Archive

Archive for the ‘Questão Racial’ Category

Orânia

August 25, 2010 4 comments

Orânia é uma cidade Afrikaner/Bôer, situada as margens do rio Orange, província do Cabo Setentrional, na África do Sul. O principal objetivo de Orânia é preservar a cultura e língua Afrikaner.

Orânia cresceu à base do trabalho único e exclusivo dos Bôers.

A cidade conta com pouco menos de 1000 habitantes, todos brancos afrikaners. Forasteiros de outras raças podem ir a Orânia fazer compras, mas não são bem-vindos como moradores.

O sonho dos oranianos é reagrupar o povo Bôer e criar uma república Bôer independente. Possui inclusive moeda própria, o “Ora”. Possue o mesmo valor que o rand sul-africano, que também circula na cidade, mas quem compra em Ora, ganha descontos em Orânia. Recentemente, Orânia lançou também seu próprio talão de cheques.

Ora é a moeda de Orânia.

Em Orânia, há um museu em homenagem a Hendrik Verwoerd (imagem acima), criador e principal implantador do Apartheid.

Orânia sustentável

O povo oraniano acredita na proteção ao meio ambiente.

  • Pessoas reciclam seu lixo, classificando e colocando o lixo em cinco latas de lixo diferentes.
  • Todas as novas casas devem ter a energia solar para caldeiras de água quente.
  • Várias pessoas na cidade estão procurando maneiras de usar eletricidade “verde”
  • Na cidade existe um número de diferentes edifícios ecológicos, como por exemplo, uma casa com um telhado vivo.

Reciclagem de lixo em Orânia

Casa com caldeira solar

Casa com energia solar e eólica

Casa com telhado vivo

Bandeira de Orânia

A bandeira de Orânia, em laranja, branco e azul, traz as cores da antiga República Holandesa, e o menino levantando as mangas da camisa simboliza o trabalho.

Etimologia

Orânia vem de “orange”, cor símbolo da Holanda.

História

Em Dezembro de 1990, cerca de 40 famílias afrikaners lideradas por Carel Boshoff, genro do antigo primeiro-ministro sul-africano Hendrik Verwoerd, compraram a delapidada cidade por cerca de 200.000 dólares. Isto ocorreu poucos meses após o fim das leis de apartheid e a libertação do terrorista Nelson Mandela. A cidade é propriedade privada da empresa Vluytjeskraal Aandeleblok (Whistle Corral Share Block), que também gere a cidade. O nome Vluytjeskraal deriva do nome da quinta sobre a qual a cidade foi fundada, enquanto que Aandeleblok se refere à estrutura da empresa que permite às pessoas comprar acções e portanto obter o direito de morar e trabalhar uma parcela de terra propriedade da empresa. Os acionistas controlam portanto a empresa, que por seu lado controla a propriedade. O presidente executivo desta empresa, Dr.Manie Opperman, actua de facto como um presidente da câmara não eleito.

Imagens

RAÇAS NÃO EXISTEM? – III

August 20, 2010 Leave a comment

Apesar do fato de que o grupo de mulatos representa um dos mais comuns grupos raciais encontrados não só no Brasil, mas em vários outros países, existe pouca informação sobre a distribuição dos grupos sangüíneos nestes indivíduos. Foram estudados 2.462 doadores de sangue classificados como caucasóides, mulatos e negros conforme suas características antropológicas, bem como pela suas informações sobre seus ancestrais. Foram estudadas as freqüências fenotípicas para os sistemas de grupos sangüíneos ABO, Rh, P, Kell, Rh, Lutheran, Lewis, Duffy e Kidd. Não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas entre negros e mulatos para a maioria dos sistemas de grupos sangüíneos por nós estudados, com exceção dos seguintes fenótipos: P1 positivo, Dccee, Le(a-b-), Js(a+b+), Js(a-b+), Fy(a-b-), Fy(a+b+) e Fy(a-b+). Por outro lado foi observada uma diferença estatisticamente significante entre caucasóides e negróides para os seguintes fenótipos eritrocitários: A, B, M+N-S+s-, M+N-S-s+, P1 positivo, ddccee, Dccee, Dccee, DCCee, DccEe, K+k+, K-k+, Kp(a-b+), Kp(a+b+), Js(a-b+), Js(a+b-), Le(a-b+), Le(a-b-), Fy(a-b+), Fy(a+b+), Fy(a-b-), Jk(a+b-), Jk(a+b+) e Jk(a-b+). Os resultados encontrados para o grupo mulato foram intermediários entre caucasóides e negros, com forte influência negróide.

Categories: Questão Racial

A invasão na União Européia

August 7, 2010 Leave a comment

A elite que controla a União Europeia prepara-se para meter pela Europa adentro mais uma inominável e incontável catrefa de alienígenas. Tenciona, para já, simplificar as regras de entrada dos imigrantes no espaço da UE…

Isto apesar dos altos níveis de desemprego em vários países, note-se… A este facto, os eurocratas respondem que «é uma situação paradoxal, porque por um lado há desemprego mas por outro há falta de trabalhadores.» Quem o diz é Cecilia Malmstrom, comissária dos assuntos internos da União Europeia, segundo a qual «precisamos de imigrantes para assegurar a nossa sobrevivência económica.» Fala-se, em concreto, de mão-de-obra para ocupar postos de trabalho sazonais, nomeadamente na agricultura, no turismo e em outras indústrias.

