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Archive for the ‘Questão Racial’ Category

Alógeno

September 18, 2010 5 comments

Todo aquele, que no seio de um determinado povo, é de origem estrangeira, culturalmente e biologicamente. Atualmente, mais vale falar de “alógenos” do que de imigrantes ou de estrangeiros, na medida em que a maioria destes últimos nasceram na Europa [ou em outros países de origem civilizacional europeia*] sem serem etnicamente europeus [ou seja, arianos], podendo, em virtude do direito de solo, deter a nacionalidade de um país europeu. Desde a antiguidade, fato já assinalado por Aristóteles, Tucídides e Xenofonte, toda a nação que admite no seu seio a entrada desenfreada de alógenos está condenada à decadência, sendo que esses últimos substituem progressivamente os autóctones e tendem a persegui-los e a destrui-los culturalmente e/ou fisicamente. Esse processo está em marcha em inúmeras zonas da França.

A noção de alógeno não deve adquirir, na Europa, na orla do século XXI o carácter jurídico, linguístico e nacional. Deve ser declarado alógeno todo o residente não-europeu de origem, sobre critérios étnicos em detrimento dos políticos e jurídicos. Um Belga, um Italiano, um Russo de origem europeia residindo na França não é um alógeno. Contudo atenção : ao fim de certo tempo, um povo submerso por alógenos torna-se minoritário, estrangeiro na sua própria pátria. É a lógica do processo de colonização populacional que nós conhecemos. Ao fim de um certo tempo o alógeno torna-se no autóctone.

Fonte: http://legio-victrix.blogspot.com/

“A pior forma de desigualdade é tentar tornar iguais coisas desiguais” – Aristóteles

Categories: Questão Racial

Multiculturalismo e Multi-Racialismo

September 18, 2010 Leave a comment

Durante muito tempo foi posto sobre nós o manto branco do ódio, que nos transforma subitamente e sem chances de real argumentação, em assombrações de um passado obscuro e destrutivo, que na presente modernidade não possui espaço algum, pois vivemos no mundo da diversidade – mas de uma falsa “diversidade” – que nos toma como seus maiores opositores e inimigos.

Sempre somos representados como fomentadores do ódio, aqueles que pregam a desarmonia, que se consideram superiores aos outros em todo e qualquer aspecto. Estas idéias estão demasiado fixas neste mundo, assim como em nosso coletivo, de modo que até mesmo alguns dos que se vêem como camaradas as aceitam e incorporam-nas em suas vidas, e que, por causa disso, quase sempre acabam sujando o nome de nossa causa – uma causa do bem, da honra e liberdade. Sei que seria muita presunção tentar mudar o mundo com apenas um artigo, e este não é o meu objetivo; longe disto, pretendo mostrar que não somos “odiadores” daquelas pessoas diferentes de nós, mas, pelo contrário, somos os maiores amantes da diversidade.

Acreditamos que todos os povos devam ter sua terra, na qual possam dar-se à prática de suas mais enraizadas tradições; na qual possam criar seus filhos e netos em um ambiente saudável, onde exista uma real harmonia entre seus habitantes – algo que acontece somente quando as pessoas sentem-se fazer parte de algo em comum, um mesmo povo, uma mesma identidade. Não somos “odiadores”; odiadores são aqueles que fazem com que povos sem desavenças sejam obrigados a conviver juntos, tendo de renunciar a seus mais antigos ritos e tradições em nome de um “bem comum”, que, na verdade, é benéfico apenas àquele que os está prejudicando. Este pouco se importa com as pessoas; pensa apenas no capital que os seres podem gerar-lhe, fazendo com que povos que se respeitavam de forma mútua, convivendo de forma pacífica, cada um em sua respectiva terra, voltem-se uns contra os outros em forma de uma guerra civil não-declarada.

Isto não prejudica diretamente o outro, mas cria um mal-estar nacional, fazendo com que as pessoas revejam a máquina governamental, que deveria estar trabalhando para um bem comum, utilizando-se para fazer reformas de “maquiagem” em favor de um grupo específico.

Ao invés desses povos colocarem-se à luta por um bem comum, acabam afrontando em favores e vantagens ínfimas entre si, por mais que estejam em um mesmo território, e que, por este motivo, deveriam lutar por um mesmo bem coletivo. Os verdadeiros odiadores são aqueles que lucram com o conflito entre os povos previamente amigos, mas que são jogados à arena uns contra os outros.

