Brasil. A influência italiana em São Paulo é evidente tanto no interior do estado, como nas regiões urbanizadas, em bairros como a Mooca, o Brás e o Bixiga.

Atualmente, vivem em São Paulo quinze milhões de italianos e descendentes, representando cerca de 32,5% da população do estado.

Rio Grande do Sul: Em 1870, o governo do Rio Grande do Sul criou colônias na região das serras gaúchas e esperava-se atrair 40 mil imigrantes alemães para que ocupassem a região. Porém, as notícias de que os alemães estavam enfrentando problemas no Brasil fizeram com que cada vez menos imigrantes viessem da Alemanha. Isso obrigou o governo a procurar por uma nova fonte de imigrantes: os italianos. Em 1875, chegou o primeiro grupo, oriundo da Lombardia, que se estabeleceu em Nova Milano. Mais grupos, vindos principalmente da região do Vêneto, mas também do Trentino e do Friuli, se instalaram na região onde atualmente estão as cidades de Garibaldi, Bento Gonçalves, Farroupilha e Caxias do Sul. Depois alguns grupos se deslocaram para as regiões de Encantado, Guaporé, Veranópolis, Serafina Corrêa, Casca e, posteriormente, para as regiões de Santa Maria, Vale Vêneto, Nova Treviso e Silveira Martins. Ali eles passaram a viver da plantação de milho, trigo e outros produtos agrícolas, porém, a introdução do cultivo de vinho na região tornou a vinicultura a principal economia dos colonos italianos.

Atualmente, vivem no Rio Grande do Sul três milhões de italianos e descendentes, representando cerca de 30% da população do estado.

Santa Catarina: Os primeiros imigrantes italianos chegaram ao estado de Santa Catarina em 1836, oriundos da Sardenha, fundando a colônia de Nova Itália (atual São João Batista). Esses imigrantes pioneiros chegaram em número reduzido e pouco influenciaram na demografia do estado. Foi mais tarde, a partir de 1875, que passou a ser assentado no estado número maior de imigrantes italianos. Neste ano, foram criadas as primeiras colônias italianas do estado : Rio dos Cedros, Rodeio, Ascurra e Apiúna. Diversas outras colônias foram criadas nos anos seguintes, sendo o sul de Santa Catarina o principal foco de colonização italiana do estado. Os imigrantes se dedicaram principalmente à agricultura e à indústria de carvão.

A partir de 1910, milhares de gaúchos migraram para Santa Catarina, entre eles, milhares de descendentes de italianos. Esses colonos ítalo-gaúchos colonizaram grande parte do Oeste catarinense.

Atualmente, vivem em Santa Catarina três milhões de italianos e descendentes, representando 50% da população do estado.

Paraná: No início, a maior parte dos italianos trabalharam como colonos autônomos, porém, com o desenvolvimento do café, passaram a compor a mão-de-obra da região. As maiores colônias prosperaram na região metropolitana de Curitiba. A influência italiana se faz presente em todas as regiões do estado.

Atualmente, vivem cerca de quatro milhões de italianos e descendentes, representando 40% da população do estado.

Espírito Santo: Os italianos foram atraídos para o Espírito Santo a fim de ocupar a região das serras. Os imigrantes foram obrigados a enfrentar a mata virgem e foram abandonados pelo governo à própria sorte. A situação de miséria vivida por muitos colonos fez com que, em 1895, o governo italiano proibisse a emigração de seus cidadãos para o Espírito Santo. Atualmente, boa parte desses italianos e descendentes vivem isolados no interior do estado, preservando seu sangue e sua gloriosa cultura.

Entre os cinco estados com maior população italiana, o Espírito Santo, com um milhão e setecentos mil italianos e descendentes, possue a menor população italiana, mas a maior porcentagem, 65% da população do estado.

Italianos na Hospedaria dos Imigrantes (São Paulo, 1890). No início do século XX, mais de 90% dos trabalhadores industriais da cidade de São Paulo eram italianos.

A Festa da Uva, é uma das principais manifestações culturais italianas do Brasil.

Mooca, região paulistana com maior concentração de italianos. O bairro também abriga o Memorial do Imigrante.

Imigração Alemã no Brasil

Atualmente, no Brasil, existem cerca de 18 milhões de germano-brasileiros/teuto-brasileiros, 10% da população.

