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Archive for the ‘Questão Judaica’ Category

Quem está matando o Ocidente? – A nova esquerda

December 5, 2010 76 comments

“OS NÃO-JUDEUS EXISTEM APENAS PARA SERVIR AOS JUDEUS”

November 15, 2010 59 comments

JERUSALEM (JTA) – O líder israelense sefardita Rabi Ovadia Yosef, em seu sermão seminal no sábado à noite declarou que não-Judeus existem para servir os Judeus.

“Goyim nasceram apenas para nos servir. Sem isso, eles não tem qualquer lugar no mundo; somente para servir o Povo de Israel,” disse ele durante uma discussão pública sobre qual tipo de trabalho não-Judeus são permitidos desenvolver no Shabbat.

“Por que gentios são necessários? Eles trabalharão, lavrarão, colherão… Nós sentaremos como um senhor e comeremos,” disse ele a alguns risonhos.

Yosef, o líder spiritual do Partido Shas e o ex-rabi-chefe Sefardita de Israel, disse também que as vidas de não-Judeus são protegidas com o intuito de prevenir perdas financeiras aos Judeus.

“Com gentios, será como qualquer pessoa: Eles precisam morrer, mas Deus lhes dará longevidade. Por quê? Imagine que o asno de alguém morresse, eles perderiam seu dinheiro. Assim é seu criado. Isso é o motivo pelo qual ele obtém uma longa vida, para trabalhar para esse Judeu”, disse o rabi, que recentemente chegou aos 90.

Uma gravação em áudio de algumas das observações do rabi foi transmitida no Canal 10 de Israel.

 

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Depois nós é que somos os racistas. ¬¬’

MINHA RAÇA MARAVILHOSA

September 29, 2010 19 comments

Leia até o fim, é realmente um ótimo texto, chega a ser emocionante.

MINHA RAÇA MARAVILHOSA

Era uma vez um jovem universitário chamado George que pensava saber tudo. Uma certa noite, depois do jantar, George começou uma discussão com seu pai. A argumentação começou quando o jovem estudante tentou explicar para seu pai que como raça branca, eles deveriam ser responsáveis por todos os males que eles tinham infligido sobre os não-brancos através da história. George explicou: “Por causa do racismo europeu, nós roubamos a terra dos índios, nós mantivemos os negros na escravidão, nós perseguimos os judeus, e nós poluímos o ambiente. Nós temos sido racistas opressores por milhares de anos, portanto é mais do que justo que nós paguemos reparações econômicas para todos os danos que nós fizemos ao mundo. Eu estou satisfeito de ver que nós estamos terminando nossa dominação econômica e política sobre os povos oprimidos”.

O pai de George estava chocado com tal discurso. “Quem colocou essa maluquice comunista-rosa em sua cabeça, filho? Será que foi algum dos seus professores universitários hippies de sandálias que te ensinou isso?”, o pai perguntou.

Ao que o filho respondeu: “Esta é a verdade, pai. Meu professor de antropologia, Dr. Irving Silverstein, diz isso. Ele deve saber bem. O Dr. Silverstein é um Ph.D. muito respeitado. Gente da sua geração simplesmente não entende porque vocês foram criados em uma sociedade branca supremacista e racista. É esse o motivo pelo qual eu passei a admirar o Dr. Rev. Martin Luther King como o maior homem da história norte-americana. Ele se levantou contra os racistas de sua geração. Por causa dele, minha geração de jovens brancos é completamente indiferente e cega para cor de pele.”

O pai respondeu enraivecido: “Isso é ridículo! Eu sempre pensei de forma justa e fui tolerante com pessoas de todas as origens e raças. Eu nunca ‘oprimi’ ninguém, e além disso, não há nada de errado em ter orgulho de seu próprio povo, incluindo o povo de raça européia. Sua raça está no seu sangue. É como uma extensão de sua família biológica, e você deve se orgulhar de sua herança e identidade européia, como todos os outros grupos raciais na América do Norte se orgulham das suas próprias heranças e identidades. Porquê é OK para eles terem um forte senso de identidade racial, mas é maligno para nós europeus nos sentirmos da mesma maneira?

O jovem “intelectual” riu de seu pai. “Que isso, pai, isso é o tipo de besteira que Hitler tentava vender. Essas atitudes racistas foram desacreditadas há muitos anos atrás. Há somente uma raça, e essa é a raça humana. A diversidade é a nossa grande força. As diferenças nas chamadas “raças” são tão insignificantes quanto diferenças em umbigos. E além disso, as estatísticas da ONU agora mostram que as baixas taxas de natalidade brancas, junto com o fato de vivermos numa sociedade multicultural, significará que europeus e sua cultura etnocêntrica e racista irá desaparecer até o final deste século”, disse o jovem George.

Ficando vermelho de raiva, o pai gritou: “Você é um cliché ambulante, sabia disso filho? E você acha que é uma coisa boa que os povos europeus do mundo irão se apagar e deixar de existir? O jovem George respondeu: “Eu acho que é ótimo! Isso vai significar o fim do racismo e o fim do ódio. Pra começar, os povos oprimidos do mundo estariam muito melhor se nós racistas brancos europeus nunca tivéssemos existido.”

De repente houve uma rajada de um vento frio, uma explosão, e uma enorme nuvem de fumaça. Quando a fumaça abaixou, George se encontrava sozinho e perdido num campo aberto no frio. Um anjo chamado Clarence então apareceu a ele e disse “Bem George, você conseguiu seu desejo”.

George perguntou: “Onde eu estou? O que eu estou fazendo aqui? E quem é você?”

O anjo respondeu, “George, eu sou o anjo Clarence”. Eu fui mandado aqui para mostrar para você como o mundo teria sido se os europeus, ou brancos, nunca tivessem existido. Agora você vive em um mundo onde europeus nunca existiram.”

“Oh. Isso é legal. Eu não vou ter nenhum problema com adaptação porque eu não tenho um osso racista sequer em meu corpo. E quando eu voltar para o meu mundo, eu vou poder contar para meu professor e meus amigos o quão legal é era este mundo não-racista. Olha, eu estou congelando aqui. Onde que é o motel mais próximo?”

”Motel?”, respondeu o anjo. “Não existe nenhum motel aqui onde uma vez foi chamada América do Norte. Mas há algumas cavernas ali naquelas montanhas onde você pode encontrar abrigo.”

”Cavernas? De jeito nenhum cara. Eu quero uma cama quente bem legal pra dormir.”

”Eu acho que você não entendeu, George. Não há quaisquer construções ou edificações aqui na América não-branca porque os malignos europeus nunca vieram aqui para construí-las. Os brancos jamais existiram, se lembra? Os nativos vivem em tendas. Você gostaria de se encontrar com alguns índios locais? Talvez eles deixem você ficar numa tenda.”

”Numa tenda? Mas está uns 12 graus abaixo de zero aqui fora? … Ah, tudo bem. É melhor do que uma caverna, eu acho. Vamos falar com esses índios…. Espera um minuto, estes índios são amigáveis ou hostis?”

“Porquê, George? Essa é uma questão racista pra se perguntar. Só porque alguns índios eram selvagens brutais que escalpelavam vivas suas vítimas, não quer dizer que todos eram assim”, disse o anjo, sarcasticamente

”Eu sei disso, Clarence. E eu não sou um racista. Eu odeio racismo. Mesmo assim, eu me sentiria mais seguro se eu pudesse ter uma arma pra me defender se eles se mostrassem violentos.”

“Arma?”, respondeu o anjo. Não há quaisquer armas pra você se defender. Armas de fogo foram inventadas por europeus malignos. Apesar de que poderíamos fazer uma lança com aqueles galhos ali.”

“Isso é trabalhoso demais. Me dê um telefone então. Eu vou ligar para os índios pra perguntar se está OK.”

“Telefone?”, respondeu o anjo. Não há telefones aqui. Alexander Graham Bell foi um outro homem branco maligno, portanto ele nunca existiu. Nenhum europeu lembra-se?”. “Esqueça isso então”, respondeu George. “Eu vou dormir na porcaria da caverna”.