E nesta arena, nenhum povo sai como vencedor; leões famintos aparecem e devoram-nos, fazendo com que restem apenas os esqueletos empilhados daquilo que um dia foram vidas. O odiador lucra não apenas com a economia e a política, mas também com essa guerra não-declarada que assola as ruas; quando existem dois ideais conflitantes em um mesmo local, as pessoas deixam de perceber o que está acontecendo fora dessa esfera minúscula, gastando toda sua energia na luta por um “microcosmo”. Enquanto isso, o verdadeiro “odiador” toma todo o sistema financeiro e a mídia, e, assim, exerce seu controle sobre o ideário de uma nação. A propaganda, assim, continuará mostrando que a vinda de povos completamente diferentes, para fixar-se em determinada localidade, é positivo não só para esses que imigram, mas também para os nativos de sua nova terra.

Propõem que, com esta vinda, o elemento estrangeiro traz experiências novas. Com este argumento, até mesmo tentará insinuar, de forma subliminar, que a cultura predominante deverá ser subjugada, pois ela é vista como retrógrada, já em nada acrescenta ao país; em outras palavras, ela passa a ser vista como uma forma de resistência à usurpação que acontece ao seu redor.

Os povos que antes deste feito estavam isolados, de repente se vêem de fuzil em mãos, discursando e atacando uns aos outros, de modo enérgico, em pequenas demonstrações de revolta; o odiador, contudo, não permite que isso desestabilize o local por completo; isto o faria perder o controle das massas, as quais servem ao seu propósito somente quando obedece ao que por ele é ditado, sobre o quê e como se deve odiar ou amar. Ele, do alto, observa e desfruta de toda a desordem que ocorre, sendo, em sua vista, esta confusão proveitosa – já que ela “amacia” ao povo, impedindo-o de raciocinar. O povo é incapaz de perceber o quão ruim sua situação está, mesmo quando ela for gradativamente e lentamente piorando. A desordem o distrai daquilo que este odiador faz. Este dá suporte a um ou outro lado, sendo que, na verdade, financia a ambos. Algumas pessoas “comuns” percebem essa situação, mas são silenciadas pelo sistema, sendo-lhes necessariamente colocados rótulos degenerativos – e se o rótulo de algum produto não diz algo positivo sobre seu conteúdo, torna-se improvável que alguém, em sã consciência, o consuma.

Enquanto isso, ele, o odiador, vende armas ideológicas, realiza programas para ambos os lados, tornando-se seu senhor feudal.

Nesta guerra, ele é o único que não perde, pois não se envolve no conflito; apenas movimenta os peões, pois a guerra não é sua. Ele apenas provocou-a para aproveitar-se da situação de desordem que ela resulta e, enquanto isso, estará fechado em sua comunidade homogênea, criando seus filhos assim como os seus ancestrais o faziam, há mais de 4 mil anos atrás.

Nós não acreditamos no ódio; o ódio pelo diferente apenas por aquilo que o diferencia de nós é pura ignorância. A força de nosso ideal está no amor por nosso semelhante, e ao contrário do que se propaga sobre nós, no respeito pelo diferente.

Esta é a nossa causa – a causa do bem e da verdade. E talvez justamente por isso é que somos odiados e perseguidos pelo mundo afora; somos, pois, a brava centelha que sobrevive, procurando voltar crescer, para tornar-se uma chama, que por uma vez mais iluminará o mundo inteiro, mesmo que tentem apagar-nos. Odiados somos, pois representamos o bem em um mundo em que a bondade não existe – ela, há tempos, foi substituída pelo lucro e pelos interesses. Queremos o bem de todas as raças, e, por este motivo, desejamos nossa separação das outras; todos os povos têm o direito de criar raízes em suas terras, nas quais seus filhos possam sentir-se em casa, pois neste solo, seus ancestrais um dia semearam o futuro que hoje eles estão colhendo.

