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Dúvidas e estereótipos freqüentes em relação ao Nacional-Socialismo

O Nacional-Socialismo/Nazismo é de Direita?

Os termos esquerda/direita surgiram na França pré-revolucionária, aonde os que apoiavam o governo sentavam-se a direita e os que eram contra o governo sentavam-se a esquerda, por isso, é um termo muito genérico.

A classificação de “esquerda” foi usada predominantemente por marxistas e anarquistas por serem grupos geralmente engajados em luta revolucionária, mas estes termos não se aplicam de acordo com a natureza de cada doutrina, mas sim com a época e situação política do momento. Por exemplo, nos tempos da Rússia Czarista, os bolcheviques, por representarem uma força revolucionária, se encaixavam à esquerda, porém ao assumirem o poder em 1917, deixaram de representar qualquer revolução para se tornarem a situação, assim sendo, todo tipo de oposição seria a esquerda, enquanto os marxistas seriam conservadores de seu regime. Devido ao freqüente uso da classificação de “esquerda” por estes grupos de orientação marxista-leninista ou libertária, se tornou comum taxarem qualquer outra doutrina que se oponha à eles de direita, e muitos Nacional-Socialistas aceitaram tal rótulo, mesmo sendo errôneo.

Uma Força Revolucionária

Consideramos o Mundo Moderno e a atual “civilização” ocidental como nossos maiores inimigos. Constitui-se de uma sociedade absolutamente materialista e capitalista com uma filosofia burguesa e individualista. Um império construído pelo interesse e pelo egoísmo. Um império não construído para o Povo, não um império cultural ou espiritual, mas um Sistema formado por oligopólios, monopólios, grande corporações e uma mídia de massa doentia que financiam um Estado imoral e anti-nacional que protege os interesses da burguesia e do Sionismo.

Assim sendo, o Nacional-Socialismo visa a total destruição do Mundo Moderno. Queremos o fim dessa era de decadência e o início de uma nova. Não somos conservadores, não queremos conservar os valores degenerativos atuais, não queremos conservar um Sistema capitalista ou um governo corrupto que age contra os interesses do próprio Povo e que nada faz para manter nossa herança cultural ou preservar nossa estirpe. Não queremos um Estado que faz de tudo para nos calar e que promove a destruição de uma cultura de milênios.

Nós não sustentamos a atual (des)ordem, mas a combatemos; nosso objetivo é sua total aniquilação. Abandonamos a mentalidade burguesa e egoísta incompatível com nossa natureza coletivista. Acreditamos em um combate violento contra o Sistema para sua destruição e implantação de algo novo e justo. Iremos implantar a verdadeira ordem Nacional-Socialista. Somos os únicos que lutam pela edificação da grandeza espiritual do Homem e o colocamos frente aos interesses do capital e do espírito egoísta. Não lutamos só por pão, mas por criatividade, grandeza e liberdade.

Não somos representados por partidos porque aos Nacional-Socialistas não é permitido espaço dentro da dita “democracia”. Somos a total oposição contra a ditadura do interesse e contra as forças do Sionismo internacional.

O Nacional-Socialismo é o fim de uma era de decadência e o começo de uma era de prosperidade. Nosso objetivo é o Ano Zero, a renovação de um tempo, por isso somos totalmente revolucionários.

O Nacional-Socialismo/Nazismo é capitalista?

“Por isso exigimos:

11. A abolição do dinheiro obtido sem trabalho e sem esforço.

12. Em vista dos enormes sacrifícios de bens que toda guerra exige do Povo, o enriquecimento pessoal na guerra deve ser qualificado como crime contra o Povo. Exigimos, portanto, o confisco de todos os lucros de guerra.

13. Exigimos a nacionalização de todas as empresas monopolistas.

14. Exigimos a participação nos lucros das grandes empresas.

15. Exigimos uma ampliação generosa da assistência social aos idosos

17. Exigimos uma reforma agrária adaptada às nossas necessidades nacionais; a criação de uma lei para a expropriação gratuita de terras para fins de bem comum. Abolição do interesse agrário e impossibilitar toda especulação com a terra.

18. Exigimos a luta implacável contra aqueles que com sua atividade prejudicam o interesse comum. Os criminosos do povo, os gananciosos, os especuladores, etc. serão punidos com a pena de morte, sem distinção por sua religião ou raça.

19. Exigimos a substituição do direito romano que serve a ordem mundial materialista por um Direito Comunitário alemão

(…)

O Interesse comum vem antes do interesse particular!”
Adolf Hitler e Gottfried Feder – Os 25 pontos do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (1920)

Os objetivos primários da economia Nacional-Socialista são suprir as necessidades básicas de todo cidadão: vestuário, moradia e alimentação, além de outras necessidades secundárias.

