Quem está matando o Ocidente? – A nova esquerda

December 5, 2010 76 comments

O show de Andrew

December 5, 2010 42 comments
Categories: Questão Racial

PAÍSES POR QI

November 27, 2010 62 comments

1 Hong Kong 107
2 Coréia do Sul 106
3 Japão 105
4 Taiwan 104
5 Singapura 103
6 Áustria 102
6 Alemanha 102
6 Itália 102
6 Holanda 102
10 Suécia 101
10 Suíça 101
12 Bélgica 100
12 China 100
12 Nova Zelândia 100
12 Reino Unido 100
16 Hungria 99
16 Polônia 99
16 Espanha 99
19 Austrália 98
19 Dinamarca 98
19 França 98
19 Mongólia 98
19 Noruega 98
24 Estados Unidos 97
24 Canadá 97
24 República Tcheca 97
24 Finlândia 97
28 Argentina 96
28 Russia 96
28 Eslováquia 96
28 Uruguai 96
32 Portugal 95
32 Eslovênia 95
34 Israel 94
34 Romênia 94
36 Bulgária 93
36 Irlanda 93
36 Grécia 93
39 Malásia 92
40 Tailândia 91
41 Croácia 90
41 Peru 90
41 Turquia 90
44 Colômbia 89
44 Indonésia 89
44 Suriname 89
47 Brasil 87
47 Iraque 87
47 México 87
47 Samoa 87
47 Tonga 87
52 Líbano 86
52 Filipinas 86
54 Cuba 85
54 Marrocos 85
56 Fiji 84
56 Irã 84
56 Ilhas Marshall 84
56 Porto Rico 84
60 Egito 83
60 Arábia Saudita 83
60 Emirados Árabes Unidos 83
61 Índia 81
62 Equador 80
63 Guatemala 79
64 Barbados 78
64 Nepal 78
64 Qatar 78
67 Zâmbia 77
68 Congo 73
68 Uganda 73
70 Jamaica 72
70 Quênia 72
70 África do Sul 72
70 Sudão 72
70 Tanzânia 72
75 Gana 71
76 Nigéria 67
77 Guiné 66
77 Zimbabwe 66
79 República Democrática do Congo 65
80 Serra Leoa 64
81 Etiópia 63
82 Guiné Equatorial 59

 

PS: Alguns desses resultados não são precisos, devido principalmente ao fato de alógenos (imigrantes e descendentes) participarem dos testes e de alguns países abrigarem o território de mais de uma raça ou de mais de um povo.

Categories: Questão Racial

“OS NÃO-JUDEUS EXISTEM APENAS PARA SERVIR AOS JUDEUS”

November 15, 2010 59 comments

JERUSALEM (JTA) – O líder israelense sefardita Rabi Ovadia Yosef, em seu sermão seminal no sábado à noite declarou que não-Judeus existem para servir os Judeus.

“Goyim nasceram apenas para nos servir. Sem isso, eles não tem qualquer lugar no mundo; somente para servir o Povo de Israel,” disse ele durante uma discussão pública sobre qual tipo de trabalho não-Judeus são permitidos desenvolver no Shabbat.

“Por que gentios são necessários? Eles trabalharão, lavrarão, colherão… Nós sentaremos como um senhor e comeremos,” disse ele a alguns risonhos.

Yosef, o líder spiritual do Partido Shas e o ex-rabi-chefe Sefardita de Israel, disse também que as vidas de não-Judeus são protegidas com o intuito de prevenir perdas financeiras aos Judeus.

“Com gentios, será como qualquer pessoa: Eles precisam morrer, mas Deus lhes dará longevidade. Por quê? Imagine que o asno de alguém morresse, eles perderiam seu dinheiro. Assim é seu criado. Isso é o motivo pelo qual ele obtém uma longa vida, para trabalhar para esse Judeu”, disse o rabi, que recentemente chegou aos 90.

Uma gravação em áudio de algumas das observações do rabi foi transmitida no Canal 10 de Israel.

 

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Depois nós é que somos os racistas. ¬¬’

O medo do ZOG – Jogo Wolfenstein banido da Alemanha

October 9, 2010 48 comments

O jogo para PS3 Wolfenstein foi banido da Alemanha. O medo do ZOG diante da possibilidade do povo alemão despertar é tão grande, que todos os jogos que retratam a Segunda Guerra Mundial, tem suas suásticas retiradas da versão germânica do jogo. Além disso, a versão multiplayer não conta com a opção versus, pois só é permitido jogar ao lado dos aliados.

