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ISRAEL ATACA COMBOIO DE AJUDA HUMANITÁRIA AOS PALESTINOS

Um comboio de seis navios que transporta ajuda humanitária para os palestinos partiu para Gaza neste domingo, desafiando um bloqueio de Israel-Estados Unidos ao território empobrecido e advertências de que a carga será interceptada.

Os navios, liderados por uma embarcação turca com 600 pessoas a bordo, partiu de águas internacionais em uma região próxima ao Chipre, na tarde de domingo.

“Se tudo correr bem e não houver problemas ou interrupções de qualquer tipo, deverá chegar a Gaza por volta das 14 horas de amanhã [segunda-feira], no horário local”, disse Mary Hughes-Thompson, porta-voz do Movimento Gaza Livre, um dos organizadores.

Israel já informou que irá impedir que o comboio chegue a Gaza, governada pelo Hamas, um pedaço de território deserto que Israel tem bloqueado nos últimos três anos, impedindo a chegada de alimentos, remédios e água para a população local.

Comandos navais israelenses realizaram treinos para a prática de embarque e busca em navios. Os ativistas enfrentam detenção e deportação. A carga deverá ser apreendida e examinada antes de uma possível transferência por Israel para Gaza, segundo militares israelenses.

A frota foi organizada por grupos pró-palestinos e uma organização turca de direitos humanos. A Turquia pediu a Israel que permita a passagem com segurança e afirmou que o comboio carrega 10 mil toneladas de ajuda humanitária.

A Turquia muçulmana é um dos mais próximos aliados de Israel no Oriente Médio, mas o relacionamento entre os dois países vem se deteriorando. O primeiro-ministro turco Tayyip Erdogan tem criticado frequentemente as políticas do Estado judaico em relação aos palestinos.

Israel e Egito fecharam as fronteiras vizinhas de Gaza após o Hamas, que rejeita o Estado judaico, ter dominado o território em 2007. A tensão na região se mantém elevada desde a devastadora ofensiva israelense em dezembro de 2008 e janeiro de 2009, em Gaza.

A população de Gaza, que conta com ajuda das Nações Unidas, sofre com a escassez de água e medicamentos. Israel criou um campo de detenção de ativistas na cidade costeira de Ashkelon e disse que qualquer ajuda deve ser entregue avaliação antes de ser distribuída em Gaza por meio de canais aprovados por Israel.

  1. Helio
    November 28, 2010 at 6:47 pm

    MENTIRAS, MENTIRAS DIABÓLICAS, DISTORÇÃO DOS FATOS HISTÓRICOS.
    EU REPUDIO OS ARTIGOS DESTE SITE.

    • December 1, 2010 at 4:35 am

      Quem distorce os fatos históricos são os sionistas, aqui você encontra a VERDADE!

  2. Helio
    November 28, 2010 at 6:48 pm

    ESSE SITE DEVE TER O DEDO DIABÓLICO DO CATOLCISISMO ROMANO E SEUS AGENTES DEMONIACOS.

    • December 1, 2010 at 4:36 am

      Nem cristão eu sou, judeu babaca.

  3. Helio
    November 28, 2010 at 6:55 pm

    A INCOERÊNCIA E INTOLERÂNCIA DAS NAÇÕES ÁRABES VISIVELMENTE ESCANCARADA NO MAPA DO ORIENTE MÉDIO

    O mapa do Oriente Médio escancara uma vergonha para as nações que perseguem Israel e que defendem as nações árabes e a divisão da terra de Israel, um mapa que mostra a total e completa intolerância, incoerência dos paises árabes, dos descendentes de Ismael, que possuem terras e mais terras, possuem um vasto, um extenso, um imenso território, enquanto a Israel não é dado sequer o direito de possuir uma faixa estreita de terra que lhes pertence por direito, prometido por ninguém mais do que o próprio DEUS, a autoridade máxima e inquestionável.
    Pior do que essa intolerância, é a existência do povo palestino, que na realidade jamais existiu, é uma farsa, uma fraude dos povos árabes, pois os palestinos na verdade são árabes que foram empurrados para aquela faixa de terra para justificar o conflito e o litígio pela terra, para desarraigar Israel da que terra que lhes pertence por direito.
    Sobre o surgimento fraudulento do povo palestino e seu principal propósito, iremos falar com mais detalhes mais adiante.

    E ESSA VERGONHA, ESSA FRAUDE É LEGITIMADA PELAS NAÇÕES E PELA IMPRENSA INTERNACIONAL TENDENCIOSA, OUTRO ASSUNTO QUE IREMOS ABORDAR COM MAIORES DETALHES, COMENTÁRIOS E PROVAS FOTOGRÁFICAS.

    DEUS prometeu que Ismael, que deu origem ao povo árabe, seria abençoado, e pelo mapa podemos ver, constatar isso vendo o vasto território, faixas de terra que pertence aos povos, as nações árabes.
    Entretanto, a terra de Canaã, onde Israel está, pertence a eles por direito.
    É só dar uma olhadinha no mapa do oriente médio e você verá a total incoerência e intolerância das nações árabes, você verá os vastos territórios da Síria (Syria), do Iraque (Iraq), do Iran, da Jordânia (Jordan), da Arábia Saudita (Saudi Arábia), do Egito (Egypt), da Líbia (Libya), do Sudão (Sudan), do Iêmem (Yemen), e entre eles, uma pequenina, uma estreita faixa de terra indicada por uma seta destacada em vermelho, mostrando a pequenina Israel.