Postos de trabalho temporários, portanto. E quando acabar a temporada, que se fará desses imigrantes? «É desumano mandá-los embora», diz a mesmíssima elite que os (im)pôs cá.
E assim a Europa vai ficando cada vez mais iminvadida. Porque todas as razões servem para acelerar o processo de iminvasão e portanto multiculturalização e multirracialização da Europa. Dê lá por onde der, o plano de transformar a Europa num mar de lama racial não pode parar. Porque, mais do que uma questão económica, como dizem para atirar areia aos olhos do Povo, e porque sabem que nos tempos que correm a Economia é rainha e julgam portanto que o comum europeu é um burguês bem instalado que por nada deste mundo aceitaria ver baixar o seu nível de vida… mais do que uma questão económica, dizia, é sobretudo uma questão ideológica, moral: o da queda final de todas as fronteiras entre os homens, o da dissolução das raças e do fim das identidades.

Economicamente falando, «não ocorre» à elite que um crescimento populacional não pode continuar indefinidamente, por óbvia falta de espaço e notória falta de recursos. Por conseguinte, a imigração em massa nunca poderá ser uma solução minimamente inteligente, nem para a escassez de trabalhadores, nem para o problema da demografia – até porque querer resolver a questão da baixa natalidade por meio da iminvasão é o mesmo que pegar numa garrafa de vinho do Porto pela metade, preencher a metade que falta com água e continuar a chamar-lhe «vinho do Porto», porque é isso que está no rótulo. Uma sociedade europeia só se faz com Europeus. Assim, mesmo que a iminvasão resultasse, economicamente falando, isso nada interessaria, pois que a população beneficiada por essa melhoria económica já não seria europeia. Não seríamos nós. Com razão se diria a velha piada – a operação foi um sucesso, mas o paciente morreu.

Disse-se antes que nada disto ocorre à elite – na verdade, provavelmente até ocorre, mas a elite crê, e muitas vezes até tem razão, que o Povo não se lembra disso e que por essa ingenuidade ou extrema distracção, vai sendo possível ir enfiando mais e mais não brancos em solo europeu… Entretanto, já vários estudos demonstraram, em Espanha e no Reino Unido, que a imigração não melhorou nada a Economia e que talvez lhe tenha sido até prejudicial; sabe-se também que a maioria dos imigrantes não sustenta a segurança social, visto auferir salários baixíssimos. Acresce que uma população em que aumentam exponencialmente os indivíduos que auferem salários baixos vai ver o seu poder de compra a baixar, logo, o consumo a diminuir, logo, a Economia a cair. Mas a elite não está preocupada com isso, porquanto o alargamento do fosso sócio-económico entre as classes muito a tem beneficiado.

Os Povos da Europa são, em geral, adversos à imigração, e a elite sabe-o, e teme-o, mas finge que tal não é verdade – os Povos Europeus não querem pois ser iminvadidos, mas, mais ou menos adormecidos ou tendo a sua atenção desviada pelo seu trabalho e múltiplas preocupações diárias, vão fechando os olhos e continuando a sua rotina, cada vez mais importunados pela imigração em massa, mas ocupados de mais com assuntos mais «imediatos» para reagirem, inclusivamente porque a sua vontade de reacção é abrandada pelas constantes e maciças «explicações» ao Povo e às crianças que os responsáveis mais merdiáticos da elite emitem constantemente.

FONTE: http://gladio.blogspot.com/

A VERDADE SOBRE O APARTHEID

August 1, 2010 3 comments

Por esses dias  estava eu escrevendo alguns artigos, e como de costume deixei a tv ligada, estava passando algo sobre a definição das chaves da Copa de 2010, e quando o Galvão Bueno soltou uma pérola: “Apartheid é uma época que todos na África do Sul querem esquecer…(sic)

No momento dei um sorriso irônico e me perguntei, todos quem? A minoria liderada pelo pedófilo terrorista do Mandela?

Vídeo interessante onde o ‘Nobel da Paz’ Nelson Mandela canta ‘Matem os Brancos’

Quem quer esquecer da época em que, graças aos Afrikaners (colonos brancos na África), esse país era conhecido como a ‘pérola da África’, possuindo IDH bem acima do nível comum daquele continente, e até portando até armas nucleares? Com a ‘democracia’ a África do Sul se degradou e se tornou miserável, como o restante da África.

QUE DIREITOS TEM OS NEGROS NA ÁFRICA DO SUL?

Quem estudou minimamente a colonização Européia no continente Africano, sabe que foram os Böeres (Afrikaners), ou seja, os imigrantes holandeses, que construiram a própria Africa do Sul. Antes da chegada deles, não havia sequer uma simulação de civilização naquela area do continente, ao contrário do Norte da Africa.

A África do Sul era desabitada antes da chegada dos holandeses, os holandeses foram os primeiros a viver naquela região e mesmo 150 anos após as primeiras colônias serem estabelecidas ao redor da Cidade do Cabo, ainda não havia quaisquer negros num raio de 500 milhas. Os invasores são os negros, que chegaram depois da África central.

Não se pode apagar o legado Afrikaner, como se eles tivessem sido os usurpadores, os vilões da história. Os ingleses é que vieram para transformar o país em uma colonia de exploração.

