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CONHEÇA O NAZISMO/NACIONAL-SOCIALISMO – PERGUNTAS E RESPOSTAS

Esse artigo foi elaborado no formato perguntas e respostas, para facilitar o entendimento do mesmo. Mande sua pergunta que responderemos.

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇA E RACIALISMO

Este artigo é uma breve exposição sobre a questão racial, visando esclarecer alguns pontos básicos para os leitores que possuem pouco conhecimento sobre o assunto.

Para que sua leitura e compreensão seja mais clara e a mesma possa atingir um maior número de pessoas, optamos por fazer este artigo em forma de questionário.

RAÇA ARIANA

Este termo serve para designar a raça branca ou caucasiana, descendente das antigas tribos que se originaram numa região ao sul do que hoje é a Rússia, há cerca de sete ou oito mil anos atrás, e posteriormente se expandiram por toda a Europa no curso da história.

O termo deriva do sânscrito (uma das primeiras línguas arianas) e significa “nobre”, sendo assim usado para designar esta heróica e grandiosa raça. Um Ariano é uma pessoa branca de ascendência Européia e não-semita.

Leia mais em RAÇA ARIANA ( https://uniaoariana.wordpress.com/2010/05/09/raca-ariana/ )

1) O que é racialismo?

A maioria das pessoas confunde racialismo com discriminação.

O racialismo não tem nada a ver com o ódio e o desprezo às outras raças. O racialismo é a aspiração à preservação, desenvolvimento e auto-superação de nossa raça. Ou seja, em primeiro lugar o racialismo busca a conservação de nossa raça e logo a auto-superação da mesma.

Não existe lei ou instinto maior na natureza do que a preservação de sua própria espécie, quando indivíduos pertencentes a uma raça são incentivados por elementos estranhos a se miscigenarem, esquecer sua cultura, tradições e ancestrais, esta raça automaticamente estará condenada à extinção.

É exatamente isto que vem acontecendo com a raça Ariana, para reverter este isto precisamos resgatar nossa identidade, este processo de resgate de nossa identidade cultural e racial pode ser denominado racialismo, porém não possui relação alguma com a destruição ou subjugação de outras raças.

2) Com tantos mestiços compondo a população, como vocês acreditam que o Nazismo possa dar certo no Brasil?

Segundo o IBGE, a herança européia é a dominante, por volta de 80% do patrimônio genético da população (chegando a 90% na região Sul do país). Pessoas consideradas brancas compõem 53,7% da população brasileira, somando cerca de 96 milhões de indivíduos, espalhados por todo o território  embora a maior concentração esteja no Sul e Sudeste.

Leia mais em BRANCOS NO BRASIL ( https://uniaoariana.wordpress.com/2010/07/27/brancos-no-brasil/ )

3) Se não odeiam as demais raças, porque os meios de comunicação falam tanto de vocês?

Os meios de comunicação são controlados por Sionistas, eles existem para sustentar as mentiras e o mundo fantasioso criado por eles.

As massas são dirigidas através dos bombardeios de mentiras e distorções que lhes são fornecidos pela mídia diariamente. Se os meios de comunicação não disseminassem mentiras sobre nós constantemente, o poder Sionista estaria ameaçado, ou seja, este festival de baboseiras sobre nós é necessário para a manutenção da máquina sionista.

4) O que é a Raça?

Raça é o conjunto de indivíduos que compartilham entre si as mesmas características genéticas, culturais e históricas. Ou seja são aquelas pessoas com semelhanças físicas que possuem uma mesma origem histórica e têm em comum semelhantes tradições sócio-culturais.

5) Quantas raças existem?

Podemos dividir a população mundial em quatro grandes raças: Brancos, Negros, Ameríndios e Amarelos. As mesmas possuem uma série de sub-divisões menores.

6) A Raça Branca tem sub-divisões?

A Raça Branca tem as seguintes sub-divisões: raça Nórdica, Alpina, Báltica e Mediterrânea.

7) Todas as raças são iguais?

É óbvio que não, as raças diferem muito umas das outras, sendo que seus componentes possuem diferenças físicas, mentais, culturais e históricas.

Vamos colocar um exemplo: hoje em dia quando se fala de algum indivíduo, diz-se que ele é único, e que não existe ninguém igual a ele e que todos somos diferentes, então como vamos pensar de que todas as raças são iguais, se nem sequer um indivíduo é igual ao outro.

8) Se pode falar em raça sul-americana?

Não. É um absurdo, o que se entende por sul-americano e cultura sul-americana, é produto da mestiçagem do europeu com o elemento indígena e africano. Eurodescendentes puros não tem nada a ver com isso.

9) A América do Sul é completamente mestiça?

Apesar de a América do Sul ter sido atingido pela mestiçagem desde o primeiro momento em que foi colonizada, ainda se conservam grupos de raça branca, principalmente no Sul do Brasil.

10) Os Nórdicos são superiores as demais sub-divisões da Raça Branca?

Não. Os outros sub-grupos não podem ser considerados inferiores. No próprio NSDAP existiam componentes não Nórdicos, de outras sub-divisões da Raça Ariana.

[i]Essa estória de que alta estatura, olhos claros e cabelos claros são fatores determinantes para definir se uma pessoa é ou não ariana foi inventada pelos sionistas, para afastar os arianos não-nórdicos do Nacional-Socialismo.[/i]

11) Se somos Europeus nascidos na América do Sul, por que não vamos para Europa?

Nossos antepassados colonizaram estas terras e o retorno a Europa não nos parece necessário, além de existirem empecilhos práticos para sua realização.

12) O que significa Nazismo?

O termo Nazismo é uma contração de “Nacional-Socialismo” (Nationalsozialismus em alemão), e representa uma ideologia mundial, cujo ponto central é a preservação da Raça Branca.

