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Povo Kalash

October 9, 2010 29 comments

Arianos na Ásia Central


O povo Kalash

Envolto pelas majestosas montanhas do Hindu Kush, no noroeste do Paquistão, vive um povo tão antigo como a história, um povo ariano, que mesmo cercado de vizinhos selvagens e hostis (os islâmicos), mantém firme sua gloriosa estirpe ariana, sua língua e suas gloriosas tradições culturais e religiosas.

Contando atualmente com cerca de seis mil pessoas, o povo Kalash são detentores de um idioma indo-iraniano próprio, muito semelhante ao sânscrito e com abundantes influências gregas.

São praticantes de uma religião pagã indo-européia, suas divindades:

– Jestak é a Deusa da vida doméstica, da família e do casamento, afigurando-Se por conseguinte como equivalente à latina Juno e à grega Hera;
– Dezalik é padroeira dos nascimentos, que nos panteões clássicos é também um dos atributos de Juno/Hera, e também de Diana;
– Mahandeo é o Deus das Colheitas, mas também da Guerra, apresentando assim um paralelo interessante com o latino Marte;
– Khodai, também chamado Dezau, é o maior de todos, Deus Soberano do Céu, sendo assim não apenas funcional e hierárquica mas também etimologicamente equivalente ao latino Júpiter e ao grego Zeus: a avaliar pelo nome, Dezau é a versão kalash do grande Deus do Céu Luminoso, ou seja, do arquétipo divino mais puramente indo-europeu, raiz dos teónimos JúpiterZeus, Diaus, Daipatures (ilírio) e Tiwaz (germânico).

A sua tradição mítico-religiosa compreende ainda algumas Divindades menores, semi-deuses e espíritos, tal como de resto sucede noutras culturas indo-europeias, incluindo também figuras fantásticas tais como fadas de três seios e cavalos sobrenaturais.

Os Kalash acreditam que são oriundos duma região a ocidente, à qual chamam Tsyam, que está ligada a Balomain, o heróico semi-deus reverenciado na festa de Chaumus.

Paralelamente, certo mito grego conta que um dia o Deus Diónisos passou por esta terra, durante a sua jornada às Índias, acompanhado pela Sua Corte de Bacantes e Silenos, e aí fundou uma povoação, que em breve se tornou conhecida entre os vizinhos e viajantes pelas suas festas e orgias. Conta-se também que pela mesma terra passaram as tropas de Alexandre Magno, daí que haja muitos gregos convencidos do seu parentesco com este povo; todavia, os estudos científicos e linguísticos indicam que a nação Kalash está etnicamente mais próxima dos Hindus e doutros povos da região do que dos Gregos, visto que a sua língua pertence ao ramo indo-irânico, mais concretamente ao grupo dárdico da família indo-europeia.

Historicamente, sabe-se que os muçulmanos sempre lhes chamaram Kafiri (infiéis), desde que as tropas de Mafoma chegaram a Tsyam na sequência da campanha islâmica de conquista territorial, iniciada no século VII. E, ao longo de mais de um milénio, estes Kafires mostraram-se indómitos, resistindo, no seu altivo bastião, às sucessivas vagas islamistas, incluindo os Turcos do sultão Mahmud, conquistador das Índias, e incluindo também a cavalaria de dez mil homens liderada por Tamerlão, famoso descendente do mongol Gengis Khan.
Todavia, alguns destes Kafires tiveram de abandonar a sua terra, Tsyam (que se localizaria eventualmente no actual Afeganistão) e moveram-se para norte, refugiando-se nos agrestes e montanhosos vales do noroeste paquistanês, o gélido e escarpado Hindu Kush, onde vivem agora.
Quanto aos Kafires que ficaram no Afeganistão, foram brutalmente massacrados em 1896 pelo islâmico Amir Kabul Adbur Rahmanm, aparentemente com o apoio tácito da coroa britânica. Este compassivo e tolerante muçulmano deu aos sobreviventes a escolha entre converterem-se ao Islão ou morrerem. Até o nome Kafiristan (Terra dos Kafires) foi alterado para Nuristan, ou seja, «A Terra da Luz», evocando a «Nur» («Luz» em Árabe) do Alcorão. No Paquistão, entretanto, mantem-se até hoje o cerco islâmico aos Kalash, daí que muitos destes tenham já sido convertidos ao Islão, por vezes à força, quer dar intimidação armada, quer do rapto de mulheres kalash, lendárias pela sua beleza e alvura de pele.
Até meados do século XX, os Kalash eram prósperos, graças ao domínio britânicos, mas com o domínio islâmico da zona do Paquistão (como se sabe, este país foi criado artificialmente no século XX para servir de pátria aos muçulmanos), a vida dos Kalash começou a piorar. Nos anos cinquenta houve várias conversões forçadas, a pretexto de uma alegada imoralidade kalash e, actualmente, há grupos de muçulmanos que atacam regularmente quem pratica os rituais kalash, chegando ao ponto de destruir os seus ídolos. É verdade que o governo de Pervez Musharraf, de tendência laicista, parece querer preservar as minorias, e recentemente até se criou um grupo cultural de apoio à etnia Kalash; todavia, o cerco islâmico aperta-se e as conversões sucedem-se, a ponto de, actualmente, o povo estar dividido em dois grupos numericamente iguais (três mil para cada lado), um genuinamente kalash, outro já convertido ao Islão. A alta taxa de nascimentos tem compensado bem esta conquista islâmica, além de que a melhoria das condições sanitárias também tem ajudado a que os indivíduos deste povo vivam mais tempo, além de que acontece frequentemente haver conversos ao Islão que, secretamente, retornam à sua religião pagã, ancestral.