Os Böeres criaram colonias de povoamento e tentavam viver pacificamente, contruindo uma sociedade. E o que eles fizeram lá, não foi muito diferente do que os proprios ingleses fizeram nos E.U.A. (sob todos os aspectos)! Os sentimentos só se radicalizaram quando os ingleses vieram para dominar o país.

Foram os Böeres que lutaram heroicamente pela independência da África do Sul, sendo os primeiros na historia a serem detidos em campos de concentração ingleses. Por que a mídia quer vender a imagem de que os pobres negrinhos tiveram suas terras usurpadas pelos ‘malignos colonos Europeus’, sendo que aconteceu ao contrário?

Böeres que lutaram contra os Ingleses pela Independência da África do Sul.

Apartheid em Afrikaner significa ’separação’, ou seja, a divisão da sociedade em raças, o racialismo em prática.

ALGUNS FATOS SOBRE A ÁFRICA DO SUL

(Nota: Dados de 1990, portanto, estes fatos provavelmente mudaram drasticamente após o fim do Apartheid.)

FATO 1 – Gente branca tem vivido na África do Sul a muito mais tempo do que os negros. Há mais de 300 anos têm existido colônias brancas na África do Sul, o mesmo período de tempo que europeus tem vivido na América do Norte. Mesmo 150 anos após as primeiras colônias serem estabelecidas ao redor da Cidade do Cabo, ainda não havia quaisquer negros num raio de 500 milhas. Os negros vieram da África central depois, possivelmente fugindo do tráfico de escravos ou devido à fome. De fato, a maioria dos negros na África do Sul nasceu em outros países.

FATO 2 - A África do Sul é de longe a nação mais rica e mais desenvolvida na África, produzindo cerca de 75% do PIB Africano. Ela é quase totalmente auto-suficiente, portanto boicotes tiveram pouco efeito sobre sua economia. De fato, a maior parte da África é dependente da África do Sul. A África do Sul é (era) governada por uma república parlamentar ocidental e estritamente segregada racialmente. A África do Sul garante (garantia) total autonomia de governo aos negros em suas próprias áreas do país.

FATO 3 - Apesar da África do Sul ser eternamente criticada pela imprensa mundial por seu separatismo racial, seus negros vivem melhor do que os negros de qualquer outra nação africana e estão se multiplicando rapidamente e com saúde. 87% dos custos de assistência social para negros estão sendo pagos pelo homem branco. Isso inclui comida, roupas, treinamento profissional, casas, educação e serviços de saúde, até mesmo aposentadorias.

FATO 4 - Milhares de negros sul-africanos se formam em universidades a cada ano, mais do que três vezes o resto da África combinado. Cada criança negra na África do Sul está a uma distância atingível a pé de uma escola primária. O maior hospital da África, que praticamente só serve exclusivamente a negros e realiza cerca de 1800 operações por mês, está na África do Sul.

FATO 5 – Os negros na África do Sul possuem mais carros do que todos os cidadãos da União Soviética.

FATO 6 - A África do Sul tem mais médicos, advogados, profissionais em geral e milionários negros do que todo o resto do mundo combinado.

FATO 7 - De fato, as condições são tão “más” para os negros na África do Sul que o país tem um enorme problema com a imigração ilegal negra de países vizinhos, tendo mais de um milhão de trabalhadores ilegais estrangeiros.

http://secastan.wordpress.com/

RAÇAS NÃO EXISTEM? – II – RAÇA E INTELIGÊNCIA

A MISCIGENAÇÃO DIMINUI O QI DOS BRASILEIROS


Charles Murray, famoso cientista político americano, autor de “The bell curve, intelligence and class structure in american life” defende que a miscigenação diminui o QI e que brancos são mais inteligentes do que negros. Outros cientistas famosos, como Richard Lynn e James Watson (que recebeu o Nobel de Medicina em 1962) defendem teorias semelhantes.

Entrevista da Istoé:

ISTOÉ -O sr. já foi acusado de racismo. Os brancos são mesmo mais inteligentes que os negros?

CHARLES MURRAY -

Fui acusado de racismo porque mostrei um indiscutível fato empírico: quando amostras representativas de brancos e negros são submetidas a testes que medem a habilidade cognitiva, os resultados médios são diferentes. Isto não é uma opinião.

É um fato, da mesma forma que medidas de altura mostram um resultado médio diferente entre japoneses e alemães. Eu não tirei conclusões racistas deste fato, não advoguei políticas racistas, e tenho escrito explicitamente que a lei deve tratar pessoas como indivíduos e não como membros de grupos raciais. Então por que me chamar de racista? Porque alguns fatos não podem ser discutidos – e os indivíduos que os discutem devem ser pessoas terríveis.

ISTOÉ -O Brasil é um país onde a miscigenação é a regra. Isso significa que o QI médio do brasileiro é inferior ao dos nórdicos, por exemplo?

É uma questão de aritmética. Se em testes o QI é sempre maior com amostras de nórdicos do que com amostras de negros, então um país com uma significativa proporção de negros terá um QI médio inferior ao de um país que consiste exclusivamente de nórdicos. Isso é verdade, por exemplo, quando comparamos os Estados Unidos com a Suécia, da mesma forma que é verdade quando comparamos o Brasil e a Suécia. A única questão é empírica: as médias são sempre diferentes? Se são, a questão está respondida por si mesma.
ISTOÉ -Especialistas defendem o QI para medir algumas habilidades, mas não como prova de inteligência para a vida. Qual a sua opinião?

