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Archive for May, 2010

Judeus produzem filmes pornográficos com crianças brancas

May 30, 2010 4 comments

Descoberta quadrilha de judeus que produziam filmes pornográficos com crianças que eram assassinadas durante os filmes.

Roma, Itália — a polícia italiana e russa, trabalhando em conjunto, descobriram uma quadrilha e gangsters judeus que está envolvida com o rapto de crianças e a produção de filmes pornográficos com assassinatos.

Três judeus russos e oito judeus italianos foram presos após a polícia descobrir que eles raptavam, de orfanatos russos, crianças não-judias, geralmente brancas, com idades entre dois e cinco anos de idade; raptavam as crianças e então as matavam durante o filme.

Muitos “clientes” destes judeus, incluindo 1700 nacionais, 600 na Itália e um número desconhecido nos Estados Unidos, pagavam até US$ 20.000,00 para cada filme mostrando as pequenas crianças sendo raptadas e assassinadas.

Representantes Judeus em uma grande agência de notícias italiana tentaram acobertar a história, mas foram driblados pelos repórteres italianos, que colocaram no ar cenas dos filmes, que foram vistas por mais que 11 milhões de telespectadores italianos.

Os representantes judeus então atacaram os executivos da televisão italiana, acusando-os de incentivar a “difamação do sangue”.

Durante toda a história, vários grupos acusaram os judeus da prática de rituais onde crianças pequenas são assassinadas. Um destes casos, o Hugh de Lincoln liderou a expulsão dos judeus da Bretanha (hoje Grã-Bretanha) no século 13. Apesar dos esforços para abafar, tais casos tinham tanta repercussão que as organizações judaicas desenvolveram um nome para eles: “difamação do sangue”.

A organização estadunidense ADL (Liga Anti-Difamação) foi fundada para defender um judeu, Leo Frank, acusado de raptar e matar uma menina de 5 anos de idade, Mary Fagan, em sua fábrica de lápis em 1913. A ADL dizia que ele era inocente. Uma multidão linchou Leo Frank após o governador ter transformado sua pena de morte em prisão perpétua.

Através das agências AP e Reuters a notícia da prisão dos judeus foi divulgada, mas os conglomerados jornalísticos dos Estados Unidos se recusaram a divulgar esta história na televisão, novamente alegando que a história colocaria os norte-americanos contra os judeus.

Na Rússia quadrilhas de judeus tem sido, de forma progressiva, associados ao tráfico de “escravos brancos” e prostitutas para Israel, de acordo com uma recente reportagem do Jerusalem Post.

Israel faz vistas grossas para a prostituição forçada, e não pune cidadãos israelenses que sejam “proprietários de escravas sexuais”, DESDE QUE AS ESCRAVAS NÃO SEJAM JUDIAS.

FONTE: http://www.ety.com/HRP/jewishstudies/snuffporn.htm

“E quanto a teu escravo ou a tua escrava que tiveres, serão das nações que estão ao redor de vós; deles comprareis escravos e escravas.

Também os comprareis dos filhos dos forasteiros que peregrinam entre vós, deles e das suas famílias que estiverem convosco, que tiverem gerado na vossa terra; e vos serão por possessão.

E possui-los-eis por herança para vossos filhos depois de vós, para herdarem a possessão; perpetuamente os fareis servir; mas sobre vossos irmãos, os filhos de Israel, não vos assenhoreareis com rigor, uns sobre os outros.” (Levítico 25: 44-46)

25 Pontos do Partido Nacional-Socialista Alemão

Programa de 25 Pontos do Partido Nacional-Socialista Alemão (1920)

1. Nós exigimos a união de todos os alemães numa Grande Alemanha com base no princípio da auto-determinação de todos os povos.

2. Nós exigimos que o povo alemão tenha direitos iguais àqueles de outras nações; e que os Tratados de Versalhes e St. Germain sejam abolidos.

3. Nós exigimos terra e território para a manutenção do nosso povo e o assentamento de nossa população excedente.

4. Somente aqueles que são nossos compatriotas podem se tornar cidadãos. Somente aqueles que tem sangue europeu, independente do credo, podem ser nossos compatriotas. Por esta razão, nenhum judeu pode ser um compatriota.

5. Aqueles que não são cidadãos devem viver na Alemanha como estrangeiros e devem ser sujeitos à lei de estrangeiros.

6. O direito de escolher o governo e determinar as leis do Estado pertencerá somente aos cidadãos. Nós portanto exigimos que nenhuma repartição pública, de qualquer natureza, seja no governo central, na província, ou na municipalidade, seja ocupada por qualquer um que não seja um cidadão.

Nós combatemos a administração parlamentar corrupta pela qual homens são indicados para vagas por favor do partido, não importando caráter e aptidão.

7. Nós exigimos que o Estado especialmente se encarregará de garantir que todos os cidadãos tenham a possibilidade de viver decentemente e recebam um sustento. Se não puder ser possível alimentar toda a população, então os estrangeiros (não-cidadãos) devem ser expulsos do Reich.

8. Qualquer imigração adicional de não-alemães deve ser previnida. Nós exigimos que todos os não-alemães que entraram no país desde 2 de Agosto de 1914 sejam forçados a deixar o Reich imediatamente.

9. Todos os cidadãos devem possuir iguais direitos e deveres.

10. O primeiro dever de todo cidadão deve ser trabalhar mental ou fisicamente. Nenhum indivíduo fará qualquer trabalho que atente contra o interesse da comunidade para o benefício de todos.

Portanto, nós exigimos:

11. Que toda renda não merecida, e toda renda que não venha de trabalho, seja abolida.
Quebrando as Algemas do Interesse

12. Como cada guerra impõe sobre o povo sacrifícios em sangue e bens valiosos, todo lucro pessoal proveniente da guerra deve ser tratado como traição ao povo. Nós portanto exigimos o confisco total de todos os lucros de guerra.

13. Nós exigimos a nacionalização de todos os grupos investidores.

14. Nós exigimos participação dos lucros em grandes indústrias.

15. Nós exigimos um aumento generoso em pensões para idade avançada.

16. Nós exigimos a criação e manutenção de uma classe média sadia, a imediata socialização de grandes depósitos que serão vendidos a baixo custo para pequenos varejistas, e a consideração mais forte deve ser dada para assegurar que pequenos vendedores entreguem os suprimentos necessários aos Estaso, às províncias e municipalidades.

17. Nós exigimos uma reforma agrária de acordo com nossas necessidades nacionais, e a oficialização de uma lei para expropriar os proprietários sem compensação de quaisquer terras necessárias para propósito comum. A abolição de arrendamentos de terra, e a proibição de toda especulação na terra.

18. Nós exigimos que uma guerra dura seja travada contra aqueles que trabalham para o prejuízo do bem-estar comum. Traidores, usurários, aproveitadores, etc., serão punidos com morte, independente de credo ou raça.

19. Nós exigimos que a lei romana, que serve a um arranjo materialista do mundo, seja substituída pela lei comum alemã.

20. A fim de tornar possível para todos os alemães capazes e industriosos obter educação mais elevada, e assim a oportunidade de alcançar posições de liderança, o Estado deve assumir a responsabilidade de organizar completamente todo o sistema cultural do povo. Os currículos de todos os estabelecimentos educacionais serão adaptados para a vida prática.

