Archive

Archive for August, 2010

RABINO PREGA EXTERMÍNIO DE PALESTINOS

August 29, 2010 1 comment

Rabino israelense (Ovadia Yosef) diz que Abbas e os palestinos deveriam ser exterminados

Um influente rabino israelense disse que Deus deveria enviar uma praga contra os palestinos e seu líder, pedindo sua morte num violento sermão antes do início das negociações de paz no Oriente Médio na próxima semana.

“Abu Mazen e todas essas pessoas malignas deveriam desaparecer da terra”, disse o rabino Ovadia Yosef, líder espiritual do partido religioso Shas – que faz parte do governo -, num sermão na noite de sábado, chamando o presidente palestino pelo seu nome popular.

“Deus deveria atacá-los e a esses palestinos – malvados que odeiam Israel – com a praga”, declarou o rabino de 89 anos em seu sermão semanal frente a fiéis, que teve partes transmitidas pelo rádio israelense no domingo.

O clérigo israelense fez comentários semelhantes antes. O mais conhecido foi em 2001, quando pediu a aniquilação dos árabes e disse que era proibido ter piedade deles. Depois ele afirmou que estava se referindo apenas a “terroristas” que atacam os israelenses.

Seus comentários mais recentes não tiveram respostas imediatas de líderes palestinos nem israelenses.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e Abbas devem retomar negociações diretas de paz na quinta-feira em Washington, na primeira reunião do tipo em 20 meses, num processo de paz que inclui compromissos de ambas as partes para evitar provocações.

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/08/rabino-israelense-diz-que-abbas-e-palestinos-deveriam-morrer-1.html

Advertisements

FRANCESES NÃO QUEREM CIGANOS EM SEU PAÍS!

August 28, 2010 1 comment

As ações das autoridades francesas contra os ciganos em situação ilegal, que colocaram a França no centro da controvérsia, são maciçamente apoiadas pelos franceses, de acordo com uma sondagem publicada hoje.

As deportações de ciganos sem documentos para a Roménia são aprovadas por 65 por cento dos franceses, concluiu o inquérito realizado pelo instituto Opinionway e publicado no site do jornal Le Fígaro.

A sondagem revela ainda que 69 por cento das pessoas inquiridas se afirmam favoráveis ao desmantelamento de certos campos de ciganos.

O reforço da política de segurança conduzida este verão pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy, particularmente a intensificação do envio de ciganos em situação ilegal para a Roménia, suscitou uma onda de críticas da oposição de esquerda mas também de alguns setores de direita, e até mesmo do estrangeiro.

Apesar da polémica, a França prossegue com as deportações. Depois de duas séries de voos na semana passada, dois aviões especialmente fretados para o efeito transportaram hoje 284 ciganos da Roménia e da Bulgária para o aeroporto de Bucareste.

A sondagem do Opinionway foi feita junto de uma amostra de 1034 pessoas representativas da população francesa, com 18 anos ou mais (foram estabelecidas quotas etárias), interrogadas online entre 24 e 26 de agosto. A margem de erro é de dois a três pontos.

FONTE: http://www.ionline.pt/conteudo/75614-sondagem-revela-que-maioria-dos-franceses-aprova-deportacoes

Categories: Noticias Recentes

HITLER SOBRE O COMUNISMO

August 26, 2010 8 comments

ADOLF HITLER SOBRE O COMUNISMO

Discurso de Adolf Hitler a 14 de setembro de 1936
Nürnberg

“Não posso transigir com uma concepção de mundo [o bolchevismo] que, em toda parte onde alcança o poder, trata logo de libertar, não os trabalhadores, mas a escória da humanidade, o elemento anti-social concentrado nas prisões – e soltar estas bestas selvagens no mundo impotente e aterrado que os rodeia…”
“O bolchevismo converte campos florescentes em sinistros montões de ruínas; o nacional-socialismo transforma um regime de miséria e destruição num Estado sadio, de próspera vida econômica…”

“A Rússia havia preparado uma revolução mundial em que os trabalhadores alemães serviriam de carne de canhão para o mando do imperialismo bolchevista. Nós, os nacional-socialistas, não pretendemos empregar nossos recursos militares para impor a outros povos, pela força, o que eles não queiram aceitar. O nosso exército não jurou propagar o nacional-socialismo entre as outras nações pelo ferro e pelo fogo, mas sim defender de agressões estrangeiras, com o seu próprio sangue, a idéia nacional-socialista, e por conseguinte o Reich alemão, sua segurança e sua liberdade…”