    NEM PRECISAMOS COMENTAR MUITO, O MAPA MOSTRA TUDO (FALA POR SI MESMO), MOSTRA COMO É VERGONHOSA A REINVINDICAÇÃO DOS ÁRABES, DAS NAÇÕES UNIDAS-ONU, DAS NAÇÕES MUNDIAIS E DA IMPRENSA MUNDIAL.
    PARECE-ME QUE FICA CLARO QUE SE EXISTE UMA INTOLERÂNCIA, NÃO É DOS JUDEUS, QUE SE ACOSTUMARAM A SER DISCRIMINADOS, ENCURRALADOS EM GUETOS, PEQUENAS FAIXAS DE TERRA, MAS A INTOLERÂNCIA É DAQUELES QUE NÃO QUEREM PERMITIR AOS JUDEUS, A ISRAEL, O DIREITO DA TERRA, O DIREITO DE EXISTIR.
    PARA ESTAS NAÇÕES, PARA A ONU E PARA A IMPRENSA MUNDIAL, SERIA MELHOR QUE O MAPA DO ORIENTE MÉDIO NÃO EXISTISSE, POIS OLHANDO ESTE MAPA, FICA CLARO QUE A ONU É UMA ORGANIZAÇÃO COM PROPÓSITOS DÚBIOS, CORRUPTOS E MALIGNOS.

    O Vasto Território pertencente aos Árabes em comparação com o Território de Israel

    INTERESSANTE QUE AO ACESSAR UM SITE SOBRE ESSA QUESTÃO DAS TERRAS, UM INTERNAUTA ESCREVEU O SEGUINTE:

    Em 1946 a ONU dividiu o território da Palestina em duas partes. 60% para Israel e 40 para os Palestinos. Hoje Israel controla 95% do território das duas partes. E a cada dia expande mais colônias em áreas destinadas pela ONU para os palestinos.

    O RESTANTE QUE ESSE INDIVÍDUO ESCREVEU, NEM VALE A PENA REPRODUZIR.
    VAMOS ANALISAR APENAS A DECLARAÇÃO ACIMA, COM BASE NO MAPA TAMBÉM ACIMA.
    ANTES DE QUALQUER COISA, PRECISAMOS CONSIDERAR O SEGUINTE:
    • O PRIMEIRO ASPECTO, NUNCA EXISTIU UM POVO PALESTINO COMO VEREMOS LOGO ABAIXO.
    OS PALESTINOS SÃO NA VERDADE POVOS ÁRABES EMPURRADOS PARA AQUELA REGIÃO PARA JUSTIFICAR UM CONFLITO, UM LITÍGIO POR TERRAS QUE NÃO LHES PERTENCEM.
    A ISTO, QUERO ACRESCENTAR AS SEGUINTES PERGUNTAS DE OUTRO INTERNAUTA DESSE MESMO SITE:
    Se vocês estão tão seguros de que a Palestina, o país, foi fundado há muitos séculos, ou gerações, e está registrada através da História escrita, espero que estejam capacitados a responder às perguntas abaixo:
    – Quando foi fundada e por quem?
    – Quais eram as suas fronteiras?
    – Qual a sua capital?
    – Quais eram as suas grandes cidades?
    – Qual era a base de sua economia?
    – Qual a sua forma de governo?
    – Você pode citar pelo menos um líder palestino antes de Arafat?
    – A Palestina foi reconhecida por algum país cuja existência, naquele tempo ou agora, não deixa margem a interpretações?
    – Qual era a língua falada no país Palestina?
    – Qual a religião que prevalecia no país Palestina?
    OU SEJA, NUNCA EXISTIU UMA TERRA CHAMADA PALESTINA, UM POVO CHAMADO PALESTINO, SIMPLESMENTE NÃO HÁ REGISTROS HISTÓRICOS NA ANTIGUIDADE QUE COMPROVEM TAL FATO.
    EM CONTRAPARTIDA, A EXISTÊNCIA DE ISRAEL, SUA HISTÓRIA, SEUS REIS (GOVERNANTES), E SUA RELAÇÃO COM AQUELA TERRA, ESTÃO FARTAMENTE DOCUMENTADOS E REGISTRADOS NO MAIOR DE TODOS OS DOCUMENTOS HISTÓRICOS, A BÍBLIA.
    E SE CONSIDERARMOS, QUE OS POVOS PALESTINOS SÃO NA VERDADE POVOS ÁRABES, É IMPOSSÍVEL NÃO PERCEBER NO MAPA A INJUSTIÇA QUE É ESSA DIVISÃO DE TERRAS, A DESPROPORÇÃO ENTRE AS TERRAS PERTENCENTES À ISRAEL E AOS POVOS ÁRABES.
    ENTÃO, QUEM DEFENDE A IDÉIA DE QUE A TERRA DE ISRAEL DEVE SER DIVIDIDA MEIO A MEIO (50% PARA ISRAEL E OS OUTROS 50% PARA OS ASSIM CHAMADOS PALESTINOS), EU FAÇO A SEGUINTE PERGUNTA:
    POR QUE ENTÃO NÃO DIVIDIR TAMBÉM MEIO A MEIO, O RESTANTE DE TODAS AS TERRAS PERTENCENTES AOS ÁRABES (JÁ QUE OS PALESTINOS SÃO NA VERDADE POVOS ÁRABES), OU SEJA, 50% DE TODAS AS TERRAS ÁRABES PASSAREM A SER DE ISRAEL E OS OUTROS 50% PARA OS ÁRABES.
    NÃO SERIA UMA DIVISÃO JUSTA???
    COM CERTEZA OS POVOS ÁRABES NÃO CONCORDARIAM COM TAL PROPOSTA, CHAMARIAM ESSA PROPOSTA DE ABSURDA, UMA GRANDE OFENSA.
    ENTÃO PORQUE ISRAEL DEVE ACEITAR VIVER NUMA TERRA QUE JÁ É TÃO PEQUENINA (NUMA FAIXA TÃO ESTREITA DE TERRA), E AINDA ACEITAR DIVIDÍ-LA???