Sempre que ouvirmos algum relato de alguma tribo ou vilarejo da América Central que está retomando alguns de seus antigos costumes indígenas, deveríamos ficar felizes por este lugar, pois esta é uma vitória do bem sobre o mal do multiculturalismo. Qual seria a finalidade de um mundo multicultural, da maneira como esta expressão comumente é dita? Isso representaria o fim de todas as belas e diferentes culturas e raças que existem neste planeta, a favor de uma anti-idéia de que predomine um só povo e uma só cultura. Um mundo multicultural, como nos tem sido proposto, representa a destruição de todas as raças e culturas existentes neste planeta – uma incoerência para quem deseja um mundo verdadeiramente multicultural, como nós verdadeiramente apregoamos!

Quem, então, luta contra a destruição das mais diversas culturas milenares que possuímos neste pequeno ponto azul em nossa galáxia, que até hoje parece ser o único lugar com vida conhecida em toda a imensidão do universo são aqueles que são chamados de odiadores? Nós definitivamente não somos odiadores da diversidade. Somos, pelo contrário, os maiores e mais verdadeiros amantes dela.

Fonte: Partido Nacional-Socialista Brasileiro.

“A mestiçagem faz bem a saúde”: DERRUBANDO UM MITO!

September 4, 2010 15 comments
Vejo muitas pessoas declararem que o isolamento racial de uma população pode acarretar em problemas de saúde, o que é na verdade um mito.
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As estatísticas
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Vamos analisar algumas estatísticas de três países: Islândia, Brasil e Nicarágua.
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Islândia, nação ariana mais homogênea do mundo, tem a menor mortalidade infantil (2,9/mil nasc.) e a terceira maior expectativa de vida (82 anos).
Brasil (38% da população mestiça), tem a 106° mortalidade infantil (29,1/mil nasc.) e a 92° expectativa de vida (72 anos).
Nicarágua, (70% da população mestiça) tem a 124° expectativa de vida (69 anos) e a 98° mortalidade infantil (25,7/mil nasc.).
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Cientistas alertam sobre o mal da mestiçagem
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Os conceituados cientistas James Watson (nobel de 1962), Richard Lynn e Charles Murray afirmam que existem diferenças de inteligência entre as raças e que a miscigenação diminui o QI. Richard Lynn afirma ainda que pessoas com QI mais baixo possuem maior índice de mortalidade e mais doenças genéticas, além de maior risco de sofrer de depressão, estresse pós-traumático e esquizofrenia.
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Mestiçagem “democratiza” doenças genéticas
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Doenças genéticas que antes existiam apenas entre negros, aparecem com cada vez mais freqüência em indivíduos de aparência branca e vice-versa, devido a miscigenação.
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A Anemia Falciforme, que antes atingia a população negra, hoje está em alto índice também nos “brancos” e pardos.

Na Bahia, de janeiro de 2001 a abril de 2008, só entre as crianças de 0 a 7 anos, foram registrados mais de 1,7 mil casos de Anemia Falciforme. 40% dos registros são em Salvador. Municípios da Região Metropolitana e do Recôncavo também têm altos índices da doença.

A Bahia é o estado brasileiro que mais registra casos de Anemia Falciforme, seguido de Minas Gerais. No nosso estado, a incidência é maior porque a Anemia Falciforme é mais comum entre a população negra. É uma doença genética que veio para o Brasil com os escravos africanos.
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Orânia

August 25, 2010 4 comments

Orânia é uma cidade Afrikaner/Bôer, situada as margens do rio Orange, província do Cabo Setentrional, na África do Sul. O principal objetivo de Orânia é preservar a cultura e língua Afrikaner.

Orânia cresceu à base do trabalho único e exclusivo dos Bôers.

A cidade conta com pouco menos de 1000 habitantes, todos brancos afrikaners. Forasteiros de outras raças podem ir a Orânia fazer compras, mas não são bem-vindos como moradores.

O sonho dos oranianos é reagrupar o povo Bôer e criar uma república Bôer independente. Possui inclusive moeda própria, o “Ora”. Possue o mesmo valor que o rand sul-africano, que também circula na cidade, mas quem compra em Ora, ganha descontos em Orânia. Recentemente, Orânia lançou também seu próprio talão de cheques.

Ora é a moeda de Orânia.

Em Orânia, há um museu em homenagem a Hendrik Verwoerd (imagem acima), criador e principal implantador do Apartheid.

Orânia sustentável

O povo oraniano acredita na proteção ao meio ambiente.