Como se não bastasse a já referida hostilidade dos povos vizinhos, a acelarada desflorestação posta em prática pela administração central implicou drásticas mudanças nos hábitos e tradições ancestrais de vida dos kalash, tão próximos da natureza. A acrescentar a isto, o governo paquistanês viu nos kalash uma atracção para o turismo e, consequentemente, uma extraordinária fonte de receitas, o que veio não só desrespeitar os locais sagrados dos kalash como também e acima de tudo perigar a própria existência do povo kalash, enquanto comunidade étnico-cultural específica, não obstante os esforços preservacionistas de associaçõs culturais gregas e de voluntários europeus que procuram estudar e auxiliar os kalash na defesa da sua singulariedade.

Com base no exemplo dos kalash, ocorre um pensamento inevitável: Será este o destino dos povos europeus? Estarão, a médio longo prazo, os povos europeus confinados a reservas, vulgo centros turísticos, como actualmente se encontram os kalash? A fatal marcha do povo irmão kalash em direcção à extinção é um alerta, é um aviso, mas ainda mais um grito de revolta que a todos deve impelir à resistência face ao “Sistema de matar os povos”, esse sistema mundialista, uniformizador e, por conseguinte, etnocida.

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MINHA RAÇA MARAVILHOSA

September 29, 2010 19 comments

Leia até o fim, é realmente um ótimo texto, chega a ser emocionante.

MINHA RAÇA MARAVILHOSA

Era uma vez um jovem universitário chamado George que pensava saber tudo. Uma certa noite, depois do jantar, George começou uma discussão com seu pai. A argumentação começou quando o jovem estudante tentou explicar para seu pai que como raça branca, eles deveriam ser responsáveis por todos os males que eles tinham infligido sobre os não-brancos através da história. George explicou: “Por causa do racismo europeu, nós roubamos a terra dos índios, nós mantivemos os negros na escravidão, nós perseguimos os judeus, e nós poluímos o ambiente. Nós temos sido racistas opressores por milhares de anos, portanto é mais do que justo que nós paguemos reparações econômicas para todos os danos que nós fizemos ao mundo. Eu estou satisfeito de ver que nós estamos terminando nossa dominação econômica e política sobre os povos oprimidos”.

O pai de George estava chocado com tal discurso. “Quem colocou essa maluquice comunista-rosa em sua cabeça, filho? Será que foi algum dos seus professores universitários hippies de sandálias que te ensinou isso?”, o pai perguntou.

Ao que o filho respondeu: “Esta é a verdade, pai. Meu professor de antropologia, Dr. Irving Silverstein, diz isso. Ele deve saber bem. O Dr. Silverstein é um Ph.D. muito respeitado. Gente da sua geração simplesmente não entende porque vocês foram criados em uma sociedade branca supremacista e racista. É esse o motivo pelo qual eu passei a admirar o Dr. Rev. Martin Luther King como o maior homem da história norte-americana. Ele se levantou contra os racistas de sua geração. Por causa dele, minha geração de jovens brancos é completamente indiferente e cega para cor de pele.”