Ao chegar na caverna, George tremia de frio e pediu ao anjo por um isqueiro para que ele pudesse fazer uma fogueira. “Um isqueiro?”, respondeu Clarence. “não há isqueiros aqui, e nem fósforos. Essas são coisas européias, e europeus malignos nunca existiram, lembra-se? Se você quiser se aquecer, você vai ter que fazer como fazem os nativos locais e começar a esfregar galhos de madeira juntos.”

“Oh, que isso cara! Você quer me dizer que essa gente ainda esfrega galhos pra ter fogo?”

“É isso mesmo, George. Os índios vivem exatamente como eles viviam antes dos malignos pioneiros e colonos chegarem da Europa, da mesma forma como a alguns séculos atrás”, disse o anjo sarcasticamente.

“Eu me recuso a ficar nessa caverna gelada e eu tenho certeza que eu não vou conseguir fazer uma fogueira com gravetos, e eu me recuso a dormir numa tenda. Eu vou pra América do Sul. Eu ficarei melhor num clima mais quente, e eu vou me adaptar rapidamente a grande civilização inca que eu aprendi na faculdade. Como racistas europeus como Colombo, Cortez e Pizarro nunca existiram, os incas ainda estarão lá… Eu preciso de um carro.”

“Carro?” respondeu o anjo. “Não há carros aqui. Daimler e Benz, os malignos alemães inventores da máquina de combustão interna, nunca nasceram, nem Henry Ford. Não há quaisquer estradas também. Este é um mundo sem europeus malignos, lembra-se?”

“Sem carros! Ah, então eu vou ter que pegar um trem.”

“Não há trens também neste mundo, George. Europeus malignos não vieram aqui para construir locomotivas ou descobrir os vários usos do carvão, do óleo e do gás, ou construir trens ou colocar ferrovias. Mas eu vou deixar você ter uma pequena ajudinha. Segure firme no meu manto mágico e nós vamos voar para o sul.”

George tocou o manto do anjo e eles voaram para o sul até que eles chegaram em uma cabana de lama abandonada no meio do território inca. George estava agradecido pelo clima mais quente, mas não demorou muito pra ele começar a reclamar do calor e da umidade.

“Clarence, essa cabana é uma latrina, e eu estou suando um rio aqui. Me dá um ar-condicionado, por favor.”

“Ar-condicionado?”, respondeu o anjo. “Não há ar-condicionados aqui. Ar condicionado e refrigeradores eram invenções criadas por homens brancos malignos.”
“O quê?!! Você quer me dizer que no ano 2002 esta gente ainda não inventou uma forma de mantê-los frescos, ou de manter sua comida gelada?” Perguntou George, frustrado.

“Não, George, eles não inventaram. E eles nunca inventarão.”

“Isso é ridículo. Vamos para a cidade principal pra ver o Imperador. Eu não posso viver dessa forma. Onde tem um carro… ah, esqueci… sem carros! Saco, eu vou andando mesmo. Vamos lá.”

Depois de andar pela selva por cerca de uma hora ou mais, começou a ficar escuro. George então pediu a Clarence pra lhe dar uma lanterna, para que ele pudesse ver. “Lanterna? Desculpe George, mas Thomas Edison foi um homem branco maligno também… e ele nunca nasceu. Há alguns galhos bons ali se você quiser fazer uma tocha.”

“Isso nem pensar!”, George gritou.

Pela manhã, Clarence e George chegaram ao templo dos incas. Um sangrento sacrifício humano estava sendo conduzido. George se virou para Clarence e gritou, “Eles vão assassinar aquela pobre alma! Alguém tem que parar isso. Que animais assassinos horríveis! Será que ninguém pode detê-los?”

O anjo respondeu: “Eu receio que não. Assassinatos rituais são costume comum aqui. Aqueles malignos europeus racistas como Colombo, Cortez e Pizarro nunca existiram, por isso os incas continuaram suas práticas brutais. De fato, foram os próprios povos oprimidos que se tornaram o grosso das forças armadas espanholas. O povo viu os espanhóis como libertadores que iriam livra-los dos incas opressores e dos dominadores astecas e lhes dar uma vida melhor.”

“Eu não posso culpá-los de ajudar os espanhóis então. Esse lugar é horrível. Me tire dessa merda já!”, disse George.

”Pra onde você gostaria de ir?” Clarence perguntou.

George disse: “Me leve pra África, talvez lá exista uma civilização mais avançada e humana na qual eu possa me encaixar. Onde é o aeroporto mais próximo?”

”Ah, eu esqueci… Sem irmãos Wright (ou Santos Dumont, note of translator ; nota do tradutor), disse George. “Que tal um barco?”

“Barcos?”, respondeu o anjo. “Eu receio que os melhores barquinhos disponíveis pra você não te ajudarão muito pra cruzar o vasto Oceano Atlântico. Os grandes marinheiros vikings e navegadores Europeus nunca existiram. Nem Fenícios, nem Leif Eriksson, nem Henrique o navegador , nem Colombo, nem Magalhães, nem Hudson ou Robert Fulton. Mesmo se você pudesse construir seu próprio navio, não haveria bússola para você navegar, nem sextante. Eu receio que você vai ficar preso aqui, George.”

“Posso tocar em seu manto e voar para a África então?”, perguntou George.

”Você está trapaceando de novo, George, mas tudo bem. Toque meu manto e nós voaremos para a África.”

Quando eles chegaram na África, George viu milhares de nativos tribais africanos, semi-nus sendo conduzidos num caminho lamacento. Eles eram vigiados por outros africanos com lanças. “O que eles estão fazendo com esses pobres homens?” George perguntou a Clarence.

“Eles estão sendo escravizados por outra tribo. A escravidão era comum na África muito antes dos brancos chegarem”, Clarence disse. “De fato, a maioria dos escravos que foram mandados para a América eram vendidos aos traficantes de escravos por líderes tribais africanos”.

“Isso é muito triste”, disse George. “Eu queria encontrar Martin Luther King. Como seu assassino branco nunca existiu, esse grande homem deve ainda estar vivo. Ele provavelmente é um grande chefe tribal em algum lugar e líder de uma civilização avançada. Ele irá libertar esses escravos de seus mestres africanos. Leve-me a ele, Clarence”.

Clarence levou George até uma pequena oca no fundo do coração da África. As mulheres e crianças nuas olhavam para George com espanto. Os homens jovens estavam fora numa caçada e os homens velhos ficavam pra trás. George foi levado para a pequena e enlameada cabana do doutor-feiticeiro tribal e líder espiritual. Lá ele viu um homem com um olhar selvagem, com um colar de dentes em seu pescoço e um enorme anel enfiado através de seu nariz. “Que merda é essa?” George perguntou.

“Conheça o Doutor-feiticeiro Matunbo Lutamba Kinga”, Clarence disse. Ele nunca se tornou o reverendo Martin Luther King porque nunca houve universidades ou seminários construídos para educa-lo. Europeus nunca estiveram lá para criar tais oportunidades. Mas ele se tornou o chefe espiritual da tribo. E ele se especializou em lançar feitiços malignos. Talvez ele possa ajuda-lo?”

O doutor feiticeiro olhou com espanto para George. Ele então fez um gesto ordenando seus seguidores a prender o jovem George. Os homens da tribo agarraram George e amarram-no em uma árvore próxima.

“Pare! Me deixe ir. O que eles vão fazer comigo?” gritou George histericamente.

“Eles vão realizar um assassinato ritual em você, George. O bom doutor King… quero dizer, Kinga – acredita que cortando seu coração fora enquanto você ainda estiver vivo vai trazer boa sorte e fertilidade para sua tribo”, riu Clarence.

”Clarence! Clarence! Me ajude Clarence! Me ajude!”

“Mas George, você me disse que você queria vir para a África e encontrar seu herói, o reverendo King”.

George disse: “Esta parte da África não se desenvolveu ainda. Eu posso ver isso agora. Leve-me para o Norte da África, onde o Egito e Cartago estabeleceram grandes civilizações. Só me tira daqui, por favor.”

