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Quem está matando o Ocidente? – A nova esquerda

December 5, 2010 76 comments

STALIN INVADIRIA A ALEMANHA EM 06 DE JULHO DE 1941

September 20, 2010 8 comments

Uma carta escrita por Stalin foi vendida por 12.500 dólares na Sotheby’s nesta sexta-feira. O documento parece ser uma evidência de planos de ataque da Rússia à Alemanha na Segunda Guerra Mundial.

A carta assinada por Joseph Stalin e Ministro das Relações Exteriores Vyacheslav Molotov – datada de 8 de janeiro de 1940 – pergunta o líder mongol Choi Balsan para quase 40.000 toneladas de lã para confecção de tropas. Por sua parte, Stalin prometeu tomar todos os esforços necessários para satisfazer os pedidos de assistência da  Mongólia.

Em uma conclusão surpreendente, a casa de leilões brochura descreve a carta como prova de que a União Soviética planejou invadir a Alemanha em condições de inverno rigoroso – algo que foi descoberto pelos historiadores antes.

Essa carta é mais uma evidência de que Hitler não teve escolha, os soviéticos já estavam planejando a invasão da Alemanha, o que aconteceria em 6 de julho de 1941, num domingo.

A Alemanha pegou os soviéticos de surpresa 2 semanas antes, tomando a iniciativa.

Os pilotos alemães, como descreve Ulrich Rudel, ficaram impressionados com a quantidade de armamentos, aviões e tanques “à espera” na fronteira com a Alemanha. Destruíram o que puderam.

INVASÃO DA UNIÃO SOVIÉTICA – UMA GUERRA PREVENTIVA

Até sua morte em julho de 1996, Adolf von Thadden foi uma figura proeminente e respeitado na ala nacionalista alemã. Nisso, seu último livro, este escritor prolífico de forma concisa e convincente, explica por que Hitler foi compelido, tanto por razões políticas e militares, para lançar seu ataque preventivo contra a União Soviética quando e como ele fez.

“Trap de Stalin” é também o seu legado final para as futuras gerações, uma espécie de testamento para jovens alemães.

A “história oficial”, escrita pelos vencedores do conflito, alega que que a Alemanha sem aviso ou provocação, lançou um ataque surpresa contra o traiçoeiro totalmente despreparada União Soviética em junho 22, 1941. Von Thadden livro – que se baseia em grande parte da prova, recentemente descoberto em arquivos russos, declarações do próprio Stalin, e novas revelações de especialistas militares russos – persuasivamente desmascara essa versão.

Muitos documentos soviéticos capturado pelos alemães durante o curso da guerra, bem como relatórios de inteligência alemã sobre o acúmulo de tropas Soviéticas em 1941, justificam a decisão de Hitler. Apresentados perante um tribunal imparcial, essa evidência certamente teria exonerado a liderança política e militar do III Reich pela responsabilidade do ataque. Infelizmente, todos esses documentos foram apreendidos e mantidos pelos aliados vitoriosos.

Em seu discurso de 11 de dezembro de 1941, declarando guerra contra os Estados Unidos, Hitler descreveu em detalhes a ameaça soviética, que estava sendo apoiado e promovido pela Grã-Bretanha e pelos E.U.A. (que estavam oficialmente neutros no conflito).

Neste discurso histórico Reichstag, o líder alemão disse: “Já em 1940, tornou-se cada vez mais evidente de um mês para que os planos dos homens no Kremlin visavam a dominação, e assim a destruição de toda a Europa.

Eu já disse a nação sobre o acúmulo de poder militar soviético no Leste durante um período quando a Alemanha tinha apenas umas poucas divisões, nas províncias que fazem fronteira com a União Soviética. Só uma pessoa cega poderia deixar de ver que um reforço militar do mundo exclusivo de dimensões históricas estava sendo realizada. Tais acúmulos de tropa na fronteira não demonstram a intenção de proteger a algo que não estava sendo ameaçado, mas apenas para atacar o que parecia incapaz de defesa.

Quando tomei conhecimento da possibilidade de uma ameaça ao leste do Reich, em 1940, através de espiões na Câmara dos Comuns Britânica e pela observação dos movimentos das tropas soviéticas em nossas fronteiras, eu imediatamente ordenei a formação de muitos novas divisões blindadas e de infantaria motorizada.

