Archive

Archive for the ‘Linhas Gerais’ Category

Quem está matando o Ocidente? – A nova esquerda

December 5, 2010 76 comments

MINHA RAÇA MARAVILHOSA

September 29, 2010 19 comments

Leia até o fim, é realmente um ótimo texto, chega a ser emocionante.

MINHA RAÇA MARAVILHOSA

Era uma vez um jovem universitário chamado George que pensava saber tudo. Uma certa noite, depois do jantar, George começou uma discussão com seu pai. A argumentação começou quando o jovem estudante tentou explicar para seu pai que como raça branca, eles deveriam ser responsáveis por todos os males que eles tinham infligido sobre os não-brancos através da história. George explicou: “Por causa do racismo europeu, nós roubamos a terra dos índios, nós mantivemos os negros na escravidão, nós perseguimos os judeus, e nós poluímos o ambiente. Nós temos sido racistas opressores por milhares de anos, portanto é mais do que justo que nós paguemos reparações econômicas para todos os danos que nós fizemos ao mundo. Eu estou satisfeito de ver que nós estamos terminando nossa dominação econômica e política sobre os povos oprimidos”.

O pai de George estava chocado com tal discurso. “Quem colocou essa maluquice comunista-rosa em sua cabeça, filho? Será que foi algum dos seus professores universitários hippies de sandálias que te ensinou isso?”, o pai perguntou.

Ao que o filho respondeu: “Esta é a verdade, pai. Meu professor de antropologia, Dr. Irving Silverstein, diz isso. Ele deve saber bem. O Dr. Silverstein é um Ph.D. muito respeitado. Gente da sua geração simplesmente não entende porque vocês foram criados em uma sociedade branca supremacista e racista. É esse o motivo pelo qual eu passei a admirar o Dr. Rev. Martin Luther King como o maior homem da história norte-americana. Ele se levantou contra os racistas de sua geração. Por causa dele, minha geração de jovens brancos é completamente indiferente e cega para cor de pele.”

O pai respondeu enraivecido: “Isso é ridículo! Eu sempre pensei de forma justa e fui tolerante com pessoas de todas as origens e raças. Eu nunca ‘oprimi’ ninguém, e além disso, não há nada de errado em ter orgulho de seu próprio povo, incluindo o povo de raça européia. Sua raça está no seu sangue. É como uma extensão de sua família biológica, e você deve se orgulhar de sua herança e identidade européia, como todos os outros grupos raciais na América do Norte se orgulham das suas próprias heranças e identidades. Porquê é OK para eles terem um forte senso de identidade racial, mas é maligno para nós europeus nos sentirmos da mesma maneira?

O jovem “intelectual” riu de seu pai. “Que isso, pai, isso é o tipo de besteira que Hitler tentava vender. Essas atitudes racistas foram desacreditadas há muitos anos atrás. Há somente uma raça, e essa é a raça humana. A diversidade é a nossa grande força. As diferenças nas chamadas “raças” são tão insignificantes quanto diferenças em umbigos. E além disso, as estatísticas da ONU agora mostram que as baixas taxas de natalidade brancas, junto com o fato de vivermos numa sociedade multicultural, significará que europeus e sua cultura etnocêntrica e racista irá desaparecer até o final deste século”, disse o jovem George.

Ficando vermelho de raiva, o pai gritou: “Você é um cliché ambulante, sabia disso filho? E você acha que é uma coisa boa que os povos europeus do mundo irão se apagar e deixar de existir? O jovem George respondeu: “Eu acho que é ótimo! Isso vai significar o fim do racismo e o fim do ódio. Pra começar, os povos oprimidos do mundo estariam muito melhor se nós racistas brancos europeus nunca tivéssemos existido.”

De repente houve uma rajada de um vento frio, uma explosão, e uma enorme nuvem de fumaça. Quando a fumaça abaixou, George se encontrava sozinho e perdido num campo aberto no frio. Um anjo chamado Clarence então apareceu a ele e disse “Bem George, você conseguiu seu desejo”.

George perguntou: “Onde eu estou? O que eu estou fazendo aqui? E quem é você?”

O anjo respondeu, “George, eu sou o anjo Clarence”. Eu fui mandado aqui para mostrar para você como o mundo teria sido se os europeus, ou brancos, nunca tivessem existido. Agora você vive em um mundo onde europeus nunca existiram.”

“Oh. Isso é legal. Eu não vou ter nenhum problema com adaptação porque eu não tenho um osso racista sequer em meu corpo. E quando eu voltar para o meu mundo, eu vou poder contar para meu professor e meus amigos o quão legal é era este mundo não-racista. Olha, eu estou congelando aqui. Onde que é o motel mais próximo?”

”Motel?”, respondeu o anjo. “Não existe nenhum motel aqui onde uma vez foi chamada América do Norte. Mas há algumas cavernas ali naquelas montanhas onde você pode encontrar abrigo.”

”Cavernas? De jeito nenhum cara. Eu quero uma cama quente bem legal pra dormir.”

”Eu acho que você não entendeu, George. Não há quaisquer construções ou edificações aqui na América não-branca porque os malignos europeus nunca vieram aqui para construí-las. Os brancos jamais existiram, se lembra? Os nativos vivem em tendas. Você gostaria de se encontrar com alguns índios locais? Talvez eles deixem você ficar numa tenda.”

”Numa tenda? Mas está uns 12 graus abaixo de zero aqui fora? … Ah, tudo bem. É melhor do que uma caverna, eu acho. Vamos falar com esses índios…. Espera um minuto, estes índios são amigáveis ou hostis?”

“Porquê, George? Essa é uma questão racista pra se perguntar. Só porque alguns índios eram selvagens brutais que escalpelavam vivas suas vítimas, não quer dizer que todos eram assim”, disse o anjo, sarcasticamente

”Eu sei disso, Clarence. E eu não sou um racista. Eu odeio racismo. Mesmo assim, eu me sentiria mais seguro se eu pudesse ter uma arma pra me defender se eles se mostrassem violentos.”

“Arma?”, respondeu o anjo. Não há quaisquer armas pra você se defender. Armas de fogo foram inventadas por europeus malignos. Apesar de que poderíamos fazer uma lança com aqueles galhos ali.”

“Isso é trabalhoso demais. Me dê um telefone então. Eu vou ligar para os índios pra perguntar se está OK.”

“Telefone?”, respondeu o anjo. Não há telefones aqui. Alexander Graham Bell foi um outro homem branco maligno, portanto ele nunca existiu. Nenhum europeu lembra-se?”. “Esqueça isso então”, respondeu George. “Eu vou dormir na porcaria da caverna”.

Ao chegar na caverna, George tremia de frio e pediu ao anjo por um isqueiro para que ele pudesse fazer uma fogueira. “Um isqueiro?”, respondeu Clarence. “não há isqueiros aqui, e nem fósforos. Essas são coisas européias, e europeus malignos nunca existiram, lembra-se? Se você quiser se aquecer, você vai ter que fazer como fazem os nativos locais e começar a esfregar galhos de madeira juntos.”

“Oh, que isso cara! Você quer me dizer que essa gente ainda esfrega galhos pra ter fogo?”

“É isso mesmo, George. Os índios vivem exatamente como eles viviam antes dos malignos pioneiros e colonos chegarem da Europa, da mesma forma como a alguns séculos atrás”, disse o anjo sarcasticamente.

“Eu me recuso a ficar nessa caverna gelada e eu tenho certeza que eu não vou conseguir fazer uma fogueira com gravetos, e eu me recuso a dormir numa tenda. Eu vou pra América do Sul. Eu ficarei melhor num clima mais quente, e eu vou me adaptar rapidamente a grande civilização inca que eu aprendi na faculdade. Como racistas europeus como Colombo, Cortez e Pizarro nunca existiram, os incas ainda estarão lá… Eu preciso de um carro.”

“Carro?” respondeu o anjo. “Não há carros aqui. Daimler e Benz, os malignos alemães inventores da máquina de combustão interna, nunca nasceram, nem Henry Ford. Não há quaisquer estradas também. Este é um mundo sem europeus malignos, lembra-se?”

“Sem carros! Ah, então eu vou ter que pegar um trem.”

“Não há trens também neste mundo, George. Europeus malignos não vieram aqui para construir locomotivas ou descobrir os vários usos do carvão, do óleo e do gás, ou construir trens ou colocar ferrovias. Mas eu vou deixar você ter uma pequena ajudinha. Segure firme no meu manto mágico e nós vamos voar para o sul.”

George tocou o manto do anjo e eles voaram para o sul até que eles chegaram em uma cabana de lama abandonada no meio do território inca. George estava agradecido pelo clima mais quente, mas não demorou muito pra ele começar a reclamar do calor e da umidade.

“Clarence, essa cabana é uma latrina, e eu estou suando um rio aqui. Me dá um ar-condicionado, por favor.”

“Ar-condicionado?”, respondeu o anjo. “Não há ar-condicionados aqui. Ar condicionado e refrigeradores eram invenções criadas por homens brancos malignos.”
“O quê?!! Você quer me dizer que no ano 2002 esta gente ainda não inventou uma forma de mantê-los frescos, ou de manter sua comida gelada?” Perguntou George, frustrado.

“Não, George, eles não inventaram. E eles nunca inventarão.”

“Isso é ridículo. Vamos para a cidade principal pra ver o Imperador. Eu não posso viver dessa forma. Onde tem um carro… ah, esqueci… sem carros! Saco, eu vou andando mesmo. Vamos lá.”

Depois de andar pela selva por cerca de uma hora ou mais, começou a ficar escuro. George então pediu a Clarence pra lhe dar uma lanterna, para que ele pudesse ver. “Lanterna? Desculpe George, mas Thomas Edison foi um homem branco maligno também… e ele nunca nasceu. Há alguns galhos bons ali se você quiser fazer uma tocha.”

“Isso nem pensar!”, George gritou.

Pela manhã, Clarence e George chegaram ao templo dos incas. Um sangrento sacrifício humano estava sendo conduzido. George se virou para Clarence e gritou, “Eles vão assassinar aquela pobre alma! Alguém tem que parar isso. Que animais assassinos horríveis! Será que ninguém pode detê-los?”

O anjo respondeu: “Eu receio que não. Assassinatos rituais são costume comum aqui. Aqueles malignos europeus racistas como Colombo, Cortez e Pizarro nunca existiram, por isso os incas continuaram suas práticas brutais. De fato, foram os próprios povos oprimidos que se tornaram o grosso das forças armadas espanholas. O povo viu os espanhóis como libertadores que iriam livra-los dos incas opressores e dos dominadores astecas e lhes dar uma vida melhor.”

“Eu não posso culpá-los de ajudar os espanhóis então. Esse lugar é horrível. Me tire dessa merda já!”, disse George.

”Pra onde você gostaria de ir?” Clarence perguntou.

George disse: “Me leve pra África, talvez lá exista uma civilização mais avançada e humana na qual eu possa me encaixar. Onde é o aeroporto mais próximo?”

”Ah, eu esqueci… Sem irmãos Wright (ou Santos Dumont, note of translator ; nota do tradutor), disse George. “Que tal um barco?”

“Barcos?”, respondeu o anjo. “Eu receio que os melhores barquinhos disponíveis pra você não te ajudarão muito pra cruzar o vasto Oceano Atlântico. Os grandes marinheiros vikings e navegadores Europeus nunca existiram. Nem Fenícios, nem Leif Eriksson, nem Henrique o navegador , nem Colombo, nem Magalhães, nem Hudson ou Robert Fulton. Mesmo se você pudesse construir seu próprio navio, não haveria bússola para você navegar, nem sextante. Eu receio que você vai ficar preso aqui, George.”

“Posso tocar em seu manto e voar para a África então?”, perguntou George.

”Você está trapaceando de novo, George, mas tudo bem. Toque meu manto e nós voaremos para a África.”

Quando eles chegaram na África, George viu milhares de nativos tribais africanos, semi-nus sendo conduzidos num caminho lamacento. Eles eram vigiados por outros africanos com lanças. “O que eles estão fazendo com esses pobres homens?” George perguntou a Clarence.