A concepção da idéia do Estado (ciência de cidadania) deve ser ensinada nas escolas desde o início. Nós exigimos que crianças especialmente talentosas de pais pobres, quaisquer que sejam suas classes sociais ou ocupações, sejam educadas às custas do Estado.

21. O Estado tem o dever de ajudar a elevar o padrão de saúde nacional fornecendo centros de bem-estar maternal, proibindo trabalho infantil, aumentando aptidão física através da introdução de jogos compulsórios e ginástica, e pelo maior encorajamento possível de associações relacionadas com a educação física do jovem.

22. Nós exigimos a abolição do exército regular e a criação de um exército nacional (popular).

23. Nós exigimos que haja uma capanha legal contra aqueles que propaguem mentiras políticas deliberadas e disseminem-nas através da imprensa. A fim de tornar possível a criação de uma imprensa alemã, nós exigimos:

(a) Todos os editores e seus assistente em jornais publicados na língua alemã deverão ser cidadãos alemães.

(b) Jornais não-alemães deverão somente ser publicados com a permissão expressa do Estado. Eles não deverão ser publicado na língua alemã.

(c) Todos os interesses financeiros em, ou de qualquer forma afetando jornais alemães serão proibidos a não-alemães por lei, e nós exigimos que a punição por transgredir esta lei seja a imediata supressão do jornal e a expulsão dos não-alemães do Reich.

Jornais que transgridam o bem-estar comum serão suprimidos. Nós exigimos acão legal contra aquelas tendências na arte e literatura que tenham influência ruidosa sobre a vida do nosso povo, e que quaisquer organizações que que atentem contra as exigências agora mencionadas sejam dissolvidas.

24. Nós exigimos liberdade para todas os credos religiosos no estado, à medida que eles não coloquem em risco a existência ou ofendam a moral e senso ético da raça germânica.

O Partido como tal representa o ponto-de-vista de um cristianismo positivo sem ligar-se a qualquer credo particular. Ele luta contra o espírito judaico materialista internamente e externamente, e está convencido de que uma recuperação duradoura do nosso povo só pode vir de dentro, sobre o princípio:

BEM COMUM ANTES DO BEM INDIVIDUAL

25. A fim de executar este programa, nós exigimos: a criação de uma autoridade central forte no Estado, a autoridade incondicional pelo parlamento político central de todo o Estado e todas as suas organizações.

A formação de comitês profissionais e de comitês representando os vários estados do país, para assegurar que as leis promulgadas pela autoridade central sejam executadas pelos estados federais.

Os líderes do partido assumem a responsabilidade de promover a execução dos pontos agora mencionados a todo custo, se necessário com o sacrifício de suas próprias vidas.

Categories: Linhas Gerais

O comunismo e os judeus

JudaicoComunismo1

Principais judeus envolvidos com o comunismo

Karl Marx (Formulou a ideologia comunista)

Lenin (Ditador Comunista)

Trotsky (Leon Bronstein, comandante do Exército Vermelho)

Djerjinski (Fundou a Tcheká; depois NKVD, depois KGB)

Olga Bronstein (oficial da polícia secreta, irmã de Trotsky e esposa de Kamenev)

Genrikh Yagoda (chefe da polícia secreta soviética, comandante de assassinatos em massa)

Matvei Berman e Naftaly Frenkel (fundadores dos campos Gulag)

Lev Inzhir (comissário de administração de campos de concentração Comunistas)

Boris Berman (oficial executivo da polícia secreta e irmão de Matvei)

Firin, Rappoport, Kogan, Zhuk (chefes dos campos de concentração e trabalho escravo)

M.I. Gay, Slutsky, Shpiegelglas e Isaac Babel (comandantes da polícia secreta)

Aleksandr Orlov (Leiba Lazarevich Feldbin, comandante do Exército Vermelho, oficial da polícia secreta, chefe de segurança Soviética na Guerra Civil Espanhola)

Yona Yakir (general do Exército Vermelho, membro do comitê central)

Dimitri Shmidt (general do Exército Vermelho)

Arseni Raskin (comandante do exército vermelho)

Sergei Eisenstein (diretor de filmes de propaganda Comunista)

Julius Rosenwald (fundador da KOMZET)

Ilya Ehrenburg (ministro de propaganda Soviética)

Mark Donsky, Leonid Lukov, Yuli Reisman, Vasily Grossman e Lillian Hellman (cineastas propagandistas Soviéticos)

Mikhail Gruzenberg (Borodin) e A.A. Yoffe (comissários do Partido Comunista)

Bela Kun (Kohen, supremo ditador da Hungria em 1919)

Moshe Pijade (comandante do exército Comunista iugoslavo, presidente do parlamento Comunista iugoslavo, comandou massacres de croatas a mando de Tito)

Jacek Rozanski (torturador cabeça da polícia secreta)

Jacob Berman (comandante da polícia secreta e chefe da secretaria de segurança da Polônia)

Solomon Morel (comandante do campo de concentração comunista para alemães na Polônia depois da Segunda Guerra)

Julius Hammer (fundador do partido Comunista americano)

Armand Hammer (financiou Lenin e Stalin)

Lev Landau (médico, pai da bomba atômica soviética)

Markus Wolf (chefe da polícia secreta Comunista alemã)

Howard Fast (propagandista Comunista americano)

Mark Zborowski (da KGB e do comitê judaico americano)

Rabino Hyman Katz e Milton Wolff (comandantes das “brigadas internacionais” na Espanha)

Leon Rosenthal (nova-iorquino, chefe de propaganda Comunista na Espanha)

Albie Sachs e Yossel Mashel Slovo (chefes do Congresso Nacional Africano)

Jacob Schiff, Felix Warburg, Max Breitung, Otto H. Kahn, Mortimer Schiff, Jerome H. Hanauer (financiaram a Revolução Russa)

PS: Os judeus sempre ocuparam mais de 80% de todos os altos cargos do governo Bolchevique, apesar de serem 1,5% da população.

Uma pequena prova estatística do domínio judaico na Russia Comunista:

RussiaJudaicoComunista

“Haviam 384 comissários, incluindo 2 negros, 13 russos, 15 chineses, 22 armênios, E MAIS DE 300 JUDEUS. Do último número, 264 saíram dos Estados Unidos e foram para a Rússia desde a queda do governo imperial”.

CAPT. MONTGOMERY SCHUYLER, telegrama de Vladivostok, 09/06/1919, sobre a formação do governo soviético.

Tropas Multiraciais no Exército Alemão

Nacional-Socialismo/Nazismo racista: Será mesmo? Ou será que a mídia sionista mentiu para você?

Voluntário de origem africana pertencente à Legião Muçulmana (Freies Arabien)

Um dos assuntos mais polêmicos acerca do Nacional Socialismo de Adolf Hitler sem sombra de dúvida é a questão racial. Até que ponto nos foi negada a participação de outros grupos étnicos na construção do IIIº Reich? A lavagem cerebral à qual a humanidade foi submetida nos ultimos 60 anos certamente ajudou a manter o mito de que o Nazismo é uma doutrina de ódio e supremacia racial.

Graças a internet, hoje em dia podemos compartilhar de uma parte da história esquecida e que poucos agraciados tem conhecimento. Claro, jamais a mídia controlada pelos mesmos criadores do mito ousou tocar nos alicerces do gigante de olhos azuis, sabendo desde o momento que esta peça era fundamental para a enorme fantasia gerada em torno dos acontecimentos da IIª Guerra Mundial.