Percebemos claramente que, sob nenhuma circunstância, podemos permitir ao inimigo a oportunidade de atacar primeiro em nossa retaguarda. No entanto, a decisão, neste caso era muito difícil…

A quantidade impressionante de material bélico acumulada confirma que um ataque soviético era pretendido. Perante este perigo, na medida em que estamos, talvez, só agora verdadeiramente conscientes, só posso agradecer ao Senhor Deus de que Ele me iluminou no tempo e me deu a força para fazer aquilo que deve ser feito.

Eu posso dizer isso hoje: Se a onda de mais de 20.000 tanques, centenas de divisões, dezenas de milhares de peças de artilharia, junto com mais de 10.000 aviões, não tinha sido impedidas de ser colocada em movimento contra o Reich, a Europa teria sido perdida.”

Durante o julgamento de Nuremberg , ex-funcionários de alto nível do Terceiro Reich testemunharam sobre os antecedentes do ataque Barbarossa, descrevendo a ameaça soviética em 1941 e os montantes escalonamento de material bélico que eles encontraram depois de suas forças penetraram território soviético. Mas esta prova foi bruscamente indeferido pelo Tribunal Aliados.

Como von Thadden também se relaciona, general Alfred Jodl, um dos mais próximos conselheiros militares de Hitler, da mesma forma testemunhou perante o Tribunal de Nuremberg sobre o “ataque da Alemanha“:

“Foi sem dúvida uma guerra puramente preventiva. O que nós descobrimos, mais tarde, foi a certeza dos enormes preparativos militares Soviéticos em frente a nossa fronteira. Eu vou compartilhar com os detalhes, mas eu só posso dizer que, apesar de termos conseguido uma surpresa tática como o dia ea hora, não foi surpresa estratégico. A Rússia estava totalmente preparada para a guerra.”

Outra evidência citada por von Thadden sobre o conflito germano-soviético foi fornecido por Andrei Vlasov, um proeminente general russo que tinha passado para o lado alemão.

Durante uma conversa em 1942 com SS Richard Hildebrandt, ele foi perguntado se Stalin tinha a intenção de atacar a Alemanha: “Vlasov respondeu dizendo que o ataque foi planejado para agosto-setembro de 1941. Os russos estavam preparando o ataque desde o início do ano, que teve um pouco de atraso por causa da rede ferroviária pobre russo.”

http://secastan.wordpress.com/2010/05/02/stalin/

http://rt.com/Top_News/2009-12-11/stalin-letter-sothebys-auction.html

http://www.ihr.org/jhr/v18/v18n3p40_Michaels.html

HITLER SOBRE O COMUNISMO

August 26, 2010 8 comments

ADOLF HITLER SOBRE O COMUNISMO

Discurso de Adolf Hitler a 14 de setembro de 1936
Nürnberg

“Não posso transigir com uma concepção de mundo [o bolchevismo] que, em toda parte onde alcança o poder, trata logo de libertar, não os trabalhadores, mas a escória da humanidade, o elemento anti-social concentrado nas prisões – e soltar estas bestas selvagens no mundo impotente e aterrado que os rodeia…”
“O bolchevismo converte campos florescentes em sinistros montões de ruínas; o nacional-socialismo transforma um regime de miséria e destruição num Estado sadio, de próspera vida econômica…”

“A Rússia havia preparado uma revolução mundial em que os trabalhadores alemães serviriam de carne de canhão para o mando do imperialismo bolchevista. Nós, os nacional-socialistas, não pretendemos empregar nossos recursos militares para impor a outros povos, pela força, o que eles não queiram aceitar. O nosso exército não jurou propagar o nacional-socialismo entre as outras nações pelo ferro e pelo fogo, mas sim defender de agressões estrangeiras, com o seu próprio sangue, a idéia nacional-socialista, e por conseguinte o Reich alemão, sua segurança e sua liberdade…”

“O povo alemão, como soldado, é um dos melhores do mundo: ter-se-ia tornado uma verdadeira “Brigada da Morte” para os propósitos sanguinolentos destes disseminadores internacionais de lutas. A revolução nacional-socialista afastou o perigo, tanto do nosso próprio povo como dos demais…”

“São estas apenas algumas razões do antagonismo que nos separa do comunismo. Afirmo-o: esse antagonismo não pode ser eliminado. Na verdade há aqui dois mundos que mais e mais se distanciam um do outro e jamais poderão se unir. Quando num jornal inglês certo parlamentar se queixa de que pretendemos dividir a Europa em duas partes, então, infelizmente, somos obrigados a informar a esse Robinson Crusoé que vive em sua feliz Ilha Britânica que – embora triste – esta divisão já é um fato consumado… Quando alguém recusa ver uma coisa isso não significa que ela não exista. Anos a fio ridicularizaram-me na Alemanha como profeta; por vários anos consideraram minhas admoestações e profecias como ilusões de um mentecapto…”

“O bolchevismo atacou os fundamentos de toda a nossa ordem humana, tanto no Estado como na sociedade, as bases do nosso conceito de civilização, da nossa fé e da nossa moral; tudo isto está em jogo.