No momento em que a lança do doutor estava por arrancar o coração de George, George desapareceu no ar. Ele então se achou no meio das margens do rio Nilo, no Egito.

”Obrigado, Clarence. Obrigado”, disse George. “Eu não entendo, Clarence. Porquê tantas partes do mundo permanecem tão brutais e primitivas? Eu aprendi durante o Mês da História Negra sobre muitos inventores e cientistas negros talentosos. Garrett Morgan, George Washington Carver, Benjamin Banneker, Granville Woods. E então também sobre o Dr. Carson, o proeminente cirurgião cerebral nos Estados Unidos. Onde estão esses homens?”

Clarence respondeu: “Você não entendeu ainda? A América e a África existem exatamente como elas eram antes que os Europeus as tivessem descoberto. A civilização como você conheceu só foi introduzida a esses povos apenas a alguns séculos atrás pelos europeus. Não existem universidades, hospitais, nenhum meio de transporte diferente de animais, nenhuma ciência, nenhuma medicina, nenhuma máquina. De fato, a roda ainda nem foi descoberta na África sub-saariana! Aqueles cientistas, inventores, doutores, atletas, e apresentadores de que você fala nunca tiveram a oportunidade de realizar seu potencial inteiro porque os europeus nunca estiveram aqui pra introduzir a alta civilização e os ensinar. Não há George Washington Carvers neste mundo não-europeu, nem Dr. Carsons, nem Booker T. Washingtons, nem Benjamin Bannekers, nem Michael Jordans, nem Oprah Winfreys, nem Bill Cosbys, nem…”

“Pare! Isso não pode ser!”, gritou George. “Vamos andar para as grandes pirâmides do Egito agora e eu vou lhe mostrar uma das grandes maravilhas do mundo…..construída por não-brancos”.

Eles andaram algumas milhas antes que George parasse e perguntasse onde que ficava o banheiro mais próximo. “Banheiros?”, perguntou o anjo. “Não há banheiros ou mictórios neste mundo. Esgoto foi desenvolvido por europeus malignos. O povo neste mundo não-branco ainda se alivia nos matos”.

Clarence se virou para que George pudesse fazer suas necessidades. “Eu preciso de um papel higiênico”, George disse.

”Papel higiênico?”, respondeu o anjo. “Não….”

“Eu sei. Eu sei. Papel higiênico não foi inventado ainda. Apenas me passe um trapo então”.

Clarence obedeceu e os dois continuaram em seu caminho.

“Eu não entendo. De acordo com minhas lembranças das aulas de geografia, as grandes pirâmides deveriam estar bem perto deste ponto. Nós devíamos poder ve-las a milhas de distância”, disse George.
“Bem, George, tenho certeza que seus professores na faculdade nunca lhe disseram isto, mas os antigos egípcios não eram negros ou marrons. Eles eram caucasianos. Os antropólogos que examinaram as múmias egípcias confirmam este fato. Não existem pirâmides ou Esfinge. E os cartagineses eram brancos também”.

George ficou deprimido, mas ele estava determinado a provar suas crenças. “O que há na Europa?”, ele perguntou.

“A Europa se tornou povoada por hunos e outras tribos asiáticas. Eles se estabeleceram um pouco, mas a vida é muito parecida com a vida na América do Norte. Uma existência nômade baseada em caça e coleta de comida. Nenhuma grande cidade, nenhuma ciência, nenhum edifício ou construção, nenhuma cultura, nenhuma arte fina – só uma luta dura e diária contra a vida e os elementos da natureza. Numa Europa sem brancos malignos, o Império Romano nunca existiu, como também nunca existiram os gregos. Também nunca houve Renascença”.

“Leve-me para a Ásia então. Certamente as grandes civilizações da Pérsia, Índia, China e Japão irão me satisfazer”, disse George. “Clarence, para o Taj Mahal, por favor”. “O Taj Mahal?”, respondeu o anjo. “Você não sabia que as antigas civilizações persas e indianas foram estabelecidas por antigas tribos indo-européias que cruzaram os Himalaias? Foram eles que civilizaram a Índia e construíram o Taj Mahal. Aquelas são as grandes civilizações que Marco Pólo, Colombo e outros estavam procurando. Você sabia que o nome Irã vem do persa “terra dos Arianos”?

George disse: “Não venha me dizer que os indianos eram homens brancos! Isso não pode ser. No mundo de onde eu vim, eu conheci muitos indianos e eles não eram brancos!”

Clarence explicou: “A medida que os séculos passaram, os indo-europeus que criaram a civilização indiana se misturaram com as maiorias nativas que povoavam o sub-continente indiano. Gradualmente passou a haver menos e menos gente branca maligna até que eles desapareceram completamente, junto com a avançada civilização que eles construíram. Você pode notar que ainda existem alguns poucos indianos e paquistaneses de pele clara e cabelos mais claros – no mundo de onde você veio, claro”.

George ficou preocupado. Ele sabia que ele nunca poderia se encaixar no mundo primitivo e cruel em que ele havia sido jogado. De repente, ele pensou no Japão. “Japão! Eu vou mostrar pra você agora, Clarence. Me leve para o Japão. Se o povo japonês pode fazer TVs e câmeras, então tenho certeza de que eu encontrarei uma civilização decente onde eu possa viver”.

Clarence transportou George para o Japão. George observou que a sociedade japonesa era a mais ordeira, avançada e civil que ele já tinha visto até então, mas parecia que quase todo mundo era ou um agricultor de arroz, um pescador ou um soldado. Não havia carros, nem arranha-céus, nem luzes, nem estéreos, nem ciência, nem tecnologias, nem universidades. Era uma sociedade agrícola estagnada que parecia ter alcançado seu nível máximo e incapaz de mover-se adiante. George sabia que ele não podia viver lá também.

Clarence explicou para George: “Até mesmo os industriosos povos japoneses e chineses tiveram que depender dos malignos europeus para construir a Ásia moderna que você tem em mente. Neste mundo, o Japão existe exatamente como ele existia antes dos navios norte-americanos do Commodore Perry chegassem ao Japão na década de 1850. Não há indústria, nem tecnologia, nem Fuji Film, nem Sony, nem Hitachi, nem Panasonic, nem Toyota, nem restaurantes de Sushi, nem baseball, nenhum dos ornamentos ou confortos da vida moderna. Estas coisas não existem no Japão ou em qualquer outro lugar porque os europeus não estiveram lá para cria-las e compartilha-las com o resto do mundo. Você gostaria de uma tigela de arroz, George?”

George começou a se sentir mal, tanto em seu corpo quanto em sua mente. Não somente ele estava deprimido, mas a exposição aos ásperos elementos da natureza o tinha deixado fisicamente doente. “Clarence, eu acho que peguei algum tipo de doença. Eu devo ter alguns antibióticos”.

“Antibióticos?” Não há…

“Cala essa sua boca, chega!” Então me leve para o mundo como ele era!

”Desculpe George. Eu não estou autorizado a fazer isso. Somente meu chefe pode atender a esse pedido”. Clarence disse a ele: “Você vê, George. Seu pai estava certo. Você realmente tinha uma raça maravilhosa. Você não vê que erro imbecil é se envergonhar e se sentir culpado por sua própria raça, e deixa-la desaparecer e morrer? Este é o mundo que seria sem a chama criativa de Edison e Ford, e Pasteur, e Marconi. Sem grandes cientistas, ou matemáticos, ou inventores, ou finos artistas. Sem Arquimedes, sem Aristóteles, sem Sócrates, sem Alexandre o Grande, sem Renascença, sem Newton, sem Kepler, sem Goddard, sem Mendel, sem Tesla, sem Faraday, sem Guttenberg, sem Shakespeare, sem Dickens, sem Twain, sem Mozart, sem Beethoven, sem Da Vinci, sem Michelangelo, sem Galileu, sem Copérnico. Sem Veneza, sem Paris, sem Lisboa, sem Madrid, sem Zurique, sem Berlim, sem São Petersburgo, sem Budapeste, sem Roma, sem Milão, sem Viena, sem Londres, sem Nova York, sem Rio, sem Sidney. Sem orquestras, sem museus, sem universidades, sem hospitais, sem bibliotecas, sem teatros ou cinemas, sem rádio, sem livros, sem televisão, sem eletricidade, sem refrigeração, sem aquecimento, sem esgoto, sem casas, sem aço, sem estádios, sem vacinas, sem carros, sem aviões, sem trens, sem navios, sem dentistas, sem cirurgiões, sem computadores, sem telefones, e mais importante – sem o gênio criativo para ser achado que pudesse criar e sustentar tal alto nível de civilização. Não há nada neste povo deste mundo para que seja construído. É somente a luta diária pela subsistência. Um planeta brutal onde poucos povos que não estão mirados para a ignorância e escuridão eternas alcançaram seu pico de civilização e não estão avançando adiante.