“O povo alemão, como soldado, é um dos melhores do mundo: ter-se-ia tornado uma verdadeira “Brigada da Morte” para os propósitos sanguinolentos destes disseminadores internacionais de lutas. A revolução nacional-socialista afastou o perigo, tanto do nosso próprio povo como dos demais…”

“São estas apenas algumas razões do antagonismo que nos separa do comunismo. Afirmo-o: esse antagonismo não pode ser eliminado. Na verdade há aqui dois mundos que mais e mais se distanciam um do outro e jamais poderão se unir. Quando num jornal inglês certo parlamentar se queixa de que pretendemos dividir a Europa em duas partes, então, infelizmente, somos obrigados a informar a esse Robinson Crusoé que vive em sua feliz Ilha Britânica que – embora triste – esta divisão já é um fato consumado… Quando alguém recusa ver uma coisa isso não significa que ela não exista. Anos a fio ridicularizaram-me na Alemanha como profeta; por vários anos consideraram minhas admoestações e profecias como ilusões de um mentecapto…”

“O bolchevismo atacou os fundamentos de toda a nossa ordem humana, tanto no Estado como na sociedade, as bases do nosso conceito de civilização, da nossa fé e da nossa moral; tudo isto está em jogo.

“Se o bolchevismo se contentasse em pregar sua doutrina num único país, as outras nações poderiam ficar indiferentes; mas seu princípio supremo é o internacionalismo; sua profissão de fé é de fazer triunfar em todo o mundo este ponto de vista, isto é, convulsionar a atual ordem do mundo. Se um autor de manchetes britânico se recusa a reconhecê-lo, porta-se mais ou menos como se no décimo quinto século um humanista de Viena não tivesse admitido a intenção do Islamismo de estender sua influência à Europa e tivesse objetado que isso seria rasgar o mundo em pedaços, dividi-lo em oriental e ocidental. Por infelicidade não posso furtar-me à impressão de que a maioria dos que duvidam do perigo mundial bolchevista venham eles próprios do oriente. Os políticos ingleses ainda não conhecem o bolchevismo em sua pátria; nós já o conhecemos. Uma vez que combati a idéia judaico-soviética dentro da Alemanha, uma vez que dominei e expulsei este perigo, julgo possuir melhor compreensão de sua essência do que aqueles que só lidam com ela no terreno literário…”
“Consegui meus êxitos simplesmente porque, em primeiro lugar, me esforcei por ver as coisas tais quais elas são e não como desejaríamos que fossem; segundo, porque, formada a minha opinião, nunca permiti fraquezas que me convencessem do contrário ou me levassem a abandoná-la; terceiro, porque, em todas as circunstâncias, sempre cedi à necessidade, quando como tal a tinha reconhecido. Hoje que o destino me permitiu tamanhos sucessos não serei desleal a esses meus princípios fundamentais…”

“Não me é necessário fortalecer com triunfos militares a reputação do movimento nacional-socialista, nem tampouco o exército alemão. Quem, como nós, empreendeu tão ingentes tarefas econômicas e culturais e está determinado a levá-las avante, pode encontrar a mais alta glória apenas na paz… Mas o bolchevismo que, segundo soubemos faz apenas alguns meses, pretendia aparelhar seu exército de tal maneira que pudesse com violência, se necessário, abrir as portas da revolução entre outros povos – saiba esse bolchevismo que, às portas da Alemanha, encontrará o novo exército alemão… Tenho a convicção de que, como nacional-socialista, sou aos olhos dos burgueses democratas nada mais que um homem selvagem. Embora selvagem, julgo-me melhor europeu e, em qualquer hipótese, mais sensato do que eles. É com grave ansiedade que pressinto na Europa a possibilidade de um desenvolvimento como o seguinte: as democracias talvez continuem a desintegrar os Estados europeus, tornando-os internamente mais inseguros na avaliação dos perigos que os ameaçam e, acima de tudo, mutilando todo o poder de resistência decidida. A democracia é o canal por onde o bolchevismo conduz o veneno para os países desunidos, deixando-o agir tempo suficiente para que as infecções produzam o definhamento da razão e do poder de resistência. Julgo então possível a formação – para evitar algo ainda pior – de coalizões de governo, mascaradas em Frentes Populares ou coisas que o valha, cujo empenho é destruir nesses povos, e talvez o consigam, as últimas forças remanescentes quer em organização quer em projeto, capazes de oferecer resistência ao bolchevismo.”