“Se o bolchevismo se contentasse em pregar sua doutrina num único país, as outras nações poderiam ficar indiferentes; mas seu princípio supremo é o internacionalismo; sua profissão de fé é de fazer triunfar em todo o mundo este ponto de vista, isto é, convulsionar a atual ordem do mundo. Se um autor de manchetes britânico se recusa a reconhecê-lo, porta-se mais ou menos como se no décimo quinto século um humanista de Viena não tivesse admitido a intenção do Islamismo de estender sua influência à Europa e tivesse objetado que isso seria rasgar o mundo em pedaços, dividi-lo em oriental e ocidental. Por infelicidade não posso furtar-me à impressão de que a maioria dos que duvidam do perigo mundial bolchevista venham eles próprios do oriente. Os políticos ingleses ainda não conhecem o bolchevismo em sua pátria; nós já o conhecemos. Uma vez que combati a idéia judaico-soviética dentro da Alemanha, uma vez que dominei e expulsei este perigo, julgo possuir melhor compreensão de sua essência do que aqueles que só lidam com ela no terreno literário…”
“Consegui meus êxitos simplesmente porque, em primeiro lugar, me esforcei por ver as coisas tais quais elas são e não como desejaríamos que fossem; segundo, porque, formada a minha opinião, nunca permiti fraquezas que me convencessem do contrário ou me levassem a abandoná-la; terceiro, porque, em todas as circunstâncias, sempre cedi à necessidade, quando como tal a tinha reconhecido. Hoje que o destino me permitiu tamanhos sucessos não serei desleal a esses meus princípios fundamentais…”

“Não me é necessário fortalecer com triunfos militares a reputação do movimento nacional-socialista, nem tampouco o exército alemão. Quem, como nós, empreendeu tão ingentes tarefas econômicas e culturais e está determinado a levá-las avante, pode encontrar a mais alta glória apenas na paz… Mas o bolchevismo que, segundo soubemos faz apenas alguns meses, pretendia aparelhar seu exército de tal maneira que pudesse com violência, se necessário, abrir as portas da revolução entre outros povos – saiba esse bolchevismo que, às portas da Alemanha, encontrará o novo exército alemão… Tenho a convicção de que, como nacional-socialista, sou aos olhos dos burgueses democratas nada mais que um homem selvagem. Embora selvagem, julgo-me melhor europeu e, em qualquer hipótese, mais sensato do que eles. É com grave ansiedade que pressinto na Europa a possibilidade de um desenvolvimento como o seguinte: as democracias talvez continuem a desintegrar os Estados europeus, tornando-os internamente mais inseguros na avaliação dos perigos que os ameaçam e, acima de tudo, mutilando todo o poder de resistência decidida. A democracia é o canal por onde o bolchevismo conduz o veneno para os países desunidos, deixando-o agir tempo suficiente para que as infecções produzam o definhamento da razão e do poder de resistência. Julgo então possível a formação – para evitar algo ainda pior – de coalizões de governo, mascaradas em Frentes Populares ou coisas que o valha, cujo empenho é destruir nesses povos, e talvez o consigam, as últimas forças remanescentes quer em organização quer em projeto, capazes de oferecer resistência ao bolchevismo.”

“A brutal carnificina em massa dos combatentes nacional-socialistas, as viúvas dos oficiais nacional-socialistas queimadas após se derramar petróleo sobre elas, o morticínio de crianças e bebês de pais nacional-socialistas, conforme sucede na Espanha, devem servir de admoestação às forças de outros países que tenham pontos de vista afins com os do nacional-socialismo; o bolchevismo que intimidar essas forças de maneira que em situação idêntica não ofereça resistência. Se estes métodos alcançam êxito, se aos modernos girondinos sucedem os jacobinos, se à Frente Popular de Kerensky der lugar aos bolchevistas, então a Europa mergulhará num mar de sangue e lágrimas…”

FONTE: http://www.nacional-socialismo.com

Categories: Comunismo, Linhas Gerais

CRIMES CONTRA A HUMANIDADE COMETIDOS PELOS JUDEUS

July 29, 2010 2 comments

Comunismo

O comunismo causou 110 milhões de mortes ao redor do mundo, na maioria dos casos, os judeus tiveram participação direta, mas mesmo nos poucos casos em que não houve participação direta, os criminosos comunistas estavam influenciados ideologicamente por um judeu, Karl Marx.