“Eles estão sendo escravizados por outra tribo. A escravidão era comum na África muito antes dos brancos chegarem”, Clarence disse. “De fato, a maioria dos escravos que foram mandados para a América eram vendidos aos traficantes de escravos por líderes tribais africanos”.

“Isso é muito triste”, disse George. “Eu queria encontrar Martin Luther King. Como seu assassino branco nunca existiu, esse grande homem deve ainda estar vivo. Ele provavelmente é um grande chefe tribal em algum lugar e líder de uma civilização avançada. Ele irá libertar esses escravos de seus mestres africanos. Leve-me a ele, Clarence”.

Clarence levou George até uma pequena oca no fundo do coração da África. As mulheres e crianças nuas olhavam para George com espanto. Os homens jovens estavam fora numa caçada e os homens velhos ficavam pra trás. George foi levado para a pequena e enlameada cabana do doutor-feiticeiro tribal e líder espiritual. Lá ele viu um homem com um olhar selvagem, com um colar de dentes em seu pescoço e um enorme anel enfiado através de seu nariz. “Que merda é essa?” George perguntou.

“Conheça o Doutor-feiticeiro Matunbo Lutamba Kinga”, Clarence disse. Ele nunca se tornou o reverendo Martin Luther King porque nunca houve universidades ou seminários construídos para educa-lo. Europeus nunca estiveram lá para criar tais oportunidades. Mas ele se tornou o chefe espiritual da tribo. E ele se especializou em lançar feitiços malignos. Talvez ele possa ajuda-lo?”

O doutor feiticeiro olhou com espanto para George. Ele então fez um gesto ordenando seus seguidores a prender o jovem George. Os homens da tribo agarraram George e amarram-no em uma árvore próxima.

“Pare! Me deixe ir. O que eles vão fazer comigo?” gritou George histericamente.

“Eles vão realizar um assassinato ritual em você, George. O bom doutor King… quero dizer, Kinga – acredita que cortando seu coração fora enquanto você ainda estiver vivo vai trazer boa sorte e fertilidade para sua tribo”, riu Clarence.

”Clarence! Clarence! Me ajude Clarence! Me ajude!”

“Mas George, você me disse que você queria vir para a África e encontrar seu herói, o reverendo King”.

George disse: “Esta parte da África não se desenvolveu ainda. Eu posso ver isso agora. Leve-me para o Norte da África, onde o Egito e Cartago estabeleceram grandes civilizações. Só me tira daqui, por favor.”

No momento em que a lança do doutor estava por arrancar o coração de George, George desapareceu no ar. Ele então se achou no meio das margens do rio Nilo, no Egito.

”Obrigado, Clarence. Obrigado”, disse George. “Eu não entendo, Clarence. Porquê tantas partes do mundo permanecem tão brutais e primitivas? Eu aprendi durante o Mês da História Negra sobre muitos inventores e cientistas negros talentosos. Garrett Morgan, George Washington Carver, Benjamin Banneker, Granville Woods. E então também sobre o Dr. Carson, o proeminente cirurgião cerebral nos Estados Unidos. Onde estão esses homens?”

Clarence respondeu: “Você não entendeu ainda? A América e a África existem exatamente como elas eram antes que os Europeus as tivessem descoberto. A civilização como você conheceu só foi introduzida a esses povos apenas a alguns séculos atrás pelos europeus. Não existem universidades, hospitais, nenhum meio de transporte diferente de animais, nenhuma ciência, nenhuma medicina, nenhuma máquina. De fato, a roda ainda nem foi descoberta na África sub-saariana! Aqueles cientistas, inventores, doutores, atletas, e apresentadores de que você fala nunca tiveram a oportunidade de realizar seu potencial inteiro porque os europeus nunca estiveram aqui pra introduzir a alta civilização e os ensinar. Não há George Washington Carvers neste mundo não-europeu, nem Dr. Carsons, nem Booker T. Washingtons, nem Benjamin Bannekers, nem Michael Jordans, nem Oprah Winfreys, nem Bill Cosbys, nem…”

“Pare! Isso não pode ser!”, gritou George. “Vamos andar para as grandes pirâmides do Egito agora e eu vou lhe mostrar uma das grandes maravilhas do mundo…..construída por não-brancos”.

Eles andaram algumas milhas antes que George parasse e perguntasse onde que ficava o banheiro mais próximo. “Banheiros?”, perguntou o anjo. “Não há banheiros ou mictórios neste mundo. Esgoto foi desenvolvido por europeus malignos. O povo neste mundo não-branco ainda se alivia nos matos”.

Clarence se virou para que George pudesse fazer suas necessidades. “Eu preciso de um papel higiênico”, George disse.

”Papel higiênico?”, respondeu o anjo. “Não….”

“Eu sei. Eu sei. Papel higiênico não foi inventado ainda. Apenas me passe um trapo então”.

Clarence obedeceu e os dois continuaram em seu caminho.

“Eu não entendo. De acordo com minhas lembranças das aulas de geografia, as grandes pirâmides deveriam estar bem perto deste ponto. Nós devíamos poder ve-las a milhas de distância”, disse George.
“Bem, George, tenho certeza que seus professores na faculdade nunca lhe disseram isto, mas os antigos egípcios não eram negros ou marrons. Eles eram caucasianos. Os antropólogos que examinaram as múmias egípcias confirmam este fato. Não existem pirâmides ou Esfinge. E os cartagineses eram brancos também”.

George ficou deprimido, mas ele estava determinado a provar suas crenças. “O que há na Europa?”, ele perguntou.

“A Europa se tornou povoada por hunos e outras tribos asiáticas. Eles se estabeleceram um pouco, mas a vida é muito parecida com a vida na América do Norte. Uma existência nômade baseada em caça e coleta de comida. Nenhuma grande cidade, nenhuma ciência, nenhum edifício ou construção, nenhuma cultura, nenhuma arte fina – só uma luta dura e diária contra a vida e os elementos da natureza. Numa Europa sem brancos malignos, o Império Romano nunca existiu, como também nunca existiram os gregos. Também nunca houve Renascença”.

“Leve-me para a Ásia então. Certamente as grandes civilizações da Pérsia, Índia, China e Japão irão me satisfazer”, disse George. “Clarence, para o Taj Mahal, por favor”. “O Taj Mahal?”, respondeu o anjo. “Você não sabia que as antigas civilizações persas e indianas foram estabelecidas por antigas tribos indo-européias que cruzaram os Himalaias? Foram eles que civilizaram a Índia e construíram o Taj Mahal. Aquelas são as grandes civilizações que Marco Pólo, Colombo e outros estavam procurando. Você sabia que o nome Irã vem do persa “terra dos Arianos”?

George disse: “Não venha me dizer que os indianos eram homens brancos! Isso não pode ser. No mundo de onde eu vim, eu conheci muitos indianos e eles não eram brancos!”

Clarence explicou: “A medida que os séculos passaram, os indo-europeus que criaram a civilização indiana se misturaram com as maiorias nativas que povoavam o sub-continente indiano. Gradualmente passou a haver menos e menos gente branca maligna até que eles desapareceram completamente, junto com a avançada civilização que eles construíram. Você pode notar que ainda existem alguns poucos indianos e paquistaneses de pele clara e cabelos mais claros – no mundo de onde você veio, claro”.

George ficou preocupado. Ele sabia que ele nunca poderia se encaixar no mundo primitivo e cruel em que ele havia sido jogado. De repente, ele pensou no Japão. “Japão! Eu vou mostrar pra você agora, Clarence. Me leve para o Japão. Se o povo japonês pode fazer TVs e câmeras, então tenho certeza de que eu encontrarei uma civilização decente onde eu possa viver”.

Clarence transportou George para o Japão. George observou que a sociedade japonesa era a mais ordeira, avançada e civil que ele já tinha visto até então, mas parecia que quase todo mundo era ou um agricultor de arroz, um pescador ou um soldado. Não havia carros, nem arranha-céus, nem luzes, nem estéreos, nem ciência, nem tecnologias, nem universidades. Era uma sociedade agrícola estagnada que parecia ter alcançado seu nível máximo e incapaz de mover-se adiante. George sabia que ele não podia viver lá também.

Clarence explicou para George: “Até mesmo os industriosos povos japoneses e chineses tiveram que depender dos malignos europeus para construir a Ásia moderna que você tem em mente. Neste mundo, o Japão existe exatamente como ele existia antes dos navios norte-americanos do Commodore Perry chegassem ao Japão na década de 1850. Não há indústria, nem tecnologia, nem Fuji Film, nem Sony, nem Hitachi, nem Panasonic, nem Toyota, nem restaurantes de Sushi, nem baseball, nenhum dos ornamentos ou confortos da vida moderna. Estas coisas não existem no Japão ou em qualquer outro lugar porque os europeus não estiveram lá para cria-las e compartilha-las com o resto do mundo. Você gostaria de uma tigela de arroz, George?”

George começou a se sentir mal, tanto em seu corpo quanto em sua mente. Não somente ele estava deprimido, mas a exposição aos ásperos elementos da natureza o tinha deixado fisicamente doente. “Clarence, eu acho que peguei algum tipo de doença. Eu devo ter alguns antibióticos”.

“Antibióticos?” Não há…

“Cala essa sua boca, chega!” Então me leve para o mundo como ele era!

”Desculpe George. Eu não estou autorizado a fazer isso. Somente meu chefe pode atender a esse pedido”. Clarence disse a ele: “Você vê, George. Seu pai estava certo. Você realmente tinha uma raça maravilhosa. Você não vê que erro imbecil é se envergonhar e se sentir culpado por sua própria raça, e deixa-la desaparecer e morrer? Este é o mundo que seria sem a chama criativa de Edison e Ford, e Pasteur, e Marconi. Sem grandes cientistas, ou matemáticos, ou inventores, ou finos artistas. Sem Arquimedes, sem Aristóteles, sem Sócrates, sem Alexandre o Grande, sem Renascença, sem Newton, sem Kepler, sem Goddard, sem Mendel, sem Tesla, sem Faraday, sem Guttenberg, sem Shakespeare, sem Dickens, sem Twain, sem Mozart, sem Beethoven, sem Da Vinci, sem Michelangelo, sem Galileu, sem Copérnico. Sem Veneza, sem Paris, sem Lisboa, sem Madrid, sem Zurique, sem Berlim, sem São Petersburgo, sem Budapeste, sem Roma, sem Milão, sem Viena, sem Londres, sem Nova York, sem Rio, sem Sidney. Sem orquestras, sem museus, sem universidades, sem hospitais, sem bibliotecas, sem teatros ou cinemas, sem rádio, sem livros, sem televisão, sem eletricidade, sem refrigeração, sem aquecimento, sem esgoto, sem casas, sem aço, sem estádios, sem vacinas, sem carros, sem aviões, sem trens, sem navios, sem dentistas, sem cirurgiões, sem computadores, sem telefones, e mais importante – sem o gênio criativo para ser achado que pudesse criar e sustentar tal alto nível de civilização. Não há nada neste povo deste mundo para que seja construído. É somente a luta diária pela subsistência. Um planeta brutal onde poucos povos que não estão mirados para a ignorância e escuridão eternas alcançaram seu pico de civilização e não estão avançando adiante.

Clarence então começou a ensinar o jovem homem doente e deprimido por sete dias exatos. Ele mostrou tudo. História, ciência, economia, filosofia, arte, literatura, música fina, arquitetura, medicina, política, agricultura, religião e todas as criações e contribuições que os povos europeus tinham feito em todos os campos imagináveis do empenho humano. George ouviu atentamente a cada palavra. Ele se sentiu como um homem que tivesse renascido.

Depois dessa aula, o anjo Clarence voou de volta para o céu. “Eu espero que você tenha achado educacional tudo isto, e eu espero que você tenha aprendido uma lição importante. Aproveite o seu mundo, George!”, debochou o anjo ao sair.