O pai respondeu enraivecido: “Isso é ridículo! Eu sempre pensei de forma justa e fui tolerante com pessoas de todas as origens e raças. Eu nunca ‘oprimi’ ninguém, e além disso, não há nada de errado em ter orgulho de seu próprio povo, incluindo o povo de raça européia. Sua raça está no seu sangue. É como uma extensão de sua família biológica, e você deve se orgulhar de sua herança e identidade européia, como todos os outros grupos raciais na América do Norte se orgulham das suas próprias heranças e identidades. Porquê é OK para eles terem um forte senso de identidade racial, mas é maligno para nós europeus nos sentirmos da mesma maneira?

O jovem “intelectual” riu de seu pai. “Que isso, pai, isso é o tipo de besteira que Hitler tentava vender. Essas atitudes racistas foram desacreditadas há muitos anos atrás. Há somente uma raça, e essa é a raça humana. A diversidade é a nossa grande força. As diferenças nas chamadas “raças” são tão insignificantes quanto diferenças em umbigos. E além disso, as estatísticas da ONU agora mostram que as baixas taxas de natalidade brancas, junto com o fato de vivermos numa sociedade multicultural, significará que europeus e sua cultura etnocêntrica e racista irá desaparecer até o final deste século”, disse o jovem George.

Ficando vermelho de raiva, o pai gritou: “Você é um cliché ambulante, sabia disso filho? E você acha que é uma coisa boa que os povos europeus do mundo irão se apagar e deixar de existir? O jovem George respondeu: “Eu acho que é ótimo! Isso vai significar o fim do racismo e o fim do ódio. Pra começar, os povos oprimidos do mundo estariam muito melhor se nós racistas brancos europeus nunca tivéssemos existido.”

De repente houve uma rajada de um vento frio, uma explosão, e uma enorme nuvem de fumaça. Quando a fumaça abaixou, George se encontrava sozinho e perdido num campo aberto no frio. Um anjo chamado Clarence então apareceu a ele e disse “Bem George, você conseguiu seu desejo”.

George perguntou: “Onde eu estou? O que eu estou fazendo aqui? E quem é você?”

O anjo respondeu, “George, eu sou o anjo Clarence”. Eu fui mandado aqui para mostrar para você como o mundo teria sido se os europeus, ou brancos, nunca tivessem existido. Agora você vive em um mundo onde europeus nunca existiram.”

“Oh. Isso é legal. Eu não vou ter nenhum problema com adaptação porque eu não tenho um osso racista sequer em meu corpo. E quando eu voltar para o meu mundo, eu vou poder contar para meu professor e meus amigos o quão legal é era este mundo não-racista. Olha, eu estou congelando aqui. Onde que é o motel mais próximo?”

”Motel?”, respondeu o anjo. “Não existe nenhum motel aqui onde uma vez foi chamada América do Norte. Mas há algumas cavernas ali naquelas montanhas onde você pode encontrar abrigo.”

”Cavernas? De jeito nenhum cara. Eu quero uma cama quente bem legal pra dormir.”

”Eu acho que você não entendeu, George. Não há quaisquer construções ou edificações aqui na América não-branca porque os malignos europeus nunca vieram aqui para construí-las. Os brancos jamais existiram, se lembra? Os nativos vivem em tendas. Você gostaria de se encontrar com alguns índios locais? Talvez eles deixem você ficar numa tenda.”

”Numa tenda? Mas está uns 12 graus abaixo de zero aqui fora? … Ah, tudo bem. É melhor do que uma caverna, eu acho. Vamos falar com esses índios…. Espera um minuto, estes índios são amigáveis ou hostis?”

“Porquê, George? Essa é uma questão racista pra se perguntar. Só porque alguns índios eram selvagens brutais que escalpelavam vivas suas vítimas, não quer dizer que todos eram assim”, disse o anjo, sarcasticamente

”Eu sei disso, Clarence. E eu não sou um racista. Eu odeio racismo. Mesmo assim, eu me sentiria mais seguro se eu pudesse ter uma arma pra me defender se eles se mostrassem violentos.”