Clarence então começou a ensinar o jovem homem doente e deprimido por sete dias exatos. Ele mostrou tudo. História, ciência, economia, filosofia, arte, literatura, música fina, arquitetura, medicina, política, agricultura, religião e todas as criações e contribuições que os povos europeus tinham feito em todos os campos imagináveis do empenho humano. George ouviu atentamente a cada palavra. Ele se sentiu como um homem que tivesse renascido.

Depois dessa aula, o anjo Clarence voou de volta para o céu. “Eu espero que você tenha achado educacional tudo isto, e eu espero que você tenha aprendido uma lição importante. Aproveite o seu mundo, George!”, debochou o anjo ao sair.

George começou a chorar como uma criança. Era o ano 2002 e ele estava sozinho e com fome em um mundo atrasado onde europeus nunca tinham existido. Ele gritou para as estrelas: “Por favor, Deus. Eu vejo quão imbecil eu fui. Eu entendo agora o que meu pai estava tentando me dizer. Eu quero voltar para o mundo de onde eu vim. Um mundo onde os europeus não somente existiram mas abençoaram o resto da humanidade com sua habilidade criativa única. Eu quero viver num mundo civilizado. Por favor Deus!… Me mande de volta!… Me mande de volta!… Deus, por favor.”

De repente, George foi transportado de volta ao seu dormitório da universidade. Embriagado de alegria, George pulou para o chuveiro antes que ele pudesse até mesmo tirar suas roupas.

“Água quente! E sabão! A vida é maravilhosa!”, ele gritou.

Os colegas do mesmo andar que George olharam para ele como se ele estivesse louco. “George! Você ficou louco?”, perguntou um colega perplexo.

“Não meu amigo, eu não estou fora de meus sentidos. Eu passei a percebe-los!”, George respondeu. George então começou a cantar músicas folclóricas clássicas Européias no chuveiro. Milagrosamente, ele era capaz de cantar em muitas línguas diferentes. Ele cantou O Sole Mio em italiano, Amazing Grace em inglês, Gloire Immortelle em francês, Das Ist Der Tag em alemão, e também canções e valsas belgas, espanholas e francesas. Lágrimas de alegria começaram a rolar por sua face. A música degenerada do hip-hop e rap tinha perdido todo seu apelo para o jovem George.

Depois de seu banho, George dirigiu até um restaurante próximo e pediu duas entradas. Uma era Lasanha e a outra era uma deliciosa Veal Marsala. Com sua comida italiana, ele acompanhou uma salada grega com azeitonas espanholas e molhos russos, bebeu uma garrafa de vinho francês, seguido por uma sobremesa alemã. Ele terminou sua refeição com um copo de chá quente.

George disse alto: “Esses povos europeus e sua deliciosa cozinha. Clarence estava certo afinal. Que raça maravilhosa!”

George estava feliz, mas ao mesmo tempo ele percebeu que havia muito trabalho para ser feito. Ele pensou em toda aquela gente branca na Rodésia e na África do Sul que estavam sendo assassinada e estuprada desde que eles tinham deixado o controle daquelas nações que tinham sido criadas por europeus. Ele pensou nos muitos milhares de brancos qualificados que tinham sido passados para trás em bons trabalhos e na entrada das universidades por causa das cotas raciais que discriminam contra europeus. Ele pensou sobre as taxas de natalidade em queda entre todas as nações européias do mundo. Ele lembrou que os europeus estavam caindo em números ano após ano, mesmo enquanto suas próprias nações estavam sendo inundadas com imigração do terceiro mundo. Ele lembrou do veredito de O.J. Simpson e como milhões de negros nos Estados Unidos comemoraram quando o brutal assassino duplo foi libertado por um júri negro depois que ele esfaqueou dois brancos até a morte. Ele lembrou as revoltas de Los Angeles em 1992, quando dúzias de brancos foram arrastados de seus veículos e mortos como cachorros nas ruas por hordas de monstros odiadores de brancos que nunca sequer foram punidos! Ele lembrou o tempo quando Jesse Jackson liderou um coro na Universidade de Stanford: “Hey Hey Ho Ho, Western Civ. has got to go!” (Ei, Ei, Ho, Ho, A civilização ocidental tem que partir!). Seu sangue europeu começou a ferver em legítima indignação quando ele lembrou como Jesse Jackson uma vez disse que ele cuspia na comida de pessoas brancas quando ele era um jovem funcionário de restaurante. George agora entendia que sua raça estava em rota de colisão com um desastre mundial e com o genocídio. George percebeu que esta grande raça não deve desaparecer da face da terra.

George não podia esperar mais para ver seu pai. Ele esperava ansiosamente para abraçá-lo e se desculpar de todas as coisas imbecis e desrespeitosas que ele tinha dito a ele. Mas primeiro George tinha que acertar uns pontos com um certo professor da faculdade. Ele entrou no auditório do Dr. Silverstein e silenciosamente sentou-se em uma cadeira no fundo da sala. O Dr Silverstein estava discursando com sua voz anasalada sobre desigualdades raciais e de gênero nas civilizações eurocêntricas. Era o velho Silverstein. Os colegas brancos impressionáveis de George, com suas calças largas, roupas de hip-hop e bonés de baseball virados para trás estavam engolindo todas as pílulas de veneno de Silverstein, uma após a outra. Depois de deixar Silverstein cuspir seu veneno cultural por cerca de 15 minutos, George levantou a mão para que ele pudesse dar ao professor uma amostra de sua nova mente educada.

“George? É você? Eu lembro de você do último semestre. Eu não tinha percebido que você estava aqui hoje. Eu não consegui reconhecer você nessa camisa e gravata, e sem seus brincos. Você deve ter gostado do meu curso tanto que se inscreveu de novo, não é? Classe, eu gostaria que conhecessem George. Ele foi um dos meu alunos mais brilhantes no último semestre. Ele realmente pegou as idéias apresentadas neste curso. George, poderia ter a gentileza de dizer a minha classe sobre aquela sua brilhante tese que você escreveu sobre racismo europeu, imperialismo e a necessidade de reparações financeiras?”

Foi nesse instante que o jovem George perdeu a paciência com o professor, pego de surpresa.

“BASTA! Seu maldito conspirador! Seu fabricante desonesto de falsidades! Seu provedor covarde de propaganda rosa! Como você ousa tentar corromper e manipular nossas jovens mentes com suas mentiras imundas. Nós europeus não temos nada para nos envergonhar, nada para nos desculpar e tudo para nos orgulhar. E acima de tudo, nós não devemos a ninguém porcaria nenhuma – nem um centavo! Muito pelo contrário, é o resto da humanidade que nos deve uma dívida que nunca poderá ser paga! Nós somos os legítimos herdeiros e protetores de uma rica herança cultural. Seu manipulador rasteiro! Nós somos os filhos dos Romanos, filhos dos gregos, dos Celtas, dos Vikings, dos Normandos, dos Saxões. Porquê você inflinge vergonha e culpa sobre nós? Nós europeus não somente contribuímos para a civilização… NÓS SOMOS A CIVILIZAÇÃO! E eu declaro que eu não vou mais tolerar seus intelectuais “cabeça de merda” tentando rebaixar nossa raça. Nunca mais nós andaremos em ovos quando nós falarmos, sempre temendo que possamos ser chamados de “racistas”. Eu não me importo mais com o que os outros pensam.Tudo o que importa é a verdade que você tem procurado perverter!”