Há de se saber que Adolf Hitler vangloriava  a raça ariana, porém o Nacional Socialismo nunca pregou a inferioridade de outras raças.

Tais sentimentos e idéias se propagaram por todo o mundo e reações semelhantes aconteceram em outros países. Basicamente o Nazismo prega que uma nação é a criação máxima de uma raça e esta deveria sentir orgulho de si, pois em cada indivíduo dela estava escrita sua história milenar de luta.

Para combater o Sionismo, com o consentimento de Hitler, formaram-se tropas de voluntários em diversos países e estes se integraram à Wehrmacht e também às Waffen-SS. Para se ter uma idéia quase todas as nações da europa forneceram voluntários para as fileiras da Wehrmacht e das Waffen-SS.

Cartaz francês incentivando a população a se juntar na grande crusada contra o Comunismo.

O número exato da enorme quantidade de voluntários estrangeiros que prestaram serviço nas Forças Armadas alemãs entre 1939 e 1945 é ignorado, sendo considerado por muitos historiadores, um dos mais intrigantes aspectos da II Guerra Mundial, e ao mesmo tempo muito pouco conhecido. Calcula-se que durante todo o conflito, cerca de 2.000.000 de voluntários estrangeiros combateram incorporados aos contingentes da Wehrmacht e das Waffen-SS.

No leste, apenas os voluntários individuais, ou seja, aqueles integrados diretamente às unidades regulares alemãs chegava a 1.000.000 de homens, vindos principalmente das repúblicas soviéticas. Este número é o resultado direto dos anos de brutal domínio exercido pelo império soviético.

Algumas delas provaram ser de primeira linha e verdadeiras formações de elite, estando a altura das demais unidades regulares da Wehrmacht e Waffen-SS, enquanto outras tiveram resultado despresível em combate. No final da guerra, muitos desses voluntários foram mortos pelos próprios compatriotas ou pelos “Aliados”, enquanto os demais se renderam em seus países de origem.

Houveram voluntários de todo o mundo:

Voluntários da Europa Ocidental: Boêmia- Bélgica- Dinamarca- Espanha- Finlândia- Flandres- França- Grã Bretanha- Holanda- Itália- Liechtenstein- Luxemburgo- Noruega- Portugal- Suécia- Suíça.

Voluntários da Europa Central: Albania- Bulgária- Croácia- Eslováquia- Eslovênia- Estônia- Grécia- Hungria- Letônia- Lituânia- Montenegro- Polônia- Romenia- Sérvia.

Voluntários da Europa Oriental: Legiões Russas- Armênia- Bielo-Rússia- Cáucaso- Georgia- Ucrânia.

Legiões Muçulmanas: Azerbaijão- Tártaros da Criméia- Tártaros do Volga- Turquistão.

Legiões Cossacas: Cossacos do Don- Cossacos de Kuban- Cossacos da Sibéria- Cossacos Terekd.

Voluntários da Ásia: China- Coréia- Índia- Japão- Mongólia.

Legião de Muçulmanos


Voluntários hindus da Freies Indien.

Chiang Wei-kuo (October 6, 1916 / September 22, 1997)

http://en.wikipedia.org/wiki/Chiang_Wei-kuo

Espanhóis da Divisão Azul comandada pelo General Don Emilio Esteban-Infantes (foto do meio).

Derrubando o mito de que o Nacional-Socialismo/Nazismo odeia latinos e mediterrâneos.

Voluntários Britânicos

Voluntários da Mongólia

Tropas Cossacas

Voluntários da Geórgia

Voluntários Armênios

Voluntários Albaneses

Voluntários Croatas, em destaque o General croata Ante Pavelic cumprimentando Hitler.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ante_Paveli%C4%87

Voluntários Russos

Derrubando o mito de que a doutrina Nacional Socialista/Nazista odeia os eslavos.


Voluntários Noruegueses

Voluntários Franceses

Voluntários Holandeses


Voluntários da Estônia

Famoso oficial e voluntário belga Leon Degrelle

Voluntários do Flandres (Flandres é o norte da Bélgica, enquanto a região sul é chamada de Valônia)

Voluntários do Turquistão

Voluntários Ucranianos

Oficial e voluntário da Letônia

Voluntários da Finlândia

Deixo aqui a  minha homenagem a estes bravos soldados, de todas as raças, que lutaram pelo IIIº Reich, defendendo a soberania e independência de suas nações contra o diabólico Sionismo.

Raça Ariana

May 9, 2010 12 comments

Introdução

Ariano significa basicamente alguém com pelo menos 87,5% de sangue indo-europeu, que apresente todas as características físicas arianas e nenhuma de outra raça, e que não seja assimilado culturalmente a nenhuma outra raça.

A Raça Ariana é uma das três grandes raças humanas e surgiu entre a Ásia Central e o sul da Russia, a cerca de oito mil anos.

O mito dos olhos/cabelos claros

O mito, muitas vezes divulgado, de que os olhos e cabelos claros, além de uma alta estatura, seriam necessariamente fatores definitivos na definição de uma pessoa ser ou não Ariana, no ideário Nacional-Socialista, é falso.

Essas características são principalmente Nórdicas, mas os Mediterrâneos, por exemplo, apresentam olhos e cabelos escuros, e são arianos.

Alguns indivíduos que não se encaixavam nesta descrição física: Adolf Hitler, possuía olhos azuis, porém cabelos escuros; Josef Mengele, possuía olhos e cabelos escuros; Joseph Goebbels, estava longe de ser um exemplo de físico Nórdico em todos os sentidos.

Muitas pessoas, relacionam a Raça Ariana exclusivamente a Alemães ou Germânicos, o que também é falso, já que todos os povos Indo-Europeus são considerados Arianos.

Subdivisões da Raça Ariana

Etnia Báltica/Dinárica/Norica: Uma mistura de Nórdicos com Dináricos presentes na província de Noricum, hoje Áustria e sul da Alemanha, presentes desde da parte sul germânica até o nordeste da Itália. Se caracterizam pela estatura de média a alta, pele de clara a morena como a dos dináricos, cabelos aloirados, e o nariz bastante saliente como os dináricos.

Etnia Mediterrânea: Caracteriza-se por olhos e cabelos castanhos, pele clara, pernas curtas, nariz médio a grande, estatura média, corpo grande.

Etnia Nórdica: Caracterizam-se pela pele muito clara rósea, cabelo loiro, olhos castanhos claros, verdes ou azuis, pernas grandes, frente reta, nariz pequeno e estatura entre média e alta, rosto grande e magro.

Etnia Alpina: Resultado da mistura entre nórdicos e bálticos, que ficam numa zona intermediária entre os dois tipos. Geralmente tem cabelos castanhos ou loiros, a pele branca como a dos alpinos, e estatura que vai da baixa a média. Presentes principalmente nas áreas de transição entre Alpes e norte da Europa.

Distribuição geográfica dos Nórdicos (em vermelho), Alpinos (em verde) e Mediterrâneos (em amarelo):

Dúvidas e estereótipos freqüentes em relação ao Nacional-Socialismo

May 8, 2010 2 comments

O Nacional-Socialismo/Nazismo é de Direita?

Os termos esquerda/direita surgiram na França pré-revolucionária, aonde os que apoiavam o governo sentavam-se a direita e os que eram contra o governo sentavam-se a esquerda, por isso, é um termo muito genérico.