Holodomor

O Holodomor foi um genocídio que levou a morte de 10 milhões de pessoas só na Ucrânia, o holodomor também ocorreu em outras repúblicas soviéticas, como o Cazaquistão, mas as maiores vítimas foram os ucranianos. 82% da população da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas vivia da agricultura e foi obrigada, por meio de repressão violentíssima, a entregar as suas propriedades ao Estado comunista e a integrar as explorações agrícolas colectivas e estatais, no que foi chamado pelos comunistas, de “coletivização do campo”. A maior parte dos camponeses ucranianos, reconheceram a “coletivização” do campo como uma forma de neo-feudalismo e por isso foram contra. Como resposta a essa oposição por parte do povo ucraniano, Stálin, a cúpula estalinista e o partido comunista (80% dos membros eram judeus) se reuniram para buscar uma solução. O resultado foi um plano terrível, que ceifaria 10 milhões de vidas humanas. Os judeus e comunistas não pouparam nem mesmo as mulheres e as crianças. Trata-se do pior e mais cruel crime contra a humanidade.

PS: O judeu e vice-chefe da NKVD (mais tarde KGB), Genrikh Yagoda foi um dos principais responsáveis pela repressão aos ucranianos, no âmbito da colectivização e da deskulakização.

No inverno de 1932-1933, os ucranianos tiveram todos os seus suprimentos alimentícios confiscados. Um grande cordão foi criado para que ninguém pudesse ir embora.

Inicialmente, as pessoas não morreram, pois sobras de suprimentos em grãos e vegetais mantiveram-na vivas. Mas isso não fazia parte do plano dos judeus e comunistas. Por isso, eles ordenaram a NKVD que todos os grãos, toda a comida fosse confiscada e os camponeses fossem proibidos de a procurar em outro lugar. Fazendo isso, eles sabiam que estavam condenando aquela gente inocente a morte.

Após isso, a fome começou.

Os ucranianos foram mortos tortuosamente devagar.

Crianças choravam agonizando por pão.

Não era permitido que fossem para as cidades, guardas de esquadrões impediam as pessoas de entrar nos trens. Com isso, muitos morreram nas estações.

Vítima que conseguiu escapar para a cidade de Kharkiv, mas mesmo assim acabou morrendo.

Muitas crianças perdiam o senso de medo e entravam nos campos guardados pela NKVD a procura de grãos. Elas eram fuziladas no ato.

Mas a maioria das pessoas morria devagar, em casa. Unidades especiais da NKVD invadiam as casas das pessoas para coletar os corpos dos mortos. Não havia nenhuma cerimônia de despedida para as vítimas, eram todos despejados em valas, relatos dizem que a terra chegava a se mexer, devido ao fato de enterrarem não só os mortos, mas também enterrarem vivos os que já agonizavam.

O genocídio não teve como objetivo apenas reprimir a oposição que o povo ucraniano tinha em relação aquele governo judaico-comunista de tendências feudalistas, tinha também fins lucrativos.

Os judeus não podem ser definidos apenas como gananciosos, ambiciosos ou individualistas, aliás, nem sei como definir um povo capaz de matar 10 milhões de seres humanos, inclusive mulheres, idosos e crianças, por dinheiro.

Os judeus e comunistas exportaram os grãos roubados dos camponeses para países do ocidente.

A mídia ocidental informou sobre o extermínio dos ucranianos. Mas mesmo assim, os países “livres” e liberais do ocidente (países dominados economicamente e boa parte até politicamente pelos judeus) não fizeram nada para impedir, ainda continuaram a comprar os grãos roubados daquela gente e a colaborar com o governo soviético.

Países como Israel, China, França, Reino Unido e Alemanha (hoje a Alemanha é comandada pelo ZOG, Governo Sionista de Ocupação) não reconhecem o holodomor.

Em azul os países que reconhecem o Holodomor, em cinza, os que não reconhecem.

A Grande Fome de 1921-1922 (Russia)

O partido comunista (que tinha 80% de seus membros judeus), a partir de 1919, iniciaria uma política de confisco de grãos dos camponeses, que gradualmente levaria uma crise de fome em massa na população. A tentativa de transformar a economia russa em uma economia comunista, através do controle de distribuição de alimentos, mediante apropriação forçada dos grãos dos camponeses, a fim de abastecer as cidades, gerou não somente revolta e uma feroz guerra civil no campo, como uma diminuição gradual da produção de cereais na Rússia. Os camponeses foram proibidos de vender livremente seus excedentes, com os judeus e comunistas exigindo cotas de produção acima das possibilidades dos camponeses, empobreceu-os radicalmente, gerando escassez de alimentos.