“Arma?”, respondeu o anjo. Não há quaisquer armas pra você se defender. Armas de fogo foram inventadas por europeus malignos. Apesar de que poderíamos fazer uma lança com aqueles galhos ali.”

“Isso é trabalhoso demais. Me dê um telefone então. Eu vou ligar para os índios pra perguntar se está OK.”

“Telefone?”, respondeu o anjo. Não há telefones aqui. Alexander Graham Bell foi um outro homem branco maligno, portanto ele nunca existiu. Nenhum europeu lembra-se?”. “Esqueça isso então”, respondeu George. “Eu vou dormir na porcaria da caverna”.

Ao chegar na caverna, George tremia de frio e pediu ao anjo por um isqueiro para que ele pudesse fazer uma fogueira. “Um isqueiro?”, respondeu Clarence. “não há isqueiros aqui, e nem fósforos. Essas são coisas européias, e europeus malignos nunca existiram, lembra-se? Se você quiser se aquecer, você vai ter que fazer como fazem os nativos locais e começar a esfregar galhos de madeira juntos.”

“Oh, que isso cara! Você quer me dizer que essa gente ainda esfrega galhos pra ter fogo?”

“É isso mesmo, George. Os índios vivem exatamente como eles viviam antes dos malignos pioneiros e colonos chegarem da Europa, da mesma forma como a alguns séculos atrás”, disse o anjo sarcasticamente.

“Eu me recuso a ficar nessa caverna gelada e eu tenho certeza que eu não vou conseguir fazer uma fogueira com gravetos, e eu me recuso a dormir numa tenda. Eu vou pra América do Sul. Eu ficarei melhor num clima mais quente, e eu vou me adaptar rapidamente a grande civilização inca que eu aprendi na faculdade. Como racistas europeus como Colombo, Cortez e Pizarro nunca existiram, os incas ainda estarão lá… Eu preciso de um carro.”

“Carro?” respondeu o anjo. “Não há carros aqui. Daimler e Benz, os malignos alemães inventores da máquina de combustão interna, nunca nasceram, nem Henry Ford. Não há quaisquer estradas também. Este é um mundo sem europeus malignos, lembra-se?”

“Sem carros! Ah, então eu vou ter que pegar um trem.”

“Não há trens também neste mundo, George. Europeus malignos não vieram aqui para construir locomotivas ou descobrir os vários usos do carvão, do óleo e do gás, ou construir trens ou colocar ferrovias. Mas eu vou deixar você ter uma pequena ajudinha. Segure firme no meu manto mágico e nós vamos voar para o sul.”

George tocou o manto do anjo e eles voaram para o sul até que eles chegaram em uma cabana de lama abandonada no meio do território inca. George estava agradecido pelo clima mais quente, mas não demorou muito pra ele começar a reclamar do calor e da umidade.

“Clarence, essa cabana é uma latrina, e eu estou suando um rio aqui. Me dá um ar-condicionado, por favor.”

“Ar-condicionado?”, respondeu o anjo. “Não há ar-condicionados aqui. Ar condicionado e refrigeradores eram invenções criadas por homens brancos malignos.”
“O quê?!! Você quer me dizer que no ano 2002 esta gente ainda não inventou uma forma de mantê-los frescos, ou de manter sua comida gelada?” Perguntou George, frustrado.

“Não, George, eles não inventaram. E eles nunca inventarão.”

“Isso é ridículo. Vamos para a cidade principal pra ver o Imperador. Eu não posso viver dessa forma. Onde tem um carro… ah, esqueci… sem carros! Saco, eu vou andando mesmo. Vamos lá.”

Depois de andar pela selva por cerca de uma hora ou mais, começou a ficar escuro. George então pediu a Clarence pra lhe dar uma lanterna, para que ele pudesse ver. “Lanterna? Desculpe George, mas Thomas Edison foi um homem branco maligno também… e ele nunca nasceu. Há alguns galhos bons ali se você quiser fazer uma tocha.”

“Isso nem pensar!”, George gritou.

Pela manhã, Clarence e George chegaram ao templo dos incas. Um sangrento sacrifício humano estava sendo conduzido. George se virou para Clarence e gritou, “Eles vão assassinar aquela pobre alma! Alguém tem que parar isso. Que animais assassinos horríveis! Será que ninguém pode detê-los?”