CHARLES MURRAY -

Concordo. Habilidades cognitivas medidas pelos testes de QI são importantes, mas para qualquer indivíduo é apenas uma das muitas habilidades e características que determinam como a vida será.

ISTOÉ -

Estar tão focado no resultado do QI não é muito determinista?

CHARLES MURRAY -

Sem dúvida. Por isso sempre escrevi que as pessoas tendem a colocar muita ênfase no QI. Saber o QI de uma pessoa diz muito pouco sobre se você a achará admirável, gostável, um bom colega de trabalho ou um bom cônjuge. O valor dos testes de QI, para um cientista social, é usá-los para prever resultados em grupos grandes. Por exemplo, se você me mostrar duas crianças de seis anos, uma com 110 de QI e outra com 90, não tenho idéia de quem estará ganhando mais quando elas estiverem com 30 anos. Mas, se você me mostrar mil crianças de seis anos com 90 de QI e mil com 110, posso dizer com muita confiança que a renda do grupo de 110 de QI aos 30 anos será mais alta na média – essa é palavra-chave, na média – do que a do grupo de 90.
ISTOÉ -Até que ponto da vida é possível aumentar o QI?

CHARLES MURRAY -
É muito difícil aumentá-lo.

Nos Estados Unidos temos muitos programas experimentais com o objetivo de enriquecer o ambiente de aprendizado para crianças pequenas.

Eles mostram alguns ganhos a curto prazo, mas esses ganhos sempre desaparecem quando as crianças são testadas novamente anos mais tarde. Não temos nenhum programa que demonstre aumento de QI entre crianças maiores que sete ou oito anos.
ISTOÉ -Há pesquisas que mostram que é possível aumentar a inteligência. O que o sr. pensa sobre isso?

CHARLES MURRAY -

Estou sempre disposto a examinar novas evidências. Os trabalhos que conheço não dizem isso.

JAMES WATSON SOBRE INTELIGÊNCIA E RAÇAS


O conceituado cientista norte-americano James Watson, um dos pais da genética moderna, afirmou que as pessoas de raça branca são mais inteligentes que as de raça negra. Segundo Watson, detentor do Nobel da Medicina em 1962 pela descoberta da estrutura molecular do ADN, as políticas sociais na África fracassam porque não levam em conta que “os negros são menos inteligentes que os brancos”.

James pôs em evidência a insciência dos negros em relação às suas habilidades intelectuais limitadas em comparação aos brancos.

Meditem na frase de James: “Todas nossas políticas sociais estão baseadas no fato de que sua inteligência é a mesma que a nossa, enquanto todas as provas mostram que não é realmente assim”.

O cientista disse que as políticas ocidentais para os países africanos estão baseadas na presunção errônea de que as pessoas negras estão tão prontas como as brancas, apesar de que as provas sugerem o contrário.

É claro que a repercussão das declarações de James foi expandida no mundo inteiro e editada estrategicamente por jornais sensacionalistas para que fosse atribuída a ele uma pseudo-imagem racista.

James Watson, que é o responsável pelo prestigiado laboratório Cold Springs, acrescenta que “embora desejasse que todos fossemos iguais, quem tem de lidar com empregados negros sabe que tal não é verdade”. Em vésperas de publicar mais um livro, intitulado “Avoid Boring People: Lessons from a Life in Science”, o cientista confessou estar desejoso que os cientistas possam deixar de dizer apenas o que está politicamente correcto.

Categories: Questão Racial

RAÇAS NÃO EXISTEM?

Agora veremos como os taxonomistas classificaram o Neanderthal. Até os anos 1960 eram classificados como Homo neanderthalensis, uma espécie diferente de nós, Homo sapiens. Mas a distância genética entre Homo sapiens e Homo neanderthalensis (0.08%) é menor que a distância entre duas espécies de Chimpanzés (0.103). Atualmente Neanderthais são classificados como Homo sapiens neanderthalensis, uma subespécie humana, enquanto nós somos classificados como outra subespécie, Homo sapiens sapiens. A distância genética entre Africanos(sub-Saarianos) e Eurasianos (0.2%) é mais que o dobro da distância entre os humanos atuais e os Neanderthais (0.08%) então, por fim, Subsaarianos deveriam ser reclassificados como uma subespecie, Homo sapiens africanus e Eurasianos como outra subespecie, Homo sapiens eurasianensis.
Finalmente a distancia estimada entre o Homo Sapiens e o Homo Erectus é de 0.170 ( eatingindo até 0.19), em torno da mesma distância genética entre Bantus Africanos e Eskimós, mas a distância genética entre africanos e eurasiáticos é de 0,23 (Table 7-1, p. 45). Desta forma, Homo sapiens é mais relacionado geneticamente ao Homo erectus que Eurasianos são aos Africanos Subsaarianos. Ou erectus deveria ser reclassificado como Homo sapiens erectus ou Africanos Subsaarianos deveria ser reclassificado como Homo africanus.

