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RAÇAS NÃO EXISTEM? – II – RAÇA E INTELIGÊNCIA

A MISCIGENAÇÃO DIMINUI O QI DOS BRASILEIROS


Charles Murray, famoso cientista político americano, autor de “The bell curve, intelligence and class structure in american life” defende que a miscigenação diminui o QI e que brancos são mais inteligentes do que negros. Outros cientistas famosos, como Richard Lynn e James Watson (que recebeu o Nobel de Medicina em 1962) defendem teorias semelhantes.

Entrevista da Istoé:

ISTOÉ -O sr. já foi acusado de racismo. Os brancos são mesmo mais inteligentes que os negros?

CHARLES MURRAY –

Fui acusado de racismo porque mostrei um indiscutível fato empírico: quando amostras representativas de brancos e negros são submetidas a testes que medem a habilidade cognitiva, os resultados médios são diferentes. Isto não é uma opinião.

É um fato, da mesma forma que medidas de altura mostram um resultado médio diferente entre japoneses e alemães. Eu não tirei conclusões racistas deste fato, não advoguei políticas racistas, e tenho escrito explicitamente que a lei deve tratar pessoas como indivíduos e não como membros de grupos raciais. Então por que me chamar de racista? Porque alguns fatos não podem ser discutidos – e os indivíduos que os discutem devem ser pessoas terríveis.

ISTOÉ -O Brasil é um país onde a miscigenação é a regra. Isso significa que o QI médio do brasileiro é inferior ao dos nórdicos, por exemplo?

É uma questão de aritmética. Se em testes o QI é sempre maior com amostras de nórdicos do que com amostras de negros, então um país com uma significativa proporção de negros terá um QI médio inferior ao de um país que consiste exclusivamente de nórdicos. Isso é verdade, por exemplo, quando comparamos os Estados Unidos com a Suécia, da mesma forma que é verdade quando comparamos o Brasil e a Suécia. A única questão é empírica: as médias são sempre diferentes? Se são, a questão está respondida por si mesma.
ISTOÉ -Especialistas defendem o QI para medir algumas habilidades, mas não como prova de inteligência para a vida. Qual a sua opinião?

CHARLES MURRAY –

Concordo. Habilidades cognitivas medidas pelos testes de QI são importantes, mas para qualquer indivíduo é apenas uma das muitas habilidades e características que determinam como a vida será.

ISTOÉ –

Estar tão focado no resultado do QI não é muito determinista?

CHARLES MURRAY –

Sem dúvida. Por isso sempre escrevi que as pessoas tendem a colocar muita ênfase no QI. Saber o QI de uma pessoa diz muito pouco sobre se você a achará admirável, gostável, um bom colega de trabalho ou um bom cônjuge. O valor dos testes de QI, para um cientista social, é usá-los para prever resultados em grupos grandes. Por exemplo, se você me mostrar duas crianças de seis anos, uma com 110 de QI e outra com 90, não tenho idéia de quem estará ganhando mais quando elas estiverem com 30 anos. Mas, se você me mostrar mil crianças de seis anos com 90 de QI e mil com 110, posso dizer com muita confiança que a renda do grupo de 110 de QI aos 30 anos será mais alta na média – essa é palavra-chave, na média – do que a do grupo de 90.
ISTOÉ -Até que ponto da vida é possível aumentar o QI?

CHARLES MURRAY –
É muito difícil aumentá-lo.

Nos Estados Unidos temos muitos programas experimentais com o objetivo de enriquecer o ambiente de aprendizado para crianças pequenas.

Eles mostram alguns ganhos a curto prazo, mas esses ganhos sempre desaparecem quando as crianças são testadas novamente anos mais tarde. Não temos nenhum programa que demonstre aumento de QI entre crianças maiores que sete ou oito anos.
ISTOÉ -Há pesquisas que mostram que é possível aumentar a inteligência. O que o sr. pensa sobre isso?

CHARLES MURRAY –

Estou sempre disposto a examinar novas evidências. Os trabalhos que conheço não dizem isso.

JAMES WATSON SOBRE INTELIGÊNCIA E RAÇAS


O conceituado cientista norte-americano James Watson, um dos pais da genética moderna, afirmou que as pessoas de raça branca são mais inteligentes que as de raça negra. Segundo Watson, detentor do Nobel da Medicina em 1962 pela descoberta da estrutura molecular do ADN, as políticas sociais na África fracassam porque não levam em conta que “os negros são menos inteligentes que os brancos”.

James pôs em evidência a insciência dos negros em relação às suas habilidades intelectuais limitadas em comparação aos brancos.

Meditem na frase de James: “Todas nossas políticas sociais estão baseadas no fato de que sua inteligência é a mesma que a nossa, enquanto todas as provas mostram que não é realmente assim”.

O cientista disse que as políticas ocidentais para os países africanos estão baseadas na presunção errônea de que as pessoas negras estão tão prontas como as brancas, apesar de que as provas sugerem o contrário.

É claro que a repercussão das declarações de James foi expandida no mundo inteiro e editada estrategicamente por jornais sensacionalistas para que fosse atribuída a ele uma pseudo-imagem racista.

James Watson, que é o responsável pelo prestigiado laboratório Cold Springs, acrescenta que “embora desejasse que todos fossemos iguais, quem tem de lidar com empregados negros sabe que tal não é verdade”. Em vésperas de publicar mais um livro, intitulado “Avoid Boring People: Lessons from a Life in Science”, o cientista confessou estar desejoso que os cientistas possam deixar de dizer apenas o que está politicamente correcto.

Categories: Questão Racial
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