O Nacional-Socialismo reconhece a propriedade privada, porém atrela ao dever moral em relação a comunidade. Todos possuem o direito de colher os benefícios do seu trabalho, desde que este seja produtivo e honesto. Porém, o interesse comum vem antes do interesse particular.

Para o Nacional-Socialismo, o dinheiro é meramente um fator de troca de bens materiais, uma maneira de avaliar matematicamente o trabalho do Homem para a realização de futuras trocas – o que chamamos de comércio.

Somos totalmente contra as grandes corporações que visam lucro desenfreado adquirido de maneiras totalmente cruéis e imorais antes do bem das pessoas. Somos contra as empresas que destroem o meio-ambiente porque estão mais preocupadas com dinheiro do que com o futuro e com o bem-estar mundial. Nós, os Nacional-Socialistas, fomos os primeiros ambientalistas da história!

A globalização é um fenômeno que marca a força da usura e do egoísmo. É o fim de fronteiras para a implantação de um sistema econômico global que favorece apenas as grandes elites e que gera exclusão social em massa. O mundialismo, através da superação de fronteiras, destrói as culturas nacionais e promove uma anti-cultura yankee totalmente consumista ala McDonald’s. A Televisão, como instrumento alienador, divulga esse estilo de vida materialista e entorpece a sociedade com divertimento fútil e estúpido, desviando sua atenção da decadência da realidade.

O Sistema, como agente capitalista, promove a imigração em massa à fim da disponibilização de mão-de-obra baratíssima para os patrões donos do dinheiro que pretendem diminuir os gastos e aumentar os lucros sem nenhuma preocupação com os operários. Prejudica os trabalhadores nacionais, desvaloriza o valor do trabalho, empobrece a classe operária, aumenta a criminalidade, implementa culturas estrangeiras em nações que deveriam se preservar.

A especulação financeira não visa nenhuma produção, apenas lucro desenfreado sem nenhum tipo de contribuição com a sociedade. No Nacional-Socialismo, apenas o trabalho pode ser fonte de riqueza. Dinheiro não pode criar dinheiro, dinheiro não é produto, é fator de troca. O capital cumpre apenas papel como intermediário, não possui nenhum valor sozinho.

A Revolução Social

O governo Nacional-Socialista alemão aumentou as férias dos trabalhadores significantemente; reduziu a jornada de trabalho para 8 horas; foi aplicada uma política de bem-estar dos funcionários que concedia 2 horas diárias de descanso com áreas de lazer. Em um ano de governo, as fábricas e lojas foram reformadas seguindo padrões exigentes de limpeza e higiene.
Em 3 anos, mais de 23.000 estabelecimentos foram reformados, 1.200 campos desportivos, 13.000 instalações sanitárias e 17.000 cantinas foram construídas. Mais de 6 milhões de empregos foram criados apenas em 4 anos e o problema do desemprego foi totalmente solucionado. Todo alemão deveria prestar um ano de trabalho comunitário à fim de reconstruir a nação. A inflação foi controlada. Instituições especuladoras foram fechadas e os lucros injustos dos banqueiros confiscados.
O Nacional-Socialismo histórico provou estar do lado dos trabalhadores. Nós representamos uma Cosmovisão que acredita no Homem, que acredita no trabalho honesto e produtivo, no senso de civilização – quando as pessoas compreendem que fazem parte de um Povo e que trabalham juntas para a posteridade.
O fator determinante é o caráter, a Honra, o trabalho, a força de vontade individual, e não a conta bancária.

O Nacional-Socialismo/Nazismo é comunista?

Devido ao título dado a nossa doutrina, Nacional-SOCIALISMO, muitos acabam nos confundindo com comunistas e marxistas, porém, nós somos anti-comunistas, somos radicalmente contra esse sistema que, ao invés de lutar pelo bem estar da comunidade, luta pelo enriquecimento do Estado e pela divisão e união de povos pelas condições sociais.

O Nacional-Socialismo/Nazismo é racista?

O Nacional-Socialista é um “nacionalista racial”, que exalta a sua raça e luta pela preservação da cultura e da pureza racial.

Os inimigos do Nacional-Socialismo fizeram de tudo para criar e nos vincular à uma imagem de racistas e preconceituosos. Criaram políticas de “ódio racial” em nossas próprias nações e a mentira de que somos “odiadores” como desculpa para nos calar. Com esse pretexto, fomos perseguidos, aprisionados, nossos livros foram banidos, e nunca nos foi dado nenhum direito de defesa.

O que os inimigos do Nacional-Socialismo querem é que o grande público não saiba a verdade sobre nossas idéias e compreenda nossa concepção de mundo. Na verdade, nossos adversários tem pavor de que as pessoas compreendam a verdade sobre o Nacional-Socialismo e que nós lutamos por altos valores. Seu grande temor é que o Povo se rebele contra o poder do dinheiro, contra o governo e contra um Sistema decadente.