    • O SEGUNDO ASPECTO, É QUE COMO VIMOS CLARAMENTE EM TODAS AS CITAÇÕES BÍBLICAS, AQUELAS TERRAS PERTENCEM À ISRAEL, AO POVO JUDEU.
    E SE POR OUTRO LADO, FORMOS CONSULTAR O CORÃO, LIVRO DOS POVOS ÁRABES, DA RELIGIÃO MUÇULMANA, NÃO VAMOS ENCONTRAR UMA ÚNICA REFERÊNCIA OU REGISTRO HISTÓRICO QUE COMPROVE QUE AQUELAS TERRAS PERTENCEM AOS ÁRABES OU AOS PALESTINOS, APESAR DAS NAÇÕES ÁRABES AFIRMAREM O CONTRÁRIO, QUE OS JUDEUS NÃO TEM NENHUMA RELAÇÃO COM AQUELA TERRA.
    MAS QUANDO VAMOS AOS FATOS, QUANDO EXAMINAMOS E COMPARAMOS A BÍBLIA E O CORÃO, A MENTIRA DOS ÁRABES É DESMASCARADA.
    E OS MESMOS QUE GRITAM CONTRA ISRAEL EM DISCURSOS INFLAMADOS, SÃO OS MESMOS HIPOCRITAS QUE NÃO DIVIDIRIAM O QUE É SEU COM OS OUTROS.
    OU DIVIDIRIAM???
    VAMOS FAZER O SEGUINTE:
    QUE TAL VOCÊ AI QUE DEFENDE TANTO OS POVOS ÁRABES E OS CHAMADOS PALESTINOS, ME DAR:
    • 50% DO SEU CARRO
    • 50% DAS SUAS TERRAS
    • 50% DA SUA CASA
    • 50% DE TUDO QUE TE PERTENCE.
    QUE ACHOU DA PROPOSTA??? TOPA???
    ENTÃO POR FAVOR, É PRECISO UM POUCO DE BOM SENSO QUANDO ANALISAMOS CERTAS QUESTÕES, AINDA MAIS QUANDO NÃO TEMOS NENHUM CONHECIMENTO DE CAUSA E NOS DEIXAMOS LEVAR POR UMA MÍDIA TENDENCIOSA E COVARDE, POR INSTITUIÇÕES E PESSOAS QUE QUEREM VER O CIRCO PEGAR FOGO.

    A REINVINDICAÇÃO DOS POVOS, DAS NAÇÕES ÁRABES, DOS ASSIM CHAMADOS “PALESTINOS”, É UMA VERGONHA, UMA GRANDE FARSA.
    E O MAPA DO ORIENTE MÉDIO ESCANCARA ESSA VERGONHA DE UMA FORMA VISÍVEL E ESCANDALOSA.
    E MUITO PIOR QUE A REINVINDICAÇÃO DOS POVOS ÁRABES E DOS INTITULADOS “PALESTINOS”, É A CONIVÊNCIA DAS NAÇÕES E DA IMPRENSA MUNDIAL RESPALDANDO TAL REINVINDICAÇÃO. UMA VERGONHA!

    • December 1, 2010 at 4:38 am

      Eu acho que os judeus, de fato, tem direito aquelas terras que pertenceram a seus antepassados. Mas apóio os árabes, porque eles acham que nós brancos não temos direito as nossas terras.

  4. Helio
    November 28, 2010 at 7:39 pm

    ABAIXO OS MOTIVOS PORQUE CREIO QUE ESTE SITE TEM O DEDO DIABÓLICO DO CATOLICISMO ROMANO E SEUS AGENTES MALIGNOS
    O Massacre dos Sérvios – Ante Pavelic e o Catolicismo Croata Clandestino
    Os líderes legais da Croácia, embora sendo católicos, desconfiavam das ambições políticas do Vaticano, e com justiça, hesitavam em colaborar com os esforços da igreja católica.
    Assim , foi preciso que eles formassem um exército ilegal de terroristas pró-Vaticano. Esse grupo de ustachis foi encabeçado pelo líder da Intermare, Ante Pavelic, em parceria com o arcebispo croata Aloysius Stepinac. Estes dois arquicriminosos foram responsáveis por muitos assassinatos, inclusive o do rei iugoslavo Alexandre e do ministro do Exterior francês, Louis Barthou (em 1934), bem como do líder do Partido Camponês Croata, Radich (em 1928). Radich havia alertado e se oposto às maquinações do Vaticano, e por esse motivo, precisou ser eliminado.
    Por toda a Europa, sob a liderança de Pavelic, os ustachis foram responsáveis por assassinatos, explosões de bombas em lugares públicos, chantagem, ameaças a outros terroristas que visavam atingir a ordem vigente na Iugoslávia e formar um Estado católico croata independente. A diplomacia do Vaticano fez sua parte, visando atingir o objetivo. Apoiado com fundos, vindos tanto de Mussolini como do Vaticano, os ustachis cresceram em número e força, tanto que, quando Hitler entrou na Iugoslávia, eles estavam prontos para comandar um regime servil nazista encabeçado por Pavelic.