A luta por sua permanência é a mais importante já enfrentada pela humanidade, porque é nada menos do que uma luta de vida ou morte por nossa existência.

Sua lealdade primordial pertence aos homens e mulheres brancas ao redor do mundo, não importando onde eles possam residir. Nossa raça – não um pedaço geográfico específico e certamente não um governo – é nossa nação.

Como o mártir Nacional-Socialista Britânico William Joyce colocou de forma bem sucinta: “Se você ama sua nação, você é um nacionalista racial. Se você ama sua sociedade branca, você é um racialista social. Seja um Nacional-Socialista!”

13) Por que a Suástica?

Ela é o símbolo da Raça Branca-Ariana, e por isso que Adolf Hitler escolheu-a como o emblema da sua ideologia Ariana. Exemplos anteriores têm sido encontrados nas montanhas do Cáucaso, na Ásia Central, onde os Povos Caucasianos habitavam por mais de 9000 anos atrás.

Ela tem sido usada desde então pelos antigos Gregos, Romanos, Vikings e cada um dos Povos Arianos descendente dos Hiperbóreos desde o começo de suas histórias, pois todos eles pertencem à mesma raça que originalmente ela simbolizou.

Na antiga língua Ariana, o Sânscrito, “Suástica” significa “o símbolo da boa sorte” e era associada com a luz. É adequado, portanto, que ela continue a exemplificar a visão Nacional-Socialista de esclarecimento racial.

14) As cores da bandeira da Suástica tem algum significado?

A suástica negra representa o solo de nossas terras – aqueles territórios onde os homens e mulheres Arianos têm se conectado com a Terra por gerações de lutas e criou seu impacto nela com sua cultura única.

O disco branco representa nossa missão – a eterna preservação da integridade racial do povo branco.

O campo vermelho significa simultaneamente o caráter revolucionário de nosso Movimento Nacional-Socialista e os sacrifícios feitos em sua causa – passado, presente e futuro.

15) Por que alguém desejaria uma ‘ditadura’ Nazista?

Engana-se quem acredita que o Nacional-Socialismo se trata de um sistema ditatorial.

Devido às décadas de propaganda inimiga, foi criada uma imagem em que o governo Nacional-Socialista foi um Estado de terror opressivo, supressor da liberdade e um regime duro e ditatorial. O motivo dos oponentes do Nacional-Socialismo criarem essa imagem foi para amedrontar e criar uma falsa idéia dos verdadeiros objetivos de um Nacional-Socialista.

Alega-se que se tratou de uma ditadura simplesmente pela dissolução do parlamento e da chamada “democracia representativa” vigente na época. A verdade é que o parlamento alemão era formado por políticos que representavam apenas os interesses de ricos e poderosos e que tinham entregue o destino da nação nas mãos de banqueiros e todo tipo de capitalista sem escrúpulos, levando o país a uma das maiores crises econômicas da história mundial.

O poder era dividido entre inúmeros políticos – na sua maioria desonestos – com as mais diferentes ideologias políticas, formando um governo sem nenhuma responsabilidade, moral ou personalidade.

O Nacional-Socialismo substituiu esse sistema de falsa democracia e aplicou o princípio de liderança natural, onde havia um representante aceite pelo Povo e que trabalhava pelos interesses deste.

Adolf Hitler, que quando jovem foi voluntário na I Guerra para lutar pela sua Nação, assumiu total responsabilidade pelo destino da Alemanha e dos alemães. Teve toda a confiança do Povo para reformar totalmente a pátria, melhorou as condições socioeconômicas drasticamente, acabou com o desemprego num curto período de tempo, criou novas instituições como a Frente de Trabalho e a Hitler Jugend para restaurar os valores, e assim construir uma nova sociedade.

A verdadeira Democracia

Existe a ilusão de que a democracia representativa é a melhor e mais justa forma de governo conhecida e que o simples voto irá garantir ao Povo a chance de eleger candidatos que reflectem os seus interesses pessoais – sendo o voto individual – e que assim terão o controle de seu próprio destino.

A verdade é que os representantes eleitos não necessariamente defendem os interesses da Comunidade – principalmente quando se trata de uma sociedade constituída em ideais individualistas. A democracia no seu verdadeiro sentido não tem nada a ver com votar em eleições num determinado período de tempo. Democracia e liberdade são inseparáveis, não algo egoísta como o simples voto. Democracia é a responsabilidade de fazer parte da Comunidade e colaborar com ela de uma maneira sincera e positiva.

Pelo princípio de liderança, o Führer é apenas um homem à frente do seu Povo, um condutor das massas. A ele é concedida a confiança de incorporar os sentimentos e vontades reais da Nação, e assim possuir a total responsabilidade por suas ações e omissões.

“Com este apelo aos eleitores eu pretendo mostrar aos outros governos que a verdadeira democracia está conosco e não hesitamos em apelar ao povo. Eu não acredito que qualquer outro governo que tivesse o poder garantido por um período de quatro anos estivesse preparado para consultar o povo daqui a sete meses”
Adolf Hitler – 6 de Novembro de 1933

Adolf Hitler era imensamente amado e admirado. A ele foi dada a confiança do Povo alemão, que sempre foi consultado e, em momento algum – não importa o que Hollywood tente mostrar – essa confiança foi traída ou o Führer agiu contra a vontade da Nação. Embora haja dezenas de filme sobre a “resistência alemã” ou sobre qualquer dissidência contra o governo Nacional-Socialista, sabe-se que os opositores do Estado não eram mais de 5% da população. Será que atualmente existem 95% de contentes com os políticos?