Raça e as Leis Naturais

“Pense que as bases fundamentais de sua existência se devem aos seus antepassados”.
Walter Darré
Para o Nacional-Socialismo, as raças são manifestação do trabalho de milênios de evolução natural e criação da diversidade humana. Raça é como a Natureza se manifesta em nós. Destruir e miscigenar as raças – qualquer raça – seria destruir todo o trabalho da Natureza. Devemos preservar e cultivar nossa estirpe, a herança de nossos antepassados, nossa história e cultura. Ao preservar o Sangue, nós cultivamos, colaboramos e evoluímos com a Natureza.
Nós não queremos e não acreditamos que possuímos o direito de destruir, exterminar ou prejudicar qualquer outra raça. O Nacional-Socialismo segue pelo conceito da Honra pessoal e pelo respeito para com os outros Povos. Nós queremos que o nosso Povo – e também todos os outros – criem um respeito mútuo e se orgulhem de sua própria cultura, de suas tradições e história.

Sangue e Solo
Não há como negar a existência das diversas raças que formam a espécie humana. Ao estudarmos a História, observamos que as diferentes culturas são reflexo das diferentes raças. O argumento de que raças não existem é um mito muito freqüentemente promovido no Mundo Moderno por governos e Sistemas que lucram com a criação de sociedades multi-culturais.
O Nacional-Socialismo acredita no princípio de Sangue e Solo. O Sangue é a herança cultural que devemos à nossos antepassados e que forma a Comunidade étnica. Quando as pessoas compartilham uma mesma origem, criação e tradições, quando possuem uma terra em comum, uma terra pela qual seus antepassados lutaram e cultivaram para o futuro, possuem valores e uma concepção de mundo semelhante, reagem e pensam de maneira parecida. Emanciparam-se do sentimento individualista para um sentimento de comunidade; as pessoas se preocupam umas com as outras, não são indivíduos isolados, mas membros de um mesmo Povo. Isso cria um sentimento de identidade, nós nos sentimos um vínculo com estas pessoas. Esse sentimento é inegável e natural do Homem (Pesquisa comprova que é natural a preferência por pessoas da mesma estirpe: http://omundoembranco.blogspot.com/2010/04/doenca-rara-provoca-incapacidade-de-ser.html#comments). Quando ele existe, as pessoas trabalham juntas, colaboram umas com as outras para a criação da civilização.
Apenas as sociedades modernas tentam substituir esse senso comunitário por valores como a eterna busca pelo lucro pessoal, em que o dinheiro é mais importante do que as pessoas.
O Mundo Moderno é baseado na concepção materialista e capitalista do mundo. O Mundo Moderno nada tem a ver com a idéia de Comunidade ou de preservação cultural, pois é regido por uma anti-cultura consumista e totalmente individualista. Não há nenhuma tentativa de manter ou cultivar os grupos naturais. A moral das sociedades modernas é a busca pela felicidade pessoal, que se encontraria apenas com o acúmulo de capital e bens materiais. Não há nenhum valor supremo ou uma espiritualidade como no Nacional-Socialismo.
Assim sendo, as sociedades atuais são sociedades multi-culturais, e todas as sociedades multi-culturais são fundamentalmente individualistas, materialistas e decadentes.
Ao abrir mão da Comunidade étnica e natural e criar uma selva capitalista onde o objetivo é o lucro e a felicidade pessoal, se abre mão de qualquer valor superior ou sentimento comunitário. Não há a presença da menor espiritualidade. O Povo morre.
A idéia multi-racial promovida por sociólogos degenerados, engenheiros sociais e pela maioria dos governos ocidentais é a idéia de que os países e nações existem com o único propósito de que indivíduos devem viver em busca do dinheiro para sua auto-realização individual. É hora de encararmos que a concepção Nacional-Socialista não se trata de uma idéia abstrata, mas de um sentimento natural humano e de uma realidade.
Não há nenhum motivo para a existência do multi-culturalismo, apenas os capitalistas lucram com sociedades materialistas e individualistas. A exploração só acontece em sociedades multi-culturais, não em Comunidades orgânicas onde há uma preocupação mútua entre as pessoas. É perfeitamente natural que cada raça tenha sua nação e território e que possam viver de acordo com suas leis, culturas e valores.