    Ante Pavelic e seus ustachis dispunham de uma máquina de propaganda que divulgava o revisionismo histórico e incitava o ódio racial nacionalista croata, apelando ao mais baixo nível de preconceito e superstição. A população da Croácia no final da década de 20 era composta de cerca de três milhões de católicos romanos, cerca de dois milhões de sérvios ortodoxos, um milhão de muçulmanos e cerca de 50.000 judeus.
    Os ustachis propuseram uma solução atrativa para os que desejavam ver os croatas no controle do país: todos os não-católicos e não-croatas deveriam ser eliminados através de deportação ou extermínio.
    Para alcançar esse objetivo, a Croácia tinha de conseguir a sua independência da Iugoslávia. Para isso, Pavelic já havia estabelecido na Hungria e na Itália, em 1929, campos de treinamento de suas guerrilhas ustachis. A partir dessas bases, os ustachis se deslocavam para praticar seus atos de terrorismo contra o governo iugoslavo. As guerrilhas ustachis eram treinadas pela milícia fascista italiana, usavam uniformes negros, imitavam os passos de ganso e usavam a saudação feita com o braço estendido, aguardando ansiosamente o dia em que poderiam “libertar” seu país. Esse momento chegou quando o exército alemão entrou em Zagreb, a capital da Croácia, e convocou Pavelic que estava na Itália.
    A Conexão Católica
    A maior parte do clero católico da Croácia continuou apoiando fanaticamente Pavelic e seu regime incrivelmente maligno.
    Até mesmo medalhas foram concedidas por Pavelic a freiras e padres, o que acabou revelando publicamente o fato de que muitos deles (líderes da igreja católica) desempenhavam papéis importantes ao lado de militantes ustachis.
    Frades franciscanos foram os que mais se juntaram aos batalhões da Ustacha. No que se refere às relações de Pavelic com o alto clero da igreja católica, dois historiadores investigativos escreveram:
    Quando os alemães entregaram Zagreb aos ustachis, o arcebispo Stepinac da Croácia imediatamente ofereceu seus cumprimentos ao paglavnik e organizou um banquete para celebrar a fundação da nova nação. Sendo o líder dos croatas, ele ordenou que no domingo de Páscoa fosse pregada em todos os púlpitos das igrejas católicas da Croácia a proclamação do Estado independente e conseguiu que Pavelic fosse recebido pelo papa Pio XII em Roma.
    Logo que Pavelic assumiu o poder, o arcebispo Stepinac emitiu uma carta Pastoral ordenando que o clero croata apoiasse o novo Estado Ustacha. Esta bem documentado o envolvimento do clero católico tanto na participação ativa como abençoando o Holocausto perpetrado pelos ustachis.
    Miroslav Filipovic, um monge franciscano, liderou o campo de concentração de Jasenovac durante dois anos, período em que ordenou o extermínio de nada menos do que 100.000 vítimas, em sua maioria sérvios ortodoxos. O arcebispo Stepinac liderou o comitê responsável pelas “conversões forçadas” ao catolicismo, feitas sob ameaça de morte. Ele também era o Supremo Capelão Militar Apostólico do Exército Ustacha, que exterminava os que não se convertiam. Stepinac era conhecido como o “padre confessor” dos ustachis e continuamente outorgava as bênçãos da “santa madre igreja” a eles e às “suas atividades”.
    Entre os clérigos mais infames da igreja católica, além do cardeal Stepinac, estavam o padre Vilim Cecelja (mais tarde figura-chave na rota de fuga dos criminosos de guerra nazista), que, como sacerdote, presidiu a cerimônia de consagração de Pavelic, e o bispo Gregório Rozman (de Lubljana) e Ivan Saric (de Sarajevo). Cecelja servia como vice-capelão da milícia ustachi, onde ocupou a patente de tenente-coronel. Conhecido na Bósnia e Herzegovina como o “carrasco dos sérvios”, Saric declarava que o Deus Todo-Poderoso estava por trás do movimento dos ustachis e que Sua benção estava especificamente sobre sua determinação de livrar o mundo dos judeus.
    Como recompensa por seu trabalho para o Vaticano, Stepinac posteriormente foi eleito cardeal.
    Embora seus crimes fossem bastante conhecidos, Pavelic foi recebido no Vaticano e abençoado pelo papa Pio XII.
    “Quando o ministro britânico designado para o Vaticano, em audiência particular se aventurou a chamar a atenção do papa sobre os acontecimentos na Croácia, ele (o papa Pio XII) referiu-se a Pavelic como “um homem muito caluniado”.

    O Massacre dos Sérvios
    Ao contrário dos alemães, que estavam interessados apenas no mais rápido e eficiente meio de extermínio em massa, os ustachis católicos e seus aliados, os padres e bispos que participavam e davam as suas bênçãos, sentiam grande prazer em “torturar antes de matar.
    A maioria de suas vítimas não eram fuziladas, mas sim estranguladas, afogadas, queimadas ou esfaqueadas até a morte.
    Os sérvios eram encurralados pela Ustacha nas igrejas ortodoxas (como os Cruzados haviam feito com os judeus em épocas passadas), cujas portas eram fechadas, e em seguida, incendiadas. Uma foto dessa época mostra os ustachis sorrindo para a câmera, sentados diante de uma mesa onde estava o corpo de um comerciante sérvio que eles haviam castrado, estripado, perfurado com facas e queimado até ficar irreconhecível”
    As estimativas do número de vítimas excedem a um milhão, esse deve ser um número realista.
    A Iugoslávia em seus julgamentos de crimes de guerra calculou que entre 700.000 e 900.000 vítimas foram “torturadas e assassinadas… (nas) duas dúzias de campos de concentração” existentes na Croácia, e dezenas de milhares de pessoas jamais alcançaram os campos. Dentre elas, havia muitos judeus, mas em sua maioria eram sérvios ortodoxos, a quem era dada a escolha entre a conversão ao catolicismo romano ou a morte.
    Tanto na Iugoslávia quanto na Ucrânia, os padres, bispos e cardeais católicos romanos, com o pleno conhecimento do Vaticano, participaram e deram as suas bênçãos a alguns dos mais sangrentos e bárbaros massacres da guerra, visando entregar ao catolicismo romano o controle sobre aquelas regiões.
    Fitzroy Maclean, que era o elo militar entre o exército britânico e os membros do Partido Ustachi, escreveu em um relatório:
    Os massacres começaram com força final em junho (de 1941) e continuaram durante todo o verão, aumentando em abrangência e intensidade, até que em agosto o terror atingiu o seu ápice.
    O sangue corria por toda a Bósnia. Bandos de ustachis andavam pelo interior do país com facas, porretes e metralhadoras assassinando homens, mulheres e crianças sérvias, profanando igrejas, matando os sacerdotes sérvios, assolando as vilas sérvias, torturando, raptando, queimando e afogando. Matar tornou-se uma espécie de culto, uma obsessão.
    O ustachis competiam entre si para ver quem conseguia matar mais “inimigos”. A fim de impressionar o poglavnik – Pavelic – e serem promovidos ou elogiados por seu “heroísmo”, os bandos posavam para fotos juntamente com suas vítimas. Algumas dessas fotografias foram apreendidas – mas são horrendas demais para serem reproduzidas – e mostravam ustachis degolando um sérvio com um machado, serrando o pescoço de outro, carregando um cabeça pelas ruas de Zagreb. Em todas elas os ustachis estão sorrindo e se espremendo para aparecer na foto. Alguns ustachis colecionavam os olhos dos servios que haviam matado, enviando-os, quando tinham o suficiente, ao poglavnik, para sua inspeção ou exibiam-nos orgulhosamente, junto com outros órgãos humanos, nos cafés de Zagreb.
    Até mesmo os nazistas acabaram ficando enojados com as atrocidades dos ustachis e intervieram na ocasião, resgatando as vítimas e até mesmo desbaratando um regimento ustachi em 1942 para evitar mais atrocidades.
    A Hipocresia Sem Limites do Vaticano
    O Vaticano, que desempenhou um papel importante nos massacres dos sérvios pelos ustachis e depois contrabandeou clandestinamente a maioria dos genocidas para a liberdade, nega que haja sangue em suas mãos (claro que não há sangue em suas mãos, pois apocalipse não fala que ela está com as mãos sujas de sangue, mas ela na verdade está toda, totalmente embriagada com o sangue das suas vítimas) e tenta ficar ensinando paz e moralidade ao mundo.
    Em janeiro de 1993, durante o seu “discurso sobre o estado do mundo”, o papa falou que “a guerra na Bósnia-Herzegovina está humilhando a Europa, e a comunidade internacional tem o dever de desarmar o agressor se os outros meios falharem”. Embora ele não mencionasse diretamente os sérvios, deixou implícito serem eles os agressores a quem estava se referindo.
    Fica claro que a hipocresia do Vaticano não tem limites! – extraído das pág. 27, 28, 29, 30, 31, 32, 33 e 35 (volume 2)