A classificação de “esquerda” foi usada predominantemente por marxistas e anarquistas por serem grupos geralmente engajados em luta revolucionária, mas estes termos não se aplicam de acordo com a natureza de cada doutrina, mas sim com a época e situação política do momento. Por exemplo, nos tempos da Rússia Czarista, os bolcheviques, por representarem uma força revolucionária, se encaixavam à esquerda, porém ao assumirem o poder em 1917, deixaram de representar qualquer revolução para se tornarem a situação, assim sendo, todo tipo de oposição seria a esquerda, enquanto os marxistas seriam conservadores de seu regime. Devido ao freqüente uso da classificação de “esquerda” por estes grupos de orientação marxista-leninista ou libertária, se tornou comum taxarem qualquer outra doutrina que se oponha à eles de direita, e muitos Nacional-Socialistas aceitaram tal rótulo, mesmo sendo errôneo.

Uma Força Revolucionária

Consideramos o Mundo Moderno e a atual “civilização” ocidental como nossos maiores inimigos. Constitui-se de uma sociedade absolutamente materialista e capitalista com uma filosofia burguesa e individualista. Um império construído pelo interesse e pelo egoísmo. Um império não construído para o Povo, não um império cultural ou espiritual, mas um Sistema formado por oligopólios, monopólios, grande corporações e uma mídia de massa doentia que financiam um Estado imoral e anti-nacional que protege os interesses da burguesia e do Sionismo.

Assim sendo, o Nacional-Socialismo visa a total destruição do Mundo Moderno. Queremos o fim dessa era de decadência e o início de uma nova. Não somos conservadores, não queremos conservar os valores degenerativos atuais, não queremos conservar um Sistema capitalista ou um governo corrupto que age contra os interesses do próprio Povo e que nada faz para manter nossa herança cultural ou preservar nossa estirpe. Não queremos um Estado que faz de tudo para nos calar e que promove a destruição de uma cultura de milênios.

Nós não sustentamos a atual (des)ordem, mas a combatemos; nosso objetivo é sua total aniquilação. Abandonamos a mentalidade burguesa e egoísta incompatível com nossa natureza coletivista. Acreditamos em um combate violento contra o Sistema para sua destruição e implantação de algo novo e justo. Iremos implantar a verdadeira ordem Nacional-Socialista. Somos os únicos que lutam pela edificação da grandeza espiritual do Homem e o colocamos frente aos interesses do capital e do espírito egoísta. Não lutamos só por pão, mas por criatividade, grandeza e liberdade.

Não somos representados por partidos porque aos Nacional-Socialistas não é permitido espaço dentro da dita “democracia”. Somos a total oposição contra a ditadura do interesse e contra as forças do Sionismo internacional.

O Nacional-Socialismo é o fim de uma era de decadência e o começo de uma era de prosperidade. Nosso objetivo é o Ano Zero, a renovação de um tempo, por isso somos totalmente revolucionários.

O Nacional-Socialismo/Nazismo é capitalista?

“Por isso exigimos:

11. A abolição do dinheiro obtido sem trabalho e sem esforço.

12. Em vista dos enormes sacrifícios de bens que toda guerra exige do Povo, o enriquecimento pessoal na guerra deve ser qualificado como crime contra o Povo. Exigimos, portanto, o confisco de todos os lucros de guerra.

13. Exigimos a nacionalização de todas as empresas monopolistas.

14. Exigimos a participação nos lucros das grandes empresas.

15. Exigimos uma ampliação generosa da assistência social aos idosos

17. Exigimos uma reforma agrária adaptada às nossas necessidades nacionais; a criação de uma lei para a expropriação gratuita de terras para fins de bem comum. Abolição do interesse agrário e impossibilitar toda especulação com a terra.

18. Exigimos a luta implacável contra aqueles que com sua atividade prejudicam o interesse comum. Os criminosos do povo, os gananciosos, os especuladores, etc. serão punidos com a pena de morte, sem distinção por sua religião ou raça.

19. Exigimos a substituição do direito romano que serve a ordem mundial materialista por um Direito Comunitário alemão

(…)

O Interesse comum vem antes do interesse particular!”
Adolf Hitler e Gottfried Feder – Os 25 pontos do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (1920)

Os objetivos primários da economia Nacional-Socialista são suprir as necessidades básicas de todo cidadão: vestuário, moradia e alimentação, além de outras necessidades secundárias.

O Nacional-Socialismo reconhece a propriedade privada, porém atrela ao dever moral em relação a comunidade. Todos possuem o direito de colher os benefícios do seu trabalho, desde que este seja produtivo e honesto. Porém, o interesse comum vem antes do interesse particular.

Para o Nacional-Socialismo, o dinheiro é meramente um fator de troca de bens materiais, uma maneira de avaliar matematicamente o trabalho do Homem para a realização de futuras trocas – o que chamamos de comércio.

Somos totalmente contra as grandes corporações que visam lucro desenfreado adquirido de maneiras totalmente cruéis e imorais antes do bem das pessoas. Somos contra as empresas que destroem o meio-ambiente porque estão mais preocupadas com dinheiro do que com o futuro e com o bem-estar mundial. Nós, os Nacional-Socialistas, fomos os primeiros ambientalistas da história!

A globalização é um fenômeno que marca a força da usura e do egoísmo. É o fim de fronteiras para a implantação de um sistema econômico global que favorece apenas as grandes elites e que gera exclusão social em massa. O mundialismo, através da superação de fronteiras, destrói as culturas nacionais e promove uma anti-cultura yankee totalmente consumista ala McDonald’s. A Televisão, como instrumento alienador, divulga esse estilo de vida materialista e entorpece a sociedade com divertimento fútil e estúpido, desviando sua atenção da decadência da realidade.

O Sistema, como agente capitalista, promove a imigração em massa à fim da disponibilização de mão-de-obra baratíssima para os patrões donos do dinheiro que pretendem diminuir os gastos e aumentar os lucros sem nenhuma preocupação com os operários. Prejudica os trabalhadores nacionais, desvaloriza o valor do trabalho, empobrece a classe operária, aumenta a criminalidade, implementa culturas estrangeiras em nações que deveriam se preservar.

A especulação financeira não visa nenhuma produção, apenas lucro desenfreado sem nenhum tipo de contribuição com a sociedade. No Nacional-Socialismo, apenas o trabalho pode ser fonte de riqueza. Dinheiro não pode criar dinheiro, dinheiro não é produto, é fator de troca. O capital cumpre apenas papel como intermediário, não possui nenhum valor sozinho.

A Revolução Social

O governo Nacional-Socialista alemão aumentou as férias dos trabalhadores significantemente; reduziu a jornada de trabalho para 8 horas; foi aplicada uma política de bem-estar dos funcionários que concedia 2 horas diárias de descanso com áreas de lazer. Em um ano de governo, as fábricas e lojas foram reformadas seguindo padrões exigentes de limpeza e higiene.
Em 3 anos, mais de 23.000 estabelecimentos foram reformados, 1.200 campos desportivos, 13.000 instalações sanitárias e 17.000 cantinas foram construídas. Mais de 6 milhões de empregos foram criados apenas em 4 anos e o problema do desemprego foi totalmente solucionado. Todo alemão deveria prestar um ano de trabalho comunitário à fim de reconstruir a nação. A inflação foi controlada. Instituições especuladoras foram fechadas e os lucros injustos dos banqueiros confiscados.
O Nacional-Socialismo histórico provou estar do lado dos trabalhadores. Nós representamos uma Cosmovisão que acredita no Homem, que acredita no trabalho honesto e produtivo, no senso de civilização – quando as pessoas compreendem que fazem parte de um Povo e que trabalham juntas para a posteridade.
O fator determinante é o caráter, a Honra, o trabalho, a força de vontade individual, e não a conta bancária.