Os judeus e comunistas, através de uma violência brutal, torturando, matando e saqueando os agricultores, não somente confiscavam tudo que o camponês tinha, como não poupavam nem os grãos guardados para o replantio de novas safras agrícolas. As regiões mais ricas da Rússia, como Tambov e outros arredores de Moscou, outrora grandes exportadores de cereais, por volta de 1920, ameaçavam perecer pela fome.

Os comissários da Tcheka, em cartas direcionadas a Lênin e Molotov, relatavam a incapacidade dos camponeses de oferecer seus grãos, já que não somente o campo tinha se desestabilizado, como a produção agrícola decaído. No entanto, sabendo dessas informações, o judeu Lênin radicalizou o processo, obrigando os camponeses a darem cotas de produção cada vez mais altas onde eles não existiam mais.

Antonov-Ovsenko, em uma carta ao partido comunista, dizia que as exigências que estavam sendo feitas para a agricultura, em milhões de puds de cereais, eram tão além das expectativas da população, que ela simplesmente morreria de fome. Ignorando o aviso, os judeus e comunistas insistiram em tal política. Por volta de 1921 e 1922, 30 milhões de russos foram atingidos por uma crise de fome monstruosa.

O povo se revoltou. Os marinheiros de Kronstadt se amotinaram e fizeram alianças com os camponeses insurretos e esfomeados. E a fúria do povo era tanta, que os “comissários do povo” perdiam o controle de várias cidades russas. Numa dessas cidades, os grãos de alimentos confiscados apodreciam na estação ferroviária, enquanto a população morrendo de fome, enfrentando os tiros dados pelos soldados do exército vermelho, saqueavam tudo quanto viam. Enquanto isso, nas florestas da Rússia e Ucrânia, exércitos inteiros de camponeses atacavam os bolcheviques.

Todavia, os judeus e comunistas reprimiram implacavelmente as revoltas camponesas. Fuzilamentos sumários de centenas de milhares de pessoas, assassinatos de famílias inteiras, deportações para os recém-construídos campos de concentração, e mesmo o uso de gás venenoso contra os agricultores rebelados, foram as variadas formas com que os bolcheviques esmagaram a resistência anti-comunista do povo.

Revoltosos mortos pela NKVD

Graças a pressão de alguns intelectuais russos, Lenin liberou a ajuda internacional. A ajuda internacional alimentou 11 milhões de pessoas por dia, mas já era um pouco tarde: sete milhões já tinham morrido pela fome.

Quando a situação se pacificou, os bolchevistas prenderam os intelectuais russos que pediram a ajuda internacional e só não os fuzilaram por pressão internacional, mas os expulsaram do país com a roupa do corpo.

A fome russa foi um dois maiores crimes contra a humanidade já cometidos até hoje.

Uma parte da população esfomeada simplesmente foi reduzida ao canibalismo. Dizia-se que os camponeses famintos eram obrigados a arrancar o fígado dos cadáveres para fazer patês e vender no mercado para não morrer de fome.

Imagem de um casal camponês, foram obrigados pelos judeus e comunistas

a recorrerem ao canibalismo como forma de sobrevivência

Relatórios da Tcheka, a polícia política soviética, assim como algumas fotos, retratam esse estado de penúria, sem contar as famílias deportadas para a Sibéria, que definhavam pelo frio. Viam-se milhões de cadáveres espalhados pelo país, uma boa parte, de crianças. Algumas delas são retratadas em várias fotos chocantes, raquíticas, nuas, sujas, abandonadas.

Assassinato de milhares de civis durante a invasão da Estônia

Em Walk, na Estônia, o Exército Vermelho executa, intimida, saqueia e aterroriza centenas de civis. Posteriormente, a Estônia, junto com outras repúblicas bálticas, será vítima de grandes deportações em massa e extermínio de sua população civil, pelo regime de Stalin, que contava com o apoio do Partido Comunista (80% dos seus membros eram judeus) quando da invasão do país, em 1940.

Campos de concentração soviéticos

Imagens de campos de concentração soviéticos, construídos sob as ordens do partido comunista (que tinha 80% dos seus membros judeus).

Atmosfera do gulag soviético, Kolyma, Sibéria.