“A brutal carnificina em massa dos combatentes nacional-socialistas, as viúvas dos oficiais nacional-socialistas queimadas após se derramar petróleo sobre elas, o morticínio de crianças e bebês de pais nacional-socialistas, conforme sucede na Espanha, devem servir de admoestação às forças de outros países que tenham pontos de vista afins com os do nacional-socialismo; o bolchevismo que intimidar essas forças de maneira que em situação idêntica não ofereça resistência. Se estes métodos alcançam êxito, se aos modernos girondinos sucedem os jacobinos, se à Frente Popular de Kerensky der lugar aos bolchevistas, então a Europa mergulhará num mar de sangue e lágrimas…”

FONTE: http://www.nacional-socialismo.com

Categories: Comunismo, Linhas Gerais

ECONOMISTA ALEMÃO VOLTA A CRITICAR A INVASÃO MUÇULMANA

August 26, 2010 Leave a comment
Um dos principais economistas alemães, Dr. Thilo Sarrazin, executivo do Banco Federal Alemão e Ministro das Finanças de Berlim, tem redigido vários artigos na revista alemã «Bild» a explicar os detalhes das consequências da islamização da Alemanha e do resto da Europa, como resultado da invasão em curso.
Diz Sarrazin que «em todos os países envolvidos – seja Inglaterra, França, Alemanha, Holanda, Bélgica, Dinamarca ou Noruega – podem fazer-se observações comparáveis sobre os imigrantes muçulmanos.»
Em seguida, apresenta a lista das características e consequências da presença muçulmana nos países europeus:
– integração no mercado de trabalho abaixo da média;
– dependência da assistência social acima da média;
– participação na educação abaixo da média;
– fertilidade acima da média;
– segregação espacial com tendência para a formação de uma sociedade paralela;
– religiosidade acima da média com crescente tendência para o fundamentalismo;
– tendência acima da média para o crime, desde o «simples» crime violento até ao terrorismo…
Diz ainda que «apenas 33.9% dos imigrantes de origem muçulmana tiram o seu sustento de um emprego capaz e o desemprego entre eles é quatro vezes mais elevado do que entre os Alemães.»
Segundo Sarrazin, os imigrantes oriundos de países não muçulmanos não apresentam estas tendências de desemprego e dependência da assistência social. E escreve: «gostaria que os meus bisnetos daqui a cem anos pudessem ainda viver na Alemanha. Não quero que o país dos meus netos e bisnetos se torne, em grande parte, muçulmano, que em vastas áreas tenha como línguas o Árabe e o Turco, em que as mulheres usem véus e os ritmos diários do quotidiano sejam ditados pelo chamamento do muezzin. Demograficamente, a enorme fertilidade dos migrantes muçulmanos coloca uma ameaça para o equilíbrio cultural e civilizacional numa Europa a envelhecer. Não quero que nos tornemos estrangeiros na nossa própria terra.»
O mais recente artigo de Sarrazin pode ser encontrado aqui (em Alemão).
Este economista já há uns meses se notabilizava pela coragem que teve em falar publicamente contra a imigração em massa vinda do mundo islâmico. Nessa altura, a natureza dos seus argumentos situava-se sobretudo ao nível do prático e do económico; desta vez, porém, além de se notabilizar, nobiliza-se, ao ter a coragem de passar dos argumentos economicistas para os que realmente interessam, e que mais condenações atraem – os argumentos propriamente identitários.
Categories: Noticias Recentes

Islâmicos se consideram futuros donos da Europa!

August 26, 2010 4 comments

Deixo claro que, minha intenção não é defender ou fazer apologia a anormalidades como o homossexualismo, mas sim alertar sobre a tenebrosa ameaça islâmica, que vem ameaçando cada vez mais a nossa raça e o continente europeu.