O Nacional-Socialismo/Nazismo é comunista?

Devido ao título dado a nossa doutrina, Nacional-SOCIALISMO, muitos acabam nos confundindo com comunistas e marxistas, porém, nós somos anti-comunistas, somos radicalmente contra esse sistema que, ao invés de lutar pelo bem estar da comunidade, luta pelo enriquecimento do Estado e pela divisão e união de povos pelas condições sociais.

O Nacional-Socialismo/Nazismo é racista?

O Nacional-Socialista é um “nacionalista racial”, que exalta a sua raça e luta pela preservação da cultura e da pureza racial.

Os inimigos do Nacional-Socialismo fizeram de tudo para criar e nos vincular à uma imagem de racistas e preconceituosos. Criaram políticas de “ódio racial” em nossas próprias nações e a mentira de que somos “odiadores” como desculpa para nos calar. Com esse pretexto, fomos perseguidos, aprisionados, nossos livros foram banidos, e nunca nos foi dado nenhum direito de defesa.

O que os inimigos do Nacional-Socialismo querem é que o grande público não saiba a verdade sobre nossas idéias e compreenda nossa concepção de mundo. Na verdade, nossos adversários tem pavor de que as pessoas compreendam a verdade sobre o Nacional-Socialismo e que nós lutamos por altos valores. Seu grande temor é que o Povo se rebele contra o poder do dinheiro, contra o governo e contra um Sistema decadente.

Raça e as Leis Naturais

“Pense que as bases fundamentais de sua existência se devem aos seus antepassados”.
Walter Darré
Para o Nacional-Socialismo, as raças são manifestação do trabalho de milênios de evolução natural e criação da diversidade humana. Raça é como a Natureza se manifesta em nós. Destruir e miscigenar as raças – qualquer raça – seria destruir todo o trabalho da Natureza. Devemos preservar e cultivar nossa estirpe, a herança de nossos antepassados, nossa história e cultura. Ao preservar o Sangue, nós cultivamos, colaboramos e evoluímos com a Natureza.
Nós não queremos e não acreditamos que possuímos o direito de destruir, exterminar ou prejudicar qualquer outra raça. O Nacional-Socialismo segue pelo conceito da Honra pessoal e pelo respeito para com os outros Povos. Nós queremos que o nosso Povo – e também todos os outros – criem um respeito mútuo e se orgulhem de sua própria cultura, de suas tradições e história.

Sangue e Solo
Não há como negar a existência das diversas raças que formam a espécie humana. Ao estudarmos a História, observamos que as diferentes culturas são reflexo das diferentes raças. O argumento de que raças não existem é um mito muito freqüentemente promovido no Mundo Moderno por governos e Sistemas que lucram com a criação de sociedades multi-culturais.
O Nacional-Socialismo acredita no princípio de Sangue e Solo. O Sangue é a herança cultural que devemos à nossos antepassados e que forma a Comunidade étnica. Quando as pessoas compartilham uma mesma origem, criação e tradições, quando possuem uma terra em comum, uma terra pela qual seus antepassados lutaram e cultivaram para o futuro, possuem valores e uma concepção de mundo semelhante, reagem e pensam de maneira parecida. Emanciparam-se do sentimento individualista para um sentimento de comunidade; as pessoas se preocupam umas com as outras, não são indivíduos isolados, mas membros de um mesmo Povo. Isso cria um sentimento de identidade, nós nos sentimos um vínculo com estas pessoas. Esse sentimento é inegável e natural do Homem (Pesquisa comprova que é natural a preferência por pessoas da mesma estirpe: http://omundoembranco.blogspot.com/2010/04/doenca-rara-provoca-incapacidade-de-ser.html#comments). Quando ele existe, as pessoas trabalham juntas, colaboram umas com as outras para a criação da civilização.
Apenas as sociedades modernas tentam substituir esse senso comunitário por valores como a eterna busca pelo lucro pessoal, em que o dinheiro é mais importante do que as pessoas.
O Mundo Moderno é baseado na concepção materialista e capitalista do mundo. O Mundo Moderno nada tem a ver com a idéia de Comunidade ou de preservação cultural, pois é regido por uma anti-cultura consumista e totalmente individualista. Não há nenhuma tentativa de manter ou cultivar os grupos naturais. A moral das sociedades modernas é a busca pela felicidade pessoal, que se encontraria apenas com o acúmulo de capital e bens materiais. Não há nenhum valor supremo ou uma espiritualidade como no Nacional-Socialismo.
Assim sendo, as sociedades atuais são sociedades multi-culturais, e todas as sociedades multi-culturais são fundamentalmente individualistas, materialistas e decadentes.
Ao abrir mão da Comunidade étnica e natural e criar uma selva capitalista onde o objetivo é o lucro e a felicidade pessoal, se abre mão de qualquer valor superior ou sentimento comunitário. Não há a presença da menor espiritualidade. O Povo morre.
A idéia multi-racial promovida por sociólogos degenerados, engenheiros sociais e pela maioria dos governos ocidentais é a idéia de que os países e nações existem com o único propósito de que indivíduos devem viver em busca do dinheiro para sua auto-realização individual. É hora de encararmos que a concepção Nacional-Socialista não se trata de uma idéia abstrata, mas de um sentimento natural humano e de uma realidade.
Não há nenhum motivo para a existência do multi-culturalismo, apenas os capitalistas lucram com sociedades materialistas e individualistas. A exploração só acontece em sociedades multi-culturais, não em Comunidades orgânicas onde há uma preocupação mútua entre as pessoas. É perfeitamente natural que cada raça tenha sua nação e território e que possam viver de acordo com suas leis, culturas e valores.

A Realidade

A verdade é que conflitos raciais não ocorrem quando há a existência de Comunidades étnicas, as guerras e choques culturais só acontecem em sociedades multi-culturais. Não é o instinto de auto-preservação que cria ódio e discórdia, mas graças ao multi-culturalismo que coloca povos diferentes nos mesmos Estados, que defende o interesse de um enquanto ataca outro. Graças aos atuais governos modernos e anti-nacionais que há absurdos como guerras civis e separatismo cultural.
A dura realidade é que sociedades multi-culturais não funcionam. Enquanto houver grupos de pessoas com valores, religiões e cultura diferentes em um mesmo local, isto é, uma maneira de ver o mundo, de reagir a determinadas coisas de um modo diferente, haverá ódio, discriminação, preconceito e guerras. Está na Natureza do Homem se identificar com seu semelhante. Os laços formados pela origem, criação e tradição são reflexo do poder do Sangue e formam a nossa concepção de mundo. Povos e culturas diferentes possuem visões diferentes. O correto é que cada etnia tenha sua nação e território para viver de acordo com suas leis, cultivar seus costumes e cultura.
A palavra “racismo” pode ter muitas interpretações diferentes. Alguns dizem que racismo é o ódio de uma raça a outra, por esse sentido o Nacional-Socialismo definitivamente não é racista. Outros dizem que racismo é a preservação e culto da própria raça e cultura, por esse ponto de vista, nós somos racistas. A questão é que o Nacional-Socialismo é uma doutrina de amor, de orgulho e de Honra. Não queremos a aniquilação ou inferiorização de qualquer raça, mas a preservação e evolução da diversidade humana e de suas diferenças.