    O Apoio da igreja católica ao Anti-Semitismo Nazista
    O padre Senn chamava Hitler de “o instrumento de DEUS, convocado para eliminar o judaísmo”.
    O nacional-socialismo, dizia ele, oferecia “a última grande oportunidade para se livrar do jugo judaico”.
    A igreja católica cooperou plenamente com os nazistas no sentido de “selecionar as pessoas de origem judaica…” Um padre escreveu no Klerusblatt: “Também neste ministério pelo povo cooperaremos da melhor forma possível”.
    A igreja católica prosseguiu com essa “cooperação diabólica” durante toda a guerra, mesmo quando ser judeu significava “deportação e completa destruição física”. A igreja católica estava bem a par da tenebrosa sorte dos judeus. Num discurso em 30 de janeiro de 1939, apenas alguns meses antes de seu ataque à Polônia desse início à guerra, Hitler declarou que se a guerra estourasse, o resultado seria o extermínio da raça judaica.
    O que o Vaticano e os Bispos Alemães Sabiam
    Os líderes católicos se opunham ao nazismo somente quando ele entrava em conflito com os “assuntos e interesses da igreja”.
    O especialista de Hitler para o extermínio, Rudolf Hoss, escreveu em Commandant of Auschwitz (Comandante de Auschwitz): “Quando soprava um vento forte, o cheiro de carne queimada era levado a muitas milhas e fazia a vizinhança inteira comentar sobre a queima dos judeus”. Ele observa também, a respeito de outro campo, que sempre que um furgão passava carregado de vítimas, até mesmo as crianças alemãs gritavam nas ruas: “Aí vem o furgão assassino outra vez!”
    A igreja católica sabia muito bem o que estava acontecendo, mas fechava seus olhos e seus lábios, tornando-se cúmplice direto do assassinato, queima e extermínio dos judeus, pois não apenas colaborava com o 3° Reich Alemão, mas havia assinado um acordo, uma concordata que a beneficiava em alguns milhões de dólares .
    Impossível Fugir da Culpa
    Quando milhares de alemães antinazistas foram torturados até a morte nos campos de concentração de Hitler, quando a elite intelectual polonesa foi dizimada, quando centenas de milhares de russos morreram como resultado de serem tratados como eslavos Untermenschen (subumanos), e quando seis milhões de seres humanos foram assassinados por serem “não-arianos”, os representantes da igreja católica na Alemanha apoiavam o regime que perpetrava esses crimes. O papa em Roma,” líder espiritual” e ” instância moral” suprema da igreja católica romana, manteve-se em silêncio.
    Em face desta que foi uma das maiores depravações morais que a humanidade já foi forçada a presenciar nos séculos recentes, os ensinos morais da igreja católica, (supostamente) dedicados ao amor e à caridade, não se fizeram ouvir a não ser como vagas generalizações. – extraído das pág 9, 10, 11, 14 e 15 (volume 2)
    A igreja católica e o Terceiro Reich de Hitler
    Os católicos, em número cada vez maior, correram para apoiar o Terceiro Reich de Hitler.
    Organizações como Kreuz und Adler (Cruz e águia) foram formadas com eminentes professores católicos de teologia, tais como Otto Schilling e Theodor Brauer, jornalistas como Emil Ritter e Eugene Kogo, e outros líderes católicos se engajaram no apoio ao novo regime nazista.
    Hilter garantiu à igreja católica que ela nada teria a temer do Nacional Socialismo, enquanto cooperasse totalmente. Os bispos “apelaram para o apoio ao programa do governo de “rejuvenescimento espiritual, moral e econômico.”
    Como Hitler era um católico nas boas graças da igreja católica, isso deu crédito às suas promessas de parceria pacífica com ela. Ele havia crescido numa família católica tradicional, assistia regularmente à missa, havia servido como coroinha e até sonhado em certo tempo tornar-se padre, e havia freqüentado a escola, quando garoto, num mosteiro beneditino em Lambach (Áustria).
    O abade era profundamente envolvido com misticismo ocultista oriental, e foi nesse mosteiro que Hitler descobriu a suástica hinduísta que mais tarde adotaria. Depois que subiu ao poder, tampouco Hitler deixou de assistir os serviços da igreja católica de tempos em tempos.