“Qual é a sua, afinal? Porquê você tenta corromper meus jovens colegas ao empurrar falsos heróis garganta abaixo deles? Chega de seus joguinhos marxistas de dividir e conquistar, seu comunista rosa subversivo! Eu não quero mais saber sobre Martin Luther King, Jesse Jackson, Al Sharpton ou Mês de História Negra. Eles não conseguiriam fazer nada sem as instituições da alta civilização criada pelos povos europeus. Eu vou contar a verdade para esta classe sobre quem foram os verdadeiros grandes homens da história – os estadistas, cientistas, exploradores, monarcas, navegadores, conquistadores, inventores, artistas, escritores, filósofos europeus – os gênios inovadores da história que você e sua laia tem apagado de nossas memórias coletivas. Você fala sobre um mundo liberado de influência européia? Permita-me contar aos seus estudantes sobre tal mundo, Silverstein, porque eu posso falar de experiência própria, seu monstro miserável conspirador!”

Silverstein ficou branco como um fantasma. Ele estava paralisado, em choque e sem fala pela primeira vez em sua carreira! Nunca em todos os seus anos na Universidade um estudante tinha ousado tão claramente desafiado suas falsidades. Falando do coração, assim como da mente, e com uma eloqüência que ele nunca pensou que eu pudesse ter, George começou um monólogo de 60 minutos sobre história, ciência, filosofia, cultura e todos os outros atributos que constituem a civilização avançada. Os jovens estudantes ficaram cativados pela brilhante oratória de George. Muitos chegaram as lágrimas. Ao final de seu discurso, os colegas re-despertos de George estavam aplaudindo sua fala. A classe deu uma enorme ovação e o agradeceu por ajuda-los a redescobrir e exigir de volta seu senso de orgulho e sua identidade perdida. O poder implacável da verdade dissolveu anos de truques de culpa marxistas, auto-ódio, covardia e lavagem cerebral cultural em apenas uma hora inesquecível. Os estudantes inspirados começaram a sair rapidamente da aula de Silverstein, jogando seus bonés de hip-hop e baseball e seus brincos de nariz nele enquanto eles saíam e prometiam nunca mais voltar. Eles levantaram George em seus ombros e o carregaram do auditório como um herói conquistador. Com um brilho em seus olhos, George olhou para o céu, piscou e disse “Obrigado, Clarence”.

O Dr. Silverstein foi deixado para trás humilhado e visivelmente abalado. Ele sabia que esses jovens europeus re-despertos nunca mais poderiam ser lavados cerebralmente novamente com “politicamente correto” e culpa branca. O maior medo de Silverstein era que mais desses jovens europeus pudessem um dia re-despertar e tomar sua nação e sua civilização de volta dos Silversteins do mundo.

Silverstein estava preocupado, mas ele permaneceu confiante de que a maioria dos jovens homens e mulheres nunca aprenderiam a verdade sobre seu passado glorioso e suas habilidades criativas únicas. Afinal, a mídia de massa, Hollywood, a indústria musical, as universidades e as escolas públicas são todas controladas por “liberais” como o Dr.Silverstein. Com o poder do “politicamente correto” em suas mãos, eles podem continuar a rebaixar nossos ancestrais europeus, destruir nossas instituições e tradições, instigar negros e outras raças contra os brancos, inundar a América do Norte com imigração do terceiro mundo, e empurrar música “hip-hop”, homossexualismo, e outros lixos em uma juventude fraca, confusa e moralmente degenerada. Depois de refletir sobre esses fatos, Silverstein sorriu diabolicamente e murmurou para si próprio: “Um punhado dessas ovelhas européias podem acordar para o que está sendo feito contra eles, mas a maioria desses idiotas nunca irá acordar”. E ele sorriu novamente… e riu com uma alegria diabolicamente marxista. Então ele repetiu para si mesmo: “Não… eles nunca vão perceber e entender até que seja tarde demais”.

Ou eles vão?

Por James Bronson
Tradução Andrew MacDonald

http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=31665&cat=Artigos

O que é que você sabe acerca do Nacional-Socialismo

September 20, 2010 16 comments

Que foi o “responsável pela 2ª Guerra Mundial e pela morte de 6 milhões de judeus”? Que os “nazistas são a causa de tudo o que há de mal no mundo”?

Você já pensou que não deixa de ser surpreendente que um regime apelidado de criminoso e tirânico por toda a mídia chegou ao poder, democraticamente, como o partido mais forte de toda a história do parlamentarismo, contando no ano da sua ascensão ao poder com quase 4 milhões de filiados (na época, a Alemanha tinha pouco mais de 40 milhões de habitantes; no Brasil, que possui quase 200 milhões de habitantes, um partido com 500 mil filiados é considerado um gigante!!!)?

Sabia que Hitler acabou com seis milhões de desempregados em apenas quatro anos??

E que tanto o povo alemão como o austríaco votaram em 90% a favor de Hitler, quando se deu a união destes países em 1938?

Sabia que em 1949, Otto Remer e Fritz Dorls fundaram o Sozialistische Reichspartei (Partido Socialista do Reich), cujos principios eram idênticos aos do NSDAP, sendo que no ano seguinte já contavam com 360.000 filiados na Baixa Saxônia e 24 parlamentares estaduais, mas em 1952 o ZOG tornou o partido ilegal?

Sabia que no dia 24/03/1933 o judaísmo declarou guerra econômica (total) à Alemanha?

Exatamente 6 anos, 5 meses e 8 dias antes de se iniciar a guerra “convencional”, que de acordo com o então 1º Ministro Inglês, Neville A. Chamberlain, foi motivada e forçada pelos mesmos judeus.

Sabia que a II Guerra Mundial foi declarada pela França e Inglaterra devido ao ataque à Polônia, mas quando este país foi atacado pela URSS, pouco tempo depois, nenhuma destas nações lhe declarou guerra?

Sabia que a cifra oficial de judeus mortos durante a guerra, certificada pela Cruz Vermelha Internacional, é de 300.000 e pelas mais diversas causas: epidemias, fome, ações de guerra, bombardeamentos, etc?

Sabia que haviam negros, mongólicos, indianos e semitas no exército nazista?

Sabia que no lamentavelmente célebre julgamento de Nuremberg, Alfred Rosenberg e Julius Streicher, filósofo e jornalista respectivamente, foram condenados à morte, e enforcados, devido apenas às suas idéias?

Sabia que Hitler deteve as tropas alemãs às portas de Dunquerque, para permitir que as tropas britânicas escapassem de um massacre seguro, pondo a Inglaterra em condições de aceitar uma nova proposta de paz?

Sabia que Rudolf Hess, então sucessor direto de Hitler no comando do Reich, voou à Inglaterra em 1941, só e desarmado, com o único propósito de oferecer a paz a este país ? Sabia que a sua proposta foi desprezada e como resposta à sua oferta de paz foi encarcerado durante 46 anos, tendo sido assassinado, num suicídio forjado, aos 93 anos de idade?

Sabia que o Nacional Socialismo em vez de fomentar a luta de classes entre operários e empresários, os únicos que realmente produzem num País, remeteu-se contra os especuladores, banqueiros, financeiros internacionais e o governo mundial sionista, o que fez com que estes o perseguissem até a sua destruição total?

Conhece algo sobre a ideologia Nacional Socialista, a sua política social, artística, econômica, a sua organização, a saúde da sua juventude, a alegria de viver da população, os êxitos alcançados no campo da ciência, etc?

Já reparou que tudo o que sabe é o que diz a propaganda dos vencedores da II Guerra?

E já se apercebeu dos meios que eles têm ao seu dispor (total controle da mídia escrita, televisionada e radio-difundida, além de possuírem os grandes estúdios e conglomerados cinematográficos)?