Em 29 de março de 1936, pouco mais de três anos após a ascensão de Hitler ao poder, foi dada aos alemães a chance de aprovar ou desaprovar o governo Nacional-Socialista. Não foi uma eleição com base em pura propaganda como hoje em dia, mas uma consulta ao Povo sobre as ações e mudanças já realizadas. A votação ocorreu sob nenhum tipo de coação, força ou intimidação, como observado por todos os independentes. A aprovação dos alemães foi de 44.461.278, que consistia em 98.8% dos votos. Um número nunca antes visto na História. Isso é uma ditadura?

Quem possui o maior índice de aprovação popular da história pode ser o monstro cruel e ditador que a televisão, Hollywood e toda a propaganda de atrocidades diz que é? Obviamente, os oponentes do Nacional-Socialismo têm um perfil e interesses a esconder. Afinal, foram os banqueiros e capitalistas que foram expropriados pelo Estado. Foram os patrões impiedosos que foram obrigados a reformar suas fábricas, empresas e garantir mais direitos aos trabalhadores. E hoje eles são os donos de Hollywood.

Assim sendo, o governo Nacional-Socialista refletia a genuína forma de Democracia. Não se tratava de candidatos com mais dinheiro, e mais recursos para propaganda, eleitos por pessoas preocupadas apenas com si próprias e financiados por aproveitadores, mas de uma Democracia real, uma aprovação verdadeira pelo Povo.

O Nacional-Socialismo é a verdadeira Democracia por formar um Estado orgânico que representa os sentimentos e verdadeiros interesses do Povo. Há responsabilidade e confiança mútua. O Estado não é formado por mentiras, propaganda eleitoral, ou mesmo uma simples vitória de 50% de votos, mas de uma aprovação quase total, inédita na História. O Estado Nacional-Socialista é formado pela confiança e aspiração popular da Nação.

16) Vocês falam que Hitler lutou por seu país, mas ele não era Austríaco?

Alemães e Austríacos são a mesma coisa racial e culturalmente, tanto que a Áustria se chamava República Alemã da Áustria (Republik Deutschösterreich) antes da unificação com a Alemanha.

Em 1938, os Alemães e Austríacos tiveram a oportunidade de decidir a favor ou contra a unificação de ambos os países por plebiscito. A aprovação dos Austríacos foi de 99.73% dos votos, a aprovação alemã foi de 44.362.667, que representava 99.02% dos votos.

Após a aprovação popular do Anschluss (anexação da Áustria ao Reich Alemão), o Heimwehr (exército Austríaco) se juntou à Wehrmacht (Forças Armadas Alemãs, compostas pelo Heer-Exército; Luftwaffe-Força Aérea; e Kriegsmarine-Marinha;) e jurou lealdade à bandeira alemã.

Cédula de votação de 10 de abril de 1938. O texto diz “Você concorda com a reunificação da Áustria com o Império Germânico realizada em 13 de Março?”.

O Heimwehr (Exército Austríaco) se junta ao Exército Alemão.

O Exército Alemão é recebido em Viena.

Oficiais Alemães e Austríacos derrubam as fronteiras.

A Áustria se junta à Grande Alemanha.

Além disso, Adolf Hitler quando jovem voluntariou-se no exército alemão durante a Primeira Guerra Mundial, servindo como Cabo. Seus registros médicos incluem “ferimentos leves na coxa, sofridos em outubro de 1916 em Le Barque por uma granada de artilharia”, e a passagem por um hospital em outubro de 1918, quando foi atingido por gases tóxicos em La Montagne.

Adolf Hitler na Primeira Guerra Mundial.

Os documentos mostram que Hitler recebeu cinco medalhas, incluindo a Cruz de Ferro duas vezes, 1ª e 2ª classe. Portanto, afirmar que Adolf Hitler não era Alemão, é um tremendo absurdo.

Leia mais em:

HITLER NA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL

QUEM FOI ADOLF HITLER

17) Vocês chamam a si próprios de Socialistas, isso significa que vocês querem uma econômia dirigida pelo Estado?

Os Nacional-Socialistas acreditam na liberdade de empreendimento e nos direitos de propriedade privada, sem intervenção governamental, com exceção de casos em que seja necessário assegurar justas condições entre capital e trabalho.

Nós nos opomos aos capitalistas, porque eles abusam de seu poder ao sufocar a competição e atingir a dominação econômica às custas dos trabalhadores e dos consumidores. Depois que a União Soviética caiu, magos financeiros, conhecidos como oligarcas, tipificaram o capitalismo. Enquanto eles se enriqueciam, como o bilionário Mikhail Khodorkovsky, o Povo Russo foi reduzido à miséria.

Ao remover os gêmeos malignos da exploração capitalista e da manipulação Comunista, Adolf Hitler permitiu a economia alemã florescesse, enquanto o mundo exterior ainda estava margulhado na depressão de 1929. O milagre econômico que ele atingiu foi a causa principal da Segunda Guerra Mundial. Ela foi colocada em movimento no instante que ele colocou o valor do dinheiro na produtividade do trabalhador Alemão.

A Alemanha foi subitamente libertada dos banqueiros internacionais que controlavam todas as outras nações industrializadas e isto ameaçou destruir sua rede de lucros mundiais pelo exemplo: na medida em que outros povos não-alemães começaram a seguir o exemplo de Hitler, os ricos manipuladores de marionetes se viram ameaçados de extinção.

Para se salvarem, suas indústrias de filmes e jornais começaram a produzir incessantemente propaganda para inflamar a opinião pública mundial contra Hitler, ao passo que seus políticos comprados, como Churchill e Roosevelt, esquematizavam uma guerra que iria aniquilar a competição com o Terceiro Reich.