 

Versão normal do game

 

Versão germânica do game

 

O jogo Wolfenstein retirou as suásticas, porém, uma suástica meio apagada e pequena, passou despercebida. Bastou para o ZOG borrar a tanga e banir o jogo da Alemanha.

 

Categories: Noticias Recentes

Povo Kalash

October 9, 2010 29 comments

Arianos na Ásia Central


O povo Kalash

Envolto pelas majestosas montanhas do Hindu Kush, no noroeste do Paquistão, vive um povo tão antigo como a história, um povo ariano, que mesmo cercado de vizinhos selvagens e hostis (os islâmicos), mantém firme sua gloriosa estirpe ariana, sua língua e suas gloriosas tradições culturais e religiosas.

Contando atualmente com cerca de seis mil pessoas, o povo Kalash são detentores de um idioma indo-iraniano próprio, muito semelhante ao sânscrito e com abundantes influências gregas.

São praticantes de uma religião pagã indo-européia, suas divindades:

– Jestak é a Deusa da vida doméstica, da família e do casamento, afigurando-Se por conseguinte como equivalente à latina Juno e à grega Hera;
– Dezalik é padroeira dos nascimentos, que nos panteões clássicos é também um dos atributos de Juno/Hera, e também de Diana;
– Mahandeo é o Deus das Colheitas, mas também da Guerra, apresentando assim um paralelo interessante com o latino Marte;
– Khodai, também chamado Dezau, é o maior de todos, Deus Soberano do Céu, sendo assim não apenas funcional e hierárquica mas também etimologicamente equivalente ao latino Júpiter e ao grego Zeus: a avaliar pelo nome, Dezau é a versão kalash do grande Deus do Céu Luminoso, ou seja, do arquétipo divino mais puramente indo-europeu, raiz dos teónimos JúpiterZeus, Diaus, Daipatures (ilírio) e Tiwaz (germânico).

A sua tradição mítico-religiosa compreende ainda algumas Divindades menores, semi-deuses e espíritos, tal como de resto sucede noutras culturas indo-europeias, incluindo também figuras fantásticas tais como fadas de três seios e cavalos sobrenaturais.

Os Kalash acreditam que são oriundos duma região a ocidente, à qual chamam Tsyam, que está ligada a Balomain, o heróico semi-deus reverenciado na festa de Chaumus.

Paralelamente, certo mito grego conta que um dia o Deus Diónisos passou por esta terra, durante a sua jornada às Índias, acompanhado pela Sua Corte de Bacantes e Silenos, e aí fundou uma povoação, que em breve se tornou conhecida entre os vizinhos e viajantes pelas suas festas e orgias. Conta-se também que pela mesma terra passaram as tropas de Alexandre Magno, daí que haja muitos gregos convencidos do seu parentesco com este povo; todavia, os estudos científicos e linguísticos indicam que a nação Kalash está etnicamente mais próxima dos Hindus e doutros povos da região do que dos Gregos, visto que a sua língua pertence ao ramo indo-irânico, mais concretamente ao grupo dárdico da família indo-europeia.