George começou a chorar como uma criança. Era o ano 2002 e ele estava sozinho e com fome em um mundo atrasado onde europeus nunca tinham existido. Ele gritou para as estrelas: “Por favor, Deus. Eu vejo quão imbecil eu fui. Eu entendo agora o que meu pai estava tentando me dizer. Eu quero voltar para o mundo de onde eu vim. Um mundo onde os europeus não somente existiram mas abençoaram o resto da humanidade com sua habilidade criativa única. Eu quero viver num mundo civilizado. Por favor Deus!… Me mande de volta!… Me mande de volta!… Deus, por favor.”

De repente, George foi transportado de volta ao seu dormitório da universidade. Embriagado de alegria, George pulou para o chuveiro antes que ele pudesse até mesmo tirar suas roupas.

“Água quente! E sabão! A vida é maravilhosa!”, ele gritou.

Os colegas do mesmo andar que George olharam para ele como se ele estivesse louco. “George! Você ficou louco?”, perguntou um colega perplexo.

“Não meu amigo, eu não estou fora de meus sentidos. Eu passei a percebe-los!”, George respondeu. George então começou a cantar músicas folclóricas clássicas Européias no chuveiro. Milagrosamente, ele era capaz de cantar em muitas línguas diferentes. Ele cantou O Sole Mio em italiano, Amazing Grace em inglês, Gloire Immortelle em francês, Das Ist Der Tag em alemão, e também canções e valsas belgas, espanholas e francesas. Lágrimas de alegria começaram a rolar por sua face. A música degenerada do hip-hop e rap tinha perdido todo seu apelo para o jovem George.

Depois de seu banho, George dirigiu até um restaurante próximo e pediu duas entradas. Uma era Lasanha e a outra era uma deliciosa Veal Marsala. Com sua comida italiana, ele acompanhou uma salada grega com azeitonas espanholas e molhos russos, bebeu uma garrafa de vinho francês, seguido por uma sobremesa alemã. Ele terminou sua refeição com um copo de chá quente.

George disse alto: “Esses povos europeus e sua deliciosa cozinha. Clarence estava certo afinal. Que raça maravilhosa!”

George estava feliz, mas ao mesmo tempo ele percebeu que havia muito trabalho para ser feito. Ele pensou em toda aquela gente branca na Rodésia e na África do Sul que estavam sendo assassinada e estuprada desde que eles tinham deixado o controle daquelas nações que tinham sido criadas por europeus. Ele pensou nos muitos milhares de brancos qualificados que tinham sido passados para trás em bons trabalhos e na entrada das universidades por causa das cotas raciais que discriminam contra europeus. Ele pensou sobre as taxas de natalidade em queda entre todas as nações européias do mundo. Ele lembrou que os europeus estavam caindo em números ano após ano, mesmo enquanto suas próprias nações estavam sendo inundadas com imigração do terceiro mundo. Ele lembrou do veredito de O.J. Simpson e como milhões de negros nos Estados Unidos comemoraram quando o brutal assassino duplo foi libertado por um júri negro depois que ele esfaqueou dois brancos até a morte. Ele lembrou as revoltas de Los Angeles em 1992, quando dúzias de brancos foram arrastados de seus veículos e mortos como cachorros nas ruas por hordas de monstros odiadores de brancos que nunca sequer foram punidos! Ele lembrou o tempo quando Jesse Jackson liderou um coro na Universidade de Stanford: “Hey Hey Ho Ho, Western Civ. has got to go!” (Ei, Ei, Ho, Ho, A civilização ocidental tem que partir!). Seu sangue europeu começou a ferver em legítima indignação quando ele lembrou como Jesse Jackson uma vez disse que ele cuspia na comida de pessoas brancas quando ele era um jovem funcionário de restaurante. George agora entendia que sua raça estava em rota de colisão com um desastre mundial e com o genocídio. George percebeu que esta grande raça não deve desaparecer da face da terra.

George não podia esperar mais para ver seu pai. Ele esperava ansiosamente para abraçá-lo e se desculpar de todas as coisas imbecis e desrespeitosas que ele tinha dito a ele. Mas primeiro George tinha que acertar uns pontos com um certo professor da faculdade. Ele entrou no auditório do Dr. Silverstein e silenciosamente sentou-se em uma cadeira no fundo da sala. O Dr Silverstein estava discursando com sua voz anasalada sobre desigualdades raciais e de gênero nas civilizações eurocêntricas. Era o velho Silverstein. Os colegas brancos impressionáveis de George, com suas calças largas, roupas de hip-hop e bonés de baseball virados para trás estavam engolindo todas as pílulas de veneno de Silverstein, uma após a outra. Depois de deixar Silverstein cuspir seu veneno cultural por cerca de 15 minutos, George levantou a mão para que ele pudesse dar ao professor uma amostra de sua nova mente educada.

“George? É você? Eu lembro de você do último semestre. Eu não tinha percebido que você estava aqui hoje. Eu não consegui reconhecer você nessa camisa e gravata, e sem seus brincos. Você deve ter gostado do meu curso tanto que se inscreveu de novo, não é? Classe, eu gostaria que conhecessem George. Ele foi um dos meu alunos mais brilhantes no último semestre. Ele realmente pegou as idéias apresentadas neste curso. George, poderia ter a gentileza de dizer a minha classe sobre aquela sua brilhante tese que você escreveu sobre racismo europeu, imperialismo e a necessidade de reparações financeiras?”

Foi nesse instante que o jovem George perdeu a paciência com o professor, pego de surpresa.

“BASTA! Seu maldito conspirador! Seu fabricante desonesto de falsidades! Seu provedor covarde de propaganda rosa! Como você ousa tentar corromper e manipular nossas jovens mentes com suas mentiras imundas. Nós europeus não temos nada para nos envergonhar, nada para nos desculpar e tudo para nos orgulhar. E acima de tudo, nós não devemos a ninguém porcaria nenhuma – nem um centavo! Muito pelo contrário, é o resto da humanidade que nos deve uma dívida que nunca poderá ser paga! Nós somos os legítimos herdeiros e protetores de uma rica herança cultural. Seu manipulador rasteiro! Nós somos os filhos dos Romanos, filhos dos gregos, dos Celtas, dos Vikings, dos Normandos, dos Saxões. Porquê você inflinge vergonha e culpa sobre nós? Nós europeus não somente contribuímos para a civilização… NÓS SOMOS A CIVILIZAÇÃO! E eu declaro que eu não vou mais tolerar seus intelectuais “cabeça de merda” tentando rebaixar nossa raça. Nunca mais nós andaremos em ovos quando nós falarmos, sempre temendo que possamos ser chamados de “racistas”. Eu não me importo mais com o que os outros pensam.Tudo o que importa é a verdade que você tem procurado perverter!”

“Qual é a sua, afinal? Porquê você tenta corromper meus jovens colegas ao empurrar falsos heróis garganta abaixo deles? Chega de seus joguinhos marxistas de dividir e conquistar, seu comunista rosa subversivo! Eu não quero mais saber sobre Martin Luther King, Jesse Jackson, Al Sharpton ou Mês de História Negra. Eles não conseguiriam fazer nada sem as instituições da alta civilização criada pelos povos europeus. Eu vou contar a verdade para esta classe sobre quem foram os verdadeiros grandes homens da história – os estadistas, cientistas, exploradores, monarcas, navegadores, conquistadores, inventores, artistas, escritores, filósofos europeus – os gênios inovadores da história que você e sua laia tem apagado de nossas memórias coletivas. Você fala sobre um mundo liberado de influência européia? Permita-me contar aos seus estudantes sobre tal mundo, Silverstein, porque eu posso falar de experiência própria, seu monstro miserável conspirador!”

Silverstein ficou branco como um fantasma. Ele estava paralisado, em choque e sem fala pela primeira vez em sua carreira! Nunca em todos os seus anos na Universidade um estudante tinha ousado tão claramente desafiado suas falsidades. Falando do coração, assim como da mente, e com uma eloqüência que ele nunca pensou que eu pudesse ter, George começou um monólogo de 60 minutos sobre história, ciência, filosofia, cultura e todos os outros atributos que constituem a civilização avançada. Os jovens estudantes ficaram cativados pela brilhante oratória de George. Muitos chegaram as lágrimas. Ao final de seu discurso, os colegas re-despertos de George estavam aplaudindo sua fala. A classe deu uma enorme ovação e o agradeceu por ajuda-los a redescobrir e exigir de volta seu senso de orgulho e sua identidade perdida. O poder implacável da verdade dissolveu anos de truques de culpa marxistas, auto-ódio, covardia e lavagem cerebral cultural em apenas uma hora inesquecível. Os estudantes inspirados começaram a sair rapidamente da aula de Silverstein, jogando seus bonés de hip-hop e baseball e seus brincos de nariz nele enquanto eles saíam e prometiam nunca mais voltar. Eles levantaram George em seus ombros e o carregaram do auditório como um herói conquistador. Com um brilho em seus olhos, George olhou para o céu, piscou e disse “Obrigado, Clarence”.

O Dr. Silverstein foi deixado para trás humilhado e visivelmente abalado. Ele sabia que esses jovens europeus re-despertos nunca mais poderiam ser lavados cerebralmente novamente com “politicamente correto” e culpa branca. O maior medo de Silverstein era que mais desses jovens europeus pudessem um dia re-despertar e tomar sua nação e sua civilização de volta dos Silversteins do mundo.

Silverstein estava preocupado, mas ele permaneceu confiante de que a maioria dos jovens homens e mulheres nunca aprenderiam a verdade sobre seu passado glorioso e suas habilidades criativas únicas. Afinal, a mídia de massa, Hollywood, a indústria musical, as universidades e as escolas públicas são todas controladas por “liberais” como o Dr.Silverstein. Com o poder do “politicamente correto” em suas mãos, eles podem continuar a rebaixar nossos ancestrais europeus, destruir nossas instituições e tradições, instigar negros e outras raças contra os brancos, inundar a América do Norte com imigração do terceiro mundo, e empurrar música “hip-hop”, homossexualismo, e outros lixos em uma juventude fraca, confusa e moralmente degenerada. Depois de refletir sobre esses fatos, Silverstein sorriu diabolicamente e murmurou para si próprio: “Um punhado dessas ovelhas européias podem acordar para o que está sendo feito contra eles, mas a maioria desses idiotas nunca irá acordar”. E ele sorriu novamente… e riu com uma alegria diabolicamente marxista. Então ele repetiu para si mesmo: “Não… eles nunca vão perceber e entender até que seja tarde demais”.

Ou eles vão?

Por James Bronson
Tradução Andrew MacDonald

http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=31665&cat=Artigos

O que é que você sabe acerca do Nacional-Socialismo

September 20, 2010 16 comments

Que foi o “responsável pela 2ª Guerra Mundial e pela morte de 6 milhões de judeus”? Que os “nazistas são a causa de tudo o que há de mal no mundo”?

Você já pensou que não deixa de ser surpreendente que um regime apelidado de criminoso e tirânico por toda a mídia chegou ao poder, democraticamente, como o partido mais forte de toda a história do parlamentarismo, contando no ano da sua ascensão ao poder com quase 4 milhões de filiados (na época, a Alemanha tinha pouco mais de 40 milhões de habitantes; no Brasil, que possui quase 200 milhões de habitantes, um partido com 500 mil filiados é considerado um gigante!!!)?

Sabia que Hitler acabou com seis milhões de desempregados em apenas quatro anos??

E que tanto o povo alemão como o austríaco votaram em 90% a favor de Hitler, quando se deu a união destes países em 1938?

Sabia que em 1949, Otto Remer e Fritz Dorls fundaram o Sozialistische Reichspartei (Partido Socialista do Reich), cujos principios eram idênticos aos do NSDAP, sendo que no ano seguinte já contavam com 360.000 filiados na Baixa Saxônia e 24 parlamentares estaduais, mas em 1952 o ZOG tornou o partido ilegal?

Sabia que no dia 24/03/1933 o judaísmo declarou guerra econômica (total) à Alemanha?

Exatamente 6 anos, 5 meses e 8 dias antes de se iniciar a guerra “convencional”, que de acordo com o então 1º Ministro Inglês, Neville A. Chamberlain, foi motivada e forçada pelos mesmos judeus.

