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Archive for October, 2010

O medo do ZOG – Jogo Wolfenstein banido da Alemanha

October 9, 2010 48 comments

O jogo para PS3 Wolfenstein foi banido da Alemanha. O medo do ZOG diante da possibilidade do povo alemão despertar é tão grande, que todos os jogos que retratam a Segunda Guerra Mundial, tem suas suásticas retiradas da versão germânica do jogo. Além disso, a versão multiplayer não conta com a opção versus, pois só é permitido jogar ao lado dos aliados.

 

Versão normal do game

 

Versão germânica do game

 

O jogo Wolfenstein retirou as suásticas, porém, uma suástica meio apagada e pequena, passou despercebida. Bastou para o ZOG borrar a tanga e banir o jogo da Alemanha.

 

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Povo Kalash

October 9, 2010 29 comments

Arianos na Ásia Central


O povo Kalash

Envolto pelas majestosas montanhas do Hindu Kush, no noroeste do Paquistão, vive um povo tão antigo como a história, um povo ariano, que mesmo cercado de vizinhos selvagens e hostis (os islâmicos), mantém firme sua gloriosa estirpe ariana, sua língua e suas gloriosas tradições culturais e religiosas.

Contando atualmente com cerca de seis mil pessoas, o povo Kalash são detentores de um idioma indo-iraniano próprio, muito semelhante ao sânscrito e com abundantes influências gregas.

São praticantes de uma religião pagã indo-européia, suas divindades:

– Jestak é a Deusa da vida doméstica, da família e do casamento, afigurando-Se por conseguinte como equivalente à latina Juno e à grega Hera;
– Dezalik é padroeira dos nascimentos, que nos panteões clássicos é também um dos atributos de Juno/Hera, e também de Diana;
– Mahandeo é o Deus das Colheitas, mas também da Guerra, apresentando assim um paralelo interessante com o latino Marte;
– Khodai, também chamado Dezau, é o maior de todos, Deus Soberano do Céu, sendo assim não apenas funcional e hierárquica mas também etimologicamente equivalente ao latino Júpiter e ao grego Zeus: a avaliar pelo nome, Dezau é a versão kalash do grande Deus do Céu Luminoso, ou seja, do arquétipo divino mais puramente indo-europeu, raiz dos teónimos JúpiterZeus, Diaus, Daipatures (ilírio) e Tiwaz (germânico).

A sua tradição mítico-religiosa compreende ainda algumas Divindades menores, semi-deuses e espíritos, tal como de resto sucede noutras culturas indo-europeias, incluindo também figuras fantásticas tais como fadas de três seios e cavalos sobrenaturais.

Os Kalash acreditam que são oriundos duma região a ocidente, à qual chamam Tsyam, que está ligada a Balomain, o heróico semi-deus reverenciado na festa de Chaumus.

Paralelamente, certo mito grego conta que um dia o Deus Diónisos passou por esta terra, durante a sua jornada às Índias, acompanhado pela Sua Corte de Bacantes e Silenos, e aí fundou uma povoação, que em breve se tornou conhecida entre os vizinhos e viajantes pelas suas festas e orgias. Conta-se também que pela mesma terra passaram as tropas de Alexandre Magno, daí que haja muitos gregos convencidos do seu parentesco com este povo; todavia, os estudos científicos e linguísticos indicam que a nação Kalash está etnicamente mais próxima dos Hindus e doutros povos da região do que dos Gregos, visto que a sua língua pertence ao ramo indo-irânico, mais concretamente ao grupo dárdico da família indo-europeia.