Prisioneiros de campos de concentração soviéticos

Famílias polonesas sendo levadas para campos de concentração

Crianças polonesas esqueléticas em um campo de concentração soviético, Buzuluk, no Cazaquistão.

Massacre de Katyn

O massacre de Katyn (em polaco zbrodnia katyńska) foi uma execução em massa, na qual cerca de 25 mil cidadãos e militares da Polônia foram massacrados pelo Exército Vermelho, sob as ordens das autoridades judaico-comunistas da União Soviética em 1940.

Durante 4 décadas soldados da Alemanha Nacional-Socialista foram acusados pelo fuzilamento dos poloneses, fato desmentindo pela abertura de documentos secretos.

Prisioneiros de guerra polacos foram assassinados numa floresta nos arredores da vila de Katyn, em prisões e em diversos outros lugares. Cerca de oito mil vítimas eram militares polacos que haviam sido tomados como prisioneiros na invasão soviética da Polônia em1939, sendo o restante cidadãos polacos presos sob alegações de pertencerem a corpos de serviços de inteligência, espionagem,sabotagem, e também proprietários rurais, advogados, padres etc.

Para as novas gerações, até mesmo na Polônia, a palavra Katyn não diz nada, pela simples razão de que seus professores, jornais e outras mídias tomaram todas as precauções necessárias para evitar que essa palavra lhes dissesse alguma coisa.

Em Setembro de 1939 a Polônia foi derrotada, depois de ter sido invadida simultaneamente pela Alemanha, a Oeste, e pelos comunistas, a Leste. Após negociações Hitler então outorgou aos Soviéticos uma zona de ocupação de duzentos mil quilômetros quadrados.

A partir da derrota da Polônia, os soviéticos massacraram nessa zona, sob as ordens do infame ditador Josef Stalin e do partido comunista, vários milhares de oficiais poloneses prisioneiros de guerra – mais de 4 mil em Katyn (perto de Smolensk), local onde foi descoberto posteriormente pelas tropas alemãs Nacional-Socialistas que libertaram a Polônia dos Comunistas enquanto invadia a União Soviética, um dos mais famosos ossários, além de outros 21 mil em vários locais.

Deve-se adicionar a essas vítimas cerca de 15 mil prisioneiros soldados comuns, provavelmente mortos por afogamento no Mar Branco. Perpetrados em poucos dias segundo um plano preestabelecido, esses assassinatos em massa de poloneses vencidos, exterminados pelo simples fato de serem poloneses, constituem indiscutíveis crimes contra a humanidade, e não apenas crimes de guerra, já que a guerra, para a Polônia, havia terminado.

Segundo a Convenção de Genebra, a execução de prisioneiros de um exército regular, que combateram uniformizados, constitui crime contra a humanidade, sobretudo depois que o conflito já terminou. A ordem de Moscou era para suprimir todas as elites polonesas: estudantes, juízes, proprietários de terras, funcionários públicos, engenheiros, professores, advogados e, certamente, oficiais.

Hoje sabemos bem o motivo pela qual os Comunistas queriam (ainda querem?) aniquilar qualquer cabeça pensante, ou seja, os intelectuais, pois que o regime mais devastador da história pudesse seguir seu caminho sem interferências.

Quando esses ossários poloneses foram descobertos, Moscou imputou os crimes aos alemães e estes foram acusados e condenados no ilegal e famigerado Tribunal de Nuremberg.

Crimes de guerra contra o povo alemão

Alemanha, 1945: cadáveres de mulheres alemães, estupradas e mortas pelo exército vermelho.

O Exército Vermelho cometeu vários crimes de guerra contra o povo alemão, sob as ordens do judeu Ilja Ehrenburg.

“Matem, matem, matem. Ninguém é inocente. Nem os que estão vivos nem os que ainda não nasceram” ou então “se vocês, um dia, não tiverem matado pelo menos um alemão(ã) , então vocês não cumpriram o vosso dever moral para com a mãe pátria Soviética “

Os Soldados Vermelhos ardem como se fossem de palha para fazer dos alemães e da sua capital uma teia acesa da sua vingança; para vós, soldados do Exército Vermelho, soou a hora da vingança. Destroçai briosamente o orgulho racial das mulheres alemãs; tomai-as como despojo legítimo. Matai! Destruí, bravos e aguerridos soldados do Exército Vermelho“

Ilja Ehrenburg

Massacres durante a Guerra Civil Espanhola

Crimes cometidos sob as ordens dos judeus Rabino Hyman Katz e Milton Wolff (comandantes das “brigadas internacionais” na Espanha).