Você sabia que o termo “solução final”, foi inventado pelo judeu norte-americano Theodore N. Kaufman, presidente do “Movimento Americano para a Paz” e conselheiro do Presidente Roosevelt para designar seu plano de extermínio ao povo alemão? (Leia mais: PLANO KAUFMAN – O FIM DA ALEMANHA)

Nunca lhe disseram que a história dos 6 milhões de judeus “gaseados” serve para ocultar os crimes dos “bons”, que foram bem mais numerosos que os alemães (Holodomor 10 milhões, Dresden 250 mil, Katyn 22 mil, Nagasaky 80 mil, Hiroshima 140 mil e muitos outros) ?

Para os judeus o “holocau$to” é o grande negócio que lhes permite mascarar os crimes por eles cometidos contra a humanidade bem como chantagear economicamente a Alemanha e promover a vitimização do povo judeu. O Estado de Israel foi criado e está a ser desenvolvido com os constantes milhões de marcos de contribuintes alemães, por supostos crimes de guerra.

O “holocau$to” não passa de um enorme HOLOCONTO que quanto mais terrível for, mais dinheiro gera a Israel.

Você sabia que o único país do mundo que possui armas de destruição em massa (nucleares, biológicas e químicas) não declaradas é o Estado de Israel? Sabia que este país viola constantemente resoluções da ONU e proíbe inspeções em suas instalações e arsenais químicos, nucleares e biológicos, mas ainda assim recebe bilhões de dólares anualmente de vários outros países do mundo e que tudo isto só é possível através da chantagem econômica e moral que os judeus exercem no mundo desde o fim da segunda guerra mundial, decorrente da fantasia do “holocau$to”?

Você sabia que, apesar de serem supostamente defensores da democracia e da liberdade de expressão, hoje em dia na Alemanha e em vários outros países, é totalmente proibido contestar o “holocausto” dos tais seis milhões de judeus, sob pena de prisão?

Por mais provas e dados que alguém tenha é crime apenas duvidar da existência do tal “holocausto”. Os judeus tentam tornar, à força, o “holocausto” num autêntico dogma, numa verdade absoluta que NÃO PODE, sob pena de prisão, ser discutida.

Agora pare e pense, até hoje você só ouviu um lado da história e portanto não pode formar uma conclusão própria a respeito do assunto. Não acha plausível ao menos levar em consideração o que o outro lado tem a dizer, para então tirar suas próprias opiniões?

RABINO PREGA EXTERMÍNIO DE PALESTINOS

August 29, 2010 1 comment

Rabino israelense (Ovadia Yosef) diz que Abbas e os palestinos deveriam ser exterminados

Um influente rabino israelense disse que Deus deveria enviar uma praga contra os palestinos e seu líder, pedindo sua morte num violento sermão antes do início das negociações de paz no Oriente Médio na próxima semana.

“Abu Mazen e todas essas pessoas malignas deveriam desaparecer da terra”, disse o rabino Ovadia Yosef, líder espiritual do partido religioso Shas – que faz parte do governo -, num sermão na noite de sábado, chamando o presidente palestino pelo seu nome popular.

“Deus deveria atacá-los e a esses palestinos – malvados que odeiam Israel – com a praga”, declarou o rabino de 89 anos em seu sermão semanal frente a fiéis, que teve partes transmitidas pelo rádio israelense no domingo.

O clérigo israelense fez comentários semelhantes antes. O mais conhecido foi em 2001, quando pediu a aniquilação dos árabes e disse que era proibido ter piedade deles. Depois ele afirmou que estava se referindo apenas a “terroristas” que atacam os israelenses.

Seus comentários mais recentes não tiveram respostas imediatas de líderes palestinos nem israelenses.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e Abbas devem retomar negociações diretas de paz na quinta-feira em Washington, na primeira reunião do tipo em 20 meses, num processo de paz que inclui compromissos de ambas as partes para evitar provocações.

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/08/rabino-israelense-diz-que-abbas-e-palestinos-deveriam-morrer-1.html

Rabinos presos por tráfico de órgãos

August 7, 2010 3 comments

25/07/2009 – O Rabino Levy Izhak Rosenbaum intermediou a venda de rins no mercado negro. Ele comprava os órgãos de pessoas vulneráveis de Israel por US $ 10.000 e vendia aos pacientes desesperados nos EUA para até US $ 160.000.

O esquema já durava uma década e foi exposto essa semana por um policial do FBI.

Rosenbaum foi preso quinta-feira, 10 dias após a reunião em seu porão com um informante do governo e um agente do FBI fingindo ser o informante do secretário. O agente afirmou estar à procura de um rim para um tio doente em diálise, que estava em uma lista de transplante em um hospital da Filadélfia.

“Eu sou o que você chama um casamenteiro,” Rosenbaum disse em uma conversa gravada secretamente. “Eu trago um cara que eu acredito, ele é adequado para o seu tio. Perguntado sobre como ele tinha muitos órgãos intermediado, ele disse: “Muito, o mais recente deles veio a duas semanas”.

CRIMES CONTRA A HUMANIDADE COMETIDOS PELOS JUDEUS

July 29, 2010 2 comments

Comunismo

O comunismo causou 110 milhões de mortes ao redor do mundo, na maioria dos casos, os judeus tiveram participação direta, mas mesmo nos poucos casos em que não houve participação direta, os criminosos comunistas estavam influenciados ideologicamente por um judeu, Karl Marx.

Holodomor

O Holodomor foi um genocídio que levou a morte de 10 milhões de pessoas só na Ucrânia, o holodomor também ocorreu em outras repúblicas soviéticas, como o Cazaquistão, mas as maiores vítimas foram os ucranianos. 82% da população da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas vivia da agricultura e foi obrigada, por meio de repressão violentíssima, a entregar as suas propriedades ao Estado comunista e a integrar as explorações agrícolas colectivas e estatais, no que foi chamado pelos comunistas, de “coletivização do campo”. A maior parte dos camponeses ucranianos, reconheceram a “coletivização” do campo como uma forma de neo-feudalismo e por isso foram contra. Como resposta a essa oposição por parte do povo ucraniano, Stálin, a cúpula estalinista e o partido comunista (80% dos membros eram judeus) se reuniram para buscar uma solução. O resultado foi um plano terrível, que ceifaria 10 milhões de vidas humanas. Os judeus e comunistas não pouparam nem mesmo as mulheres e as crianças. Trata-se do pior e mais cruel crime contra a humanidade.

PS: O judeu e vice-chefe da NKVD (mais tarde KGB), Genrikh Yagoda foi um dos principais responsáveis pela repressão aos ucranianos, no âmbito da colectivização e da deskulakização.

No inverno de 1932-1933, os ucranianos tiveram todos os seus suprimentos alimentícios confiscados. Um grande cordão foi criado para que ninguém pudesse ir embora.

Inicialmente, as pessoas não morreram, pois sobras de suprimentos em grãos e vegetais mantiveram-na vivas. Mas isso não fazia parte do plano dos judeus e comunistas. Por isso, eles ordenaram a NKVD que todos os grãos, toda a comida fosse confiscada e os camponeses fossem proibidos de a procurar em outro lugar. Fazendo isso, eles sabiam que estavam condenando aquela gente inocente a morte.

Após isso, a fome começou.

Os ucranianos foram mortos tortuosamente devagar.

Crianças choravam agonizando por pão.

Não era permitido que fossem para as cidades, guardas de esquadrões impediam as pessoas de entrar nos trens. Com isso, muitos morreram nas estações.

Vítima que conseguiu escapar para a cidade de Kharkiv, mas mesmo assim acabou morrendo.

Muitas crianças perdiam o senso de medo e entravam nos campos guardados pela NKVD a procura de grãos. Elas eram fuziladas no ato.