FONTE (em inglês): http://www.erectuswalksamongst.us/Chap28.html

O crânio do negro é mais próximo dos antigos primatas do que do homem moderno europeu

Adulto Neanderthal

Criança Neanderthal

Região geográfica que foi habitada pelos Neanderthais

Aparência, genética, regiões habitadas pelos Neanderthais e o fato dos negros não terem sangue Neanderthal, aproximam o Ariano do Neanderthal e o afastam do negro.

Brancos no Brasil

July 27, 2010 29 comments

Apesar de todas as mentiras que nos bombardeiam diariamente, de que não existem brancos puros no Brasil, de que somos todos mestiços e blá blá blá,  as estatísticas provam que o Brasil é um país de maioria branca.

Segundo o IBGE, Brancos formam 53,7% da população (Em Santa Catarina esse número chega a 90%, Rio Grande do Sul 82%, Paraná 75% e São Paulo, mesmo com os imigrantes não-brancos nordestinos, 70%) , mestiços formam 38%, pretos 6,2%, amarelos ou mongólicos 1,7% e ameríndios 0,3%. Judeus não entram nessa estatística, mas são 95 mil.


No núcleo genético da UFMG, estudos genéticos sobre o genoma humano mostraram e comprovaram que 40% da população brasileira é, no mínimo, GENÉTICAMENTE 99,999999% européia, e considerando que 40% de mais de 180 milhões de brasileiros resultam em mais de 72 milhões de brancos genéticamente puros, que é um índice demográfico branco maior do que o de muitos países europeus (como o da Islândia, por exemplo, que apesar de ser hoje considerado um único pais 100% branco do planeta, possui apenas 500 mil habitantes).

Ou seja, brancos puros formam 40% da população brasileira e mestiços predominantemente brancos 13,7%.

A maior parte dos brancos do Brasil, são italianos, portugueses, espanhóis e alemães. Também há um número significativo de suíços (primeiros arianos não-portugueses a colonizarem o Brasil, tendo deixado sua marca nas cidades de Campos do Jordão e Nova Friburgo), gregos, holandeses, franceses, polacos, russos e ucranianos.

Italianos no Brasil

Atualmente, no Brasil, existem 30 milhões de ítalo-brasileiros, cerca de 20% da população. Formam a maior população de italianos fora da Itália. Se concentram principalmente no Sul, no Espírito Santo e em São Paulo, sendo que quase metade está em São Paulo.

São Paulo: O estado de São Paulo possui a maior colônia italiana no Brasil. Atraídos para trabalharem nas colheitas de café, no ano de 1899 já viviam no estado 800 mil italianos. São Paulo concentrava a maior parte das fazendas de café e, por isso, recebeu mais de 70% de todos os imigrantes italianos que vieram para o Brasil. A influência italiana em São Paulo é evidente tanto no interior do estado, como nas regiões urbanizadas, em bairros como a Mooca, o Brás e o Bixiga.

Atualmente, vivem em São Paulo quinze milhões de italianos e descendentes, representando cerca de 32,5% da população do estado.

Rio Grande do Sul: Em 1870, o governo do Rio Grande do Sul criou colônias na região das serras gaúchas e esperava-se atrair 40 mil imigrantes alemães para que ocupassem a região. Porém, as notícias de que os alemães estavam enfrentando problemas no Brasil fizeram com que cada vez menos imigrantes viessem da Alemanha. Isso obrigou o governo a procurar por uma nova fonte de imigrantes: os italianos. Em 1875, chegou o primeiro grupo, oriundo da Lombardia, que se estabeleceu em Nova Milano. Mais grupos, vindos principalmente da região do Vêneto, mas também do Trentino e do Friuli, se instalaram na região onde atualmente estão as cidades de Garibaldi, Bento Gonçalves, Farroupilha e Caxias do Sul. Depois alguns grupos se deslocaram para as regiões de Encantado, Guaporé, Veranópolis, Serafina Corrêa, Casca e, posteriormente, para as regiões de Santa Maria, Vale Vêneto, Nova Treviso e Silveira Martins. Ali eles passaram a viver da plantação de milho, trigo e outros produtos agrícolas, porém, a introdução do cultivo de vinho na região tornou a vinicultura a principal economia dos colonos italianos.

Atualmente, vivem no Rio Grande do Sul três milhões de italianos e descendentes, representando cerca de 30% da população do estado.

Santa Catarina: Os primeiros imigrantes italianos chegaram ao estado de Santa Catarina em 1836, oriundos da Sardenha, fundando a colônia de Nova Itália (atual São João Batista). Esses imigrantes pioneiros chegaram em número reduzido e pouco influenciaram na demografia do estado. Foi mais tarde, a partir de 1875, que passou a ser assentado no estado número maior de imigrantes italianos. Neste ano, foram criadas as primeiras colônias italianas do estado : Rio dos Cedros, Rodeio, Ascurra e Apiúna. Diversas outras colônias foram criadas nos anos seguintes, sendo o sul de Santa Catarina o principal foco de colonização italiana do estado. Os imigrantes se dedicaram principalmente à agricultura e à indústria de carvão.

A partir de 1910, milhares de gaúchos migraram para Santa Catarina, entre eles, milhares de descendentes de italianos. Esses colonos ítalo-gaúchos colonizaram grande parte do Oeste catarinense.

Atualmente, vivem em Santa Catarina três milhões de italianos e descendentes, representando 50% da população do estado.