O anjo respondeu: “Eu receio que não. Assassinatos rituais são costume comum aqui. Aqueles malignos europeus racistas como Colombo, Cortez e Pizarro nunca existiram, por isso os incas continuaram suas práticas brutais. De fato, foram os próprios povos oprimidos que se tornaram o grosso das forças armadas espanholas. O povo viu os espanhóis como libertadores que iriam livra-los dos incas opressores e dos dominadores astecas e lhes dar uma vida melhor.”

“Eu não posso culpá-los de ajudar os espanhóis então. Esse lugar é horrível. Me tire dessa merda já!”, disse George.

”Pra onde você gostaria de ir?” Clarence perguntou.

George disse: “Me leve pra África, talvez lá exista uma civilização mais avançada e humana na qual eu possa me encaixar. Onde é o aeroporto mais próximo?”

”Ah, eu esqueci… Sem irmãos Wright (ou Santos Dumont, note of translator ; nota do tradutor), disse George. “Que tal um barco?”

“Barcos?”, respondeu o anjo. “Eu receio que os melhores barquinhos disponíveis pra você não te ajudarão muito pra cruzar o vasto Oceano Atlântico. Os grandes marinheiros vikings e navegadores Europeus nunca existiram. Nem Fenícios, nem Leif Eriksson, nem Henrique o navegador , nem Colombo, nem Magalhães, nem Hudson ou Robert Fulton. Mesmo se você pudesse construir seu próprio navio, não haveria bússola para você navegar, nem sextante. Eu receio que você vai ficar preso aqui, George.”

“Posso tocar em seu manto e voar para a África então?”, perguntou George.

”Você está trapaceando de novo, George, mas tudo bem. Toque meu manto e nós voaremos para a África.”

Quando eles chegaram na África, George viu milhares de nativos tribais africanos, semi-nus sendo conduzidos num caminho lamacento. Eles eram vigiados por outros africanos com lanças. “O que eles estão fazendo com esses pobres homens?” George perguntou a Clarence.

“Eles estão sendo escravizados por outra tribo. A escravidão era comum na África muito antes dos brancos chegarem”, Clarence disse. “De fato, a maioria dos escravos que foram mandados para a América eram vendidos aos traficantes de escravos por líderes tribais africanos”.

“Isso é muito triste”, disse George. “Eu queria encontrar Martin Luther King. Como seu assassino branco nunca existiu, esse grande homem deve ainda estar vivo. Ele provavelmente é um grande chefe tribal em algum lugar e líder de uma civilização avançada. Ele irá libertar esses escravos de seus mestres africanos. Leve-me a ele, Clarence”.

Clarence levou George até uma pequena oca no fundo do coração da África. As mulheres e crianças nuas olhavam para George com espanto. Os homens jovens estavam fora numa caçada e os homens velhos ficavam pra trás. George foi levado para a pequena e enlameada cabana do doutor-feiticeiro tribal e líder espiritual. Lá ele viu um homem com um olhar selvagem, com um colar de dentes em seu pescoço e um enorme anel enfiado através de seu nariz. “Que merda é essa?” George perguntou.

“Conheça o Doutor-feiticeiro Matunbo Lutamba Kinga”, Clarence disse. Ele nunca se tornou o reverendo Martin Luther King porque nunca houve universidades ou seminários construídos para educa-lo. Europeus nunca estiveram lá para criar tais oportunidades. Mas ele se tornou o chefe espiritual da tribo. E ele se especializou em lançar feitiços malignos. Talvez ele possa ajuda-lo?”

O doutor feiticeiro olhou com espanto para George. Ele então fez um gesto ordenando seus seguidores a prender o jovem George. Os homens da tribo agarraram George e amarram-no em uma árvore próxima.

“Pare! Me deixe ir. O que eles vão fazer comigo?” gritou George histericamente.

“Eles vão realizar um assassinato ritual em você, George. O bom doutor King… quero dizer, Kinga – acredita que cortando seu coração fora enquanto você ainda estiver vivo vai trazer boa sorte e fertilidade para sua tribo”, riu Clarence.

”Clarence! Clarence! Me ajude Clarence! Me ajude!”

“Mas George, você me disse que você queria vir para a África e encontrar seu herói, o reverendo King”.