Sabia que a II Guerra Mundial foi declarada pela França e Inglaterra devido ao ataque à Polônia, mas quando este país foi atacado pela URSS, pouco tempo depois, nenhuma destas nações lhe declarou guerra?

Sabia que a cifra oficial de judeus mortos durante a guerra, certificada pela Cruz Vermelha Internacional, é de 300.000 e pelas mais diversas causas: epidemias, fome, ações de guerra, bombardeamentos, etc?

Sabia que haviam negros, mongólicos, indianos e semitas no exército nazista?

Sabia que no lamentavelmente célebre julgamento de Nuremberg, Alfred Rosenberg e Julius Streicher, filósofo e jornalista respectivamente, foram condenados à morte, e enforcados, devido apenas às suas idéias?

Sabia que Hitler deteve as tropas alemãs às portas de Dunquerque, para permitir que as tropas britânicas escapassem de um massacre seguro, pondo a Inglaterra em condições de aceitar uma nova proposta de paz?

Sabia que Rudolf Hess, então sucessor direto de Hitler no comando do Reich, voou à Inglaterra em 1941, só e desarmado, com o único propósito de oferecer a paz a este país ? Sabia que a sua proposta foi desprezada e como resposta à sua oferta de paz foi encarcerado durante 46 anos, tendo sido assassinado, num suicídio forjado, aos 93 anos de idade?

Sabia que o Nacional Socialismo em vez de fomentar a luta de classes entre operários e empresários, os únicos que realmente produzem num País, remeteu-se contra os especuladores, banqueiros, financeiros internacionais e o governo mundial sionista, o que fez com que estes o perseguissem até a sua destruição total?

Conhece algo sobre a ideologia Nacional Socialista, a sua política social, artística, econômica, a sua organização, a saúde da sua juventude, a alegria de viver da população, os êxitos alcançados no campo da ciência, etc?

Já reparou que tudo o que sabe é o que diz a propaganda dos vencedores da II Guerra?

E já se apercebeu dos meios que eles têm ao seu dispor (total controle da mídia escrita, televisionada e radio-difundida, além de possuírem os grandes estúdios e conglomerados cinematográficos)?

Você sabia que o termo “solução final”, foi inventado pelo judeu norte-americano Theodore N. Kaufman, presidente do “Movimento Americano para a Paz” e conselheiro do Presidente Roosevelt para designar seu plano de extermínio ao povo alemão? (Leia mais: PLANO KAUFMAN – O FIM DA ALEMANHA)

Nunca lhe disseram que a história dos 6 milhões de judeus “gaseados” serve para ocultar os crimes dos “bons”, que foram bem mais numerosos que os alemães (Holodomor 10 milhões, Dresden 250 mil, Katyn 22 mil, Nagasaky 80 mil, Hiroshima 140 mil e muitos outros) ?

Para os judeus o “holocau$to” é o grande negócio que lhes permite mascarar os crimes por eles cometidos contra a humanidade bem como chantagear economicamente a Alemanha e promover a vitimização do povo judeu. O Estado de Israel foi criado e está a ser desenvolvido com os constantes milhões de marcos de contribuintes alemães, por supostos crimes de guerra.

O “holocau$to” não passa de um enorme HOLOCONTO que quanto mais terrível for, mais dinheiro gera a Israel.

Você sabia que o único país do mundo que possui armas de destruição em massa (nucleares, biológicas e químicas) não declaradas é o Estado de Israel? Sabia que este país viola constantemente resoluções da ONU e proíbe inspeções em suas instalações e arsenais químicos, nucleares e biológicos, mas ainda assim recebe bilhões de dólares anualmente de vários outros países do mundo e que tudo isto só é possível através da chantagem econômica e moral que os judeus exercem no mundo desde o fim da segunda guerra mundial, decorrente da fantasia do “holocau$to”?

Você sabia que, apesar de serem supostamente defensores da democracia e da liberdade de expressão, hoje em dia na Alemanha e em vários outros países, é totalmente proibido contestar o “holocausto” dos tais seis milhões de judeus, sob pena de prisão?

Por mais provas e dados que alguém tenha é crime apenas duvidar da existência do tal “holocausto”. Os judeus tentam tornar, à força, o “holocausto” num autêntico dogma, numa verdade absoluta que NÃO PODE, sob pena de prisão, ser discutida.

Agora pare e pense, até hoje você só ouviu um lado da história e portanto não pode formar uma conclusão própria a respeito do assunto. Não acha plausível ao menos levar em consideração o que o outro lado tem a dizer, para então tirar suas próprias opiniões?

Multiculturalismo e Multi-Racialismo

September 18, 2010 Leave a comment

Durante muito tempo foi posto sobre nós o manto branco do ódio, que nos transforma subitamente e sem chances de real argumentação, em assombrações de um passado obscuro e destrutivo, que na presente modernidade não possui espaço algum, pois vivemos no mundo da diversidade – mas de uma falsa “diversidade” – que nos toma como seus maiores opositores e inimigos.

Sempre somos representados como fomentadores do ódio, aqueles que pregam a desarmonia, que se consideram superiores aos outros em todo e qualquer aspecto. Estas idéias estão demasiado fixas neste mundo, assim como em nosso coletivo, de modo que até mesmo alguns dos que se vêem como camaradas as aceitam e incorporam-nas em suas vidas, e que, por causa disso, quase sempre acabam sujando o nome de nossa causa – uma causa do bem, da honra e liberdade. Sei que seria muita presunção tentar mudar o mundo com apenas um artigo, e este não é o meu objetivo; longe disto, pretendo mostrar que não somos “odiadores” daquelas pessoas diferentes de nós, mas, pelo contrário, somos os maiores amantes da diversidade.

Acreditamos que todos os povos devam ter sua terra, na qual possam dar-se à prática de suas mais enraizadas tradições; na qual possam criar seus filhos e netos em um ambiente saudável, onde exista uma real harmonia entre seus habitantes – algo que acontece somente quando as pessoas sentem-se fazer parte de algo em comum, um mesmo povo, uma mesma identidade. Não somos “odiadores”; odiadores são aqueles que fazem com que povos sem desavenças sejam obrigados a conviver juntos, tendo de renunciar a seus mais antigos ritos e tradições em nome de um “bem comum”, que, na verdade, é benéfico apenas àquele que os está prejudicando. Este pouco se importa com as pessoas; pensa apenas no capital que os seres podem gerar-lhe, fazendo com que povos que se respeitavam de forma mútua, convivendo de forma pacífica, cada um em sua respectiva terra, voltem-se uns contra os outros em forma de uma guerra civil não-declarada.

Isto não prejudica diretamente o outro, mas cria um mal-estar nacional, fazendo com que as pessoas revejam a máquina governamental, que deveria estar trabalhando para um bem comum, utilizando-se para fazer reformas de “maquiagem” em favor de um grupo específico.

Ao invés desses povos colocarem-se à luta por um bem comum, acabam afrontando em favores e vantagens ínfimas entre si, por mais que estejam em um mesmo território, e que, por este motivo, deveriam lutar por um mesmo bem coletivo. Os verdadeiros odiadores são aqueles que lucram com o conflito entre os povos previamente amigos, mas que são jogados à arena uns contra os outros.

E nesta arena, nenhum povo sai como vencedor; leões famintos aparecem e devoram-nos, fazendo com que restem apenas os esqueletos empilhados daquilo que um dia foram vidas. O odiador lucra não apenas com a economia e a política, mas também com essa guerra não-declarada que assola as ruas; quando existem dois ideais conflitantes em um mesmo local, as pessoas deixam de perceber o que está acontecendo fora dessa esfera minúscula, gastando toda sua energia na luta por um “microcosmo”. Enquanto isso, o verdadeiro “odiador” toma todo o sistema financeiro e a mídia, e, assim, exerce seu controle sobre o ideário de uma nação. A propaganda, assim, continuará mostrando que a vinda de povos completamente diferentes, para fixar-se em determinada localidade, é positivo não só para esses que imigram, mas também para os nativos de sua nova terra.

Propõem que, com esta vinda, o elemento estrangeiro traz experiências novas. Com este argumento, até mesmo tentará insinuar, de forma subliminar, que a cultura predominante deverá ser subjugada, pois ela é vista como retrógrada, já em nada acrescenta ao país; em outras palavras, ela passa a ser vista como uma forma de resistência à usurpação que acontece ao seu redor.

Os povos que antes deste feito estavam isolados, de repente se vêem de fuzil em mãos, discursando e atacando uns aos outros, de modo enérgico, em pequenas demonstrações de revolta; o odiador, contudo, não permite que isso desestabilize o local por completo; isto o faria perder o controle das massas, as quais servem ao seu propósito somente quando obedece ao que por ele é ditado, sobre o quê e como se deve odiar ou amar. Ele, do alto, observa e desfruta de toda a desordem que ocorre, sendo, em sua vista, esta confusão proveitosa – já que ela “amacia” ao povo, impedindo-o de raciocinar. O povo é incapaz de perceber o quão ruim sua situação está, mesmo quando ela for gradativamente e lentamente piorando. A desordem o distrai daquilo que este odiador faz. Este dá suporte a um ou outro lado, sendo que, na verdade, financia a ambos. Algumas pessoas “comuns” percebem essa situação, mas são silenciadas pelo sistema, sendo-lhes necessariamente colocados rótulos degenerativos – e se o rótulo de algum produto não diz algo positivo sobre seu conteúdo, torna-se improvável que alguém, em sã consciência, o consuma.

Enquanto isso, ele, o odiador, vende armas ideológicas, realiza programas para ambos os lados, tornando-se seu senhor feudal.

Nesta guerra, ele é o único que não perde, pois não se envolve no conflito; apenas movimenta os peões, pois a guerra não é sua. Ele apenas provocou-a para aproveitar-se da situação de desordem que ela resulta e, enquanto isso, estará fechado em sua comunidade homogênea, criando seus filhos assim como os seus ancestrais o faziam, há mais de 4 mil anos atrás.

Nós não acreditamos no ódio; o ódio pelo diferente apenas por aquilo que o diferencia de nós é pura ignorância. A força de nosso ideal está no amor por nosso semelhante, e ao contrário do que se propaga sobre nós, no respeito pelo diferente.

Esta é a nossa causa – a causa do bem e da verdade. E talvez justamente por isso é que somos odiados e perseguidos pelo mundo afora; somos, pois, a brava centelha que sobrevive, procurando voltar crescer, para tornar-se uma chama, que por uma vez mais iluminará o mundo inteiro, mesmo que tentem apagar-nos. Odiados somos, pois representamos o bem em um mundo em que a bondade não existe – ela, há tempos, foi substituída pelo lucro e pelos interesses. Queremos o bem de todas as raças, e, por este motivo, desejamos nossa separação das outras; todos os povos têm o direito de criar raízes em suas terras, nas quais seus filhos possam sentir-se em casa, pois neste solo, seus ancestrais um dia semearam o futuro que hoje eles estão colhendo.

Sempre que ouvirmos algum relato de alguma tribo ou vilarejo da América Central que está retomando alguns de seus antigos costumes indígenas, deveríamos ficar felizes por este lugar, pois esta é uma vitória do bem sobre o mal do multiculturalismo. Qual seria a finalidade de um mundo multicultural, da maneira como esta expressão comumente é dita? Isso representaria o fim de todas as belas e diferentes culturas e raças que existem neste planeta, a favor de uma anti-idéia de que predomine um só povo e uma só cultura. Um mundo multicultural, como nos tem sido proposto, representa a destruição de todas as raças e culturas existentes neste planeta – uma incoerência para quem deseja um mundo verdadeiramente multicultural, como nós verdadeiramente apregoamos!

Quem, então, luta contra a destruição das mais diversas culturas milenares que possuímos neste pequeno ponto azul em nossa galáxia, que até hoje parece ser o único lugar com vida conhecida em toda a imensidão do universo são aqueles que são chamados de odiadores? Nós definitivamente não somos odiadores da diversidade. Somos, pelo contrário, os maiores e mais verdadeiros amantes dela.