Paraná: No início, a maior parte dos italianos trabalharam como colonos autônomos, porém, com o desenvolvimento do café, passaram a compor a mão-de-obra da região. As maiores colônias prosperaram na região metropolitana de Curitiba. A influência italiana se faz presente em todas as regiões do estado.

Atualmente, vivem cerca de quatro milhões de italianos e descendentes, representando 40% da população do estado.

Espírito Santo: Os italianos foram atraídos para o Espírito Santo a fim de ocupar a região das serras. Os imigrantes foram obrigados a enfrentar a mata virgem e foram abandonados pelo governo à própria sorte. A situação de miséria vivida por muitos colonos fez com que, em 1895, o governo italiano proibisse a emigração de seus cidadãos para o Espírito Santo. Atualmente, boa parte desses italianos e descendentes vivem isolados no interior do estado, preservando seu sangue e sua gloriosa cultura.

Entre os cinco estados com maior população italiana, o Espírito Santo, com um milhão e setecentos mil italianos e descendentes, possue a menor população italiana, mas a maior porcentagem, 65% da população do estado.

Italianos na Hospedaria dos Imigrantes (São Paulo, 1890). No início do século XX, mais de 90% dos trabalhadores industriais da cidade de São Paulo eram italianos.

A Festa da Uva, é uma das principais manifestações culturais italianas do Brasil.

Mooca, região paulistana com maior concentração de italianos. O bairro também abriga o Memorial do Imigrante.

Imigração Alemã no Brasil

Atualmente, no Brasil, existem cerca de 18 milhões de germano-brasileiros/teuto-brasileiros, 10% da população.

A maior parte da população germano-brasileira está concentrada em São Paulo, Rio de Janeiro e principalmente no Sul.

D. Pedro II apoiou e incentivou a vinda de imigrantes alemães para o Brasil, pois achava necessário povoar as terras desabitadas do sul e escolheu os alemães para isso, pois os considerava um povo trabalhador.

Santa Catarina: O estado de Santa Catarina é considerado o estado mais germânico do Brasil. Aproximadamente 35% da sua população é de ascendência alemã, a maior porcentagem. As cidades do interior do estado ainda preservam a arquitetura germânica das casas, bem como a língua alemã e festas populares, como a Oktoberfest.

Ao contrário do que sucedeu no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina a colonização alemã não foi promovida através do governo, mas por iniciativas privadas. As colônias alemãs mais importantes foram criadas a partir de grupos como Hermann Blumenau e Ferdinand Hackradt (em 1850 a Colônia Blumenau) e pela Sociedade Hamburguesa (em 1851, a Colônia Dona Francisca, atual Joinville). A partir do início do século XX, migrantes germânico-gaúchos e imigrantes alemães foram trazidos do Rio Grande do Sul para ocupar novas colônias no oeste do estado, porém essas colônias não eram exclusivamente alemãs, pois contavam também com migrantes ítalo-gaúchos e imigrantes italianos.

Rio Grande do Sul: Em 1824 chegaram os primeiros colonos alemães ao Rio Grande do Sul, sendo assentados na atual cidade de São Leopoldo.

A maior parte dos alemães introduzidos ao Rio Grande do Sul, destinavam-se a colonização agrícola.

Em algumas décadas, a região do Vale do Rio dos Sinos estava quase que completamente ocupada por imigrantes alemães. A colonização transbordou da região, se expandindo por outras áreas do Rio Grande do Sul. É notável que a colonização alemã foi efetuada em terras baixas, seguindo o caminho dos rios. Na década de 1870, praticamente todas as terras baixas do interior do Rio Grande do Sul estavam sendo ocupadas pelos alemães, porém, as terras altas não atraíam os colonos, permanecendo desocupadas até a chegada dos italianos, em 1875.

Paraná: A primeira colônia foi fundada em 1829 em Rio Negro. Em 1855 alemães originários da Prússia fundam as Colônias de Terra Nova e Santa Leopoldina em Castro. Entre 1877 e 1879, chegou um grande número de alemães vindos da Russia(os alemães do rio Volga), mais tarde muitos alemães emigrariam da Russia novamente, fugindo das perseguições promovidas pelo governo judaico-comunista (judaico porque 80% do Partido Comunista era de judeus).

A maior parte dos imigrantes chegou no início do século XX, vindos diretamente da Alemanha, e se estabeleceram sobretudo nas regiões leste e sul. Em meados dos anos 1950, pessoas oriundas de colônias alemãs em Santa Catarina e Rio Grande do Sul também migraram para a Região Oeste e Sudoeste do estado. Nesta mesma época, imigrantes da região do Rio Danúbio criaram Entre Rios, em Guarapuava, e imigrantes oriundos de Danzig (fugindo da perseguição do governo comunista) ocuparam a região de Cambé e Rolândia, no Norte do estado.

Colônias alemãs no Sul do Brasil (cor rosa), em 1905.

Oktoberfest em Blumenau, Santa Catarina;

São Paulo: Em São Paulo, os primeiros imigrantes chegaram em 1829 e se instalaram no bairro paulistano de Santo Amaro, mas a maior parte chegou no início do século seguinte, se dirigindo principalmente para as plantações de café no interior. Ribeirão Preto, Ibitinga e São Paulo são as cidades que concentram a maior parte da população germano-paulista.