A Realidade

A verdade é que conflitos raciais não ocorrem quando há a existência de Comunidades étnicas, as guerras e choques culturais só acontecem em sociedades multi-culturais. Não é o instinto de auto-preservação que cria ódio e discórdia, mas graças ao multi-culturalismo que coloca povos diferentes nos mesmos Estados, que defende o interesse de um enquanto ataca outro. Graças aos atuais governos modernos e anti-nacionais que há absurdos como guerras civis e separatismo cultural.
A dura realidade é que sociedades multi-culturais não funcionam. Enquanto houver grupos de pessoas com valores, religiões e cultura diferentes em um mesmo local, isto é, uma maneira de ver o mundo, de reagir a determinadas coisas de um modo diferente, haverá ódio, discriminação, preconceito e guerras. Está na Natureza do Homem se identificar com seu semelhante. Os laços formados pela origem, criação e tradição são reflexo do poder do Sangue e formam a nossa concepção de mundo. Povos e culturas diferentes possuem visões diferentes. O correto é que cada etnia tenha sua nação e território para viver de acordo com suas leis, cultivar seus costumes e cultura.
A palavra “racismo” pode ter muitas interpretações diferentes. Alguns dizem que racismo é o ódio de uma raça a outra, por esse sentido o Nacional-Socialismo definitivamente não é racista. Outros dizem que racismo é a preservação e culto da própria raça e cultura, por esse ponto de vista, nós somos racistas. A questão é que o Nacional-Socialismo é uma doutrina de amor, de orgulho e de Honra. Não queremos a aniquilação ou inferiorização de qualquer raça, mas a preservação e evolução da diversidade humana e de suas diferenças.

O Nacional-Socialismo/Nazismo é Fascista?

Desinformação

Há uma grande desinformação quando a questão é Fascismo, e a causa disso é que a maioria das pessoas que falam sobre o assunto não tem a mínima idéia sobre o que ele realmente se trata. O termo é freqüentemente utilizado para definir os movimentos europeus de caráter nacionalista e anti-comunista – principalmente os da primeira metade do século XX.

Na verdade, o termo “fascismo” parece não ter uma explicação única, já que as pessoas o utilizam para o que elas bem entendem, seja pra movimentos nacionalistas ou pra qualquer vertente política da qual sejam contrário – de maneira pejorativa.

O Nacional-Socialismo é quase sempre relacionado ao movimento fascista dos anos 20 e, também por muitos, considerado como uma “ideologia fascista”. Costuma-se dizer que o NS é uma vertente do movimento de Mussolini, ou que de alguma forma fora influenciado por este, ou mesmo que seja um Fascismo com os princípios raciais aplicados. Todas falsas afirmações, resultadas de difamação e especulação.

O Nacional-Socialismo Originou-se do Fascismo?

Tanto o Partido Fascista quando o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (NSDAP) datam do ano 1919. Assim sendo, os dois movimentos surgiram na mesma época, havendo pouco, senão nenhum, contato entre eles. O motivo por haver certas semelhanças é simplesmente por terem nascido em um contexto histórico fértil para grupos nacionalistas e anti-comunistas.

Enquanto o Nacional-Socialismo surgiu da formação de uma Cosmovisão, o Fascismo surgiu como um movimento anti-ideológico, possuía como base apenas o sindicalismo sorelista pós-marxista. Apareceu como um regime de circunstância, uma reação ao avanço comunista e anarquista na Itália. O Fascismo não apresentava uma doutrina concreta como o Nacional-Socialismo, apenas um plano contra-revolucionário em relação aos movimentos vermelhos. Em seu manifesto não havia nenhum ponto ou qualquer traço de inspiração doutrinária ou espiritual, apenas reivindicações políticas como: o voto feminino, reorganização do setor de transportes, redução da idade mínima para aposentadoria, abolição do Senado, etc… Medidas quase nada revolucionárias se comparadas às do movimento Nacional-Socialista.

No ano de 1922, ocorre a Marcha sobre Roma, quando milhares de Camisas Negras conseguem colocar Mussolini no poder. Em 9 de novembro de 1923, os Nacional-Socialistas tentam a mesma coisa em Munique, e falham, resultando em prisões em massa, inclusive do próprio Adolf Hitler. Se, de qualquer forma, o Fascismo inspirou o Nacional-Socialismo foi na idéia de um golpe de Estado e da formação de milícias paramilitares como os Camisas Negras e a SA. Nunca no plano ideológico.

Em 1920, Gottfried Feder e Adolf Hitler já haviam formulado os 25 pontos do NSDAP e, em 1925, o livro Mein Kampf fora publicado na Alemanha, enquanto Mussolini não tinha nada além de um simples discurso nacionalista e anti-comunista. As realizações do Partido Fascista eram meramente políticas e administrativas, carecendo de uma doutrina ou de uma Cosmovisão completa como o Nacional-Socialismo.