Fonte: Partido Nacional-Socialista Brasileiro.

HITLER SOBRE O COMUNISMO

August 26, 2010 8 comments

ADOLF HITLER SOBRE O COMUNISMO

Discurso de Adolf Hitler a 14 de setembro de 1936
Nürnberg

“Não posso transigir com uma concepção de mundo [o bolchevismo] que, em toda parte onde alcança o poder, trata logo de libertar, não os trabalhadores, mas a escória da humanidade, o elemento anti-social concentrado nas prisões – e soltar estas bestas selvagens no mundo impotente e aterrado que os rodeia…”
“O bolchevismo converte campos florescentes em sinistros montões de ruínas; o nacional-socialismo transforma um regime de miséria e destruição num Estado sadio, de próspera vida econômica…”

“A Rússia havia preparado uma revolução mundial em que os trabalhadores alemães serviriam de carne de canhão para o mando do imperialismo bolchevista. Nós, os nacional-socialistas, não pretendemos empregar nossos recursos militares para impor a outros povos, pela força, o que eles não queiram aceitar. O nosso exército não jurou propagar o nacional-socialismo entre as outras nações pelo ferro e pelo fogo, mas sim defender de agressões estrangeiras, com o seu próprio sangue, a idéia nacional-socialista, e por conseguinte o Reich alemão, sua segurança e sua liberdade…”

“O povo alemão, como soldado, é um dos melhores do mundo: ter-se-ia tornado uma verdadeira “Brigada da Morte” para os propósitos sanguinolentos destes disseminadores internacionais de lutas. A revolução nacional-socialista afastou o perigo, tanto do nosso próprio povo como dos demais…”

“São estas apenas algumas razões do antagonismo que nos separa do comunismo. Afirmo-o: esse antagonismo não pode ser eliminado. Na verdade há aqui dois mundos que mais e mais se distanciam um do outro e jamais poderão se unir. Quando num jornal inglês certo parlamentar se queixa de que pretendemos dividir a Europa em duas partes, então, infelizmente, somos obrigados a informar a esse Robinson Crusoé que vive em sua feliz Ilha Britânica que – embora triste – esta divisão já é um fato consumado… Quando alguém recusa ver uma coisa isso não significa que ela não exista. Anos a fio ridicularizaram-me na Alemanha como profeta; por vários anos consideraram minhas admoestações e profecias como ilusões de um mentecapto…”

“O bolchevismo atacou os fundamentos de toda a nossa ordem humana, tanto no Estado como na sociedade, as bases do nosso conceito de civilização, da nossa fé e da nossa moral; tudo isto está em jogo.

“Se o bolchevismo se contentasse em pregar sua doutrina num único país, as outras nações poderiam ficar indiferentes; mas seu princípio supremo é o internacionalismo; sua profissão de fé é de fazer triunfar em todo o mundo este ponto de vista, isto é, convulsionar a atual ordem do mundo. Se um autor de manchetes britânico se recusa a reconhecê-lo, porta-se mais ou menos como se no décimo quinto século um humanista de Viena não tivesse admitido a intenção do Islamismo de estender sua influência à Europa e tivesse objetado que isso seria rasgar o mundo em pedaços, dividi-lo em oriental e ocidental. Por infelicidade não posso furtar-me à impressão de que a maioria dos que duvidam do perigo mundial bolchevista venham eles próprios do oriente. Os políticos ingleses ainda não conhecem o bolchevismo em sua pátria; nós já o conhecemos. Uma vez que combati a idéia judaico-soviética dentro da Alemanha, uma vez que dominei e expulsei este perigo, julgo possuir melhor compreensão de sua essência do que aqueles que só lidam com ela no terreno literário…”
“Consegui meus êxitos simplesmente porque, em primeiro lugar, me esforcei por ver as coisas tais quais elas são e não como desejaríamos que fossem; segundo, porque, formada a minha opinião, nunca permiti fraquezas que me convencessem do contrário ou me levassem a abandoná-la; terceiro, porque, em todas as circunstâncias, sempre cedi à necessidade, quando como tal a tinha reconhecido. Hoje que o destino me permitiu tamanhos sucessos não serei desleal a esses meus princípios fundamentais…”

“Não me é necessário fortalecer com triunfos militares a reputação do movimento nacional-socialista, nem tampouco o exército alemão. Quem, como nós, empreendeu tão ingentes tarefas econômicas e culturais e está determinado a levá-las avante, pode encontrar a mais alta glória apenas na paz… Mas o bolchevismo que, segundo soubemos faz apenas alguns meses, pretendia aparelhar seu exército de tal maneira que pudesse com violência, se necessário, abrir as portas da revolução entre outros povos – saiba esse bolchevismo que, às portas da Alemanha, encontrará o novo exército alemão… Tenho a convicção de que, como nacional-socialista, sou aos olhos dos burgueses democratas nada mais que um homem selvagem. Embora selvagem, julgo-me melhor europeu e, em qualquer hipótese, mais sensato do que eles. É com grave ansiedade que pressinto na Europa a possibilidade de um desenvolvimento como o seguinte: as democracias talvez continuem a desintegrar os Estados europeus, tornando-os internamente mais inseguros na avaliação dos perigos que os ameaçam e, acima de tudo, mutilando todo o poder de resistência decidida. A democracia é o canal por onde o bolchevismo conduz o veneno para os países desunidos, deixando-o agir tempo suficiente para que as infecções produzam o definhamento da razão e do poder de resistência. Julgo então possível a formação – para evitar algo ainda pior – de coalizões de governo, mascaradas em Frentes Populares ou coisas que o valha, cujo empenho é destruir nesses povos, e talvez o consigam, as últimas forças remanescentes quer em organização quer em projeto, capazes de oferecer resistência ao bolchevismo.”

“A brutal carnificina em massa dos combatentes nacional-socialistas, as viúvas dos oficiais nacional-socialistas queimadas após se derramar petróleo sobre elas, o morticínio de crianças e bebês de pais nacional-socialistas, conforme sucede na Espanha, devem servir de admoestação às forças de outros países que tenham pontos de vista afins com os do nacional-socialismo; o bolchevismo que intimidar essas forças de maneira que em situação idêntica não ofereça resistência. Se estes métodos alcançam êxito, se aos modernos girondinos sucedem os jacobinos, se à Frente Popular de Kerensky der lugar aos bolchevistas, então a Europa mergulhará num mar de sangue e lágrimas…”

FONTE: http://www.nacional-socialismo.com

Categories: Comunismo, Linhas Gerais

O que a “Democracia” trouxe de bom ao mundo?

August 20, 2010 3 comments

Sob a égide de uma suposta libertação dos povos, os vencedores de 1945 empurraram sua democracia goela abaixo em todos os países em que conseguiram meter seu bedelho. Com esse pretexto, agrediram países, deflagraram guerras, praticaram genocídios. Coréia, Vietnã, Iraque, Afeganistão não nos deixam mentir.

Falam em mundo global sem fronteiras, mas favorecem o expansionismo de Israel, com constantes promessas de bilhões de dólares e foguetes de última geração a um estado usurpador, que expulsou de suas casas um povo inteiro, obrigando-o a viver no deserto.

Destruíram tradições e culturas. E o que lhes deram em troca? Seu colonialismo cultural, o chiclete, a Coca-cola, o mais desenfreado hedonismo.

Acusavam o fascismo de anular o indivíduo, mecanizando-o e suprimindo sua liberdade. Como se essa política não fosse especialidade exclusiva da Rússia de Stalin, sua grande aliada na Segunda Guerra. Enaltecem o sufrágio universal, que concede até a degenerados, bandidos e criminosos o direito de influir na escolha de um líder de nação. Trouxeram o individualismo e abençoaram a humanidade com a maconha, a cocaína, o crack e a heroína. E, de brinde, os traficantes, as crackolândias e as favelas.

Diziam que a forma como o fascismo lidava com os jovens era uma preparação para o militarismo. Exercícios físicos, disciplina, liderança, espírito de corpo, acampamentos com diversas atividades e mesmo organizações para crianças onde era ensinado o amor à pátria e aos pais, não agradavam aos plutocratas. Deste modo, os novos senhores do mundo impuseram seu “sistema”. Estimularam a rebelião, inverteram e subverteram valores morais, propagaram a permissividade, proclamaram aos quatro ventos que era proibido proibir. Criaram as chamadas sociedades alternativas, o sexo livre, a promiscuidade e a Aids.

Os guardiões da democracia combateram o “culto à personalidade” nacional-socialista. Para eles era um escândalo os povos admirarem e se espelharem em grandes líderes. Tudo fizeram para demonizar Mussolini, Hitler e seus aliados, com calúnias, anátemas e guerras. Substituíram as legiões fascistas com os Beatles, os Rolling Stones e as Madonas da vida. Todos regados a alucinógenos e LSD. Estes sim, grandes exemplos para o povo…

Com seus meios de comunicação de massa sufocaram e envenenaram corações e mentes. Com suas telenovelas e pornografia, erotizaram as crianças desde a mais tenra idade. Hoje as colocam, trajadas em roupas microscópicas, para exibi-las ao público, desfilando diante de escolas de samba. Isto feito, se dizem indignados com a pedofilia?

Criticavam a suposta busca pela perfeição física dos regimes autoritários. Incentivar o esporte e uma vida saudável era suspeito para esses senhores. “Tudo para mostrar a tal superioridade ariana”, é a explicação de sempre. Então criaram os concursos de halterofilismo movidos a anabolizantes e esteróides, e aplaudem as mães que dão Botox de presente a filhas de 18 anos.

Maravilhoso mundo democrático que trouxe o multiculturalismo devastador, a ditadura das minorias e marca a ferro todo orgulho nacional. Enviaram papai Noel para África e a Disneylândia para a Ásia.

Seus cientistas, com suas teorias bizarras, deformaram a própria concepção do espaço-tempo e seus filósofos relativizaram até a verdade. A única coisa real e concreta, dizem eles, é o suposto holocausto judeu.

Puseram em marcha seus asseclas contra a família. Facilitam o divórcio e o aborto. Promovem gigantescas manifestações gays (com dinheiro do contribuinte) e incentivam pais a levarem seus filhos a estes eventos.

Não seria de se admirar se, num futuro não tão remoto, criassem leis obrigando todos a serem homossexuais ou bissexuais. Ou outra nomenclatura mais moderninha. Talvez chegue o dia em que, quem não praticar sodomia seja preso como altamente suspeito. Ou ainda, seja rotulado e perseguido como preconceituoso e até neonazista. Quem sabe, sejam até mesmo enviados para Israel, o bastião da democracia no Oriente Médio, para serem julgados por crimes contra a humanidade.

Democracia. A palavra já é feia de por si, mas quando se entende seu real significado, se torna repugnante e imoral.

A maioria quer brindar! Outros chorar…

Democracia? Não, obrigado. Não sigo modas, não uso drogas!

FONTE: http://www.inacreditavel.com.br

Categories: Capitalismo, Linhas Gerais

CONHEÇA O NAZISMO/NACIONAL-SOCIALISMO – PERGUNTAS E RESPOSTAS

July 30, 2010 16 comments

Esse artigo foi elaborado no formato perguntas e respostas, para facilitar o entendimento do mesmo. Mande sua pergunta que responderemos.

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇA E RACIALISMO

Este artigo é uma breve exposição sobre a questão racial, visando esclarecer alguns pontos básicos para os leitores que possuem pouco conhecimento sobre o assunto.

Para que sua leitura e compreensão seja mais clara e a mesma possa atingir um maior número de pessoas, optamos por fazer este artigo em forma de questionário.

RAÇA ARIANA

Este termo serve para designar a raça branca ou caucasiana, descendente das antigas tribos que se originaram numa região ao sul do que hoje é a Rússia, há cerca de sete ou oito mil anos atrás, e posteriormente se expandiram por toda a Europa no curso da história.