Historicamente, sabe-se que os muçulmanos sempre lhes chamaram Kafiri (infiéis), desde que as tropas de Mafoma chegaram a Tsyam na sequência da campanha islâmica de conquista territorial, iniciada no século VII. E, ao longo de mais de um milénio, estes Kafires mostraram-se indómitos, resistindo, no seu altivo bastião, às sucessivas vagas islamistas, incluindo os Turcos do sultão Mahmud, conquistador das Índias, e incluindo também a cavalaria de dez mil homens liderada por Tamerlão, famoso descendente do mongol Gengis Khan.
Todavia, alguns destes Kafires tiveram de abandonar a sua terra, Tsyam (que se localizaria eventualmente no actual Afeganistão) e moveram-se para norte, refugiando-se nos agrestes e montanhosos vales do noroeste paquistanês, o gélido e escarpado Hindu Kush, onde vivem agora.
Quanto aos Kafires que ficaram no Afeganistão, foram brutalmente massacrados em 1896 pelo islâmico Amir Kabul Adbur Rahmanm, aparentemente com o apoio tácito da coroa britânica. Este compassivo e tolerante muçulmano deu aos sobreviventes a escolha entre converterem-se ao Islão ou morrerem. Até o nome Kafiristan (Terra dos Kafires) foi alterado para Nuristan, ou seja, «A Terra da Luz», evocando a «Nur» («Luz» em Árabe) do Alcorão. No Paquistão, entretanto, mantem-se até hoje o cerco islâmico aos Kalash, daí que muitos destes tenham já sido convertidos ao Islão, por vezes à força, quer dar intimidação armada, quer do rapto de mulheres kalash, lendárias pela sua beleza e alvura de pele.
Até meados do século XX, os Kalash eram prósperos, graças ao domínio britânicos, mas com o domínio islâmico da zona do Paquistão (como se sabe, este país foi criado artificialmente no século XX para servir de pátria aos muçulmanos), a vida dos Kalash começou a piorar. Nos anos cinquenta houve várias conversões forçadas, a pretexto de uma alegada imoralidade kalash e, actualmente, há grupos de muçulmanos que atacam regularmente quem pratica os rituais kalash, chegando ao ponto de destruir os seus ídolos. É verdade que o governo de Pervez Musharraf, de tendência laicista, parece querer preservar as minorias, e recentemente até se criou um grupo cultural de apoio à etnia Kalash; todavia, o cerco islâmico aperta-se e as conversões sucedem-se, a ponto de, actualmente, o povo estar dividido em dois grupos numericamente iguais (três mil para cada lado), um genuinamente kalash, outro já convertido ao Islão. A alta taxa de nascimentos tem compensado bem esta conquista islâmica, além de que a melhoria das condições sanitárias também tem ajudado a que os indivíduos deste povo vivam mais tempo, além de que acontece frequentemente haver conversos ao Islão que, secretamente, retornam à sua religião pagã, ancestral.

Como se não bastasse a já referida hostilidade dos povos vizinhos, a acelarada desflorestação posta em prática pela administração central implicou drásticas mudanças nos hábitos e tradições ancestrais de vida dos kalash, tão próximos da natureza. A acrescentar a isto, o governo paquistanês viu nos kalash uma atracção para o turismo e, consequentemente, uma extraordinária fonte de receitas, o que veio não só desrespeitar os locais sagrados dos kalash como também e acima de tudo perigar a própria existência do povo kalash, enquanto comunidade étnico-cultural específica, não obstante os esforços preservacionistas de associaçõs culturais gregas e de voluntários europeus que procuram estudar e auxiliar os kalash na defesa da sua singulariedade.

Com base no exemplo dos kalash, ocorre um pensamento inevitável: Será este o destino dos povos europeus? Estarão, a médio longo prazo, os povos europeus confinados a reservas, vulgo centros turísticos, como actualmente se encontram os kalash? A fatal marcha do povo irmão kalash em direcção à extinção é um alerta, é um aviso, mas ainda mais um grito de revolta que a todos deve impelir à resistência face ao “Sistema de matar os povos”, esse sistema mundialista, uniformizador e, por conseguinte, etnocida.

Drogados tem duas vezes mais problemas mentais

October 8, 2010 29 comments

Um estudo realizado na Holanda, onde o uso da maconha é descriminalizado, aponta que usuários da droga têm o dobro do potencial de adquirir problemas mentais do que pessoas que não fumam o entorpecente. O estudo, que foi realizado entre 2007 a 2009, com 18,5 mil pessoas, constatou que 20% dos usuários de maconha do sexo masculino se queixaram de problemas mentais, comparados a 10% entre os não usuários. Os fumantes da maconha se queixaram de problemas como ansiedade, tristeza, melancolia e impaciência. A proporção foi a mesma para as mulheres – 28% das usuárias se queixaram de problemas mentais, comparados a 14% entre as não usuárias.
O estudo constatou que 4% das pessoas com idades entre 15 e 65 anos haviam fumado maconha pelo menos uma vez nos últimos 30 dias. A Holanda descriminalizou o consumo e posse de menos de cinco gramas de maconha em 1976 com uma política de “tolerância” oficial.
http://noticias.r7.com/saude/noticias/usuarios-de-maconha-tem-duasvezes-mais-problemas-mentais-20101005.html

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