Os Capitalistas sempre usaram seus testas-de-ferro e seus marionetes políticos para insuflar patriotismo artificial entre as massas de gentios sem senso crítico, que pagam em dinheiro e sangue por guerras estrangeiras de agressão econômica, tais como a invasão ao Iraque, para roubar daquele país as ricas fontes de petróleo.

Os Nacional-Socialistas estão menos interessados em controlar a vida econômica, do que em liberar todas as energias criativas inerentes de nossa raça, dando-lhe livre escolha para dirigir seus próprios negócios e buscar o mais alto potencial de sua produtividade natural.

18) Vocês acreditam na liberdade de religião?

Em nossas fileiras, cristãos devotos marcham lado a lado com ateus críticos, muçulmanos, pagãos adoradores da natureza e agnósticos indiferentes.

Católicos

Muçulmanos da 13º divisão Handschar-SS

Todos eles, unidos na sua determinação de criar uma sociedade racialmente unida, respeitando o direito fundamental de cada um de procurar Deus, ou de não procurá-lo, de acordo com as crenças pessoais de cada qual. Nós valorizamos a liberdade espiritual como antídoto para as lutas religiosas que tomaram milhões de vidas em guerras estúpidas.

Os Nacional-Socialistas seguem nossos ancestrais desbravadores na sua respeitosa separação mútua entre Igreja e Estado e de acordo com as próprias palavras de Jesus, que urgiu aos seus seguidores a “dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus“.

19) E sobre os 6 milhões de mortos no Holocausto?

Pergunte ao norte-americano gentio mediano quantos judeus morreram na Segunda Guerra Mundial e ele prontamente responderá, “seis milhões“. Pergunte a ele quantos norte-americanos ou cristãos morreram naquele conflito e ele não será capaz de responder.

Nem também ele será capaz de responder quantos norte-americanos morreram durante a Guerra do Vietnã e menos ainda quantos morreram na Guerra Civil ou na Guerra pela Independência. Ainda assim, ele está bem certo de que “seis milhões de judeus inocentes foram assassinados pelos Nazistas“. (Ou nem tão inocentes assim https://uniaoariana.wordpress.com/2010/07/29/crimes-judaicos/ )

Quando esses fatos são trazidos à sua atenção, essa disparidade de consciência freqüentemente o faz imaginar por que ele deveria saber com tanta prontidão sobre o questionável destino de uma minoria de 3% da população, enquanto sabe muito menos sobre os reais sofrimentos de seu próprio povo.

A resposta, é claro, reside no fato de que o número “seis milhões de mortos” como mito de propaganda, foi inventado ainda antes da própria Segunda Guerra Mundial e desde então usado para condicionar psicologicamente os Arianos contra o “anti-semitismo” em geral e contra o Nacional-Socialismo em particular.

As únicas ”provas” do Holocau$to são fotos adulteradas, campos modificados pelos Soviéticos, testemunhos muito convenientes ($$$), confissões conseguidas sob-tortura, etc. O Revisionismo mostra a cada dia que o Holocausto é uma farsa para vitimizar os Sionistas, e demonizar o Nacional-Socialismo.

LEIA MAIS EM: A FARSA DO HOLOCAUSTO JUDEU

20) Os Nacional-Socialistas são pró-vida ou pela livre escolha (aborto)?

Nem uma, nem outra. A vida começa com a concepção e uma mulher que extingue essa vida em seu útero comete infanticídio, a menos que circunstâncias muito sérias estejam envolvidas.

O aborto é necessário se a vida ou a saúde de uma mãe corre risco com sua gravidez; se sua gravidez é o resultado de estupro; se há claras indicações de que o feto sofre de desordens agudas, geneticamente irreversíveis, de ordem cerebral ou física; e especialmente se a mãe foi fecundada por um pai não-Ariano.

Uma mulher que, em outras condições, procura abortar seu bebê simplesmente porque a existência dele é inconveniente ou indesejável é uma assassina de crianças. Qualquer um que apoia tal criminosa é cúmplice igualmente merecedor do mais severo processo e punição.

Na Alemanha, crianças saudáveis indesejadas pelos seus pais eram colocadas à disposição para pessoas qualificadas que queriam adotar.

21) Mas os Nazistas não consideram as mulheres como inferiores aos homens?

A maior cineasta do Terceiro Reich foi Leni Riefenstahl, cujos filmes “Triunfo da Vontade”e “Olympia” são ainda considerados, mesmo por nossos inimigos, como alguns dos melhores filmes já produzidos até hoje.

O primeiro helicóptero da história e a primeira aeronave movida a jato foram pilotadas pela mais famosa piloto de testes da Luftwaffe, Hanna Reitsch.

Hanna Reitsch, a primeira mulher no mundo a pilotar caças à jato e helicópteros.

A pianista de concertos e “especialista” em Bach, Li Stadelmann, não era apenas a mais aclamada pianista do mundo, mas um membro expressivo do partido NSDAP. Referindo-se à dominação e perversão da música Ariana antes da subida ao poder do partido em 1933, ela declarou: “Agora nossos mestres alemães irão achar intérpretes alemães!“.

Pinturas por artistas mulheres eram bem representadas na abertura da Casa de Arte Alemã de Munique, em 1937. Exemplos de mulheres que encontraram a liberdade de se superar através do Nacional-Socialismo são muitos.

Muito longe de serem oprimidas, a Revolução de Hitler liberou as mulheres de dezoito anos de depravação e infelicidade resultantes da Primeira Guerra Mundial e o período seguinte. Durante aqueles anos sombrios de decadência marxista-democrática, miséria econômica prevalecente e imoralidade popularizada, as mulheres foram reduzidas a uma condição miserável.