O Nacional-Socialismo/Nazismo é Fascista?

Desinformação

Há uma grande desinformação quando a questão é Fascismo, e a causa disso é que a maioria das pessoas que falam sobre o assunto não tem a mínima idéia sobre o que ele realmente se trata. O termo é freqüentemente utilizado para definir os movimentos europeus de caráter nacionalista e anti-comunista – principalmente os da primeira metade do século XX.

Na verdade, o termo “fascismo” parece não ter uma explicação única, já que as pessoas o utilizam para o que elas bem entendem, seja pra movimentos nacionalistas ou pra qualquer vertente política da qual sejam contrário – de maneira pejorativa.

O Nacional-Socialismo é quase sempre relacionado ao movimento fascista dos anos 20 e, também por muitos, considerado como uma “ideologia fascista”. Costuma-se dizer que o NS é uma vertente do movimento de Mussolini, ou que de alguma forma fora influenciado por este, ou mesmo que seja um Fascismo com os princípios raciais aplicados. Todas falsas afirmações, resultadas de difamação e especulação.

O Nacional-Socialismo Originou-se do Fascismo?

Tanto o Partido Fascista quando o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (NSDAP) datam do ano 1919. Assim sendo, os dois movimentos surgiram na mesma época, havendo pouco, senão nenhum, contato entre eles. O motivo por haver certas semelhanças é simplesmente por terem nascido em um contexto histórico fértil para grupos nacionalistas e anti-comunistas.

Enquanto o Nacional-Socialismo surgiu da formação de uma Cosmovisão, o Fascismo surgiu como um movimento anti-ideológico, possuía como base apenas o sindicalismo sorelista pós-marxista. Apareceu como um regime de circunstância, uma reação ao avanço comunista e anarquista na Itália. O Fascismo não apresentava uma doutrina concreta como o Nacional-Socialismo, apenas um plano contra-revolucionário em relação aos movimentos vermelhos. Em seu manifesto não havia nenhum ponto ou qualquer traço de inspiração doutrinária ou espiritual, apenas reivindicações políticas como: o voto feminino, reorganização do setor de transportes, redução da idade mínima para aposentadoria, abolição do Senado, etc… Medidas quase nada revolucionárias se comparadas às do movimento Nacional-Socialista.

No ano de 1922, ocorre a Marcha sobre Roma, quando milhares de Camisas Negras conseguem colocar Mussolini no poder. Em 9 de novembro de 1923, os Nacional-Socialistas tentam a mesma coisa em Munique, e falham, resultando em prisões em massa, inclusive do próprio Adolf Hitler. Se, de qualquer forma, o Fascismo inspirou o Nacional-Socialismo foi na idéia de um golpe de Estado e da formação de milícias paramilitares como os Camisas Negras e a SA. Nunca no plano ideológico.

Em 1920, Gottfried Feder e Adolf Hitler já haviam formulado os 25 pontos do NSDAP e, em 1925, o livro Mein Kampf fora publicado na Alemanha, enquanto Mussolini não tinha nada além de um simples discurso nacionalista e anti-comunista. As realizações do Partido Fascista eram meramente políticas e administrativas, carecendo de uma doutrina ou de uma Cosmovisão completa como o Nacional-Socialismo.

Então, em 1932, aparece o termo “fascismo” na Enciclopédia Italiana, em um espaço de 37 páginas cheio de fotos e ilustrações. Fora essa a tentativa do Mussolini – dez anos depois de subir ao poder – de incluir um aspecto doutrinário e filosófico em seu movimento. Embora o texto seja assinado pelo Duce, sabe-se que fora escrito quase inteiramente por Giovanni Gentile. Este mesmo texto depois é publicado em formato de livro em 1935 – dez anos após o lançamento de Mein Kampf.

Embora o Führer cultivasse uma amizade sincera por Mussolini por anos, de maneira nenhuma se deixou levar por suas idéias, que eram quase apenas políticas e econômicas, enquanto havia defendido uma visão de mundo completamente nova. Se Adolf Hitler admirava o Duce foi por ter liderado a Itália como o primeiro país europeu a conter o comunismo, nunca por suas idéias.

Se o movimento fascista inspirou Hitler e o Nacional-Socialismo foi apenas no plano prático: a idéia do golpe de Estado – depois abandonada pelo Führer – e a criação da SA. Porém, é muito mais provável a Cosmovisão Nacional-Socialista tenha inspirado a tentativa Fascista na criação de uma doutrina.

Algumas Medidas e Idéias do Estado Corporativo Fascista

A filosofia Fascista nunca apresentou qualquer caráter racial antes do contato com o Nacional-Socialismo. Na realidade, as primeiras correntes Fascistas anti-sionistas só surgiram após 1938 – cinco anos após a chegada de Hitler ao poder e dezesseis após Mussolini. O mais surpreendente é que havia uma quantidade razoável de Judeus no movimento Fascista e, muitas vezes, ocupando cargos importantes e, mesmo depois de 1938, pouquíssimos destes hebreus perderam suas posições no Estado “italiano”.

O Estado Fascista declarou que os Judeus estrangeiros com mais de 65 anos, e que antes de 1938 contraíram matrimônio com italianos – a mesma miscigenação que os Nacional-Socialistas tentavam IMPEDIR – eram agora considerados italianos.

Os Judeus não se assimilam, criam um Estado dentro de outro e se conservam através da parasitagem de outros povos, nunca podem ser considerados como europeus. Apenas a visão meramente política e estatal do Fascismo e outras “democracias” atuais podem aceitar sionistas em sua pátria e ainda chamá-los de nacionais!

É Possível ser Fascista e Nacional-Socialista?

Quase só conhece as semelhanças entre o Fascismo e o Nacional-Socialismo, porém suas diferenças são muito mais cruciais.

“O Estado é um meio para um fim. Sua finalidade consiste na conservação e no progresso de uma coletividade sob o ponto de vista físico e espiritual”.

“O direito humano anula o direito do Estado”.
Adolf Hitler

Pelo Nacional-Socialismo, o Estado é um MEIO de conservar a raça, de melhorar o Homem, é um instrumento orgânico criado pelo Homem para o Homem. O Estado na concepção Nacional-Socialista só existe enquanto o Povo o aceitar, pois ele existe para eles.

Somente as raças criam cultura, valores e civilização. O Estado apenas os conserva e colabora em seu progresso. O Estado é a aplicação administrativa e política de uma série de valores desenvolvidos naturalmente durante o tempo pelo próprio Povo.

“Nada fora do Estado, nada contra o Estado, tudo para o Estado”
Benito Mussolini

Para o Fascismo, o Estado é tudo. O Estado formula e põe em prática a vida do Homem. As necessidades individuais são suprimidas, enquanto a finalidade SEMPRE é o Estado. O Estado não existe para o Homem, mas o Homem para o Estado. O Estado produz, o Estado cria a Nação e as pessoas.

O Fascismo nunca acreditou em uma Comunidade natural e orgânica, não possuía a idéia do Sangue, ou mesmo de Povo, era apenas um modelo de Estado político em um espaço geográfico demarcado por mapas.