    O coronel da SS Rudolf Hoess, comandante de Auschwitz, e um dos maiores assassinos de massa da história, também cresceu numa devota família católica, que esperava vê-lo tornar-se padre. Ele era dedicado à família, gostava de animais e era fanático adepto da religião nazista de Hitler. Em sua autobiografia ele disse: “deixem o público continuar a me observar como a besta sedenta de sangue, o sádico mais cruel… eles não poderiam entender como o comandante de Auschwitz tinha coração e não era tão mau”.
    A SS em muitos aspectos foi modelada segundo a Ordem Jesuíta, que Himmler havia estudado e admirado.
    Incrivelmente o juramento da SS terminava com as palavras: “Assim DEUS me ajude”.
    Seu catecismo “consistia de uma série de perguntas e respostas semelhantes a esta: – Pergunta: Por que vocês acreditam na Alemanha e no Fuhrer? Resposta: Porque cremos em DEUS, cremos na Alemanha que ele criou em Seu mundo, e no Fuhrer Adolf Hitler que ele nos enviou”
    Agora eu pergunto: Pode haver insanidade maior???
    Os judeus podiam ser exterminados em nome de DEUS pelos “bons católicos”, porque durante séculos a sua “santa igreja católica”, havia ensinado e adotado a perseguição e o extermínio dos judeus como sua política oficial, e demonstrado ser essa a vontade de DEUS. – extraído da pág. 278, 279 e 280 (volume 1)
    Aqui cabe um comentário: Recentemente recebi um e-mail, no qual o atual papa, Joseph Ratzinger, estava usando um uniforme nazista com a suástica.
    Então, com certeza, é de se presumir que não há qualquer mudança na política oficial de Roma, ela continua sendo a mesma.
    Muitos poderão dizer: Mas como você foi cair nessa! Deve ser uma montagem!
    De Roma eu espero tudo. A história revela que o Vaticano nunca escondeu a sua simpatia por Hilter e parceria com o seu regime sanguinário, principalmente porque não podia dizer não a uma oferta irrecusável, de dividir o poder com o regime do 3° Reich.
    Não se engane, a política de Roma não mudou e jamais mudará, pois esta política faz parte da sua natureza maligna que irá desempenhar o papel da meretriz do apocalipse.
    Ou que desígnio e intenção tem o Vaticano ao empossar como “papa” um simpatizante do nazismo???
    E você irá ficar ainda mais surpreso ao ler logo abaixo o que o Dave Hunt fala sobre o cargo que o atual papa “Joseph Ratzinger” ocupava no papado de João Paulo II.
    A Inquisição Atual
    Roma deve fazer uma clara escolha: Ou seu zelo na tortura e assassinato de tantas vítimas inocentes é algo que ela deve se orgulhar ou algo para se envergonhar.
    Sem dúvida Roma não se arrepende de seus pecados (e nem há se arrepender, pois a respeito dela, a meretriz do apocalipse, está claramente profetizado a respeito da sua natureza maligna e o seu fim).
    E como consequência disso, não é nenhuma surpresa que o Ofício da Inquisição ainda ocupe o Palácio dos Inquisidores anexo ao Vaticano, embora sob o novo nome de “Congregação para a Doutrina da Fé”.
    O seu atual Grande Inquisidor, que presta contas diretamente para o papa, é o ex-arcebispo de Munique, o cardeal Joseph Ratzinger, a quem a revista Time chamou de “o cardeal mais poderoso do mundo e principal fortalecedor dos dogmas da igreja católica…”
    Uma Hipocrisia Monumental
    A igreja católica tem sido a maior perseguidora que o mundo já conheceu, tanto de judeus como de cristãos. Ela tem martirizado mais cristãos do que a Roma pagã e o islamismo juntos. Excedendo até mesmo Mao e Stalin, os quais, no entanto, nunca afirmaram estar agindo em nome de CRISTO.
    A Roma católica não possui rival entre as instituições religiosas no que diz respeito a ser qualificada como a mulher que está “embriagada com o sangue dos santos e com o sangue das testemunhas de JESUS” (Apocalipse 17-6).
    Ainda que João Paulo II, em seu tratado Veritatis Splendor, tenha tido a audácia de falar sobre os santos católicos “que deram testemunho e defenderam a verdade moral a ponto de suportarem o martírio…”, o que dizer então dos milhões que a igreja a qual ele pertence massacrou, por sua consciência moral e do entendimento de que a Palavra de DEUS não coincidia com a pregação de Roma!