Prostituição e pornografia eram grandes negócios; abuso de drogas era desenfreado; a maternidade e a virtude feminina eram ridicularizadas pela mídia de entretenimento; a vida familiar era desintegrada; alienação individual, depressão emocional e suicídio atingiam proporções epidêmicas.

Este pântano social terminal que as mulheres alemãs se encontravam foi transformado do dia para a noite quando Adolf Hitler tomou o leme do Estado em 1933. Restaurando a saúde da economia ao colocá-la sob responsabilidade única do trabalhador alemão e ao expulsar os especuladores com sua imoralidade corporativa, ele aboliu as causas fundamentais da vitimização das mulheres.

Não menos importante, sua idéia Nacional-Socialista inspirou as mulheres ao apelar para seus profundos instintos de lealdade familiar e comunidade racial. Mulheres que davam à luz a bebês saudáveis eram honradas com uma bela Cruz das Mães e ajudadas com generoso auxílio do Estado para criar seus filhos.

Muitos serviços familiares eram gratuitos para mães alemãs e a educação focalizada, mas não limitada, a saúde, economia familiar, esporte, agricultura e artes. Com generosas garantias de assistência e ênfase pública na família como o núcleo da sociedade, as mulheres prosperaram num renascimento da vida doméstica desconhecida desde gerações anteriores.

Longe de serem restringidas na Alemanha de Hitler, as mulheres foram liberadas e levantadas da humilhação e miséria dos tempos anteriores, que lembram os nossos tempos atuais, porque os judeus não eram menos responsáveis pelas condições como são agora.

A percepção de independência econômica da mulher moderna foi comprada a um preço altíssimo. Suas doenças relacionadas ao estresse e taxas de suicídio atingiram níveis recordes. Sua vida doméstica está em farrapos. E cada vez mais mulheres brancas são estupradas e espancadas, principalmente por negros e mestiços. No mundo totalmente Ariano que iremos construir, tal violência irá cessar e ela poderá retomar sua posição de suprema importância como a fonte da raça superior da humanidade. Como tal, ela é a encarnação de tudo o que nós acreditamos e lutamos.

comparando respectivamente os “benefícios” da democracia liberal com os do Terceiro Reich, não é de se surpreender que então, muitos milhões de mulheres européias eram seguidoras fanáticas de Adolf Hitler desde os primeiros dias do movimento até o final da guerra e além. Se os Nacional-Socialistas do século 21 conseguirem atingir metade do que ele fez pelas mulheres Arianas, nós iremos ter muito o que comemorar.

22) Como vocês podem dizer que são a favor da liberdade, quando queimavam livros na Alemanha?

Durante os “Turbulentos Anos Vinte”, a pornografia floresceu como uma das maiores indústrias, pela primeira vez na Alemanha. Livros difamando e denegrindo heróis como Goethe e Wagner substituíram textos escolares normais, condenados como “politicamente incorretos”, enquanto qualquer informação contrária sobre raça ou Sionismo não podia ser publicada.

Depois que Adolf Hitler foi eleito ao poder em 30 de janeiro de 1933, uma onda popular de ressentimento surgiu contra aquele vergonhoso estado anterior de coisas e a verdadeira história do que aconteceu foi profusivamente documentada no livro de David Irving, de 1996, chamado “Goebbels, a Mente do Terceiro Reich“.

Irving mostra que grupos auto-organizados, formados na maioria por estudantes colegiais ao redor do país, espontaneamente entregaram imensas pilhas de revistas sexualmente pervertidas, panfletos Comunistas e vários tipos de materiais anti-alemães para pilhas de lixo em chamas, onde esses depósitos de papel higiênico escrito justamente pertencia.

Nenhum oficial do governo do Reich ordenou as fogueiras ou participou nas demonstrações, exceto o Dr. Joseph Goebbels, que foi convidado pelos estudantes a fazer um único discurso improvisado de dez minutos na Universidade de Berlim depois que as chamas já tinham sido acesas.

Milhões de pessoas no mundo exterior foram subseqüentemente enganadas pelo narrador de notícias, Lowell Thomas e outros testas-de-ferro gentios, a acreditar que Hitler estava queimando todos os livros não publicados pelos Nacional-Socialistas.

Na verdade, os alemães, reconhecidos por séculos como o povo mais culto na Europa, estavam se livrando da mesma imundície impressa que atualmente inunda o Brasil e quase todas as nações. Mas ninguém fora do Terceiro Reich foi informado que os equivalentes da revista “Veja” ou da “Isto É!” estavam sendo expurgados da cultura alemã para dar lugar a algo melhor, por vontade dos próprios alemães.

Enquanto os hipócritas que odeiam Hitler ainda deploram a chamada “queima de livros“, qualquer discussão impressa sobre diferenças raciais, visões imparciais sobre o Nacional-Socialismo, críticas aos judeus ou à mistura racial, são mantidas longe do público.

Um bom exemplo disso é o livro “Goebbels”, de David Irving, mencionado acima. Apesar de hostil ao sujeito em questão do livro, o autor ousou questionar as declarações de que seis milhões de judeus teriam sido exterminados sob ordem de Hitler. O manuscrito já tinha sido aceito para ser publicado por uma grande editora (St. Martin’s Press) e já estava inclusive em produção, quando ameaças de morte de judeus irados literalmente pararam as impressoras e mataram o livro.

Há muitos outros numerosos exemplos, todos muito típicos. Alguns anos antes do caso Irving, muitos milhares de exemplares do livro “O Mito do Século 20“, de Alfred Rosenberg, foram impressos privadamente e guardados em um armazém que foi incendiado por criminosos da Jewish Defense League (JDL, ou “Liga de Defesa Judaica”). Todos os livros foram perdidos.