  • Pessoas reciclam seu lixo, classificando e colocando o lixo em cinco latas de lixo diferentes.
  • Todas as novas casas devem ter a energia solar para caldeiras de água quente.
  • Várias pessoas na cidade estão procurando maneiras de usar eletricidade “verde”
  • Na cidade existe um número de diferentes edifícios ecológicos, como por exemplo, uma casa com um telhado vivo.

Reciclagem de lixo em Orânia

Casa com caldeira solar

Casa com energia solar e eólica

Casa com telhado vivo

Bandeira de Orânia

A bandeira de Orânia, em laranja, branco e azul, traz as cores da antiga República Holandesa, e o menino levantando as mangas da camisa simboliza o trabalho.

Etimologia

Orânia vem de “orange”, cor símbolo da Holanda.

História

Em Dezembro de 1990, cerca de 40 famílias afrikaners lideradas por Carel Boshoff, genro do antigo primeiro-ministro sul-africano Hendrik Verwoerd, compraram a delapidada cidade por cerca de 200.000 dólares. Isto ocorreu poucos meses após o fim das leis de apartheid e a libertação do terrorista Nelson Mandela. A cidade é propriedade privada da empresa Vluytjeskraal Aandeleblok (Whistle Corral Share Block), que também gere a cidade. O nome Vluytjeskraal deriva do nome da quinta sobre a qual a cidade foi fundada, enquanto que Aandeleblok se refere à estrutura da empresa que permite às pessoas comprar acções e portanto obter o direito de morar e trabalhar uma parcela de terra propriedade da empresa. Os acionistas controlam portanto a empresa, que por seu lado controla a propriedade. O presidente executivo desta empresa, Dr.Manie Opperman, actua de facto como um presidente da câmara não eleito.

Imagens

RAÇAS NÃO EXISTEM? – III

August 20, 2010 Leave a comment

Apesar do fato de que o grupo de mulatos representa um dos mais comuns grupos raciais encontrados não só no Brasil, mas em vários outros países, existe pouca informação sobre a distribuição dos grupos sangüíneos nestes indivíduos. Foram estudados 2.462 doadores de sangue classificados como caucasóides, mulatos e negros conforme suas características antropológicas, bem como pela suas informações sobre seus ancestrais. Foram estudadas as freqüências fenotípicas para os sistemas de grupos sangüíneos ABO, Rh, P, Kell, Rh, Lutheran, Lewis, Duffy e Kidd. Não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas entre negros e mulatos para a maioria dos sistemas de grupos sangüíneos por nós estudados, com exceção dos seguintes fenótipos: P1 positivo, Dccee, Le(a-b-), Js(a+b+), Js(a-b+), Fy(a-b-), Fy(a+b+) e Fy(a-b+). Por outro lado foi observada uma diferença estatisticamente significante entre caucasóides e negróides para os seguintes fenótipos eritrocitários: A, B, M+N-S+s-, M+N-S-s+, P1 positivo, ddccee, Dccee, Dccee, DCCee, DccEe, K+k+, K-k+, Kp(a-b+), Kp(a+b+), Js(a-b+), Js(a+b-), Le(a-b+), Le(a-b-), Fy(a-b+), Fy(a+b+), Fy(a-b-), Jk(a+b-), Jk(a+b+) e Jk(a-b+). Os resultados encontrados para o grupo mulato foram intermediários entre caucasóides e negros, com forte influência negróide.

Categories: Questão Racial

A invasão na União Européia

August 7, 2010 Leave a comment

A elite que controla a União Europeia prepara-se para meter pela Europa adentro mais uma inominável e incontável catrefa de alienígenas. Tenciona, para já, simplificar as regras de entrada dos imigrantes no espaço da UE…

Isto apesar dos altos níveis de desemprego em vários países, note-se… A este facto, os eurocratas respondem que «é uma situação paradoxal, porque por um lado há desemprego mas por outro há falta de trabalhadores.» Quem o diz é Cecilia Malmstrom, comissária dos assuntos internos da União Europeia, segundo a qual «precisamos de imigrantes para assegurar a nossa sobrevivência económica.» Fala-se, em concreto, de mão-de-obra para ocupar postos de trabalho sazonais, nomeadamente na agricultura, no turismo e em outras indústrias.