Então, em 1932, aparece o termo “fascismo” na Enciclopédia Italiana, em um espaço de 37 páginas cheio de fotos e ilustrações. Fora essa a tentativa do Mussolini – dez anos depois de subir ao poder – de incluir um aspecto doutrinário e filosófico em seu movimento. Embora o texto seja assinado pelo Duce, sabe-se que fora escrito quase inteiramente por Giovanni Gentile. Este mesmo texto depois é publicado em formato de livro em 1935 – dez anos após o lançamento de Mein Kampf.

Embora o Führer cultivasse uma amizade sincera por Mussolini por anos, de maneira nenhuma se deixou levar por suas idéias, que eram quase apenas políticas e econômicas, enquanto havia defendido uma visão de mundo completamente nova. Se Adolf Hitler admirava o Duce foi por ter liderado a Itália como o primeiro país europeu a conter o comunismo, nunca por suas idéias.

Se o movimento fascista inspirou Hitler e o Nacional-Socialismo foi apenas no plano prático: a idéia do golpe de Estado – depois abandonada pelo Führer – e a criação da SA. Porém, é muito mais provável a Cosmovisão Nacional-Socialista tenha inspirado a tentativa Fascista na criação de uma doutrina.

Algumas Medidas e Idéias do Estado Corporativo Fascista

A filosofia Fascista nunca apresentou qualquer caráter racial antes do contato com o Nacional-Socialismo. Na realidade, as primeiras correntes Fascistas anti-sionistas só surgiram após 1938 – cinco anos após a chegada de Hitler ao poder e dezesseis após Mussolini. O mais surpreendente é que havia uma quantidade razoável de Judeus no movimento Fascista e, muitas vezes, ocupando cargos importantes e, mesmo depois de 1938, pouquíssimos destes hebreus perderam suas posições no Estado “italiano”.

O Estado Fascista declarou que os Judeus estrangeiros com mais de 65 anos, e que antes de 1938 contraíram matrimônio com italianos – a mesma miscigenação que os Nacional-Socialistas tentavam IMPEDIR – eram agora considerados italianos.

Os Judeus não se assimilam, criam um Estado dentro de outro e se conservam através da parasitagem de outros povos, nunca podem ser considerados como europeus. Apenas a visão meramente política e estatal do Fascismo e outras “democracias” atuais podem aceitar sionistas em sua pátria e ainda chamá-los de nacionais!

É Possível ser Fascista e Nacional-Socialista?

Quase só conhece as semelhanças entre o Fascismo e o Nacional-Socialismo, porém suas diferenças são muito mais cruciais.

“O Estado é um meio para um fim. Sua finalidade consiste na conservação e no progresso de uma coletividade sob o ponto de vista físico e espiritual”.

“O direito humano anula o direito do Estado”.
Adolf Hitler

Pelo Nacional-Socialismo, o Estado é um MEIO de conservar a raça, de melhorar o Homem, é um instrumento orgânico criado pelo Homem para o Homem. O Estado na concepção Nacional-Socialista só existe enquanto o Povo o aceitar, pois ele existe para eles.

Somente as raças criam cultura, valores e civilização. O Estado apenas os conserva e colabora em seu progresso. O Estado é a aplicação administrativa e política de uma série de valores desenvolvidos naturalmente durante o tempo pelo próprio Povo.

“Nada fora do Estado, nada contra o Estado, tudo para o Estado”
Benito Mussolini

Para o Fascismo, o Estado é tudo. O Estado formula e põe em prática a vida do Homem. As necessidades individuais são suprimidas, enquanto a finalidade SEMPRE é o Estado. O Estado não existe para o Homem, mas o Homem para o Estado. O Estado produz, o Estado cria a Nação e as pessoas.

O Fascismo nunca acreditou em uma Comunidade natural e orgânica, não possuía a idéia do Sangue, ou mesmo de Povo, era apenas um modelo de Estado político em um espaço geográfico demarcado por mapas.

O Fascismo não difere muito das atuais “democracias”, que se constituem apenas como Estados políticos sem conservar raça e cultura e sem nenhuma moral ou valor. Assim como os governos europeus hoje aceitam imigrantes não-Arianos, o Estado Fascista também os aceitava e ainda os considerava como legítimos.

A concepção Fascista de Estado é, por princípio, puramente política e administrativa. Assim sendo, totalmente anti-natural e, conseqüentemente, anti-Nacional-Socialista. Sua visão de mundo está em um perpétuo conflito com a nossa, portanto nunca existiria um Estado que fosse simultaneamente Fascista e Nacional-Socialista.

É absolutamente impossível ser Fascista e Nacional-Socialista ao mesmo tempo por se tratarem de ideologias e doutrinas radicalmente contrárias em pontos cruciais. O Nacional-Socialismo apresenta uma visão de mundo fundamentada nas Leis Naturais e movida por nobre ideais onde a conservação e o progresso do Povo é o objetivo da vida e, através do Estado, esta finalidade é alcançada. Enquanto para o Fascismo o Povo não é nada, o Estado é tudo e as pessoas não passam de súditas do governo.