Os Brasileiros não sabem (ou não se importam) que cada grande e média editora em seu país oferece como contrato padrão aos autores, uma cláusula especificando que nada considerado pelos editores como sendo “racista” ou “pró-fascista” será permitido ser impresso. Por toda a Europa, autores Nacional-Socialistas que tentam publicar suas obras, mesmo em edições limitadas, correm o risco de serem presos, multados e condenados.

Imediatamente após a Segunda Guerra Mundial, os “libertadores” aliados da Alemanha conquistada baniram e literalmente queimaram centenas de milhares de livros – a maioria dos quais tinha pouco ou nada a ver com “Nazismo”.

Como alguém disse uma vez: “A liberdade da imprensa pertence a quem possui uma“.

DICIONÁRIO DE CONCEITOS

Afirmacionista/Exterminacionista – Da mesma forma que aos revisionistas é atribuída a alcunha “negacionista”, a contrario sensu, portanto, aqueles que sustentam a tese oficial do Holocausto nada mais são do que “afirmacionistas”.

Faz-se necessária a devolução da cortesia em apelidar o oponente, uma vez que ao rotular os Revisionistas de “negacionistas”, busca-se aumentar-lhes o grau de responsabilidade da informação num nível sofístico e inverter o ônus da prova, através do conhecido recurso retórico da probatio diabolica.

AfirmaSionista – Versão fundamentalista dos proclamadores do Holocausto; possui objetivos definidos e responde perante uma chefia, no mais das vezes, financiadora de sua empreitada pseudo-historiográfica. Distingue-se pelo forte ranço ideológico que orienta todas as suas condutas, seja ele calcado no discurso fácil dos liberal-democratas ou no igualitarismo pueril marxista, pior ainda, o sectarismo Sionista.

Orienta-se, acima de tudo, pelo dogma de manutenção do mito sob a missão de impedir qualquer ressurgimento do Nacional-Socialismo. Vale-se da coação moral, do terrorismo psicológico, de intimidações e calúnias para neutralizar e desqualificar seu adversário e, assim, escamotear o mérito da discussão.

Anti-Judaísmo – Posição contrária ao Judaísmo, este considerado não como religião, mas como cultura, em seu sentido mais amplo. Não confundir com o combate ao Judeu enquanto indivíduo, mas sim o Judaísmo como movimento histórico (da mesma forma como existem correntes anticristãs ou anti-islâmicas).

Anti-Semitismo – Tecnicamente, o anti-semitismo é uma posição contrária aos semitas, designação que compreende diversos povos que hoje ocupam principalmente toda a região do Oriente Médio, e que não se limitam aos judeus, mas também árabes e outros.

Por não se constatar de fato a existência de movimentos anti-semitas relevantes, ou seja, pessoas que nutram aversão aos povos semitas como um todo, conclui-se pela inexistência do anti-semitismo real. Porém, na atualidade, e desde há um tempo razoável, tem-se usado o termo para identificar qualquer coisa que vá contra os interesses da elite judaica.

Por meio da difamação com o rótulo de anti-semitismo, confunde-se tanto o anti-sionismo com o anti-judaísmo e, pior ainda, dá-se uma conotação racial à crítica política (semita remete à raça), ou seja, no intuito de desqualificar e afastar toda crítica legítima a determinados segmentos judaicos.

Anti-Sionismo – Manifestação comum entre os segmentos Marxistas que, ao ignorarem a dimensão do Sionismo, procedem a um recorte do tema, em que se dirigem críticas estritamente à política do Estado de Israel, ou seja, reduzindo toda a pauta de discussões à conveniente apreciação do Sionismo no pós-45 e à Palestina.

Com isso, apenas é tangenciado o assunto sem que se analise o problema judaico em toda a sua conjuntura histórica, no decorrer dos séculos e nas diversas nações em que se manifestou.

Autoridade – Investidura em poder legítimo, tomada para si a responsabilidade proporcional ao comando. Compreende um binômio indissociável: autoridade/responsabilidade.

Comunidade Internacional – Termo usado pela mídia para definir o que eles querem que as pessoas tomem por “todos os países  civilizados“. Na realidade, é um termo para designar os países ZOG (Zionist Occupied Government), cujos governos são fantoches dos Sionistas, e que dão suporte para todos os atos criminosos dos mesmos.

Democracia É o parâmetro de eficácia social de dado governo; medida de legitimidade. Em nada tem a ver com o tipo de regime ou sistema adotado. Dentro dessa concepção, governos totalitários e centralizadores podem ser democráticos, desde que atendam as demandas sociais.

Por outro lado, a mera aplicação do instituto do sufrágio universal e da separação de poderes não implica a democracia, haja vista a atuação nos bastidores do poder e a manipulação política. Democracia, em seu uso corrente, é apenas um lugar-comum demagógico em favor do “politicamente correto”.

Establishment – É o poder estabelecido; conjunto das ideologias dominantes articuladas entre si. Grupos que representam movimentos históricos de perpetuação de seu projeto político, dentro de uma estrutura que visa deslegitimar qualquer outra manifestação contrária à Nova Ordem Mundial Sionista.

Guerra – É a máxima manifestação do embate entre culturas, ideologias, civilizações ou interesses regionais. Última instância para que os povos possam dirimir seus entraves políticos.

Holocausto – Trata-se de uma marca que remete à barbárie; um slogan de conveniência que representa a maldade absoluta. Identifica-se na marca do “Holocausto”, segundo a História Oficial, um núcleo comum de características que correspondem a uma política governamental do III Reich para o extermínio da população judaica, com o emprego de logística e técnica complexas e sua aplicação em escala industrial através do uso de câmaras de gás e outros métodos, que resultaram na morte de seis milhões de judeus, além de outras minorias.