    O silêncio do Vaticano com respeito aos seus infames e incontáveis crimes contra DEUS e a humanidade, ressoa em ouvidos surdos.
    Muito pior é a hipocrisia que permite que essa mulher assassina pose como a grande mestra e um exemplo de obediência a CRISTO. – extraído das pág. 265 e 266 (volume 1)
    Hipocrisia sem Limites
    Os defensores de Pio XII insistem que durante a guerra o seu silêncio diante do Holocausto foi ditado pela necessidade da Igreja de permanecer neutra. Porém, quando a guerra se aproximava de seu final, o papa estava longe de estar neutro. Ele pediu que as Forças Aliadas fossem brandas tanto com Mussolini quanto com Hitler – extraído da pág. 38 (volume 2)
    Acusando o papado de erigir “uma fortaleza de poder usurpado sobre os cadáveres de gerações passadas”, o patriota italiano Giuseppe Mazzini denunciou eloquentemente Pio IX e seus predecessores dizendo:
    “O Evangelho prega o amor e a fraternidade universal, mas vocês tem espalhado a discórdia e inspirado o ódio… Vocês deveriam ter protegido os fracos contra os opressores. Vocês, que deveriam ter encorajado a paz entre os cidadãos, só contrataram assassinos mercenários (da Espanha, França, Áustria e Nápoles) para cravar seus punhais sobre a pedra do altar, enquanto admoestavam seus cidadãos escravos para que “não se atrevessem a se levantar.” – extraído da pág. 143 (volume 1)
    Além de Assassina, uma igreja Protetora de Criminosos e Terroristas
    O Vaticano não usava a sua máquina maligna apenas para assassinar, mas também para acolher e proteger em seus porões obscuros, criminosos e assassinos que serviam os seus interesses.
    As Rotas de Fuga do Vaticano – As Primeiras Operações das Rotas de Fuga
    Uma das primeiras figuras-chave a coordenar as fugas dos criminosos de guerra nazistas (especialmente a dos clérigos católicos), foi o bispo Alois Hudal, reitor em Roma de um seminário de padres alemães.
    O bispo Alois Hudal não via conflito algum entre o seu amado catolicismo romano e o nazismo, que apreciava da mesma maneira.
    Durante a guerra, ele orgulhosamente andava por toda Roma exibindo em seu carro a bandeira da “Grande Alemanha”. Quando a vitória aliada tornou-se inevitável, ele rapidamente removeu a bandeira.
    O mais infame genocida de todos, Adolf Eichmann, líder ateu do Departamento de Assuntos Judaicos da SS, que, depois de Hitler, foi o maior responsável pelo Holocausto, estava entre as dezenas de milhares de pessoas que foram conduzidas incógnitas, através das rotas de fuga, pelos oficiais católicos e com as bênçãos do Vaticano.
    Uma Incrível Obsessão
    As rotas de fuga foram iniciadas através de pressão diplomática feita por Pio XII, visando permitir que os seus representantes visitassem os campos dos prisioneiros de guerra, para “ministrar religiosamente aos católicos”.
    Entretanto o propósito real era de identificar e tirar de lá em secreto os criminosos de guerra nazistas. Dificilmente foi uma coincidência que Pio XII escolheu para liderar essa violenta obstrução da justiça internacional, seu conselheiro íntimo, o bispo Hudal, a quem quase toda Roma conhecia como um fanático anti-semita e pró-nazista. O próprio Hudal admitiria mais tarde:
    “Agradeço a Deus que ele tenha (me permitido) visitar… os prisioneiros e os campos de concentração e ajudar os prisioneiros a fugir com documentos de identidade falsos… Após 1945 senti-me mo dever de devotar toda a minha obra de caridade principalmente aos ex-adeptos do Nacional-Socialismo (nazistas) e fascistas, de maneira especial aos que foram chamados “criminosos de guerra”.
    Que descaramento! Não devemos esquecer que Hudal era um bispo católico, amigo íntimo e confidente de mais de um papa. Ele dedicou sua vida a servir à “santa madre igreja”, em obediência ao seu líder espiritual, que ele acreditava ser o “vigário de Cristo”.
    Sugiro a você assistir o DVD/filme “Amém” da Casablanca Filmes, que mostra os dois aspectos do envolvimento da igreja católica com o 3° Reich de Hitler (a participação da igreja católica no assassinato, no Holocausto dos judeus através da sua omissão clara, como também as rotas de fuga dos assassinos nazistas, planejadas, arquitetadas, patrocinadas pela igreja católica, pelo Vaticano, com a participação do bispo Hudal, que aparece no final do filme).

    Tudo Para a Glória de Deus???
    Provavelmente a ajuda mais valiosa que Hudal recebeu para estabelecer as suas infames rotas de fuga veio de um velho amigo.
    Walter Rauff, que também era um criminoso de guerra nazista, e um genocida de judeus.
    Essa complicada rede de maldades envolvia outras potências com quem o Vaticano trabalhava secretamente, inclusive os Estados Unidos.
    A OSS (antecessora da CIA) “pediu Rauff emprestado” ao Vaticano por tempo suficiente para interrogar esse ex-chefe da Inteligência da SS a respeito de tudo o que ele sabia sobre os agentes comunistas que operavam no Ocidente; depois permitiu que ele regressasse ao seu apartamento em Milão, de onde coordenava a conexão norte das rotas de fuga.
    Para ajudar a financiar a rede de fugas montada pelo Vaticano, Rauff recrutou seu ex-colega da SS, Frederico Schwendt, um dos mais talentosos falsificadores de todos os tempos. Sua genialidade trouxe lucros para o Vaticano durante os primeiros dias das rotas de fuga. Mais tarde as operações passaram a ser sustentadas em grande escala através da venda de alguns tesouros que os nazistas haviam saqueado ilegalmente, inclusive centenas de libras em ouro contrabandeadas para o Ocidente e “lavadas” pelos prelados católicos.
    Um Novo Diretor Para as Rotas de Fuga
    A adesão pública de Hudal ao nazismo, sua declarada admiração por Hitler e seu anti-semitismo desavergonhado continuaram, mesmo após o término da Guerra e o imensurável mal do Holocausto ter sido revelado a um mundo horrorizado.
    Como resultado, esse bispo acabou se tornando um embaraço para o Vaticano. Ele estava chamando a atenção do público, ameaçando expor as rotas de fuga.
    Consequentemente, seus superiores fizeram pressão para que Hudal saísse de cena. Embora relutante, ele se aposentou de suas “funções eclesiásticas” e acabou no ostracismo (esquecimento).
    Logo em seguida, a supervisão das rotas de fuga passou para o controle de um capacitado padre croata, Krunoslav Draganovic. Na Croácia ele havia sido um assessor do bispo Saric, de Sarajevo, um renomado anti-semita conhecido como o “carrasco dos sérvios”.
    Em agosto de 1943, as autoridades da igreja católica haviam chamado Draganovic a Roma, onde ele se tornou o contato mais influente na Intermarium no Vaticano. Suas manobras para tornar-se representante da Cruz Vermelha em Roma foram de valiosa ajuda após a Segunda Guerra, pois assim podia fornecer documentação falsa para os fugitivos.
    Draganovic era diretor da Fraternidade Croata São Girolamo, fundada em Roma pelo papa Nicolau V, em 1453.
    O interior do mosteiro, localizado na Rua Tomaselli, era cheio de labirintos e logo passou a esconder muitos fugitivos da justiça internacional. Na verdade, São Girolamo tornou-se o centro nevrálgico do contínuo contrabando de criminosos de guerra nazistas para a América do Sul e para outras partes.
    Um Inconcebível Desprezo pela Verdade
    Quando começaram a circular os rumores sobre essas operações de envio clandestino de pessoas, tanto o Vaticano como Draganovic desmentiram qualquer envolvimento com as rotas de fuga. Tais desmentidos pela hierarquia católica romana ainda continuam sendo feitos, geralmente originados na cidade do Vaticano e depois publicados nos principais jornais do mundo.
    Tais desabafos periódicos de indignação autojustificativa apenas mostram o desprezo do Vaticano pela verdade.
    Os fatos, ocultados durante décadas em câmaras secretas, já não podem mais ser negados. Alguns registros que Aarons e Loftus descobriram, que revelam com certeza absoluta o envolvimento ativo do Vaticano, foram originalmente conseguidos por meio de “uma ousada invasão do escritório de Draganovic, que pegou fotos de muitos registros secretos de Draganovic”. Esses documentos fornecem provas definitivas de que Girolamo era “o centro das operações de transporte e contrabando de criminosos do Vaticano”.
    Fotocópias de documentos oriundos da invasão do escritório de Draganovic também confirmam que o próprio Pavelic morou dentro do Vaticano ao lado de outros procurados criminosos de guerra”. Naqueles dias, o ex-Fuhrer croata se disfarçava de padre católico.