Historicamente, sabe-se que os muçulmanos sempre lhes chamaram Kafiri (infiéis), desde que as tropas de Mafoma chegaram a Tsyam na sequência da campanha islâmica de conquista territorial, iniciada no século VII. E, ao longo de mais de um milénio, estes Kafires mostraram-se indómitos, resistindo, no seu altivo bastião, às sucessivas vagas islamistas, incluindo os Turcos do sultão Mahmud, conquistador das Índias, e incluindo também a cavalaria de dez mil homens liderada por Tamerlão, famoso descendente do mongol Gengis Khan.
Todavia, alguns destes Kafires tiveram de abandonar a sua terra, Tsyam (que se localizaria eventualmente no actual Afeganistão) e moveram-se para norte, refugiando-se nos agrestes e montanhosos vales do noroeste paquistanês, o gélido e escarpado Hindu Kush, onde vivem agora.
Quanto aos Kafires que ficaram no Afeganistão, foram brutalmente massacrados em 1896 pelo islâmico Amir Kabul Adbur Rahmanm, aparentemente com o apoio tácito da coroa britânica. Este compassivo e tolerante muçulmano deu aos sobreviventes a escolha entre converterem-se ao Islão ou morrerem. Até o nome Kafiristan (Terra dos Kafires) foi alterado para Nuristan, ou seja, «A Terra da Luz», evocando a «Nur» («Luz» em Árabe) do Alcorão. No Paquistão, entretanto, mantem-se até hoje o cerco islâmico aos Kalash, daí que muitos destes tenham já sido convertidos ao Islão, por vezes à força, quer dar intimidação armada, quer do rapto de mulheres kalash, lendárias pela sua beleza e alvura de pele.
Até meados do século XX, os Kalash eram prósperos, graças ao domínio britânicos, mas com o domínio islâmico da zona do Paquistão (como se sabe, este país foi criado artificialmente no século XX para servir de pátria aos muçulmanos), a vida dos Kalash começou a piorar. Nos anos cinquenta houve várias conversões forçadas, a pretexto de uma alegada imoralidade kalash e, actualmente, há grupos de muçulmanos que atacam regularmente quem pratica os rituais kalash, chegando ao ponto de destruir os seus ídolos. É verdade que o governo de Pervez Musharraf, de tendência laicista, parece querer preservar as minorias, e recentemente até se criou um grupo cultural de apoio à etnia Kalash; todavia, o cerco islâmico aperta-se e as conversões sucedem-se, a ponto de, actualmente, o povo estar dividido em dois grupos numericamente iguais (três mil para cada lado), um genuinamente kalash, outro já convertido ao Islão. A alta taxa de nascimentos tem compensado bem esta conquista islâmica, além de que a melhoria das condições sanitárias também tem ajudado a que os indivíduos deste povo vivam mais tempo, além de que acontece frequentemente haver conversos ao Islão que, secretamente, retornam à sua religião pagã, ancestral.

Como se não bastasse a já referida hostilidade dos povos vizinhos, a acelarada desflorestação posta em prática pela administração central implicou drásticas mudanças nos hábitos e tradições ancestrais de vida dos kalash, tão próximos da natureza. A acrescentar a isto, o governo paquistanês viu nos kalash uma atracção para o turismo e, consequentemente, uma extraordinária fonte de receitas, o que veio não só desrespeitar os locais sagrados dos kalash como também e acima de tudo perigar a própria existência do povo kalash, enquanto comunidade étnico-cultural específica, não obstante os esforços preservacionistas de associaçõs culturais gregas e de voluntários europeus que procuram estudar e auxiliar os kalash na defesa da sua singulariedade.

Com base no exemplo dos kalash, ocorre um pensamento inevitável: Será este o destino dos povos europeus? Estarão, a médio longo prazo, os povos europeus confinados a reservas, vulgo centros turísticos, como actualmente se encontram os kalash? A fatal marcha do povo irmão kalash em direcção à extinção é um alerta, é um aviso, mas ainda mais um grito de revolta que a todos deve impelir à resistência face ao “Sistema de matar os povos”, esse sistema mundialista, uniformizador e, por conseguinte, etnocida.

Drogados tem duas vezes mais problemas mentais

October 8, 2010 29 comments

Um estudo realizado na Holanda, onde o uso da maconha é descriminalizado, aponta que usuários da droga têm o dobro do potencial de adquirir problemas mentais do que pessoas que não fumam o entorpecente. O estudo, que foi realizado entre 2007 a 2009, com 18,5 mil pessoas, constatou que 20% dos usuários de maconha do sexo masculino se queixaram de problemas mentais, comparados a 10% entre os não usuários. Os fumantes da maconha se queixaram de problemas como ansiedade, tristeza, melancolia e impaciência. A proporção foi a mesma para as mulheres – 28% das usuárias se queixaram de problemas mentais, comparados a 14% entre as não usuárias.
O estudo constatou que 4% das pessoas com idades entre 15 e 65 anos haviam fumado maconha pelo menos uma vez nos últimos 30 dias. A Holanda descriminalizou o consumo e posse de menos de cinco gramas de maconha em 1976 com uma política de “tolerância” oficial.
http://noticias.r7.com/saude/noticias/usuarios-de-maconha-tem-duasvezes-mais-problemas-mentais-20101005.html

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