O Fascismo não difere muito das atuais “democracias”, que se constituem apenas como Estados políticos sem conservar raça e cultura e sem nenhuma moral ou valor. Assim como os governos europeus hoje aceitam imigrantes não-Arianos, o Estado Fascista também os aceitava e ainda os considerava como legítimos.

A concepção Fascista de Estado é, por princípio, puramente política e administrativa. Assim sendo, totalmente anti-natural e, conseqüentemente, anti-Nacional-Socialista. Sua visão de mundo está em um perpétuo conflito com a nossa, portanto nunca existiria um Estado que fosse simultaneamente Fascista e Nacional-Socialista.

É absolutamente impossível ser Fascista e Nacional-Socialista ao mesmo tempo por se tratarem de ideologias e doutrinas radicalmente contrárias em pontos cruciais. O Nacional-Socialismo apresenta uma visão de mundo fundamentada nas Leis Naturais e movida por nobre ideais onde a conservação e o progresso do Povo é o objetivo da vida e, através do Estado, esta finalidade é alcançada. Enquanto para o Fascismo o Povo não é nada, o Estado é tudo e as pessoas não passam de súditas do governo.

Nada temos a ver com o movimento ou com a “doutrina” fascista. Um Nacional-Socialista é apenas um Nacional-Socialista.

O Nacional-Socialismo/Nazismo é uma ditadura?

Devido há décadas de propaganda inimiga, foi criada uma imagem em que o governo Nacional-Socialista foi um Estado de terror opressivo, supressor da liberdade e um regime duro e ditatorial. O motivo de os oponentes do Nacional-Socialismo criarem essa imagem foi para amedrontar e criar uma falsa idéia dos verdadeiros objetivos de um Estado Nacional-Socialista.

É alegado que tratou-se de uma ditadura simplesmente pela dissolução do parlamento e da chamada “democracia representativa” vigente na época. A verdade é que o parlamento alemão era formado por políticos que representavam apenas os interesses de ricos e poderosos e que haviam entregado o destino da nação nas mãos de banqueiros e todo tipo de capitalista inescrupuloso, levando o país à uma das maiores crises econômicas já vistas. O poder era dividido entre inúmeros políticos – em sua maioria desonestos – com as mais diferentes ideologias políticas, formando um governo sem nenhuma responsabilidade, moral ou personalidade.

O Nacional-Socialismo substitui esse sistema de falsa democracia e aplicou o princípio de liderança natural, onde havia um representante aceito pelo Povo e que trabalhava pelos interesses deste.

Adolf Hitler, que quando jovem foi voluntário na I Guerra pra lutar por sua nação, assumiu total responsabilidade pelo destino da Alemanha e dos alemães. Teve toda a confiança do Povo para reformar totalmente a pátria, melhorou as condições socioeconômicas violentamente, acabou com o desemprego em um curto período de tempo, criou novas instituições como a Frente de Trabalho e a Hitler Jugend para restaurar nobres valores, e assim construir uma nova sociedade.

A Verdadeira Democracia

Existe a ilusão de que a democracia representativa é a melhor e mais justa forma de governo conhecida. A idéia de que o simples voto irá garantir ao Povo a chance de eleger candidatos que refletem seus interesses pessoais – sendo o voto individual – e que assim terão o controle de seu próprio destino.

A verdade é que os representantes eleitos não necessariamente defendem os interesses da Comunidade – principalmente quando trata-se de uma sociedade constituída em ideais individualistas. A democracia em seu verdadeiro sentido não é sobre votar em alguma eleição em um determinado período de tempo. Democracia e liberdade são inseparáveis, não algo egoísta como o simples voto. Democracia é a responsabilidade de fazer parte da Comunidade e colaborar com ela de uma maneira sincera e positiva.

Pelo princípio de liderança, o Führer é apenas um homem à frente do seu Povo, um condutor das massas. À ele é concedida a confiança de que incorpora os sentimos e vontades reais da nação, e assim possui a total responsabilidade por suas ações e omissões.

“Com este apelo aos eleitores eu pretendo mostrar aos outros governos que a verdadeira democracia está conosco e não hesitamos em apelar ao povo. Eu não acredito que qualquer outro governo que tivesse o poder garantido por um termo de quatro anos iria estar preparado para consultar o povo dentro de sete meses”
Adolf Hitler – 6 de Novembro de 1933

Adolf Hitler era imensamente amado e admirado. À ele foi dada a confiança do Povo alemão, que sempre foi consultado e, em momento algum – não importa o que Hollywood tente mostrar – essa confiança foi traída ou o Führer agiu contra a vontade da nação. Embora haja dezenas de filme sobre a “resistência alemã” ou sobre qualquer dissidência contra o governo Nacional-Socialista, sabe-se que os traidores e opositores do Estado não consistiam em mais de 10% da população.

Em 29 de março de 1936, pouco mais de três anos após a ascensão de Hitler ao poder, foi dada aos alemães a chance de aprovar ou desaprovar o governo Nacional-Socialista. Não foi uma eleição com base em pura propaganda como hoje em dia, mas uma consulta ao Povo sobre as ações e mudanças já realizadas. A votação ocorreu sob nenhum tipo de coerção, força ou intimidação, como observado por todos os presentes. A aprovação dos alemães foi de 44.461.278, que consistia em 98.8% dos votos. Um número nunca antes visto na História.

Em 1938, o Povo da Áustria e da Alemanha tiveram a oportunidade de decidir a favor ou contra a unificação de ambos os países. A aprovação dos austríacos foi de 99.73% dos votos, a aprovação alemã foi de 44.362.667, que representava 99.02%.

Quem possui o maior índice de aprovação popular da história pode ser o monstro cruel e ditador que a televisão, Hollywood e toda a propaganda de atrocidades diz que é? Obviamente, os oponentes do Nacional-Socialismo tem um perfil e interesses a esconder. Afinal, foram os banqueiros e capitalistas que foram expropriados pelo Estado. Foram os patrões impiedosos que foram obrigados a reformar suas fábricas, empresas e garantir mais direitos aos trabalhadores.

Assim sendo, o governo Nacional-Socialista refletia a genuína forma de democracia. Não se tratava de candidatos com mais dinheiro e mais recursos para propaganda eleitos por pessoas preocupadas apenas com si próprias e financiados por aproveitadores, mas de uma democracia real, uma aprovação verdadeira pelo Povo.

O Nacional-Socialismo é a verdadeira democracia por formar um Estado orgânico que representa os sentimentos e verdadeiros interesses do Povo. Há responsabilidade e confiança mútua. O Estado não é formado por mentiras, propaganda eleitoral, ou mesmo uma simples vitória de 50,000001% de votos, mas de uma aprovação quase total, inédita na História. O Estado Nacional-Socialista é formado pela confiança e vontade da nação.

6. E quanto ao Holocausto?

Foram escritos centenas de livros, produzidos dezenas de filmes e constantemente são inventadas novas datas para se lembrar e “comemorar” o Holocausto – o suposto genocídio de seis milhões de Judeus pelos nazistas – em uma celebração quase religiosa. De todas as difamações, essa é a mais utilizada pelos inimigos do Nacional-Socialismo, mentiras difundidas por aqueles que pretendem destruir qualquer tentativa de reorganizar o Movimento Nacional-Socialista.