Massacre de católicos e exposição pública de seus cadáveres

Cemitério de Paracuellos de Jarama: neste local jazem mais de 2 mil pessoas fuziladas, vítimas da tirania judaico-comunista

Cadáveres descobertos por nacionalistas. As mulheres não foram poupadas da violência sexual.

Danzig e corredor de Danzig

Após o término da Primeira Guerra Mundial, os civis alemães decidiram continuar vivendo na região mesmo sabendo que o Tratado de Versalhes estava entregando o território ao governo polonês, e foi neste local que judeus e comunistas poloneses, com o apoio do governo judaico-comunista soviético e do próprio governo polonês, desencadearam um verdadeiro genocídio aos alemães étnicos locais. Esse foi um dos principais motivos que levaram os alemães a invadirem a Polônia.

Eles não pensaram duas vezes antes de matar mulheres e crianças alemãs.

No total os comunistas e judeus poloneses assassinaram cerca de 60.000 alemães da região.

Muitos esperavam tomar posse das fazendas e negócios dos alemães. A crise diplomática entre Alemanha e Polônia mostrava-se cada vez mais evidente na medida em que os massacres se sucediam.

Foram dezenas de protestos dos alemães na Liga das Nações (hoje ONU) que não trouxeram nenhum resultado.

Sudetos

Nos Sudetos, após a “libertação” da Tchecoslováquia, judeus comunistas que dominaram todo o leste europeu, decidiram libertar três milhões de alemães que ali viviam de uma forma um pouco diferente. Quem não morreu imediatamente teve seu crânio esmagado por um caminhão. Podia ser doente, mulher, criança, homem ou idoso, isso não importava para os judeus.

Holocausto Palestino

Investigadores da ONU disseram na segunda-feira que Israel violou diversos direitos humanos na recente invasão da Faixa de Gaza, o que inclui atacar civis e usar uma criança como escudo humano.

As acusações constam em relatórios submetidos ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, que exigiram também um fim imediato às restrições israelenses para o abastecimento humanitário de Gaza e uma investigação internacional sobre o conflito.

Alvos civis, particularmente casas e seus ocupantes, parecem ter recebido o grosso dos ataques, mas escolas e instalações médicas também foram atingidas”, disse o relatório assinado por Radhika Coomaraswamy, representante especial do secretário-geral para a questão da infância nos conflitos armados.

A advogada nascida no Sri Lanka, que visitou a região no começo de fevereiro, citou diversos incidentes para corroborar suas acusações.

Num deles, contou a relatora, soldados israelenses alvejaram um pai de família após ordenarem que ele saísse da casa, e em seguida dispararam contra o cômodo onde o resto da família se abrigava, ferindo a mãe e três irmãos, e matando um quarto.

Em outro incidente, em 15 de janeiro, na localidade de Tal Al Hawa, a sudoeste da Cidade de Gaza, soldados israelenses forçaram um menino de 11 anos a andar várias horas adiante deles pela cidade, mesmo depois de o grupo ser alvejado.

Um comandante israelense que participou da ação militar de 22 dias em Gaza disse na segunda-feira que os esforços israelenses para protegerem os soldados dos disparos dos militantes palestinos podem ter contribuído para o número de mortes civis.

Se vocês querem saber se eu acho que ao fazê-lo matamos inocentes, a resposta é inequivocamente sim”, disse à Reuters o general da reserva Tzivka Fogel, ressalvando que tais incidentes eram exceção.

As declarações de Coomaraswamy fazem parte de um relatório muito mais longo, de autoria de nove investigadores da ONU, inclusive especialistas nos direitos a saúde, alimentação, habitação e educação, ou em questões de execuções sumárias e violência contra mulheres.

Todos eles citaram violações de Israel, e em alguns casos do movimento islâmico Hamas, que controla a Faixa de Gaza. Israel diz que iniciou os bombardeios por mar, ar e terra, em 27 de dezembro, para tentar impedir o Hamas e seus aliados de lançarem foguetes contra o território israelense. O confronto durou até 17 de janeiro.

Autoridades palestinas dizem que 1.434 pessoas morreram em Gaza, sendo 960 civis — cifras que Israel contesta. O relatório dos nove investigadores citou um total de 1.440, sendo 431 crianças e 114 mulheres.

As acusações constam em relatórios submetidos ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, que exigiram também um fim imediato às restrições israelenses para o abastecimento humanitário de Gaza e uma investigação internacional sobre o conflito.

O VERDADEIRO HOLOCAUSTO

O verdadeiro Holocausto, o extermínio de Palestinos, que ocorre hoje, e vem acontecendo desde que os Judeus usurparam a terra dos Palestinos, para fundar Israel.