O termo deriva do sânscrito (uma das primeiras línguas arianas) e significa “nobre”, sendo assim usado para designar esta heróica e grandiosa raça. Um Ariano é uma pessoa branca de ascendência Européia e não-semita.

Leia mais em RAÇA ARIANA ( https://uniaoariana.wordpress.com/2010/05/09/raca-ariana/ )

1) O que é racialismo?

A maioria das pessoas confunde racialismo com discriminação.

O racialismo não tem nada a ver com o ódio e o desprezo às outras raças. O racialismo é a aspiração à preservação, desenvolvimento e auto-superação de nossa raça. Ou seja, em primeiro lugar o racialismo busca a conservação de nossa raça e logo a auto-superação da mesma.

Não existe lei ou instinto maior na natureza do que a preservação de sua própria espécie, quando indivíduos pertencentes a uma raça são incentivados por elementos estranhos a se miscigenarem, esquecer sua cultura, tradições e ancestrais, esta raça automaticamente estará condenada à extinção.

É exatamente isto que vem acontecendo com a raça Ariana, para reverter este isto precisamos resgatar nossa identidade, este processo de resgate de nossa identidade cultural e racial pode ser denominado racialismo, porém não possui relação alguma com a destruição ou subjugação de outras raças.

2) Com tantos mestiços compondo a população, como vocês acreditam que o Nazismo possa dar certo no Brasil?

Segundo o IBGE, a herança européia é a dominante, por volta de 80% do patrimônio genético da população (chegando a 90% na região Sul do país). Pessoas consideradas brancas compõem 53,7% da população brasileira, somando cerca de 96 milhões de indivíduos, espalhados por todo o território  embora a maior concentração esteja no Sul e Sudeste.

Leia mais em BRANCOS NO BRASIL ( https://uniaoariana.wordpress.com/2010/07/27/brancos-no-brasil/ )

3) Se não odeiam as demais raças, porque os meios de comunicação falam tanto de vocês?

Os meios de comunicação são controlados por Sionistas, eles existem para sustentar as mentiras e o mundo fantasioso criado por eles.

As massas são dirigidas através dos bombardeios de mentiras e distorções que lhes são fornecidos pela mídia diariamente. Se os meios de comunicação não disseminassem mentiras sobre nós constantemente, o poder Sionista estaria ameaçado, ou seja, este festival de baboseiras sobre nós é necessário para a manutenção da máquina sionista.

4) O que é a Raça?

Raça é o conjunto de indivíduos que compartilham entre si as mesmas características genéticas, culturais e históricas. Ou seja são aquelas pessoas com semelhanças físicas que possuem uma mesma origem histórica e têm em comum semelhantes tradições sócio-culturais.

5) Quantas raças existem?

Podemos dividir a população mundial em quatro grandes raças: Brancos, Negros, Ameríndios e Amarelos. As mesmas possuem uma série de sub-divisões menores.

6) A Raça Branca tem sub-divisões?

A Raça Branca tem as seguintes sub-divisões: raça Nórdica, Alpina, Báltica e Mediterrânea.

7) Todas as raças são iguais?

É óbvio que não, as raças diferem muito umas das outras, sendo que seus componentes possuem diferenças físicas, mentais, culturais e históricas.

Vamos colocar um exemplo: hoje em dia quando se fala de algum indivíduo, diz-se que ele é único, e que não existe ninguém igual a ele e que todos somos diferentes, então como vamos pensar de que todas as raças são iguais, se nem sequer um indivíduo é igual ao outro.

8) Se pode falar em raça sul-americana?

Não. É um absurdo, o que se entende por sul-americano e cultura sul-americana, é produto da mestiçagem do europeu com o elemento indígena e africano. Eurodescendentes puros não tem nada a ver com isso.

9) A América do Sul é completamente mestiça?

Apesar de a América do Sul ter sido atingido pela mestiçagem desde o primeiro momento em que foi colonizada, ainda se conservam grupos de raça branca, principalmente no Sul do Brasil.

10) Os Nórdicos são superiores as demais sub-divisões da Raça Branca?

Não. Os outros sub-grupos não podem ser considerados inferiores. No próprio NSDAP existiam componentes não Nórdicos, de outras sub-divisões da Raça Ariana.

[i]Essa estória de que alta estatura, olhos claros e cabelos claros são fatores determinantes para definir se uma pessoa é ou não ariana foi inventada pelos sionistas, para afastar os arianos não-nórdicos do Nacional-Socialismo.[/i]

11) Se somos Europeus nascidos na América do Sul, por que não vamos para Europa?

Nossos antepassados colonizaram estas terras e o retorno a Europa não nos parece necessário, além de existirem empecilhos práticos para sua realização.

12) O que significa Nazismo?

O termo Nazismo é uma contração de “Nacional-Socialismo” (Nationalsozialismus em alemão), e representa uma ideologia mundial, cujo ponto central é a preservação da Raça Branca.

A luta por sua permanência é a mais importante já enfrentada pela humanidade, porque é nada menos do que uma luta de vida ou morte por nossa existência.

Sua lealdade primordial pertence aos homens e mulheres brancas ao redor do mundo, não importando onde eles possam residir. Nossa raça – não um pedaço geográfico específico e certamente não um governo – é nossa nação.

Como o mártir Nacional-Socialista Britânico William Joyce colocou de forma bem sucinta: “Se você ama sua nação, você é um nacionalista racial. Se você ama sua sociedade branca, você é um racialista social. Seja um Nacional-Socialista!”

13) Por que a Suástica?

Ela é o símbolo da Raça Branca-Ariana, e por isso que Adolf Hitler escolheu-a como o emblema da sua ideologia Ariana. Exemplos anteriores têm sido encontrados nas montanhas do Cáucaso, na Ásia Central, onde os Povos Caucasianos habitavam por mais de 9000 anos atrás.

Ela tem sido usada desde então pelos antigos Gregos, Romanos, Vikings e cada um dos Povos Arianos descendente dos Hiperbóreos desde o começo de suas histórias, pois todos eles pertencem à mesma raça que originalmente ela simbolizou.

Na antiga língua Ariana, o Sânscrito, “Suástica” significa “o símbolo da boa sorte” e era associada com a luz. É adequado, portanto, que ela continue a exemplificar a visão Nacional-Socialista de esclarecimento racial.

14) As cores da bandeira da Suástica tem algum significado?

A suástica negra representa o solo de nossas terras – aqueles territórios onde os homens e mulheres Arianos têm se conectado com a Terra por gerações de lutas e criou seu impacto nela com sua cultura única.

O disco branco representa nossa missão – a eterna preservação da integridade racial do povo branco.

O campo vermelho significa simultaneamente o caráter revolucionário de nosso Movimento Nacional-Socialista e os sacrifícios feitos em sua causa – passado, presente e futuro.

15) Por que alguém desejaria uma ‘ditadura’ Nazista?

Engana-se quem acredita que o Nacional-Socialismo se trata de um sistema ditatorial.

Devido às décadas de propaganda inimiga, foi criada uma imagem em que o governo Nacional-Socialista foi um Estado de terror opressivo, supressor da liberdade e um regime duro e ditatorial. O motivo dos oponentes do Nacional-Socialismo criarem essa imagem foi para amedrontar e criar uma falsa idéia dos verdadeiros objetivos de um Nacional-Socialista.

Alega-se que se tratou de uma ditadura simplesmente pela dissolução do parlamento e da chamada “democracia representativa” vigente na época. A verdade é que o parlamento alemão era formado por políticos que representavam apenas os interesses de ricos e poderosos e que tinham entregue o destino da nação nas mãos de banqueiros e todo tipo de capitalista sem escrúpulos, levando o país a uma das maiores crises econômicas da história mundial.

O poder era dividido entre inúmeros políticos – na sua maioria desonestos – com as mais diferentes ideologias políticas, formando um governo sem nenhuma responsabilidade, moral ou personalidade.

O Nacional-Socialismo substituiu esse sistema de falsa democracia e aplicou o princípio de liderança natural, onde havia um representante aceite pelo Povo e que trabalhava pelos interesses deste.

Adolf Hitler, que quando jovem foi voluntário na I Guerra para lutar pela sua Nação, assumiu total responsabilidade pelo destino da Alemanha e dos alemães. Teve toda a confiança do Povo para reformar totalmente a pátria, melhorou as condições socioeconômicas drasticamente, acabou com o desemprego num curto período de tempo, criou novas instituições como a Frente de Trabalho e a Hitler Jugend para restaurar os valores, e assim construir uma nova sociedade.

A verdadeira Democracia

Existe a ilusão de que a democracia representativa é a melhor e mais justa forma de governo conhecida e que o simples voto irá garantir ao Povo a chance de eleger candidatos que reflectem os seus interesses pessoais – sendo o voto individual – e que assim terão o controle de seu próprio destino.

A verdade é que os representantes eleitos não necessariamente defendem os interesses da Comunidade – principalmente quando se trata de uma sociedade constituída em ideais individualistas. A democracia no seu verdadeiro sentido não tem nada a ver com votar em eleições num determinado período de tempo. Democracia e liberdade são inseparáveis, não algo egoísta como o simples voto. Democracia é a responsabilidade de fazer parte da Comunidade e colaborar com ela de uma maneira sincera e positiva.

Pelo princípio de liderança, o Führer é apenas um homem à frente do seu Povo, um condutor das massas. A ele é concedida a confiança de incorporar os sentimentos e vontades reais da Nação, e assim possuir a total responsabilidade por suas ações e omissões.

“Com este apelo aos eleitores eu pretendo mostrar aos outros governos que a verdadeira democracia está conosco e não hesitamos em apelar ao povo. Eu não acredito que qualquer outro governo que tivesse o poder garantido por um período de quatro anos estivesse preparado para consultar o povo daqui a sete meses”
Adolf Hitler – 6 de Novembro de 1933

Adolf Hitler era imensamente amado e admirado. A ele foi dada a confiança do Povo alemão, que sempre foi consultado e, em momento algum – não importa o que Hollywood tente mostrar – essa confiança foi traída ou o Führer agiu contra a vontade da Nação. Embora haja dezenas de filme sobre a “resistência alemã” ou sobre qualquer dissidência contra o governo Nacional-Socialista, sabe-se que os opositores do Estado não eram mais de 5% da população. Será que atualmente existem 95% de contentes com os políticos?

Em 29 de março de 1936, pouco mais de três anos após a ascensão de Hitler ao poder, foi dada aos alemães a chance de aprovar ou desaprovar o governo Nacional-Socialista. Não foi uma eleição com base em pura propaganda como hoje em dia, mas uma consulta ao Povo sobre as ações e mudanças já realizadas. A votação ocorreu sob nenhum tipo de coação, força ou intimidação, como observado por todos os independentes. A aprovação dos alemães foi de 44.461.278, que consistia em 98.8% dos votos. Um número nunca antes visto na História. Isso é uma ditadura?

Quem possui o maior índice de aprovação popular da história pode ser o monstro cruel e ditador que a televisão, Hollywood e toda a propaganda de atrocidades diz que é? Obviamente, os oponentes do Nacional-Socialismo têm um perfil e interesses a esconder. Afinal, foram os banqueiros e capitalistas que foram expropriados pelo Estado. Foram os patrões impiedosos que foram obrigados a reformar suas fábricas, empresas e garantir mais direitos aos trabalhadores. E hoje eles são os donos de Hollywood.

Assim sendo, o governo Nacional-Socialista refletia a genuína forma de Democracia. Não se tratava de candidatos com mais dinheiro, e mais recursos para propaganda, eleitos por pessoas preocupadas apenas com si próprias e financiados por aproveitadores, mas de uma Democracia real, uma aprovação verdadeira pelo Povo.

O Nacional-Socialismo é a verdadeira Democracia por formar um Estado orgânico que representa os sentimentos e verdadeiros interesses do Povo. Há responsabilidade e confiança mútua. O Estado não é formado por mentiras, propaganda eleitoral, ou mesmo uma simples vitória de 50% de votos, mas de uma aprovação quase total, inédita na História. O Estado Nacional-Socialista é formado pela confiança e aspiração popular da Nação.