Historiadores, muita vezes tendenciosos e incompetentes, que utilizam dos mesmos argumentos que seus antecessores – com base apenas em propaganda de ódio e mentiras – sem ao menos questionar ou investigar o que já foi escrito, e assim, trabalhando como verdadeiras maquinas de propaganda. Tratam a História como uma ciência exata sem permitir ao menos uma resposta ou defesa dos acusados, e quando esta ocorre, não são divulgadas por medo do lobby Sionista.

Toda a versão da História sobre os fatos ocorridos durante a Segunda Guerra foi propagada pelos vencedores. Aos Nacional-Socialistas nunca foi dado o direito de ao menos se defender das acusações. A dita História foi escrita com base em propaganda de ódio e mentiras, e não em fatos.

Os autores e historiadores sérios que ousaram questionar a versão oficial – fruto de anos de propaganda Sionista – como David Irving, Ernst Zundel, Robert Faurisson, Paul Rassinier, entre outros – sendo vários de orientação política marxista e alguns ex-prisioneiros de campos de concentração, portanto imparciais – foram banidos, tiveram suas obras proibidas e confiscadas em diversos países e alguns estão em prisão de regime semelhante à Idade Média.

A Mentira do Genocídio

O principal método de genocídio alegado é a utilização do gás Zyklob-B nas câmaras de gás. A utilização do gás mencionado foi provada ser cientificamente impossível pelo Relatório Leuchter – realizado por um engenheiro que trabalha com câmaras de gás para extermínio de verdade nas prisões americanas. As câmaras de gás foram na verdade construídas por soviéticos e americanos após a tomada dos campos de concentração, e construídas de maneira absolutamente impossíveis para realização de qualquer extermínio e estão repletas de erros gritantes e patéticos. É proibida qualquer análise séria e científica dessas, sendo a de Leuchter feita secretamente, provando que os governos tem algo a esconder.

Também não há prova alguma de que tenha existido qualquer política de extermínio, ordem oral ou por escrito de genocídio aos Judeus. Foi decidido que deveriam ser expulsos da Alemanha e, se possível, da Europa, porém algumas correntes da época defendiam a criação de um Estado Judaico ao leste europeu, mas nunca exterminados. O restante é pura distorção, difamação e especulação.

A Revisão Histórica

A intenção dos revisionistas do Holocausto não é justificar ou fazer debates políticos e filosóficos sobre o que foi o Nacional-Socialismo, mas uma análise histórica imparcial e correta sobre o que realmente ocorreu e o que não ocorreu no período da Segunda Guerra Mundial.

Graças a história do suposto Holocausto, foi tomado para os Judeus um pedaço de terra no Oriente Médio chamado Palestina, e que agora chama-se Israel. O Estado de Israel até hoje recebe bilhões de dólares de indenização da Alemanha pelos supostos crimes para se armar contra o Estado palestino. Os Judeus se tornaram um povo incriticável, pois quem os denuncia logo é taxado de “fascista” ou “nazista”. E TUDO isso depende do mito da vitimização judia do Holocausto. Os defensores da história oficial nunca realizam um debate justo com os revisionistas, mas os proíbem e os encarceram porque tem medo de que a verdade seja revelada.

Não temos a intenção de nos aprofundar no estudo do revisionismo aqui, mas apresentamos algumas indicações para os mais interessados na verdade histórica. Autores como: Arthur Butz, David Irving, Carlos Porter, S.E. Castan, Sérgio Oliveira, Ernst Zundel, Paul Rassinier, Robert Faurisson e também o Leuchter Report.

7. Serei Eu um Nacional-Socialista?

Após atingir-se a clara compreensão do que realmente se trata o Nacional-Socialismo, é necessário o abandono das antigas mentiras produzidas e divulgadas maciçamente após tantas décadas para nos difamar.

O artigo apresentado trata-se apenas de uma resposta à falsas idéias que vêm se perpetuando e, ao mesmo tempo, uma pequena introdução à doutrina Nacional-Socialista livre de distorções ou interpretações tendenciosas.

Revolução Pessoal

Um verdadeiro Nacional-Socialista nasce predestinado a tal, não basta apenas adquirir conhecimento básico, mas possuir a boa índole e instinto digno de uma pessoa honrada. De nada adianta o estudo quando a essência pessoal é incompatível à essência do Nacional-Socialismo. Muitos que possuíam idéias e uma concepção de mundo totalmente contrária à nossa conseguiram despertar porque eram Nacional-Socialistas natos.

O Nacional-Socialista é um idealista por excelência, luta pela criação de uma nova sociedade fundamentada em nobres valores. A vida deixa de ser uma busca pela felicidade pessoal e pelos prazeres e passa a ser uma luta pelo que é certo. Abrimos mão do individualismo e da mentalidade egoísta e burguesa para vivermos de uma maneira digna e honrada.

Devemos perceber que estamos engajados na maior luta da história, não lutamos por dinheiro ou por conquistas territoriais, mas pela preservação da própria vida. O Nacional-Socialismo luta por um novo modo de vida, um modo de vida honrado e sincero. Nós lutamos por algo que é puro e correto.

É necessária a realização de uma revolução pessoal: a destruição de antigas idéias e falsos valores e a compreensão e aceitação de novos. O Nacional-Socialista aceita e compreende as Leis Naturais. Somos manifestação da Natureza e parte de um ambiente aonde nossas ações influenciam à todos ao nosso redor.

Devemos conhecer e nos orgulhar da cultura de nossos antepassados, pois eles são parte de nós, assim como seremos de nossos filhos. O que somos hoje é produto de nossas primeiras gerações. Nossos mitos e nossa cultura revelam a Cosmovisão de nossa raça. A raça Ariana possui um espírito nobre e guerreiro, um espírito adormecido, mas que está a ser despertado. A solução para nossa salvação encontra-se em nossa própria cultura, em nossos próprios valores, em nosso próprio Sangue. Após a realização da revolução pessoal, encontraremos a nossa salvação pelo auto-conhecimento, encontraremos essa resposta ao olharmos para dentro de nós mesmos.

Conclusão

O modo de vida Nacional-Socialista é orientado pelo caminho da Honra pessoal e da consciência pelo que é correto e justo. O Nacional-Socialista é um exemplo de pessoa honrada e de nobre espírito. A liberdade espiritual é atingida e as falsas morais são derrubadas. Estamos em busca da criação de um Novo Homem, um Homem livre disposto a perseguir seu próprio destino em rumo à superação pessoal. O Nacional-Socialismo trata-se de uma busca pela excelência e criação de uma sociedade melhor e mais digna.

Estamos de mãos atadas, presos e reprimidos pelos nossos próprios governos. É impossível à um Nacional-Socialista não revoltar-se contra a atual situação em que o mundo encontra-se e essa realidade doentia. Lutamos para alcançar nossa própria liberdade, a liberdade de controlarmos nosso próprio destino. Estamos em guerra contra o tempo. Você está disposto a encarar o ódio e a perseguição de inimigos e traidores? Está disposto a desafiar a tirania e libertar-se da escravidão que encaramos? Poderá abrir mão de prazeres fúteis para lutar por algo que acredita do fundo do coração e que sabe estar correto? Pode encarar a vida como uma luta pela nossa própria liberdade? Até quando aceitaremos a repressão e ficaremos calados? É a hora de acordarmos, é hora de fazermos algo! É a hora de levantar e erguer o braço direito!

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