A maior parte da população germano-brasileira está concentrada em São Paulo, Rio de Janeiro e principalmente no Sul.

D. Pedro II apoiou e incentivou a vinda de imigrantes alemães para o Brasil, pois achava necessário povoar as terras desabitadas do sul e escolheu os alemães para isso, pois os considerava um povo trabalhador.

Santa Catarina: O estado de Santa Catarina é considerado o estado mais germânico do Brasil. Aproximadamente 35% da sua população é de ascendência alemã, a maior porcentagem. As cidades do interior do estado ainda preservam a arquitetura germânica das casas, bem como a língua alemã e festas populares, como a Oktoberfest.

Ao contrário do que sucedeu no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina a colonização alemã não foi promovida através do governo, mas por iniciativas privadas. As colônias alemãs mais importantes foram criadas a partir de grupos como Hermann Blumenau e Ferdinand Hackradt (em 1850 a Colônia Blumenau) e pela Sociedade Hamburguesa (em 1851, a Colônia Dona Francisca, atual Joinville). A partir do início do século XX, migrantes germânico-gaúchos e imigrantes alemães foram trazidos do Rio Grande do Sul para ocupar novas colônias no oeste do estado, porém essas colônias não eram exclusivamente alemãs, pois contavam também com migrantes ítalo-gaúchos e imigrantes italianos.

Rio Grande do Sul: Em 1824 chegaram os primeiros colonos alemães ao Rio Grande do Sul, sendo assentados na atual cidade de São Leopoldo.

A maior parte dos alemães introduzidos ao Rio Grande do Sul, destinavam-se a colonização agrícola.

Em algumas décadas, a região do Vale do Rio dos Sinos estava quase que completamente ocupada por imigrantes alemães. A colonização transbordou da região, se expandindo por outras áreas do Rio Grande do Sul. É notável que a colonização alemã foi efetuada em terras baixas, seguindo o caminho dos rios. Na década de 1870, praticamente todas as terras baixas do interior do Rio Grande do Sul estavam sendo ocupadas pelos alemães, porém, as terras altas não atraíam os colonos, permanecendo desocupadas até a chegada dos italianos, em 1875.

Paraná: A primeira colônia foi fundada em 1829 em Rio Negro. Em 1855 alemães originários da Prússia fundam as Colônias de Terra Nova e Santa Leopoldina em Castro. Entre 1877 e 1879, chegou um grande número de alemães vindos da Russia(os alemães do rio Volga), mais tarde muitos alemães emigrariam da Russia novamente, fugindo das perseguições promovidas pelo governo judaico-comunista (judaico porque 80% do Partido Comunista era de judeus).

A maior parte dos imigrantes chegou no início do século XX, vindos diretamente da Alemanha, e se estabeleceram sobretudo nas regiões leste e sul. Em meados dos anos 1950, pessoas oriundas de colônias alemãs em Santa Catarina e Rio Grande do Sul também migraram para a Região Oeste e Sudoeste do estado. Nesta mesma época, imigrantes da região do Rio Danúbio criaram Entre Rios, em Guarapuava, e imigrantes oriundos de Danzig (fugindo da perseguição do governo comunista) ocuparam a região de Cambé e Rolândia, no Norte do estado.

Colônias alemãs no Sul do Brasil (cor rosa), em 1905.

Oktoberfest em Blumenau, Santa Catarina;

São Paulo: Em São Paulo, os primeiros imigrantes chegaram em 1829 e se instalaram no bairro paulistano de Santo Amaro, mas a maior parte chegou no início do século seguinte, se dirigindo principalmente para as plantações de café no interior. Ribeirão Preto, Ibitinga e São Paulo são as cidades que concentram a maior parte da população germano-paulista.

Alemães trabalhando na colheita do café em Ribeirão Preto (1902)

Santo Amaro é a região paulistana com maior concentração de alemães

Nacional-Socialismo no Brasil

O Partido Nacional-Socialista brasileiro chegou a ser o segundo maior do mundo, perdendo apenas para o da Alemanha.

O governo da Alemanha Nacional-Socialista elaborou planos para uma ocupação de parte do Brasil. Adolf Hitler, o Führer, declarou em 1933: “Criaremos no Brasil uma nova Alemanha. Encontraremos lá tudo de que necessitamos“.