Nada temos a ver com o movimento ou com a “doutrina” fascista. Um Nacional-Socialista é apenas um Nacional-Socialista.

O Nacional-Socialismo/Nazismo é uma ditadura?

Devido há décadas de propaganda inimiga, foi criada uma imagem em que o governo Nacional-Socialista foi um Estado de terror opressivo, supressor da liberdade e um regime duro e ditatorial. O motivo de os oponentes do Nacional-Socialismo criarem essa imagem foi para amedrontar e criar uma falsa idéia dos verdadeiros objetivos de um Estado Nacional-Socialista.

É alegado que tratou-se de uma ditadura simplesmente pela dissolução do parlamento e da chamada “democracia representativa” vigente na época. A verdade é que o parlamento alemão era formado por políticos que representavam apenas os interesses de ricos e poderosos e que haviam entregado o destino da nação nas mãos de banqueiros e todo tipo de capitalista inescrupuloso, levando o país à uma das maiores crises econômicas já vistas. O poder era dividido entre inúmeros políticos – em sua maioria desonestos – com as mais diferentes ideologias políticas, formando um governo sem nenhuma responsabilidade, moral ou personalidade.

O Nacional-Socialismo substitui esse sistema de falsa democracia e aplicou o princípio de liderança natural, onde havia um representante aceito pelo Povo e que trabalhava pelos interesses deste.

Adolf Hitler, que quando jovem foi voluntário na I Guerra pra lutar por sua nação, assumiu total responsabilidade pelo destino da Alemanha e dos alemães. Teve toda a confiança do Povo para reformar totalmente a pátria, melhorou as condições socioeconômicas violentamente, acabou com o desemprego em um curto período de tempo, criou novas instituições como a Frente de Trabalho e a Hitler Jugend para restaurar nobres valores, e assim construir uma nova sociedade.

A Verdadeira Democracia

Existe a ilusão de que a democracia representativa é a melhor e mais justa forma de governo conhecida. A idéia de que o simples voto irá garantir ao Povo a chance de eleger candidatos que refletem seus interesses pessoais – sendo o voto individual – e que assim terão o controle de seu próprio destino.

A verdade é que os representantes eleitos não necessariamente defendem os interesses da Comunidade – principalmente quando trata-se de uma sociedade constituída em ideais individualistas. A democracia em seu verdadeiro sentido não é sobre votar em alguma eleição em um determinado período de tempo. Democracia e liberdade são inseparáveis, não algo egoísta como o simples voto. Democracia é a responsabilidade de fazer parte da Comunidade e colaborar com ela de uma maneira sincera e positiva.

Pelo princípio de liderança, o Führer é apenas um homem à frente do seu Povo, um condutor das massas. À ele é concedida a confiança de que incorpora os sentimos e vontades reais da nação, e assim possui a total responsabilidade por suas ações e omissões.

“Com este apelo aos eleitores eu pretendo mostrar aos outros governos que a verdadeira democracia está conosco e não hesitamos em apelar ao povo. Eu não acredito que qualquer outro governo que tivesse o poder garantido por um termo de quatro anos iria estar preparado para consultar o povo dentro de sete meses”
Adolf Hitler – 6 de Novembro de 1933

Adolf Hitler era imensamente amado e admirado. À ele foi dada a confiança do Povo alemão, que sempre foi consultado e, em momento algum – não importa o que Hollywood tente mostrar – essa confiança foi traída ou o Führer agiu contra a vontade da nação. Embora haja dezenas de filme sobre a “resistência alemã” ou sobre qualquer dissidência contra o governo Nacional-Socialista, sabe-se que os traidores e opositores do Estado não consistiam em mais de 10% da população.

Em 29 de março de 1936, pouco mais de três anos após a ascensão de Hitler ao poder, foi dada aos alemães a chance de aprovar ou desaprovar o governo Nacional-Socialista. Não foi uma eleição com base em pura propaganda como hoje em dia, mas uma consulta ao Povo sobre as ações e mudanças já realizadas. A votação ocorreu sob nenhum tipo de coerção, força ou intimidação, como observado por todos os presentes. A aprovação dos alemães foi de 44.461.278, que consistia em 98.8% dos votos. Um número nunca antes visto na História.

Em 1938, o Povo da Áustria e da Alemanha tiveram a oportunidade de decidir a favor ou contra a unificação de ambos os países. A aprovação dos austríacos foi de 99.73% dos votos, a aprovação alemã foi de 44.362.667, que representava 99.02%.