16) Vocês falam que Hitler lutou por seu país, mas ele não era Austríaco?

Alemães e Austríacos são a mesma coisa racial e culturalmente, tanto que a Áustria se chamava República Alemã da Áustria (Republik Deutschösterreich) antes da unificação com a Alemanha.

Em 1938, os Alemães e Austríacos tiveram a oportunidade de decidir a favor ou contra a unificação de ambos os países por plebiscito. A aprovação dos Austríacos foi de 99.73% dos votos, a aprovação alemã foi de 44.362.667, que representava 99.02% dos votos.

Após a aprovação popular do Anschluss (anexação da Áustria ao Reich Alemão), o Heimwehr (exército Austríaco) se juntou à Wehrmacht (Forças Armadas Alemãs, compostas pelo Heer-Exército; Luftwaffe-Força Aérea; e Kriegsmarine-Marinha;) e jurou lealdade à bandeira alemã.

Cédula de votação de 10 de abril de 1938. O texto diz “Você concorda com a reunificação da Áustria com o Império Germânico realizada em 13 de Março?”.

O Heimwehr (Exército Austríaco) se junta ao Exército Alemão.

O Exército Alemão é recebido em Viena.

Oficiais Alemães e Austríacos derrubam as fronteiras.

A Áustria se junta à Grande Alemanha.

Além disso, Adolf Hitler quando jovem voluntariou-se no exército alemão durante a Primeira Guerra Mundial, servindo como Cabo. Seus registros médicos incluem “ferimentos leves na coxa, sofridos em outubro de 1916 em Le Barque por uma granada de artilharia”, e a passagem por um hospital em outubro de 1918, quando foi atingido por gases tóxicos em La Montagne.

Adolf Hitler na Primeira Guerra Mundial.

Os documentos mostram que Hitler recebeu cinco medalhas, incluindo a Cruz de Ferro duas vezes, 1ª e 2ª classe. Portanto, afirmar que Adolf Hitler não era Alemão, é um tremendo absurdo.

Leia mais em:

HITLER NA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL

QUEM FOI ADOLF HITLER

17) Vocês chamam a si próprios de Socialistas, isso significa que vocês querem uma econômia dirigida pelo Estado?

Os Nacional-Socialistas acreditam na liberdade de empreendimento e nos direitos de propriedade privada, sem intervenção governamental, com exceção de casos em que seja necessário assegurar justas condições entre capital e trabalho.

Nós nos opomos aos capitalistas, porque eles abusam de seu poder ao sufocar a competição e atingir a dominação econômica às custas dos trabalhadores e dos consumidores. Depois que a União Soviética caiu, magos financeiros, conhecidos como oligarcas, tipificaram o capitalismo. Enquanto eles se enriqueciam, como o bilionário Mikhail Khodorkovsky, o Povo Russo foi reduzido à miséria.

Ao remover os gêmeos malignos da exploração capitalista e da manipulação Comunista, Adolf Hitler permitiu a economia alemã florescesse, enquanto o mundo exterior ainda estava margulhado na depressão de 1929. O milagre econômico que ele atingiu foi a causa principal da Segunda Guerra Mundial. Ela foi colocada em movimento no instante que ele colocou o valor do dinheiro na produtividade do trabalhador Alemão.

A Alemanha foi subitamente libertada dos banqueiros internacionais que controlavam todas as outras nações industrializadas e isto ameaçou destruir sua rede de lucros mundiais pelo exemplo: na medida em que outros povos não-alemães começaram a seguir o exemplo de Hitler, os ricos manipuladores de marionetes se viram ameaçados de extinção.

Para se salvarem, suas indústrias de filmes e jornais começaram a produzir incessantemente propaganda para inflamar a opinião pública mundial contra Hitler, ao passo que seus políticos comprados, como Churchill e Roosevelt, esquematizavam uma guerra que iria aniquilar a competição com o Terceiro Reich.

Os Capitalistas sempre usaram seus testas-de-ferro e seus marionetes políticos para insuflar patriotismo artificial entre as massas de gentios sem senso crítico, que pagam em dinheiro e sangue por guerras estrangeiras de agressão econômica, tais como a invasão ao Iraque, para roubar daquele país as ricas fontes de petróleo.

Os Nacional-Socialistas estão menos interessados em controlar a vida econômica, do que em liberar todas as energias criativas inerentes de nossa raça, dando-lhe livre escolha para dirigir seus próprios negócios e buscar o mais alto potencial de sua produtividade natural.

18) Vocês acreditam na liberdade de religião?

Em nossas fileiras, cristãos devotos marcham lado a lado com ateus críticos, muçulmanos, pagãos adoradores da natureza e agnósticos indiferentes.

Católicos

Muçulmanos da 13º divisão Handschar-SS

Todos eles, unidos na sua determinação de criar uma sociedade racialmente unida, respeitando o direito fundamental de cada um de procurar Deus, ou de não procurá-lo, de acordo com as crenças pessoais de cada qual. Nós valorizamos a liberdade espiritual como antídoto para as lutas religiosas que tomaram milhões de vidas em guerras estúpidas.

Os Nacional-Socialistas seguem nossos ancestrais desbravadores na sua respeitosa separação mútua entre Igreja e Estado e de acordo com as próprias palavras de Jesus, que urgiu aos seus seguidores a “dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus“.

19) E sobre os 6 milhões de mortos no Holocausto?

Pergunte ao norte-americano gentio mediano quantos judeus morreram na Segunda Guerra Mundial e ele prontamente responderá, “seis milhões“. Pergunte a ele quantos norte-americanos ou cristãos morreram naquele conflito e ele não será capaz de responder.

Nem também ele será capaz de responder quantos norte-americanos morreram durante a Guerra do Vietnã e menos ainda quantos morreram na Guerra Civil ou na Guerra pela Independência. Ainda assim, ele está bem certo de que “seis milhões de judeus inocentes foram assassinados pelos Nazistas“. (Ou nem tão inocentes assim https://uniaoariana.wordpress.com/2010/07/29/crimes-judaicos/ )

Quando esses fatos são trazidos à sua atenção, essa disparidade de consciência freqüentemente o faz imaginar por que ele deveria saber com tanta prontidão sobre o questionável destino de uma minoria de 3% da população, enquanto sabe muito menos sobre os reais sofrimentos de seu próprio povo.

A resposta, é claro, reside no fato de que o número “seis milhões de mortos” como mito de propaganda, foi inventado ainda antes da própria Segunda Guerra Mundial e desde então usado para condicionar psicologicamente os Arianos contra o “anti-semitismo” em geral e contra o Nacional-Socialismo em particular.

As únicas ”provas” do Holocau$to são fotos adulteradas, campos modificados pelos Soviéticos, testemunhos muito convenientes ($$$), confissões conseguidas sob-tortura, etc. O Revisionismo mostra a cada dia que o Holocausto é uma farsa para vitimizar os Sionistas, e demonizar o Nacional-Socialismo.

LEIA MAIS EM: A FARSA DO HOLOCAUSTO JUDEU

20) Os Nacional-Socialistas são pró-vida ou pela livre escolha (aborto)?

Nem uma, nem outra. A vida começa com a concepção e uma mulher que extingue essa vida em seu útero comete infanticídio, a menos que circunstâncias muito sérias estejam envolvidas.

O aborto é necessário se a vida ou a saúde de uma mãe corre risco com sua gravidez; se sua gravidez é o resultado de estupro; se há claras indicações de que o feto sofre de desordens agudas, geneticamente irreversíveis, de ordem cerebral ou física; e especialmente se a mãe foi fecundada por um pai não-Ariano.

Uma mulher que, em outras condições, procura abortar seu bebê simplesmente porque a existência dele é inconveniente ou indesejável é uma assassina de crianças. Qualquer um que apoia tal criminosa é cúmplice igualmente merecedor do mais severo processo e punição.

Na Alemanha, crianças saudáveis indesejadas pelos seus pais eram colocadas à disposição para pessoas qualificadas que queriam adotar.

21) Mas os Nazistas não consideram as mulheres como inferiores aos homens?

A maior cineasta do Terceiro Reich foi Leni Riefenstahl, cujos filmes “Triunfo da Vontade”e “Olympia” são ainda considerados, mesmo por nossos inimigos, como alguns dos melhores filmes já produzidos até hoje.

O primeiro helicóptero da história e a primeira aeronave movida a jato foram pilotadas pela mais famosa piloto de testes da Luftwaffe, Hanna Reitsch.

Hanna Reitsch, a primeira mulher no mundo a pilotar caças à jato e helicópteros.

A pianista de concertos e “especialista” em Bach, Li Stadelmann, não era apenas a mais aclamada pianista do mundo, mas um membro expressivo do partido NSDAP. Referindo-se à dominação e perversão da música Ariana antes da subida ao poder do partido em 1933, ela declarou: “Agora nossos mestres alemães irão achar intérpretes alemães!“.

Pinturas por artistas mulheres eram bem representadas na abertura da Casa de Arte Alemã de Munique, em 1937. Exemplos de mulheres que encontraram a liberdade de se superar através do Nacional-Socialismo são muitos.

Muito longe de serem oprimidas, a Revolução de Hitler liberou as mulheres de dezoito anos de depravação e infelicidade resultantes da Primeira Guerra Mundial e o período seguinte. Durante aqueles anos sombrios de decadência marxista-democrática, miséria econômica prevalecente e imoralidade popularizada, as mulheres foram reduzidas a uma condição miserável.

Prostituição e pornografia eram grandes negócios; abuso de drogas era desenfreado; a maternidade e a virtude feminina eram ridicularizadas pela mídia de entretenimento; a vida familiar era desintegrada; alienação individual, depressão emocional e suicídio atingiam proporções epidêmicas.

Este pântano social terminal que as mulheres alemãs se encontravam foi transformado do dia para a noite quando Adolf Hitler tomou o leme do Estado em 1933. Restaurando a saúde da economia ao colocá-la sob responsabilidade única do trabalhador alemão e ao expulsar os especuladores com sua imoralidade corporativa, ele aboliu as causas fundamentais da vitimização das mulheres.

Não menos importante, sua idéia Nacional-Socialista inspirou as mulheres ao apelar para seus profundos instintos de lealdade familiar e comunidade racial. Mulheres que davam à luz a bebês saudáveis eram honradas com uma bela Cruz das Mães e ajudadas com generoso auxílio do Estado para criar seus filhos.

Muitos serviços familiares eram gratuitos para mães alemãs e a educação focalizada, mas não limitada, a saúde, economia familiar, esporte, agricultura e artes. Com generosas garantias de assistência e ênfase pública na família como o núcleo da sociedade, as mulheres prosperaram num renascimento da vida doméstica desconhecida desde gerações anteriores.

Longe de serem restringidas na Alemanha de Hitler, as mulheres foram liberadas e levantadas da humilhação e miséria dos tempos anteriores, que lembram os nossos tempos atuais, porque os judeus não eram menos responsáveis pelas condições como são agora.

A percepção de independência econômica da mulher moderna foi comprada a um preço altíssimo. Suas doenças relacionadas ao estresse e taxas de suicídio atingiram níveis recordes. Sua vida doméstica está em farrapos. E cada vez mais mulheres brancas são estupradas e espancadas, principalmente por negros e mestiços. No mundo totalmente Ariano que iremos construir, tal violência irá cessar e ela poderá retomar sua posição de suprema importância como a fonte da raça superior da humanidade. Como tal, ela é a encarnação de tudo o que nós acreditamos e lutamos.

comparando respectivamente os “benefícios” da democracia liberal com os do Terceiro Reich, não é de se surpreender que então, muitos milhões de mulheres européias eram seguidoras fanáticas de Adolf Hitler desde os primeiros dias do movimento até o final da guerra e além. Se os Nacional-Socialistas do século 21 conseguirem atingir metade do que ele fez pelas mulheres Arianas, nós iremos ter muito o que comemorar.

22) Como vocês podem dizer que são a favor da liberdade, quando queimavam livros na Alemanha?