Apesar da verificação de um acontecimento de tamanha dimensão ser perfeitamente passível de análise crítica, este suposto fato histórico foi elevado, porém, à categoria de Dogma, uma vez que a discussão científica acerca da sua veracidade é descartada e, mais ainda, é tutelado pelo Estado através de uma política criminalizante da pesquisa acadêmica, tal qual à época da Santa Inquisição.

Erigiu-se um estatuto supra-racional para esta ESTÓRIA, condição jurídica anômala, no qual se afirma uma inquestionável notoriedade que mais se aproxima de uma crença religiosa: aquele que não acredita no Holocausto é tido como herege.

Tal alegado fato é, na verdade, o maior embuste a que já foi submetida a comunidade internacional: trata-se da “Mentira do Século XX”, mantida e sustentada através do aparelhamento da mídia e com uma implacável manipulação política.

A revisão histórica já demonstrou a total inconsistência da versão até então tida como verdadeira, e os revisionistas tem sido ferozmente perseguidos, numa reação que apenas evidencia e reconhece a sua fragilidade ante a razão.

A compreensão do tema, pressupondo-se a libertação das amarras do politicamente correto, revela que o Holocausto nada mais é do que a justificativa artificialmente criada para: explorar e desmoralizar o povo alemão; dar legitimidade à política intervencionista USraelense; desviar a atenção sobre os verdadeiros culpados pela deflagração da Segunda Guerra Mundial e suas conseqüências; difamar a Cosmovisão Nacional-Socialista; inviabilizar qualquer tentativa de ressurgimento do sentimento nacionalista que se manifestou através dos movimentos das décadas de 20 e 30 e, principalmente, funcionar como um salvo-conduto para a Nova Ordem Mundial Sionista.

Personalidade – Potencial de insurgência contra o “politicamente correto”.

Politicamente Correto – É a fronteira entre as opiniões aceitas pelo establishment e as posições tidas como inconvenientes à ordem estabelecida. Hipocrisia institucionalizada que emoldura a suposta liberdade de expressão num conjunto de opiniões pré-estipuladas, em contradição aos não menos vazios “princípios democráticos”.

É uma limitação à expressão do indivíduo, que se vê constrangido pelo conforto psicológico e pelo socialmente aceito, em detrimento do questionamento e da reflexão crítica.

Pós-45 – Não apenas uma referência cronológica isolada, trata-se do principal marco do processo de degeneração da sociedade, resultado da vitória do materialismo judaico sobre a tradição da nações arianas e os movimentos nacionalistas ao redor do mundo. Com a derrota militar do Eixo, tem-se início a Era de máxima exploração do capital à liberdade humana: gênese da Nova Ordem Mundial Sionista.

Propaganda de Guerra – Conjunto de informações manipuladas, veiculadas com vistas ao beneficiamento de dado lado numa disputa e a criação de uma ambiente desfavorável ao adversário, com patrocínio à sua condenação pública. No caso dos desdobramentos da Segunda Guerra Mundial e o pós-45, verificou-se um montante exorbitante de propaganda do Sionismo Internacional, incessantemente, a fim de moldar artificialmente os valores da sociedade e seu conhecimento acerca da História recente, resultando na “Matrix” moderna.

ZOG – Abreviação de Zionist Occupation Government ou Zionist Occupied Government, é o termo para definir a dominação que os Sionistas exercem em determinados países, cujos governantes são seus títeres.

FONTE: http://secastan.wordpress.com/

Categories: Linhas Gerais
  1. Arilson
    September 2, 2010 at 5:51 pm

    Eu e o meu amigo admiramos Adolf Hitler por mais espantoso que isso possa ser para alguns e as coisa que supostamente se sucederam borram todo brilho e inteligencia dele.
    Acredito que Alemanha estava se tornando uma grande nação, porem dizer que a voz do povo e a voz de Deus e um absurdo, quem segura a massa?
    Se ela tivesse feito a bomba A a historia seria difente concerteza, porem as raças inferiores conseguiram desenvolver a Bomba, Maldito bombardeios aliados.
    Infelismente eu não poderia participar dessa nação uma vez que meu Pai e negro. Num Cenario teorico em que por algum motivo o nazismo voltasse, nesse caso na America do Sul, o que aconteceria comigo e minha familia? Caso mora-se no Sul do Brasil, onde teoricamente surgiria essa nova nação Ariana, eu iria ter que sair de minha casa? Sendo expulso, ou me tornaria estrangeiro em minha propria terra? E neste ultimo o estado Ariano garantiria a integridade minha e de minha familia?

    • Hemmerson
      November 12, 2010 at 7:31 pm

      Você está enganado, Hitler nada tinha contra os negros, bem ao contrario do que prega a propaganda de guerra. O Nacional Socialismo numca foi racista, veja o caso de Jesse Owens, por exemplo, o atleta negro que ganhou a medalha de ouro nas olimpiadas de Berlin em 1935, ele proprio disse em suas memorias que nunca foi tao bem tratado como na Alemanha, o proprio fuher o saudou pela sua vitoria. Este exemplo que citei é um caso tipico de deturpação da historia, pois a propaganda de guerra diz até hoje que Hitler ficou irado e espumou de raiva quando o Jesse Owens ganhou do adversario alemão, tudo mentira.

      • lucassouza24
        January 8, 2011 at 1:05 am

        Distorcionismo historico.

        Jamais consiguiriam abafar uma cena dessas, Hitler comprimentando Jesse Owens pela sua vitaria.
        O nazismo era racista sim, racista e ocultista, queriam até inventar outra religião pois muitos acham o cristianismo uma pervesão judia.