Quem possui o maior índice de aprovação popular da história pode ser o monstro cruel e ditador que a televisão, Hollywood e toda a propaganda de atrocidades diz que é? Obviamente, os oponentes do Nacional-Socialismo tem um perfil e interesses a esconder. Afinal, foram os banqueiros e capitalistas que foram expropriados pelo Estado. Foram os patrões impiedosos que foram obrigados a reformar suas fábricas, empresas e garantir mais direitos aos trabalhadores.

Assim sendo, o governo Nacional-Socialista refletia a genuína forma de democracia. Não se tratava de candidatos com mais dinheiro e mais recursos para propaganda eleitos por pessoas preocupadas apenas com si próprias e financiados por aproveitadores, mas de uma democracia real, uma aprovação verdadeira pelo Povo.

O Nacional-Socialismo é a verdadeira democracia por formar um Estado orgânico que representa os sentimentos e verdadeiros interesses do Povo. Há responsabilidade e confiança mútua. O Estado não é formado por mentiras, propaganda eleitoral, ou mesmo uma simples vitória de 50,000001% de votos, mas de uma aprovação quase total, inédita na História. O Estado Nacional-Socialista é formado pela confiança e vontade da nação.

6. E quanto ao Holocausto?

Foram escritos centenas de livros, produzidos dezenas de filmes e constantemente são inventadas novas datas para se lembrar e “comemorar” o Holocausto – o suposto genocídio de seis milhões de Judeus pelos nazistas – em uma celebração quase religiosa. De todas as difamações, essa é a mais utilizada pelos inimigos do Nacional-Socialismo, mentiras difundidas por aqueles que pretendem destruir qualquer tentativa de reorganizar o Movimento Nacional-Socialista.

Historiadores, muita vezes tendenciosos e incompetentes, que utilizam dos mesmos argumentos que seus antecessores – com base apenas em propaganda de ódio e mentiras – sem ao menos questionar ou investigar o que já foi escrito, e assim, trabalhando como verdadeiras maquinas de propaganda. Tratam a História como uma ciência exata sem permitir ao menos uma resposta ou defesa dos acusados, e quando esta ocorre, não são divulgadas por medo do lobby Sionista.

Toda a versão da História sobre os fatos ocorridos durante a Segunda Guerra foi propagada pelos vencedores. Aos Nacional-Socialistas nunca foi dado o direito de ao menos se defender das acusações. A dita História foi escrita com base em propaganda de ódio e mentiras, e não em fatos.

Os autores e historiadores sérios que ousaram questionar a versão oficial – fruto de anos de propaganda Sionista – como David Irving, Ernst Zundel, Robert Faurisson, Paul Rassinier, entre outros – sendo vários de orientação política marxista e alguns ex-prisioneiros de campos de concentração, portanto imparciais – foram banidos, tiveram suas obras proibidas e confiscadas em diversos países e alguns estão em prisão de regime semelhante à Idade Média.

A Mentira do Genocídio

O principal método de genocídio alegado é a utilização do gás Zyklob-B nas câmaras de gás. A utilização do gás mencionado foi provada ser cientificamente impossível pelo Relatório Leuchter – realizado por um engenheiro que trabalha com câmaras de gás para extermínio de verdade nas prisões americanas. As câmaras de gás foram na verdade construídas por soviéticos e americanos após a tomada dos campos de concentração, e construídas de maneira absolutamente impossíveis para realização de qualquer extermínio e estão repletas de erros gritantes e patéticos. É proibida qualquer análise séria e científica dessas, sendo a de Leuchter feita secretamente, provando que os governos tem algo a esconder.

Também não há prova alguma de que tenha existido qualquer política de extermínio, ordem oral ou por escrito de genocídio aos Judeus. Foi decidido que deveriam ser expulsos da Alemanha e, se possível, da Europa, porém algumas correntes da época defendiam a criação de um Estado Judaico ao leste europeu, mas nunca exterminados. O restante é pura distorção, difamação e especulação.

A Revisão Histórica

A intenção dos revisionistas do Holocausto não é justificar ou fazer debates políticos e filosóficos sobre o que foi o Nacional-Socialismo, mas uma análise histórica imparcial e correta sobre o que realmente ocorreu e o que não ocorreu no período da Segunda Guerra Mundial.

Graças a história do suposto Holocausto, foi tomado para os Judeus um pedaço de terra no Oriente Médio chamado Palestina, e que agora chama-se Israel. O Estado de Israel até hoje recebe bilhões de dólares de indenização da Alemanha pelos supostos crimes para se armar contra o Estado palestino. Os Judeus se tornaram um povo incriticável, pois quem os denuncia logo é taxado de “fascista” ou “nazista”. E TUDO isso depende do mito da vitimização judia do Holocausto. Os defensores da história oficial nunca realizam um debate justo com os revisionistas, mas os proíbem e os encarceram porque tem medo de que a verdade seja revelada.