Alemães trabalhando na colheita do café em Ribeirão Preto (1902)

Santo Amaro é a região paulistana com maior concentração de alemães

Nacional-Socialismo no Brasil

O Partido Nacional-Socialista brasileiro chegou a ser o segundo maior do mundo, perdendo apenas para o da Alemanha.

O governo da Alemanha Nacional-Socialista elaborou planos para uma ocupação de parte do Brasil. Adolf Hitler, o Führer, declarou em 1933: “Criaremos no Brasil uma nova Alemanha. Encontraremos lá tudo de que necessitamos“.

Crianças fazem a Saudação Nacional-Socialista, na cidade de Presidente Bernardes, em São Paulo. (1935)

Brasileiros Brancos

Egon Friedrich Kurt Albrecht nasceu na cidade de Curitiba, Estado do Paraná, Brasil, em 19 de maio de 1918, filho de Frederico Albrecht e Hedwig Elditt Albrecht é o maior símbolo dos brasileiros Arianos na Europa.

Egon foi um brasileiro Oficial da Luftwaffe, tendo passado por diversas batalhas vitoriosas, sendo condecorado com o Troféu de Honra da Luftwaffe, com a Cruz Germânica em Ouro, e finalmente com a Cruz de Ferro, quando conseguiu “apenas” os seguintes feitos:

  • Em maio de 1943, somava já 15 vitórias aéreas
  • Abateu 11 aeronaves e também:
  • 162 veículos motorizados
  • 254 veículos diversos
  • 3 locomotivas
  • 8 baterias antiaéreas
  • 12 canhões anti-tanque
  • 8 posições de Infantaria

O Hauptmann Egon Albrecht, quando de sua morte, havia abatido um total de 25 aeronaves inimigas, sendo 15 na frente russa e o restante na frente ocidental – incluindo seis bombardeiros quadrimotores durante a Defesa do Reich – além de outros 11 aviões destruídos no solo.

Seu avião foi abatido quando retornava sozinho à sua base, ou seja, foi morto covardemente.

Siegfried Ellwanger Castan é um escritor e revisionista brasileiro, fundador da Editora Revisão. Nasceu em Candelária, pequena cidade do Rio Grande do Sul, no dia 30 de julho de 1928.

Dentre suas obras estão: Holocausto: judeu ou alemão?, Nos bastidores da mentira do século, Acabou o gás… O fim de um mito, SOS para Alemanha e A implosão da mentira do século.

Possui também um blog: http://secastan.wordpress.com/

Castan é defensor intransigente da Autodeterminação dos Povos, contra a Nova Ordem Mundial. É contrário à intervenção em assuntos que só dizem respeito à China; contra a permanência militar na Coréia do Sul e Japão por parte dos EUA, e por parte dos Aliados na Alemanha. Ellwanger é contrário à totalmente absurda e criminosa agressão por parte dos EUA e OTAN contra a Iugoslávia, e agora contra um dos povos mais sacrificados e pobres do planeta: o Afeganistão. É contra o incondicional e absurdo apoio e abastecimento em dinheiro e armamentos ao terrorista Estado de Israel.

Após a venda de sua empresa, a qual durante mais de vinte anos de existência, com centenas de operários, empregados e funcionários, não teve uma única questão trabalhista.

Gustavo Dodt Barroso praticamente dispensa comentários. Nasceu em Fortaleza, no dia 29 de dezembro de 1888 e faleceu no dia 03 de dezembro de 1959. Foi advogado, professor, político, cronista etc. Era também membro da Academia Brasileira de Letras.

Destaca-se também pela sua consciência a respeito do sionismo e a tentativa de alertar mais pessoas. Traduziu para a língua portuguesa a obra “Os Protocolos dos Sábios de Sião”, entre suas outras obras a respeito desse assunto, podemos citar: A Maçonaria: Seita Judaica; Judaísmo, Maçonaria e Comunismo; A Sinagoga Paulista; etc.

É considerado por muitos como um dos maiores escritores anti-sionista da história. É até hoje admirado por Nacional-Socialistas e Integralistas (Gustavo Barroso era membro da AIB – Ação Integralista Brasileira), ou por simpatizantes.

Euclides da Cunha foi um escritor e jornalista brasileiro, que se definia como racialista.

Foi contra a forma de “clareamento” da população brasileira pregada por muitos, na qual a miscigenação seria incentivada para que os negros fossem “diluídos” com o passar do tempo. Euclides era contra a miscigenação e pregava que os Brancos deveriam isolar-se do resto da sociedade negra e miscigenada do Brasil, para assim não deixarmos de existir.

Sua obra que retrata esse conflito no qual ele como repórter foi cobrir chama-se “Os Sertões”, e é considerada uma de suas melhores.

Racismo contra brancos no Brasil


Governo Racista (as leis “anti-racistas” que não valem quando a vítima é um branco)


Cotas: 20% das vagas nas universidades são reservadas para pretos e 50% para alunos de escolas públicas (segundo as instituições negras e o próprio governo, escolas públicas possuem maioria negra e mestiça), ou seja, 20% das vagas para 6,2% da população e 50% das vagas para 44,2% da população. Enquanto 55,8% da população, disputa por 30% das vagas restantes.