Postos de trabalho temporários, portanto. E quando acabar a temporada, que se fará desses imigrantes? «É desumano mandá-los embora», diz a mesmíssima elite que os (im)pôs cá.
E assim a Europa vai ficando cada vez mais iminvadida. Porque todas as razões servem para acelerar o processo de iminvasão e portanto multiculturalização e multirracialização da Europa. Dê lá por onde der, o plano de transformar a Europa num mar de lama racial não pode parar. Porque, mais do que uma questão económica, como dizem para atirar areia aos olhos do Povo, e porque sabem que nos tempos que correm a Economia é rainha e julgam portanto que o comum europeu é um burguês bem instalado que por nada deste mundo aceitaria ver baixar o seu nível de vida… mais do que uma questão económica, dizia, é sobretudo uma questão ideológica, moral: o da queda final de todas as fronteiras entre os homens, o da dissolução das raças e do fim das identidades.

Economicamente falando, «não ocorre» à elite que um crescimento populacional não pode continuar indefinidamente, por óbvia falta de espaço e notória falta de recursos. Por conseguinte, a imigração em massa nunca poderá ser uma solução minimamente inteligente, nem para a escassez de trabalhadores, nem para o problema da demografia – até porque querer resolver a questão da baixa natalidade por meio da iminvasão é o mesmo que pegar numa garrafa de vinho do Porto pela metade, preencher a metade que falta com água e continuar a chamar-lhe «vinho do Porto», porque é isso que está no rótulo. Uma sociedade europeia só se faz com Europeus. Assim, mesmo que a iminvasão resultasse, economicamente falando, isso nada interessaria, pois que a população beneficiada por essa melhoria económica já não seria europeia. Não seríamos nós. Com razão se diria a velha piada – a operação foi um sucesso, mas o paciente morreu.

Disse-se antes que nada disto ocorre à elite – na verdade, provavelmente até ocorre, mas a elite crê, e muitas vezes até tem razão, que o Povo não se lembra disso e que por essa ingenuidade ou extrema distracção, vai sendo possível ir enfiando mais e mais não brancos em solo europeu… Entretanto, já vários estudos demonstraram, em Espanha e no Reino Unido, que a imigração não melhorou nada a Economia e que talvez lhe tenha sido até prejudicial; sabe-se também que a maioria dos imigrantes não sustenta a segurança social, visto auferir salários baixíssimos. Acresce que uma população em que aumentam exponencialmente os indivíduos que auferem salários baixos vai ver o seu poder de compra a baixar, logo, o consumo a diminuir, logo, a Economia a cair. Mas a elite não está preocupada com isso, porquanto o alargamento do fosso sócio-económico entre as classes muito a tem beneficiado.

Os Povos da Europa são, em geral, adversos à imigração, e a elite sabe-o, e teme-o, mas finge que tal não é verdade – os Povos Europeus não querem pois ser iminvadidos, mas, mais ou menos adormecidos ou tendo a sua atenção desviada pelo seu trabalho e múltiplas preocupações diárias, vão fechando os olhos e continuando a sua rotina, cada vez mais importunados pela imigração em massa, mas ocupados de mais com assuntos mais «imediatos» para reagirem, inclusivamente porque a sua vontade de reacção é abrandada pelas constantes e maciças «explicações» ao Povo e às crianças que os responsáveis mais merdiáticos da elite emitem constantemente.

FONTE: http://gladio.blogspot.com/

A VERDADE SOBRE O APARTHEID

August 1, 2010 3 comments

Por esses dias  estava eu escrevendo alguns artigos, e como de costume deixei a tv ligada, estava passando algo sobre a definição das chaves da Copa de 2010, e quando o Galvão Bueno soltou uma pérola: “Apartheid é uma época que todos na África do Sul querem esquecer…(sic)

No momento dei um sorriso irônico e me perguntei, todos quem? A minoria liderada pelo pedófilo terrorista do Mandela?

Vídeo interessante onde o ‘Nobel da Paz’ Nelson Mandela canta ‘Matem os Brancos’

Quem quer esquecer da época em que, graças aos Afrikaners (colonos brancos na África), esse país era conhecido como a ‘pérola da África’, possuindo IDH bem acima do nível comum daquele continente, e até portando até armas nucleares? Com a ‘democracia’ a África do Sul se degradou e se tornou miserável, como o restante da África.