Mas a maioria das pessoas morria devagar, em casa. Unidades especiais da NKVD invadiam as casas das pessoas para coletar os corpos dos mortos. Não havia nenhuma cerimônia de despedida para as vítimas, eram todos despejados em valas, relatos dizem que a terra chegava a se mexer, devido ao fato de enterrarem não só os mortos, mas também enterrarem vivos os que já agonizavam.

O genocídio não teve como objetivo apenas reprimir a oposição que o povo ucraniano tinha em relação aquele governo judaico-comunista de tendências feudalistas, tinha também fins lucrativos.

Os judeus não podem ser definidos apenas como gananciosos, ambiciosos ou individualistas, aliás, nem sei como definir um povo capaz de matar 10 milhões de seres humanos, inclusive mulheres, idosos e crianças, por dinheiro.

Os judeus e comunistas exportaram os grãos roubados dos camponeses para países do ocidente.

A mídia ocidental informou sobre o extermínio dos ucranianos. Mas mesmo assim, os países “livres” e liberais do ocidente (países dominados economicamente e boa parte até politicamente pelos judeus) não fizeram nada para impedir, ainda continuaram a comprar os grãos roubados daquela gente e a colaborar com o governo soviético.

Países como Israel, China, França, Reino Unido e Alemanha (hoje a Alemanha é comandada pelo ZOG, Governo Sionista de Ocupação) não reconhecem o holodomor.

Em azul os países que reconhecem o Holodomor, em cinza, os que não reconhecem.

A Grande Fome de 1921-1922 (Russia)

O partido comunista (que tinha 80% de seus membros judeus), a partir de 1919, iniciaria uma política de confisco de grãos dos camponeses, que gradualmente levaria uma crise de fome em massa na população. A tentativa de transformar a economia russa em uma economia comunista, através do controle de distribuição de alimentos, mediante apropriação forçada dos grãos dos camponeses, a fim de abastecer as cidades, gerou não somente revolta e uma feroz guerra civil no campo, como uma diminuição gradual da produção de cereais na Rússia. Os camponeses foram proibidos de vender livremente seus excedentes, com os judeus e comunistas exigindo cotas de produção acima das possibilidades dos camponeses, empobreceu-os radicalmente, gerando escassez de alimentos.

Os judeus e comunistas, através de uma violência brutal, torturando, matando e saqueando os agricultores, não somente confiscavam tudo que o camponês tinha, como não poupavam nem os grãos guardados para o replantio de novas safras agrícolas. As regiões mais ricas da Rússia, como Tambov e outros arredores de Moscou, outrora grandes exportadores de cereais, por volta de 1920, ameaçavam perecer pela fome.

Os comissários da Tcheka, em cartas direcionadas a Lênin e Molotov, relatavam a incapacidade dos camponeses de oferecer seus grãos, já que não somente o campo tinha se desestabilizado, como a produção agrícola decaído. No entanto, sabendo dessas informações, o judeu Lênin radicalizou o processo, obrigando os camponeses a darem cotas de produção cada vez mais altas onde eles não existiam mais.

Antonov-Ovsenko, em uma carta ao partido comunista, dizia que as exigências que estavam sendo feitas para a agricultura, em milhões de puds de cereais, eram tão além das expectativas da população, que ela simplesmente morreria de fome. Ignorando o aviso, os judeus e comunistas insistiram em tal política. Por volta de 1921 e 1922, 30 milhões de russos foram atingidos por uma crise de fome monstruosa.

O povo se revoltou. Os marinheiros de Kronstadt se amotinaram e fizeram alianças com os camponeses insurretos e esfomeados. E a fúria do povo era tanta, que os “comissários do povo” perdiam o controle de várias cidades russas. Numa dessas cidades, os grãos de alimentos confiscados apodreciam na estação ferroviária, enquanto a população morrendo de fome, enfrentando os tiros dados pelos soldados do exército vermelho, saqueavam tudo quanto viam. Enquanto isso, nas florestas da Rússia e Ucrânia, exércitos inteiros de camponeses atacavam os bolcheviques.

Todavia, os judeus e comunistas reprimiram implacavelmente as revoltas camponesas. Fuzilamentos sumários de centenas de milhares de pessoas, assassinatos de famílias inteiras, deportações para os recém-construídos campos de concentração, e mesmo o uso de gás venenoso contra os agricultores rebelados, foram as variadas formas com que os bolcheviques esmagaram a resistência anti-comunista do povo.

Revoltosos mortos pela NKVD

Graças a pressão de alguns intelectuais russos, Lenin liberou a ajuda internacional. A ajuda internacional alimentou 11 milhões de pessoas por dia, mas já era um pouco tarde: sete milhões já tinham morrido pela fome.

Quando a situação se pacificou, os bolchevistas prenderam os intelectuais russos que pediram a ajuda internacional e só não os fuzilaram por pressão internacional, mas os expulsaram do país com a roupa do corpo.

A fome russa foi um dois maiores crimes contra a humanidade já cometidos até hoje.

Uma parte da população esfomeada simplesmente foi reduzida ao canibalismo. Dizia-se que os camponeses famintos eram obrigados a arrancar o fígado dos cadáveres para fazer patês e vender no mercado para não morrer de fome.

Imagem de um casal camponês, foram obrigados pelos judeus e comunistas

a recorrerem ao canibalismo como forma de sobrevivência

Relatórios da Tcheka, a polícia política soviética, assim como algumas fotos, retratam esse estado de penúria, sem contar as famílias deportadas para a Sibéria, que definhavam pelo frio. Viam-se milhões de cadáveres espalhados pelo país, uma boa parte, de crianças. Algumas delas são retratadas em várias fotos chocantes, raquíticas, nuas, sujas, abandonadas.

Assassinato de milhares de civis durante a invasão da Estônia

Em Walk, na Estônia, o Exército Vermelho executa, intimida, saqueia e aterroriza centenas de civis. Posteriormente, a Estônia, junto com outras repúblicas bálticas, será vítima de grandes deportações em massa e extermínio de sua população civil, pelo regime de Stalin, que contava com o apoio do Partido Comunista (80% dos seus membros eram judeus) quando da invasão do país, em 1940.

Campos de concentração soviéticos

Imagens de campos de concentração soviéticos, construídos sob as ordens do partido comunista (que tinha 80% dos seus membros judeus).

Atmosfera do gulag soviético, Kolyma, Sibéria.

Prisioneiros de campos de concentração soviéticos

Famílias polonesas sendo levadas para campos de concentração

Crianças polonesas esqueléticas em um campo de concentração soviético, Buzuluk, no Cazaquistão.

Massacre de Katyn

O massacre de Katyn (em polaco zbrodnia katyńska) foi uma execução em massa, na qual cerca de 25 mil cidadãos e militares da Polônia foram massacrados pelo Exército Vermelho, sob as ordens das autoridades judaico-comunistas da União Soviética em 1940.

Durante 4 décadas soldados da Alemanha Nacional-Socialista foram acusados pelo fuzilamento dos poloneses, fato desmentindo pela abertura de documentos secretos.

Prisioneiros de guerra polacos foram assassinados numa floresta nos arredores da vila de Katyn, em prisões e em diversos outros lugares. Cerca de oito mil vítimas eram militares polacos que haviam sido tomados como prisioneiros na invasão soviética da Polônia em1939, sendo o restante cidadãos polacos presos sob alegações de pertencerem a corpos de serviços de inteligência, espionagem,sabotagem, e também proprietários rurais, advogados, padres etc.

Para as novas gerações, até mesmo na Polônia, a palavra Katyn não diz nada, pela simples razão de que seus professores, jornais e outras mídias tomaram todas as precauções necessárias para evitar que essa palavra lhes dissesse alguma coisa.

Em Setembro de 1939 a Polônia foi derrotada, depois de ter sido invadida simultaneamente pela Alemanha, a Oeste, e pelos comunistas, a Leste. Após negociações Hitler então outorgou aos Soviéticos uma zona de ocupação de duzentos mil quilômetros quadrados.