    O patrocínio do Vaticano às rotas de fuga também foi plenamente comprovado através da constante vigilância realizada pelas equipes do Serviço Secreto dos Aliados.
    Veja este breve relato de um registro do agente Robert Mudd, do Serviço de Contra-Inteligência: Esses croatas (crimonosos de guerra) entravam e saíam do Vaticano várias vezes por semana, em carro com motorista, com placa de licença apresentando as iniciais CD, de “Corpo Diplomático”. Ele saía do Vaticano e descarregava seus passageiros no mosteiro de São Gerônimo (ou São Girolamo). Por estarem sujeitos à imunidade diplomática, era impossível pararmos seu carro…
    O apoio de Draganovic a esses traidores croatas liga-o definitivamente aos planos do Vaticano para abrigar esses nacionalistas ex-ustachis até que eles fossem capazes de preparar os documentos apropriados que lhes possibilitaria fugir para a América do Sul. – extraído das pág. 39,40, 41, 42,43, 45, 46, 47 e 48 (volume 2)
    O papa e seu Vergonhoso Tributo a Arafat (Pio XII e o papa João Paulo II – O mesmo espírito, o mesmo Desprezo pela Verdade)
    Na morte de Yasser Arafat, a mais dolorosa e vergonhosa de todas as reações, e a de origem mais inesperada, foram os comentários estarrecedores do papa João Paulo II, transmitidos por seu porta-voa, Joaquim Navarro-Valss: “Neste momento de profundo pesar pelo falecimento do presidente Yasser Arafat, sua santidade, o papa João Paulo II, sente-se particularmente próximo à família do falecido, às autoridades e o povo palestino. Enquanto entrega a alma do falecido nas mãos do Todo-Poderoso e Misericordioso Deus, o santo padre (que de santo não tem nada), roga ao Príncipe da Paz para que a estrela da harmonia possa vir a brilhar em breve sobre a Terra Santa…” Num segundo pronunciamento, Navarro-Valss disse, em nome do papa, que Arafat foi “um líder de grande carisma que amava seu povo e procurou guiá-lo rumo a independência nacional. Que Deus possa acolher em Sua Misericórdia a alma do ilustre falecido e dar paz à Terra Santa.”
    O fato do mais proeminente guia espiritual do mundo mostrar-se solidário à família de Arafat, ao invés de se solidarizar com os milhares de homens, mulheres e crianças que morreram como suas vítimas, é um assombroso sacrilégio. É algo totalmente desprezível que o mais influente líder religioso vivo possa descrever a morte de um tirano como um “momento de profundo pesar” e chame um homem que cometeu assassinatos em massa, de uma “alma ilustre”.
    O fato do “suposto” “vigário de Cristo” afirmar que um homem que roubou milhões de sua nação empobrecida e desesperada “amava seu povo” é uma afronta a tudo o que Jesus representou, principalmente a sua dedicação aos oprimidos, aos pobres e aos perseguidos.
    Ao fazer estas declarações deploráveis, o papa João Paulo II… infelizmente mostrou que está seguindo os passos pecaminosos de um de seus predecessores, o imoral Pio XII, um covarde colaborador dos nazistas, que demonstrou uma indiferença quase insensível em relação ao valor da vida humana e nunca teve coragem de condenar o Holocausto nazista. Assim como João Paulo, que se encontrou com Arafat diversas vezes, Pio XII concedeu uma audiência secreta em 1943, ao general Wolff, comandante supremo das SS, que tinha sido chefe de gabinete de Himmler e naquela época estava encarregado de todo o aparato de perseguição aos judeus.
    Em 16 de outubro de 1943, o papa Pio XII fixou literalmente observando enquanto, a menos de 100 metros da janela de seu gabinete, os soldados da SS capturavam mais de mil judeus de Roma para levá-los a Auschwitz, onde a maioria morreu nas câmaras de gás alguns dias depois.
    João Paulo II está pensando em beatificar Pio XII. Isso por si só, já é bastante perturbador. Mas seguir o mesmo caminho de Pio XII, associando-se com assassinos (como Arafat), é algo absolutamente repugnante.

  5. aperta o botão vermelho putin-medvedev..per favore!88
    December 2, 2010 at 9:46 am

    Eu acho que os judeus, de fato, tem direito aquelas terras que pertenceram a seus antepassados. Mas apóio os árabes, porque eles acham que nós brancos não temos direito as nossas terras.

    aquela terra é dos cananeus e os cananeus foram extintos..os judeus actuais nem de longe são os hebreus originais..

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