Durante os “Turbulentos Anos Vinte”, a pornografia floresceu como uma das maiores indústrias, pela primeira vez na Alemanha. Livros difamando e denegrindo heróis como Goethe e Wagner substituíram textos escolares normais, condenados como “politicamente incorretos”, enquanto qualquer informação contrária sobre raça ou Sionismo não podia ser publicada.

Depois que Adolf Hitler foi eleito ao poder em 30 de janeiro de 1933, uma onda popular de ressentimento surgiu contra aquele vergonhoso estado anterior de coisas e a verdadeira história do que aconteceu foi profusivamente documentada no livro de David Irving, de 1996, chamado “Goebbels, a Mente do Terceiro Reich“.

Irving mostra que grupos auto-organizados, formados na maioria por estudantes colegiais ao redor do país, espontaneamente entregaram imensas pilhas de revistas sexualmente pervertidas, panfletos Comunistas e vários tipos de materiais anti-alemães para pilhas de lixo em chamas, onde esses depósitos de papel higiênico escrito justamente pertencia.

Nenhum oficial do governo do Reich ordenou as fogueiras ou participou nas demonstrações, exceto o Dr. Joseph Goebbels, que foi convidado pelos estudantes a fazer um único discurso improvisado de dez minutos na Universidade de Berlim depois que as chamas já tinham sido acesas.

Milhões de pessoas no mundo exterior foram subseqüentemente enganadas pelo narrador de notícias, Lowell Thomas e outros testas-de-ferro gentios, a acreditar que Hitler estava queimando todos os livros não publicados pelos Nacional-Socialistas.

Na verdade, os alemães, reconhecidos por séculos como o povo mais culto na Europa, estavam se livrando da mesma imundície impressa que atualmente inunda o Brasil e quase todas as nações. Mas ninguém fora do Terceiro Reich foi informado que os equivalentes da revista “Veja” ou da “Isto É!” estavam sendo expurgados da cultura alemã para dar lugar a algo melhor, por vontade dos próprios alemães.

Enquanto os hipócritas que odeiam Hitler ainda deploram a chamada “queima de livros“, qualquer discussão impressa sobre diferenças raciais, visões imparciais sobre o Nacional-Socialismo, críticas aos judeus ou à mistura racial, são mantidas longe do público.

Um bom exemplo disso é o livro “Goebbels”, de David Irving, mencionado acima. Apesar de hostil ao sujeito em questão do livro, o autor ousou questionar as declarações de que seis milhões de judeus teriam sido exterminados sob ordem de Hitler. O manuscrito já tinha sido aceito para ser publicado por uma grande editora (St. Martin’s Press) e já estava inclusive em produção, quando ameaças de morte de judeus irados literalmente pararam as impressoras e mataram o livro.

Há muitos outros numerosos exemplos, todos muito típicos. Alguns anos antes do caso Irving, muitos milhares de exemplares do livro “O Mito do Século 20“, de Alfred Rosenberg, foram impressos privadamente e guardados em um armazém que foi incendiado por criminosos da Jewish Defense League (JDL, ou “Liga de Defesa Judaica”). Todos os livros foram perdidos.

Os Brasileiros não sabem (ou não se importam) que cada grande e média editora em seu país oferece como contrato padrão aos autores, uma cláusula especificando que nada considerado pelos editores como sendo “racista” ou “pró-fascista” será permitido ser impresso. Por toda a Europa, autores Nacional-Socialistas que tentam publicar suas obras, mesmo em edições limitadas, correm o risco de serem presos, multados e condenados.

Imediatamente após a Segunda Guerra Mundial, os “libertadores” aliados da Alemanha conquistada baniram e literalmente queimaram centenas de milhares de livros – a maioria dos quais tinha pouco ou nada a ver com “Nazismo”.

Como alguém disse uma vez: “A liberdade da imprensa pertence a quem possui uma“.

DICIONÁRIO DE CONCEITOS

Afirmacionista/Exterminacionista – Da mesma forma que aos revisionistas é atribuída a alcunha “negacionista”, a contrario sensu, portanto, aqueles que sustentam a tese oficial do Holocausto nada mais são do que “afirmacionistas”.

Faz-se necessária a devolução da cortesia em apelidar o oponente, uma vez que ao rotular os Revisionistas de “negacionistas”, busca-se aumentar-lhes o grau de responsabilidade da informação num nível sofístico e inverter o ônus da prova, através do conhecido recurso retórico da probatio diabolica.

AfirmaSionista – Versão fundamentalista dos proclamadores do Holocausto; possui objetivos definidos e responde perante uma chefia, no mais das vezes, financiadora de sua empreitada pseudo-historiográfica. Distingue-se pelo forte ranço ideológico que orienta todas as suas condutas, seja ele calcado no discurso fácil dos liberal-democratas ou no igualitarismo pueril marxista, pior ainda, o sectarismo Sionista.

Orienta-se, acima de tudo, pelo dogma de manutenção do mito sob a missão de impedir qualquer ressurgimento do Nacional-Socialismo. Vale-se da coação moral, do terrorismo psicológico, de intimidações e calúnias para neutralizar e desqualificar seu adversário e, assim, escamotear o mérito da discussão.

Anti-Judaísmo – Posição contrária ao Judaísmo, este considerado não como religião, mas como cultura, em seu sentido mais amplo. Não confundir com o combate ao Judeu enquanto indivíduo, mas sim o Judaísmo como movimento histórico (da mesma forma como existem correntes anticristãs ou anti-islâmicas).

Anti-Semitismo – Tecnicamente, o anti-semitismo é uma posição contrária aos semitas, designação que compreende diversos povos que hoje ocupam principalmente toda a região do Oriente Médio, e que não se limitam aos judeus, mas também árabes e outros.

Por não se constatar de fato a existência de movimentos anti-semitas relevantes, ou seja, pessoas que nutram aversão aos povos semitas como um todo, conclui-se pela inexistência do anti-semitismo real. Porém, na atualidade, e desde há um tempo razoável, tem-se usado o termo para identificar qualquer coisa que vá contra os interesses da elite judaica.

Por meio da difamação com o rótulo de anti-semitismo, confunde-se tanto o anti-sionismo com o anti-judaísmo e, pior ainda, dá-se uma conotação racial à crítica política (semita remete à raça), ou seja, no intuito de desqualificar e afastar toda crítica legítima a determinados segmentos judaicos.

Anti-Sionismo – Manifestação comum entre os segmentos Marxistas que, ao ignorarem a dimensão do Sionismo, procedem a um recorte do tema, em que se dirigem críticas estritamente à política do Estado de Israel, ou seja, reduzindo toda a pauta de discussões à conveniente apreciação do Sionismo no pós-45 e à Palestina.

Com isso, apenas é tangenciado o assunto sem que se analise o problema judaico em toda a sua conjuntura histórica, no decorrer dos séculos e nas diversas nações em que se manifestou.

Autoridade – Investidura em poder legítimo, tomada para si a responsabilidade proporcional ao comando. Compreende um binômio indissociável: autoridade/responsabilidade.

Comunidade Internacional – Termo usado pela mídia para definir o que eles querem que as pessoas tomem por “todos os países  civilizados“. Na realidade, é um termo para designar os países ZOG (Zionist Occupied Government), cujos governos são fantoches dos Sionistas, e que dão suporte para todos os atos criminosos dos mesmos.

Democracia É o parâmetro de eficácia social de dado governo; medida de legitimidade. Em nada tem a ver com o tipo de regime ou sistema adotado. Dentro dessa concepção, governos totalitários e centralizadores podem ser democráticos, desde que atendam as demandas sociais.

Por outro lado, a mera aplicação do instituto do sufrágio universal e da separação de poderes não implica a democracia, haja vista a atuação nos bastidores do poder e a manipulação política. Democracia, em seu uso corrente, é apenas um lugar-comum demagógico em favor do “politicamente correto”.

Establishment – É o poder estabelecido; conjunto das ideologias dominantes articuladas entre si. Grupos que representam movimentos históricos de perpetuação de seu projeto político, dentro de uma estrutura que visa deslegitimar qualquer outra manifestação contrária à Nova Ordem Mundial Sionista.

Guerra – É a máxima manifestação do embate entre culturas, ideologias, civilizações ou interesses regionais. Última instância para que os povos possam dirimir seus entraves políticos.

Holocausto – Trata-se de uma marca que remete à barbárie; um slogan de conveniência que representa a maldade absoluta. Identifica-se na marca do “Holocausto”, segundo a História Oficial, um núcleo comum de características que correspondem a uma política governamental do III Reich para o extermínio da população judaica, com o emprego de logística e técnica complexas e sua aplicação em escala industrial através do uso de câmaras de gás e outros métodos, que resultaram na morte de seis milhões de judeus, além de outras minorias.

Apesar da verificação de um acontecimento de tamanha dimensão ser perfeitamente passível de análise crítica, este suposto fato histórico foi elevado, porém, à categoria de Dogma, uma vez que a discussão científica acerca da sua veracidade é descartada e, mais ainda, é tutelado pelo Estado através de uma política criminalizante da pesquisa acadêmica, tal qual à época da Santa Inquisição.

Erigiu-se um estatuto supra-racional para esta ESTÓRIA, condição jurídica anômala, no qual se afirma uma inquestionável notoriedade que mais se aproxima de uma crença religiosa: aquele que não acredita no Holocausto é tido como herege.

Tal alegado fato é, na verdade, o maior embuste a que já foi submetida a comunidade internacional: trata-se da “Mentira do Século XX”, mantida e sustentada através do aparelhamento da mídia e com uma implacável manipulação política.

A revisão histórica já demonstrou a total inconsistência da versão até então tida como verdadeira, e os revisionistas tem sido ferozmente perseguidos, numa reação que apenas evidencia e reconhece a sua fragilidade ante a razão.

A compreensão do tema, pressupondo-se a libertação das amarras do politicamente correto, revela que o Holocausto nada mais é do que a justificativa artificialmente criada para: explorar e desmoralizar o povo alemão; dar legitimidade à política intervencionista USraelense; desviar a atenção sobre os verdadeiros culpados pela deflagração da Segunda Guerra Mundial e suas conseqüências; difamar a Cosmovisão Nacional-Socialista; inviabilizar qualquer tentativa de ressurgimento do sentimento nacionalista que se manifestou através dos movimentos das décadas de 20 e 30 e, principalmente, funcionar como um salvo-conduto para a Nova Ordem Mundial Sionista.

Personalidade – Potencial de insurgência contra o “politicamente correto”.

Politicamente Correto – É a fronteira entre as opiniões aceitas pelo establishment e as posições tidas como inconvenientes à ordem estabelecida. Hipocrisia institucionalizada que emoldura a suposta liberdade de expressão num conjunto de opiniões pré-estipuladas, em contradição aos não menos vazios “princípios democráticos”.

É uma limitação à expressão do indivíduo, que se vê constrangido pelo conforto psicológico e pelo socialmente aceito, em detrimento do questionamento e da reflexão crítica.

Pós-45 – Não apenas uma referência cronológica isolada, trata-se do principal marco do processo de degeneração da sociedade, resultado da vitória do materialismo judaico sobre a tradição da nações arianas e os movimentos nacionalistas ao redor do mundo. Com a derrota militar do Eixo, tem-se início a Era de máxima exploração do capital à liberdade humana: gênese da Nova Ordem Mundial Sionista.

Propaganda de Guerra – Conjunto de informações manipuladas, veiculadas com vistas ao beneficiamento de dado lado numa disputa e a criação de uma ambiente desfavorável ao adversário, com patrocínio à sua condenação pública. No caso dos desdobramentos da Segunda Guerra Mundial e o pós-45, verificou-se um montante exorbitante de propaganda do Sionismo Internacional, incessantemente, a fim de moldar artificialmente os valores da sociedade e seu conhecimento acerca da História recente, resultando na “Matrix” moderna.

ZOG – Abreviação de Zionist Occupation Government ou Zionist Occupied Government, é o termo para definir a dominação que os Sionistas exercem em determinados países, cujos governantes são seus títeres.

FONTE: http://secastan.wordpress.com/

Categories: Linhas Gerais