A partir da derrota da Polônia, os soviéticos massacraram nessa zona, sob as ordens do infame ditador Josef Stalin e do partido comunista, vários milhares de oficiais poloneses prisioneiros de guerra – mais de 4 mil em Katyn (perto de Smolensk), local onde foi descoberto posteriormente pelas tropas alemãs Nacional-Socialistas que libertaram a Polônia dos Comunistas enquanto invadia a União Soviética, um dos mais famosos ossários, além de outros 21 mil em vários locais.

Deve-se adicionar a essas vítimas cerca de 15 mil prisioneiros soldados comuns, provavelmente mortos por afogamento no Mar Branco. Perpetrados em poucos dias segundo um plano preestabelecido, esses assassinatos em massa de poloneses vencidos, exterminados pelo simples fato de serem poloneses, constituem indiscutíveis crimes contra a humanidade, e não apenas crimes de guerra, já que a guerra, para a Polônia, havia terminado.

Segundo a Convenção de Genebra, a execução de prisioneiros de um exército regular, que combateram uniformizados, constitui crime contra a humanidade, sobretudo depois que o conflito já terminou. A ordem de Moscou era para suprimir todas as elites polonesas: estudantes, juízes, proprietários de terras, funcionários públicos, engenheiros, professores, advogados e, certamente, oficiais.

Hoje sabemos bem o motivo pela qual os Comunistas queriam (ainda querem?) aniquilar qualquer cabeça pensante, ou seja, os intelectuais, pois que o regime mais devastador da história pudesse seguir seu caminho sem interferências.

Quando esses ossários poloneses foram descobertos, Moscou imputou os crimes aos alemães e estes foram acusados e condenados no ilegal e famigerado Tribunal de Nuremberg.

Crimes de guerra contra o povo alemão

Alemanha, 1945: cadáveres de mulheres alemães, estupradas e mortas pelo exército vermelho.

O Exército Vermelho cometeu vários crimes de guerra contra o povo alemão, sob as ordens do judeu Ilja Ehrenburg.

“Matem, matem, matem. Ninguém é inocente. Nem os que estão vivos nem os que ainda não nasceram” ou então “se vocês, um dia, não tiverem matado pelo menos um alemão(ã) , então vocês não cumpriram o vosso dever moral para com a mãe pátria Soviética “

Os Soldados Vermelhos ardem como se fossem de palha para fazer dos alemães e da sua capital uma teia acesa da sua vingança; para vós, soldados do Exército Vermelho, soou a hora da vingança. Destroçai briosamente o orgulho racial das mulheres alemãs; tomai-as como despojo legítimo. Matai! Destruí, bravos e aguerridos soldados do Exército Vermelho“

Ilja Ehrenburg

Massacres durante a Guerra Civil Espanhola

Crimes cometidos sob as ordens dos judeus Rabino Hyman Katz e Milton Wolff (comandantes das “brigadas internacionais” na Espanha).


Massacre de católicos e exposição pública de seus cadáveres

Cemitério de Paracuellos de Jarama: neste local jazem mais de 2 mil pessoas fuziladas, vítimas da tirania judaico-comunista

Cadáveres descobertos por nacionalistas. As mulheres não foram poupadas da violência sexual.

Danzig e corredor de Danzig

Após o término da Primeira Guerra Mundial, os civis alemães decidiram continuar vivendo na região mesmo sabendo que o Tratado de Versalhes estava entregando o território ao governo polonês, e foi neste local que judeus e comunistas poloneses, com o apoio do governo judaico-comunista soviético e do próprio governo polonês, desencadearam um verdadeiro genocídio aos alemães étnicos locais. Esse foi um dos principais motivos que levaram os alemães a invadirem a Polônia.

Eles não pensaram duas vezes antes de matar mulheres e crianças alemãs.

No total os comunistas e judeus poloneses assassinaram cerca de 60.000 alemães da região.

Muitos esperavam tomar posse das fazendas e negócios dos alemães. A crise diplomática entre Alemanha e Polônia mostrava-se cada vez mais evidente na medida em que os massacres se sucediam.

Foram dezenas de protestos dos alemães na Liga das Nações (hoje ONU) que não trouxeram nenhum resultado.

Sudetos

Nos Sudetos, após a “libertação” da Tchecoslováquia, judeus comunistas que dominaram todo o leste europeu, decidiram libertar três milhões de alemães que ali viviam de uma forma um pouco diferente. Quem não morreu imediatamente teve seu crânio esmagado por um caminhão. Podia ser doente, mulher, criança, homem ou idoso, isso não importava para os judeus.

Holocausto Palestino

Investigadores da ONU disseram na segunda-feira que Israel violou diversos direitos humanos na recente invasão da Faixa de Gaza, o que inclui atacar civis e usar uma criança como escudo humano.

As acusações constam em relatórios submetidos ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, que exigiram também um fim imediato às restrições israelenses para o abastecimento humanitário de Gaza e uma investigação internacional sobre o conflito.

Alvos civis, particularmente casas e seus ocupantes, parecem ter recebido o grosso dos ataques, mas escolas e instalações médicas também foram atingidas”, disse o relatório assinado por Radhika Coomaraswamy, representante especial do secretário-geral para a questão da infância nos conflitos armados.

A advogada nascida no Sri Lanka, que visitou a região no começo de fevereiro, citou diversos incidentes para corroborar suas acusações.

Num deles, contou a relatora, soldados israelenses alvejaram um pai de família após ordenarem que ele saísse da casa, e em seguida dispararam contra o cômodo onde o resto da família se abrigava, ferindo a mãe e três irmãos, e matando um quarto.

Em outro incidente, em 15 de janeiro, na localidade de Tal Al Hawa, a sudoeste da Cidade de Gaza, soldados israelenses forçaram um menino de 11 anos a andar várias horas adiante deles pela cidade, mesmo depois de o grupo ser alvejado.

Um comandante israelense que participou da ação militar de 22 dias em Gaza disse na segunda-feira que os esforços israelenses para protegerem os soldados dos disparos dos militantes palestinos podem ter contribuído para o número de mortes civis.

Se vocês querem saber se eu acho que ao fazê-lo matamos inocentes, a resposta é inequivocamente sim”, disse à Reuters o general da reserva Tzivka Fogel, ressalvando que tais incidentes eram exceção.

As declarações de Coomaraswamy fazem parte de um relatório muito mais longo, de autoria de nove investigadores da ONU, inclusive especialistas nos direitos a saúde, alimentação, habitação e educação, ou em questões de execuções sumárias e violência contra mulheres.

Todos eles citaram violações de Israel, e em alguns casos do movimento islâmico Hamas, que controla a Faixa de Gaza. Israel diz que iniciou os bombardeios por mar, ar e terra, em 27 de dezembro, para tentar impedir o Hamas e seus aliados de lançarem foguetes contra o território israelense. O confronto durou até 17 de janeiro.

Autoridades palestinas dizem que 1.434 pessoas morreram em Gaza, sendo 960 civis — cifras que Israel contesta. O relatório dos nove investigadores citou um total de 1.440, sendo 431 crianças e 114 mulheres.

As acusações constam em relatórios submetidos ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, que exigiram também um fim imediato às restrições israelenses para o abastecimento humanitário de Gaza e uma investigação internacional sobre o conflito.

O VERDADEIRO HOLOCAUSTO

O verdadeiro Holocausto, o extermínio de Palestinos, que ocorre hoje, e vem acontecendo desde que os Judeus usurparam a terra dos Palestinos, para fundar Israel.

O ‘glorioso’ exército Israelense, que se considera um dos melhores do mundo, não tem coragem para combater outra nação soberana, como o Irã, só demonstra sua ‘coragem’ contra civis inocentes e desarmados. Tudo isso com aprovação da ONU, e financiado pelos EUA e outros países ocupados pelo ZOG (Zionist Occupied Goverment).

As fotos abaixo são de cenas fortes, que você com certeza nunca verá na TV, ou em qualquer mídia sionista. Fotos coloridas, nítidas, e atuais, do massacre da população Palestina, diferente das fotos montadas, desfocadas e em preto e branco que servem como ‘provas’ do Holoconto Judeu.

Isso é o Sionismo.