UM HOMOSSEXUAL NÃO PODE TORNAR-SE LÍDER DE UMA NAÇÃO QUE SERÁ EM BREVE MUÇULMANA


Na Bélgica, o político socialista Elio Di Rupo, que dirige as negociações para a formação de um novo governo, foi ameaçado de morte devido à sua homossexualidade: uma carta intitulada «Em Nome de Alá» enviada à estação televisiva privada flamenga VTM declara que «um homossexual não pode tornar-se primeiro-ministro de uma futura nação muçulmana como a Bélgica. O pecador e homossexual Di Rupo morrerá pela espada branca.»
A emissora VTM enviou a missiva à polícia federal de Bruxelas, que abriu investigação e tomará medidas para proteger o visado político.
Será a carta autêntica, isto é, escrita realmente por um muçulmano, ou não passará de alguma provocação engendrada por algum islamófobo com vontade de caluniar o Islão?
Na dúvida, nunca fiando – o que está em causa é demasiado precioso para que se possa correr riscos. E a ser autêntica a missiva, constitui, não apenas uma ameaça de morte, mas também um indicador do à vontade com que certa hoste islamista já tem a Bélgica como favas contadas.
FONTE: http://gladio.blogspot.com/

Categories: Noticias Recentes

Orânia

August 25, 2010 4 comments

Orânia é uma cidade Afrikaner/Bôer, situada as margens do rio Orange, província do Cabo Setentrional, na África do Sul. O principal objetivo de Orânia é preservar a cultura e língua Afrikaner.

Orânia cresceu à base do trabalho único e exclusivo dos Bôers.

A cidade conta com pouco menos de 1000 habitantes, todos brancos afrikaners. Forasteiros de outras raças podem ir a Orânia fazer compras, mas não são bem-vindos como moradores.

O sonho dos oranianos é reagrupar o povo Bôer e criar uma república Bôer independente. Possui inclusive moeda própria, o “Ora”. Possue o mesmo valor que o rand sul-africano, que também circula na cidade, mas quem compra em Ora, ganha descontos em Orânia. Recentemente, Orânia lançou também seu próprio talão de cheques.

Ora é a moeda de Orânia.

Em Orânia, há um museu em homenagem a Hendrik Verwoerd (imagem acima), criador e principal implantador do Apartheid.

Orânia sustentável

O povo oraniano acredita na proteção ao meio ambiente.

  • Pessoas reciclam seu lixo, classificando e colocando o lixo em cinco latas de lixo diferentes.
  • Todas as novas casas devem ter a energia solar para caldeiras de água quente.
  • Várias pessoas na cidade estão procurando maneiras de usar eletricidade “verde”
  • Na cidade existe um número de diferentes edifícios ecológicos, como por exemplo, uma casa com um telhado vivo.

Reciclagem de lixo em Orânia

Casa com caldeira solar

Casa com energia solar e eólica

Casa com telhado vivo

Bandeira de Orânia

A bandeira de Orânia, em laranja, branco e azul, traz as cores da antiga República Holandesa, e o menino levantando as mangas da camisa simboliza o trabalho.

Etimologia

Orânia vem de “orange”, cor símbolo da Holanda.

História

Em Dezembro de 1990, cerca de 40 famílias afrikaners lideradas por Carel Boshoff, genro do antigo primeiro-ministro sul-africano Hendrik Verwoerd, compraram a delapidada cidade por cerca de 200.000 dólares. Isto ocorreu poucos meses após o fim das leis de apartheid e a libertação do terrorista Nelson Mandela. A cidade é propriedade privada da empresa Vluytjeskraal Aandeleblok (Whistle Corral Share Block), que também gere a cidade. O nome Vluytjeskraal deriva do nome da quinta sobre a qual a cidade foi fundada, enquanto que Aandeleblok se refere à estrutura da empresa que permite às pessoas comprar acções e portanto obter o direito de morar e trabalhar uma parcela de terra propriedade da empresa. Os acionistas controlam portanto a empresa, que por seu lado controla a propriedade. O presidente executivo desta empresa, Dr.Manie Opperman, actua de facto como um presidente da câmara não eleito.

Imagens

O que a “Democracia” trouxe de bom ao mundo?

August 20, 2010 3 comments

Sob a égide de uma suposta libertação dos povos, os vencedores de 1945 empurraram sua democracia goela abaixo em todos os países em que conseguiram meter seu bedelho. Com esse pretexto, agrediram países, deflagraram guerras, praticaram genocídios. Coréia, Vietnã, Iraque, Afeganistão não nos deixam mentir.