Crianças fazem a Saudação Nacional-Socialista, na cidade de Presidente Bernardes, em São Paulo. (1935)

Brasileiros Brancos

Egon Friedrich Kurt Albrecht nasceu na cidade de Curitiba, Estado do Paraná, Brasil, em 19 de maio de 1918, filho de Frederico Albrecht e Hedwig Elditt Albrecht é o maior símbolo dos brasileiros Arianos na Europa.

Egon foi um brasileiro Oficial da Luftwaffe, tendo passado por diversas batalhas vitoriosas, sendo condecorado com o Troféu de Honra da Luftwaffe, com a Cruz Germânica em Ouro, e finalmente com a Cruz de Ferro, quando conseguiu “apenas” os seguintes feitos:

  • Em maio de 1943, somava já 15 vitórias aéreas
  • Abateu 11 aeronaves e também:
  • 162 veículos motorizados
  • 254 veículos diversos
  • 3 locomotivas
  • 8 baterias antiaéreas
  • 12 canhões anti-tanque
  • 8 posições de Infantaria

O Hauptmann Egon Albrecht, quando de sua morte, havia abatido um total de 25 aeronaves inimigas, sendo 15 na frente russa e o restante na frente ocidental – incluindo seis bombardeiros quadrimotores durante a Defesa do Reich – além de outros 11 aviões destruídos no solo.

Seu avião foi abatido quando retornava sozinho à sua base, ou seja, foi morto covardemente.

Siegfried Ellwanger Castan é um escritor e revisionista brasileiro, fundador da Editora Revisão. Nasceu em Candelária, pequena cidade do Rio Grande do Sul, no dia 30 de julho de 1928.

Dentre suas obras estão: Holocausto: judeu ou alemão?, Nos bastidores da mentira do século, Acabou o gás… O fim de um mito, SOS para Alemanha e A implosão da mentira do século.

Possui também um blog: http://secastan.wordpress.com/

Castan é defensor intransigente da Autodeterminação dos Povos, contra a Nova Ordem Mundial. É contrário à intervenção em assuntos que só dizem respeito à China; contra a permanência militar na Coréia do Sul e Japão por parte dos EUA, e por parte dos Aliados na Alemanha. Ellwanger é contrário à totalmente absurda e criminosa agressão por parte dos EUA e OTAN contra a Iugoslávia, e agora contra um dos povos mais sacrificados e pobres do planeta: o Afeganistão. É contra o incondicional e absurdo apoio e abastecimento em dinheiro e armamentos ao terrorista Estado de Israel.

Após a venda de sua empresa, a qual durante mais de vinte anos de existência, com centenas de operários, empregados e funcionários, não teve uma única questão trabalhista.

Gustavo Dodt Barroso praticamente dispensa comentários. Nasceu em Fortaleza, no dia 29 de dezembro de 1888 e faleceu no dia 03 de dezembro de 1959. Foi advogado, professor, político, cronista etc. Era também membro da Academia Brasileira de Letras.

Destaca-se também pela sua consciência a respeito do sionismo e a tentativa de alertar mais pessoas. Traduziu para a língua portuguesa a obra “Os Protocolos dos Sábios de Sião”, entre suas outras obras a respeito desse assunto, podemos citar: A Maçonaria: Seita Judaica; Judaísmo, Maçonaria e Comunismo; A Sinagoga Paulista; etc.

É considerado por muitos como um dos maiores escritores anti-sionista da história. É até hoje admirado por Nacional-Socialistas e Integralistas (Gustavo Barroso era membro da AIB – Ação Integralista Brasileira), ou por simpatizantes.

Euclides da Cunha foi um escritor e jornalista brasileiro, que se definia como racialista.

Foi contra a forma de “clareamento” da população brasileira pregada por muitos, na qual a miscigenação seria incentivada para que os negros fossem “diluídos” com o passar do tempo. Euclides era contra a miscigenação e pregava que os Brancos deveriam isolar-se do resto da sociedade negra e miscigenada do Brasil, para assim não deixarmos de existir.

Sua obra que retrata esse conflito no qual ele como repórter foi cobrir chama-se “Os Sertões”, e é considerada uma de suas melhores.

Racismo contra brancos no Brasil


Governo Racista (as leis “anti-racistas” que não valem quando a vítima é um branco)


Cotas: 20% das vagas nas universidades são reservadas para pretos e 50% para alunos de escolas públicas (segundo as instituições negras e o próprio governo, escolas públicas possuem maioria negra e mestiça), ou seja, 20% das vagas para 6,2% da população e 50% das vagas para 44,2% da população. Enquanto 55,8% da população, disputa por 30% das vagas restantes.