QUE DIREITOS TEM OS NEGROS NA ÁFRICA DO SUL?

Quem estudou minimamente a colonização Européia no continente Africano, sabe que foram os Böeres (Afrikaners), ou seja, os imigrantes holandeses, que construiram a própria Africa do Sul. Antes da chegada deles, não havia sequer uma simulação de civilização naquela area do continente, ao contrário do Norte da Africa.

A África do Sul era desabitada antes da chegada dos holandeses, os holandeses foram os primeiros a viver naquela região e mesmo 150 anos após as primeiras colônias serem estabelecidas ao redor da Cidade do Cabo, ainda não havia quaisquer negros num raio de 500 milhas. Os invasores são os negros, que chegaram depois da África central.

Não se pode apagar o legado Afrikaner, como se eles tivessem sido os usurpadores, os vilões da história. Os ingleses é que vieram para transformar o país em uma colonia de exploração.

Os Böeres criaram colonias de povoamento e tentavam viver pacificamente, contruindo uma sociedade. E o que eles fizeram lá, não foi muito diferente do que os proprios ingleses fizeram nos E.U.A. (sob todos os aspectos)! Os sentimentos só se radicalizaram quando os ingleses vieram para dominar o país.

Foram os Böeres que lutaram heroicamente pela independência da África do Sul, sendo os primeiros na historia a serem detidos em campos de concentração ingleses. Por que a mídia quer vender a imagem de que os pobres negrinhos tiveram suas terras usurpadas pelos ‘malignos colonos Europeus’, sendo que aconteceu ao contrário?

Böeres que lutaram contra os Ingleses pela Independência da África do Sul.

Apartheid em Afrikaner significa ’separação’, ou seja, a divisão da sociedade em raças, o racialismo em prática.

ALGUNS FATOS SOBRE A ÁFRICA DO SUL

(Nota: Dados de 1990, portanto, estes fatos provavelmente mudaram drasticamente após o fim do Apartheid.)

FATO 1 – Gente branca tem vivido na África do Sul a muito mais tempo do que os negros. Há mais de 300 anos têm existido colônias brancas na África do Sul, o mesmo período de tempo que europeus tem vivido na América do Norte. Mesmo 150 anos após as primeiras colônias serem estabelecidas ao redor da Cidade do Cabo, ainda não havia quaisquer negros num raio de 500 milhas. Os negros vieram da África central depois, possivelmente fugindo do tráfico de escravos ou devido à fome. De fato, a maioria dos negros na África do Sul nasceu em outros países.

FATO 2 - A África do Sul é de longe a nação mais rica e mais desenvolvida na África, produzindo cerca de 75% do PIB Africano. Ela é quase totalmente auto-suficiente, portanto boicotes tiveram pouco efeito sobre sua economia. De fato, a maior parte da África é dependente da África do Sul. A África do Sul é (era) governada por uma república parlamentar ocidental e estritamente segregada racialmente. A África do Sul garante (garantia) total autonomia de governo aos negros em suas próprias áreas do país.

FATO 3 - Apesar da África do Sul ser eternamente criticada pela imprensa mundial por seu separatismo racial, seus negros vivem melhor do que os negros de qualquer outra nação africana e estão se multiplicando rapidamente e com saúde. 87% dos custos de assistência social para negros estão sendo pagos pelo homem branco. Isso inclui comida, roupas, treinamento profissional, casas, educação e serviços de saúde, até mesmo aposentadorias.

FATO 4 - Milhares de negros sul-africanos se formam em universidades a cada ano, mais do que três vezes o resto da África combinado. Cada criança negra na África do Sul está a uma distância atingível a pé de uma escola primária. O maior hospital da África, que praticamente só serve exclusivamente a negros e realiza cerca de 1800 operações por mês, está na África do Sul.

FATO 5 – Os negros na África do Sul possuem mais carros do que todos os cidadãos da União Soviética.

FATO 6 - A África do Sul tem mais médicos, advogados, profissionais em geral e milionários negros do que todo o resto do mundo combinado.

FATO 7 - De fato, as condições são tão “más” para os negros na África do Sul que o país tem um enorme problema com a imigração ilegal negra de países vizinhos, tendo mais de um milhão de trabalhadores ilegais estrangeiros.

http://secastan.wordpress.com/

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