O ‘glorioso’ exército Israelense, que se considera um dos melhores do mundo, não tem coragem para combater outra nação soberana, como o Irã, só demonstra sua ‘coragem’ contra civis inocentes e desarmados. Tudo isso com aprovação da ONU, e financiado pelos EUA e outros países ocupados pelo ZOG (Zionist Occupied Goverment).

As fotos abaixo são de cenas fortes, que você com certeza nunca verá na TV, ou em qualquer mídia sionista. Fotos coloridas, nítidas, e atuais, do massacre da população Palestina, diferente das fotos montadas, desfocadas e em preto e branco que servem como ‘provas’ do Holoconto Judeu.

Isso é o Sionismo.

O comunismo e os judeus

JudaicoComunismo1

Principais judeus envolvidos com o comunismo

Karl Marx (Formulou a ideologia comunista)

Lenin (Ditador Comunista)

Trotsky (Leon Bronstein, comandante do Exército Vermelho)

Djerjinski (Fundou a Tcheká; depois NKVD, depois KGB)

Olga Bronstein (oficial da polícia secreta, irmã de Trotsky e esposa de Kamenev)

Genrikh Yagoda (chefe da polícia secreta soviética, comandante de assassinatos em massa)

Matvei Berman e Naftaly Frenkel (fundadores dos campos Gulag)

Lev Inzhir (comissário de administração de campos de concentração Comunistas)

Boris Berman (oficial executivo da polícia secreta e irmão de Matvei)

Firin, Rappoport, Kogan, Zhuk (chefes dos campos de concentração e trabalho escravo)

M.I. Gay, Slutsky, Shpiegelglas e Isaac Babel (comandantes da polícia secreta)

Aleksandr Orlov (Leiba Lazarevich Feldbin, comandante do Exército Vermelho, oficial da polícia secreta, chefe de segurança Soviética na Guerra Civil Espanhola)

Yona Yakir (general do Exército Vermelho, membro do comitê central)

Dimitri Shmidt (general do Exército Vermelho)

Arseni Raskin (comandante do exército vermelho)

Sergei Eisenstein (diretor de filmes de propaganda Comunista)

Julius Rosenwald (fundador da KOMZET)

Ilya Ehrenburg (ministro de propaganda Soviética)

Mark Donsky, Leonid Lukov, Yuli Reisman, Vasily Grossman e Lillian Hellman (cineastas propagandistas Soviéticos)

Mikhail Gruzenberg (Borodin) e A.A. Yoffe (comissários do Partido Comunista)

Bela Kun (Kohen, supremo ditador da Hungria em 1919)

Moshe Pijade (comandante do exército Comunista iugoslavo, presidente do parlamento Comunista iugoslavo, comandou massacres de croatas a mando de Tito)

Jacek Rozanski (torturador cabeça da polícia secreta)

Jacob Berman (comandante da polícia secreta e chefe da secretaria de segurança da Polônia)

Solomon Morel (comandante do campo de concentração comunista para alemães na Polônia depois da Segunda Guerra)

Julius Hammer (fundador do partido Comunista americano)

Armand Hammer (financiou Lenin e Stalin)

Lev Landau (médico, pai da bomba atômica soviética)

Markus Wolf (chefe da polícia secreta Comunista alemã)

Howard Fast (propagandista Comunista americano)

Mark Zborowski (da KGB e do comitê judaico americano)

Rabino Hyman Katz e Milton Wolff (comandantes das “brigadas internacionais” na Espanha)

Leon Rosenthal (nova-iorquino, chefe de propaganda Comunista na Espanha)

Albie Sachs e Yossel Mashel Slovo (chefes do Congresso Nacional Africano)

Jacob Schiff, Felix Warburg, Max Breitung, Otto H. Kahn, Mortimer Schiff, Jerome H. Hanauer (financiaram a Revolução Russa)

PS: Os judeus sempre ocuparam mais de 80% de todos os altos cargos do governo Bolchevique, apesar de serem 1,5% da população.

Uma pequena prova estatística do domínio judaico na Russia Comunista:

RussiaJudaicoComunista

“Haviam 384 comissários, incluindo 2 negros, 13 russos, 15 chineses, 22 armênios, E MAIS DE 300 JUDEUS. Do último número, 264 saíram dos Estados Unidos e foram para a Rússia desde a queda do governo imperial”.

CAPT. MONTGOMERY SCHUYLER, telegrama de Vladivostok, 09/06/1919, sobre a formação do governo soviético.