Falam em mundo global sem fronteiras, mas favorecem o expansionismo de Israel, com constantes promessas de bilhões de dólares e foguetes de última geração a um estado usurpador, que expulsou de suas casas um povo inteiro, obrigando-o a viver no deserto.

Destruíram tradições e culturas. E o que lhes deram em troca? Seu colonialismo cultural, o chiclete, a Coca-cola, o mais desenfreado hedonismo.

Acusavam o fascismo de anular o indivíduo, mecanizando-o e suprimindo sua liberdade. Como se essa política não fosse especialidade exclusiva da Rússia de Stalin, sua grande aliada na Segunda Guerra. Enaltecem o sufrágio universal, que concede até a degenerados, bandidos e criminosos o direito de influir na escolha de um líder de nação. Trouxeram o individualismo e abençoaram a humanidade com a maconha, a cocaína, o crack e a heroína. E, de brinde, os traficantes, as crackolândias e as favelas.

Diziam que a forma como o fascismo lidava com os jovens era uma preparação para o militarismo. Exercícios físicos, disciplina, liderança, espírito de corpo, acampamentos com diversas atividades e mesmo organizações para crianças onde era ensinado o amor à pátria e aos pais, não agradavam aos plutocratas. Deste modo, os novos senhores do mundo impuseram seu “sistema”. Estimularam a rebelião, inverteram e subverteram valores morais, propagaram a permissividade, proclamaram aos quatro ventos que era proibido proibir. Criaram as chamadas sociedades alternativas, o sexo livre, a promiscuidade e a Aids.

Os guardiões da democracia combateram o “culto à personalidade” nacional-socialista. Para eles era um escândalo os povos admirarem e se espelharem em grandes líderes. Tudo fizeram para demonizar Mussolini, Hitler e seus aliados, com calúnias, anátemas e guerras. Substituíram as legiões fascistas com os Beatles, os Rolling Stones e as Madonas da vida. Todos regados a alucinógenos e LSD. Estes sim, grandes exemplos para o povo…

Com seus meios de comunicação de massa sufocaram e envenenaram corações e mentes. Com suas telenovelas e pornografia, erotizaram as crianças desde a mais tenra idade. Hoje as colocam, trajadas em roupas microscópicas, para exibi-las ao público, desfilando diante de escolas de samba. Isto feito, se dizem indignados com a pedofilia?

Criticavam a suposta busca pela perfeição física dos regimes autoritários. Incentivar o esporte e uma vida saudável era suspeito para esses senhores. “Tudo para mostrar a tal superioridade ariana”, é a explicação de sempre. Então criaram os concursos de halterofilismo movidos a anabolizantes e esteróides, e aplaudem as mães que dão Botox de presente a filhas de 18 anos.

Maravilhoso mundo democrático que trouxe o multiculturalismo devastador, a ditadura das minorias e marca a ferro todo orgulho nacional. Enviaram papai Noel para África e a Disneylândia para a Ásia.

Seus cientistas, com suas teorias bizarras, deformaram a própria concepção do espaço-tempo e seus filósofos relativizaram até a verdade. A única coisa real e concreta, dizem eles, é o suposto holocausto judeu.

Puseram em marcha seus asseclas contra a família. Facilitam o divórcio e o aborto. Promovem gigantescas manifestações gays (com dinheiro do contribuinte) e incentivam pais a levarem seus filhos a estes eventos.

Não seria de se admirar se, num futuro não tão remoto, criassem leis obrigando todos a serem homossexuais ou bissexuais. Ou outra nomenclatura mais moderninha. Talvez chegue o dia em que, quem não praticar sodomia seja preso como altamente suspeito. Ou ainda, seja rotulado e perseguido como preconceituoso e até neonazista. Quem sabe, sejam até mesmo enviados para Israel, o bastião da democracia no Oriente Médio, para serem julgados por crimes contra a humanidade.

Democracia. A palavra já é feia de por si, mas quando se entende seu real significado, se torna repugnante e imoral.

A maioria quer brindar! Outros chorar…

Democracia? Não, obrigado. Não sigo modas, não uso drogas!

FONTE: http://www.inacreditavel.com.br

Categories: Capitalismo, Linhas Gerais