Existem também cursos pré-vestibular gratuitos nas favelas, mas que atendem apenas negros e mestiços.

Existem também projetos de cotas raciais em empresas, que visam desempregar os brancos e empregar os negros.

Porém, o Art. 4º da Constituição, é citado que constitui crime de racismo “negar ou obstar emprego em empresa privada sob critérios raciais”.

Mais adiante, do Art. 6º da mesma lei, podemos encontrar a afirmação de que constitui crime de racismo “Recusar, negar ou impedir [sob critérios de classificação racial] a inscrição de aluno em estabelecimento de ensino público ou privado de QUALQUER GRAU; sendo julgada a pena de reclusão de 3 a 5 anos e, no caso do crime ser praticado contra um menor de 18 anos de idade [o que é o caso da maioria dos pré-vestibulandos], haverá um agravante de 1/3 da pena”.

É interessante lembrarmos também que, além dos cursos pré-vestibulares exclusivos para negros e mestiços existentes em todo o país, em São Paulo, existem escolas exclusivas para judeus. Nesses casos, a lei pode ser anulada. Mas e se nós, brancos, decidirmos criar escolas exclusivas para brancos, será que a lei será anulada também?

E por que os que elaboram, aprovam e praticam tais leis racistas (cotas raciais) não são presos e condenados por crime de prática racista, assim como determina a Lei?

Manifestações culturais (porque os negros podem impedir que brancos façam parte de suas manifestações culturais e os brancos não podem impedir que negros façam parte de suas manifestações culturais?):

No Art 9º, é citado como crime de racismo “impedir o acesso ou recusar atendimento em estabelecimentos esportivos, casa de diversões ou clubes sociais abertos ao público”.

Então, assim sendo…Por que o grupo carnavalesco baiano Ilê-Ayê permite apenas negros e impede o ingresso de foliões brancos em sua composição? Por que seus organizadores não respondem por crime de discriminação racial, como está criteriosamente descrito na em tal Lei?

E se os organizadores da Oktoberfest, em Santa Catarina, não permitissem a participação de negros no evento alegando que o mesmo visa representar a cultura européia, principalmente a alemã? Aí seria racismo? Dois pesos e duas medidas?

E se isso é indubitavelmente anticonstitucional por claramente contradizer a própria Constituição, como é possível elaborar e aprovar leis “anti-racismo” que praticam o próprio racismo e discriminação racial?

Aproveitando a questão acima, por que a participação e exibição da imagem de brancos não são permitidas na revista Raça, que é unicamente construída e feita por e para negros?

Se os negros já têm uma revista reservada apenas para eles e não permitem que não-negros participem da mesma, por que eles ainda insistem em afirmar que as outras revistas e agência de modelos são racistas quando o mercado e os consumidores solicitam mais a presença de modelos brancos/as?

Por que querem que a lei que obrigue a presença de negros nestas revistas se eles mesmos não estão dispostos a fazer o mesmo em favor dos não-negros? Isso não é muita hipocrisia e cara-de-pau?

No Brasil, o governo apóia e financia índios e negros que queiram viver isolados, preservando a sua cultura e sem misturas, mas quando um branco exige o mesmo, é taxado de racista e até preso.

MESCLA DE CULTURAS E RAÇAS AMEAÇA A DIVERSIDADE!

July 26, 2010 2 comments

A mestiçagem (cultural e racial) é uma ameaça a diversidade racial e cultural, pois se todos se misturarem, não existira mais diversidade. Parece ilógico, mas na verdade, é bem óbvio, vou exemplificar:

Existe a raça Negróide e a raça Ariana, cada raça com a sua cultura.
Então, essas duas raças se fundem (se misturam, ocorre a mestiçagem). Então não haverá mais diversidade, só haverá uma unica cultura e uma unica raça. De duas raças e duas culturas, passa a existir apenas uma raça e uma cultura.

Ou seja, a mestiçagem é uma ameaça a diversidade cultural e racial.

Viva a diversidade cultural e racial! Diga não a mestiçagem! Preserve sua cultura e sua raça, independentemente de qual seja!

Heil Hitler!

Follow

Get every new post delivered to your Inbox.