    • lucassouza24
      January 8, 2011 at 1:20 am

      A maioria dos Brasileiros estaria perdida, com certeza a escravidão voltaria. Os brancos do sul do Brasil herdaria todo o país e os negros, indios e mestiços seriam sub cidadões, tendo menos direitos que os brancos. A historia já nos ensinou o que um povo que se julga superio a outro faz com as outras culturas.
      Hitler já estava tramando contra nós, a Alemanha estava enviando imigrantes para o sul do Brasil, eles estavam formando uma colonia alemã no Brasil, a desculpa para a invasão de nosso país, seria que o Brasil estava ameaçando estes imigrantes.
      A Argentina tambem tramava contra nós, se a Alemanha tivesse ganhado a guerra, os argentinos tomariam o sul do Brasil de nós, pois a Argentina era aliada de Hitler.
      Mas eles perderam, a Argentina sofreu sanções economica. O Brasil e outros paises LATINOS Americanos entercederam pela argentina e o embargo foi retirado.

      Tenho muito orgulho de ser brasileiro!!!

    • lucassouza24
      January 8, 2011 at 1:33 am


      Otimo video.

  2. October 31, 2010 at 11:16 pm

    que vergonha em saber que voçês são mestiços e desprezam a propria raça de vocês.

    • November 1, 2010 at 4:38 am

      Desde quando mestiço é raça? hahahahaahahaha

  3. judeus = simiezados "residuais"
    November 22, 2010 at 1:50 pm

    porem as raças inferiores

    como assim?muito do trabalho foi feito por teoricos alemães ja no seculo xix como max plank, o holandes lorentz, o venetiano com sangue lombardo olinto de pretto, o frances poincare, o alpino italiano fermi, etc..

  4. judeus = simiezados "residuais"
    November 22, 2010 at 1:50 pm

    e fora a paperclip tambem..

  5. judeus = simiezados "residuais"
    November 22, 2010 at 1:51 pm

    Sendo expulso, ou me tornaria estrangeiro em minha propria terra?

    pra começar a terra não é sua, pois a sua origem genetica esta no congo..

  6. judeus = simiezados "residuais"
    November 22, 2010 at 1:54 pm

    E neste ultimo o estado Ariano garantiria a integridade minha e de minha familia?

    esse mito de que os nazis queriam exterminar a tudo e todos que não fossem arianos é mito judeu pos-guerra..os arianos apenas teriam prioridade na sua propria terra por serem mais puros dentre os mais evoluidos por direito biologico/evolutivo mero..vc não seria exterminado, no maximo viveria com seres mais parecidos com vc e no fundo nos relacionamos melhor com aqueles que nos parecem mais proximos e de facto o são – uma extensão biologica e evolutiva da familia apenas..que é a divergencia evolutiva ou raça..

  7. judeus = simiezados "residuais"
    November 22, 2010 at 1:56 pm

    Infelismente eu não poderia participar dessa nação uma vez que meu Pai e negro.

    sinto muito pela sua mãe ter feito uma pessima escolha e vc tenha que pagar por isso, mas de qualquer modo o sangue do seu pai em vc poderia ameaçar a integridade via residuos autossomicos dos mais evoluidos tal como ocorreu no sul da asia e africa ha seculos quando o sangue menos evoluido das escravas via rotas do indico e cia começaram a se infiltrar em demasia nos ex-laurasicos/eurasoids e mesmo brancos antigos de la..

  8. judeus = simiezados "residuais"
    November 22, 2010 at 1:59 pm

    Você está enganado, Hitler nada tinha contra os negros, bem ao contrario do que prega a propaganda de guerra. O Nacional Socialismo numca foi racista, veja o caso de Jesse Owens, por exemplo, o atleta negro que ganhou a medalha de ouro nas olimpiadas de Berlin em 1935, ele proprio disse em suas memorias que nunca foi tao bem tratado como na Alemanha, o proprio fuher o saudou pela sua vitoria. Este exemplo que citei é um caso tipico de deturpação da historia, pois a propaganda de guerra diz até hoje que Hitler ficou irado e espumou de raiva quando o Jesse Owens ganhou do adversario alemão, tudo mentira.

    uma coisa é o hitler tratar bem os pretos, coisa que era apenas um procedimento padrão pros pretos com honra, ao contrario daqueles que tinham estuprado mulheres na renania..e outra é dizer que ele era um niggermaniaco lobotomizado castradinho da pos-modernidade pre-programado pela midia pra sempre subsidiar os negroides em todos os casos por estes serem mais “implicitamente” coitadinhos que o resto da sociedade, como se só eles tivessem problemas e o resto fossem todos ricos e tivessem uma vida maravilhosa..e alias esse mito do berço de ouro é o tipico preconceito contra brancos..

  9. judeus = simiezados "residuais"
    November 22, 2010 at 2:01 pm

    que vergonha em saber que voçês são mestiços e desprezam a propria raça de vocês.

    se vc é vira-lata niggerizado, problema seu, agora se a merda não quer ser sozinha, nada temos a fazer..

  10. judeus = simiezados "residuais"
    November 22, 2010 at 2:03 pm

    Desde quando mestiço é raça? hahahahaahahaha

    pois, é justamente a falta dela..lol

    pra alguem ter raça é preciso ser plenamente branco, amarelo ou afins

    o mestiço só o é pela metade ou as vezes ate menos tambem

    eu por exemplo admiro alguns mestiços de mongoloides mais puros com caucasoides mais puros, porem sei que eles nem são uma coisa e nem outra..

  11. sieg heil
    December 2, 2010 at 10:01 am

    eles nem são uma coisa e nem outra..

    mas ao menos não são sub-laurasicos/eurasoides conguizados..seu sangue ainda é laurasico/eurasoide puro..só não são arianos puros, claro..

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