Não temos a intenção de nos aprofundar no estudo do revisionismo aqui, mas apresentamos algumas indicações para os mais interessados na verdade histórica. Autores como: Arthur Butz, David Irving, Carlos Porter, S.E. Castan, Sérgio Oliveira, Ernst Zundel, Paul Rassinier, Robert Faurisson e também o Leuchter Report.

7. Serei Eu um Nacional-Socialista?

Após atingir-se a clara compreensão do que realmente se trata o Nacional-Socialismo, é necessário o abandono das antigas mentiras produzidas e divulgadas maciçamente após tantas décadas para nos difamar.

O artigo apresentado trata-se apenas de uma resposta à falsas idéias que vêm se perpetuando e, ao mesmo tempo, uma pequena introdução à doutrina Nacional-Socialista livre de distorções ou interpretações tendenciosas.

Revolução Pessoal

Um verdadeiro Nacional-Socialista nasce predestinado a tal, não basta apenas adquirir conhecimento básico, mas possuir a boa índole e instinto digno de uma pessoa honrada. De nada adianta o estudo quando a essência pessoal é incompatível à essência do Nacional-Socialismo. Muitos que possuíam idéias e uma concepção de mundo totalmente contrária à nossa conseguiram despertar porque eram Nacional-Socialistas natos.

O Nacional-Socialista é um idealista por excelência, luta pela criação de uma nova sociedade fundamentada em nobres valores. A vida deixa de ser uma busca pela felicidade pessoal e pelos prazeres e passa a ser uma luta pelo que é certo. Abrimos mão do individualismo e da mentalidade egoísta e burguesa para vivermos de uma maneira digna e honrada.

Devemos perceber que estamos engajados na maior luta da história, não lutamos por dinheiro ou por conquistas territoriais, mas pela preservação da própria vida. O Nacional-Socialismo luta por um novo modo de vida, um modo de vida honrado e sincero. Nós lutamos por algo que é puro e correto.

É necessária a realização de uma revolução pessoal: a destruição de antigas idéias e falsos valores e a compreensão e aceitação de novos. O Nacional-Socialista aceita e compreende as Leis Naturais. Somos manifestação da Natureza e parte de um ambiente aonde nossas ações influenciam à todos ao nosso redor.

Devemos conhecer e nos orgulhar da cultura de nossos antepassados, pois eles são parte de nós, assim como seremos de nossos filhos. O que somos hoje é produto de nossas primeiras gerações. Nossos mitos e nossa cultura revelam a Cosmovisão de nossa raça. A raça Ariana possui um espírito nobre e guerreiro, um espírito adormecido, mas que está a ser despertado. A solução para nossa salvação encontra-se em nossa própria cultura, em nossos próprios valores, em nosso próprio Sangue. Após a realização da revolução pessoal, encontraremos a nossa salvação pelo auto-conhecimento, encontraremos essa resposta ao olharmos para dentro de nós mesmos.

Conclusão

O modo de vida Nacional-Socialista é orientado pelo caminho da Honra pessoal e da consciência pelo que é correto e justo. O Nacional-Socialista é um exemplo de pessoa honrada e de nobre espírito. A liberdade espiritual é atingida e as falsas morais são derrubadas. Estamos em busca da criação de um Novo Homem, um Homem livre disposto a perseguir seu próprio destino em rumo à superação pessoal. O Nacional-Socialismo trata-se de uma busca pela excelência e criação de uma sociedade melhor e mais digna.

Estamos de mãos atadas, presos e reprimidos pelos nossos próprios governos. É impossível à um Nacional-Socialista não revoltar-se contra a atual situação em que o mundo encontra-se e essa realidade doentia. Lutamos para alcançar nossa própria liberdade, a liberdade de controlarmos nosso próprio destino. Estamos em guerra contra o tempo. Você está disposto a encarar o ódio e a perseguição de inimigos e traidores? Está disposto a desafiar a tirania e libertar-se da escravidão que encaramos? Poderá abrir mão de prazeres fúteis para lutar por algo que acredita do fundo do coração e que sabe estar correto? Pode encarar a vida como uma luta pela nossa própria liberdade? Até quando aceitaremos a repressão e ficaremos calados? É a hora de acordarmos, é hora de fazermos algo! É a hora de levantar e erguer o braço direito!

Categories: Linhas Gerais
  1. aperta o botão vermelho putin-medvedev..per favore!88
    December 2, 2010 at 9:26 am

    é hora de encarar o sistema e jogar sujo com ele como ele joga conosco..sabota-los como eles nos sabotam..

    • lucassouza24
      January 8, 2011 at 4:33 pm

      Mas isto vocês sempre fizeram.

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