Existem também cursos pré-vestibular gratuitos nas favelas, mas que atendem apenas negros e mestiços.

Existem também projetos de cotas raciais em empresas, que visam desempregar os brancos e empregar os negros.

Porém, o Art. 4º da Constituição, é citado que constitui crime de racismo “negar ou obstar emprego em empresa privada sob critérios raciais”.

Mais adiante, do Art. 6º da mesma lei, podemos encontrar a afirmação de que constitui crime de racismo “Recusar, negar ou impedir [sob critérios de classificação racial] a inscrição de aluno em estabelecimento de ensino público ou privado de QUALQUER GRAU; sendo julgada a pena de reclusão de 3 a 5 anos e, no caso do crime ser praticado contra um menor de 18 anos de idade [o que é o caso da maioria dos pré-vestibulandos], haverá um agravante de 1/3 da pena”.

É interessante lembrarmos também que, além dos cursos pré-vestibulares exclusivos para negros e mestiços existentes em todo o país, em São Paulo, existem escolas exclusivas para judeus. Nesses casos, a lei pode ser anulada. Mas e se nós, brancos, decidirmos criar escolas exclusivas para brancos, será que a lei será anulada também?

E por que os que elaboram, aprovam e praticam tais leis racistas (cotas raciais) não são presos e condenados por crime de prática racista, assim como determina a Lei?

Manifestações culturais (porque os negros podem impedir que brancos façam parte de suas manifestações culturais e os brancos não podem impedir que negros façam parte de suas manifestações culturais?):

No Art 9º, é citado como crime de racismo “impedir o acesso ou recusar atendimento em estabelecimentos esportivos, casa de diversões ou clubes sociais abertos ao público”.

Então, assim sendo…Por que o grupo carnavalesco baiano Ilê-Ayê permite apenas negros e impede o ingresso de foliões brancos em sua composição? Por que seus organizadores não respondem por crime de discriminação racial, como está criteriosamente descrito na em tal Lei?

E se os organizadores da Oktoberfest, em Santa Catarina, não permitissem a participação de negros no evento alegando que o mesmo visa representar a cultura européia, principalmente a alemã? Aí seria racismo? Dois pesos e duas medidas?

E se isso é indubitavelmente anticonstitucional por claramente contradizer a própria Constituição, como é possível elaborar e aprovar leis “anti-racismo” que praticam o próprio racismo e discriminação racial?

Aproveitando a questão acima, por que a participação e exibição da imagem de brancos não são permitidas na revista Raça, que é unicamente construída e feita por e para negros?

Se os negros já têm uma revista reservada apenas para eles e não permitem que não-negros participem da mesma, por que eles ainda insistem em afirmar que as outras revistas e agência de modelos são racistas quando o mercado e os consumidores solicitam mais a presença de modelos brancos/as?

Por que querem que a lei que obrigue a presença de negros nestas revistas se eles mesmos não estão dispostos a fazer o mesmo em favor dos não-negros? Isso não é muita hipocrisia e cara-de-pau?

No Brasil, o governo apóia e financia índios e negros que queiram viver isolados, preservando a sua cultura e sem misturas, mas quando um branco exige o mesmo, é taxado de racista e até preso.

MESCLA DE CULTURAS E RAÇAS AMEAÇA A DIVERSIDADE!

July 26, 2010 2 comments

A mestiçagem (cultural e racial) é uma ameaça a diversidade racial e cultural, pois se todos se misturarem, não existira mais diversidade. Parece ilógico, mas na verdade, é bem óbvio, vou exemplificar:

Existe a raça Negróide e a raça Ariana, cada raça com a sua cultura.
Então, essas duas raças se fundem (se misturam, ocorre a mestiçagem). Então não haverá mais diversidade, só haverá uma unica cultura e uma unica raça. De duas raças e duas culturas, passa a existir apenas uma raça e uma cultura.

Ou seja, a mestiçagem é uma ameaça a diversidade cultural e racial.

Viva a diversidade cultural e racial! Diga não a mestiçagem! Preserve sua cultura e sua raça, independentemente de qual seja!

Heil Hitler!

PAULISTAS E CARIOCAS NÃO QUEREM NORDESTINOS EM SEUS ESTADOS

June 5, 2010 4 comments

Desde a década de 60, muitos nordestinos imigraram para São Paulo e Rio de Janeiro, ameaçando a cultura e a estirpe local, além de construir favelas, roubar os empregos da população local e aumentar a criminalidade.

Mas a população local (paulistas e cariocas), apóia, ou é contraria a invasão que seus estados vem sofrendo?

Recentemente, o programa Legendários, da Record, simulou um abaixo assinado a favor da expulsão dos nordestinos, em São Paulo e no Rio de Janeiro. 55% dos cidadãos abordados, concordaram com a expulsão e assinaram o abaixo assinado.

Jovem branca é agredida por imigrantes não brancos na França

June 3, 2010 7 comments

Jovem branca foi humilhada por se negar a dar atenção a um imigrante não-branco, na França.

A ação foi filmada pelos pretos invasores, que riram disso, garota levou socos no rosto e foi humilhada pelos invasores.

FONTE E VÍDEO: http://www.minutodigital.com/noticias/2010/05/30/agresion-a-una-joven-por-parte-de-inmigrantes-en-francia/

Follow

Get every new post delivered to your Inbox.