George disse: “Esta parte da África não se desenvolveu ainda. Eu posso ver isso agora. Leve-me para o Norte da África, onde o Egito e Cartago estabeleceram grandes civilizações. Só me tira daqui, por favor.”

No momento em que a lança do doutor estava por arrancar o coração de George, George desapareceu no ar. Ele então se achou no meio das margens do rio Nilo, no Egito.

”Obrigado, Clarence. Obrigado”, disse George. “Eu não entendo, Clarence. Porquê tantas partes do mundo permanecem tão brutais e primitivas? Eu aprendi durante o Mês da História Negra sobre muitos inventores e cientistas negros talentosos. Garrett Morgan, George Washington Carver, Benjamin Banneker, Granville Woods. E então também sobre o Dr. Carson, o proeminente cirurgião cerebral nos Estados Unidos. Onde estão esses homens?”

Clarence respondeu: “Você não entendeu ainda? A América e a África existem exatamente como elas eram antes que os Europeus as tivessem descoberto. A civilização como você conheceu só foi introduzida a esses povos apenas a alguns séculos atrás pelos europeus. Não existem universidades, hospitais, nenhum meio de transporte diferente de animais, nenhuma ciência, nenhuma medicina, nenhuma máquina. De fato, a roda ainda nem foi descoberta na África sub-saariana! Aqueles cientistas, inventores, doutores, atletas, e apresentadores de que você fala nunca tiveram a oportunidade de realizar seu potencial inteiro porque os europeus nunca estiveram aqui pra introduzir a alta civilização e os ensinar. Não há George Washington Carvers neste mundo não-europeu, nem Dr. Carsons, nem Booker T. Washingtons, nem Benjamin Bannekers, nem Michael Jordans, nem Oprah Winfreys, nem Bill Cosbys, nem…”

“Pare! Isso não pode ser!”, gritou George. “Vamos andar para as grandes pirâmides do Egito agora e eu vou lhe mostrar uma das grandes maravilhas do mundo…..construída por não-brancos”.

Eles andaram algumas milhas antes que George parasse e perguntasse onde que ficava o banheiro mais próximo. “Banheiros?”, perguntou o anjo. “Não há banheiros ou mictórios neste mundo. Esgoto foi desenvolvido por europeus malignos. O povo neste mundo não-branco ainda se alivia nos matos”.

Clarence se virou para que George pudesse fazer suas necessidades. “Eu preciso de um papel higiênico”, George disse.

”Papel higiênico?”, respondeu o anjo. “Não….”

“Eu sei. Eu sei. Papel higiênico não foi inventado ainda. Apenas me passe um trapo então”.

Clarence obedeceu e os dois continuaram em seu caminho.

“Eu não entendo. De acordo com minhas lembranças das aulas de geografia, as grandes pirâmides deveriam estar bem perto deste ponto. Nós devíamos poder ve-las a milhas de distância”, disse George.
“Bem, George, tenho certeza que seus professores na faculdade nunca lhe disseram isto, mas os antigos egípcios não eram negros ou marrons. Eles eram caucasianos. Os antropólogos que examinaram as múmias egípcias confirmam este fato. Não existem pirâmides ou Esfinge. E os cartagineses eram brancos também”.

George ficou deprimido, mas ele estava determinado a provar suas crenças. “O que há na Europa?”, ele perguntou.

“A Europa se tornou povoada por hunos e outras tribos asiáticas. Eles se estabeleceram um pouco, mas a vida é muito parecida com a vida na América do Norte. Uma existência nômade baseada em caça e coleta de comida. Nenhuma grande cidade, nenhuma ciência, nenhum edifício ou construção, nenhuma cultura, nenhuma arte fina – só uma luta dura e diária contra a vida e os elementos da natureza. Numa Europa sem brancos malignos, o Império Romano nunca existiu, como também nunca existiram os gregos. Também nunca houve Renascença”.

“Leve-me para a Ásia então. Certamente as grandes civilizações da Pérsia, Índia, China e Japão irão me satisfazer”, disse George. “Clarence, para o Taj Mahal, por favor”. “O Taj Mahal?”, respondeu o anjo. “Você não sabia que as antigas civilizações persas e indianas foram estabelecidas por antigas tribos indo-européias que cruzaram os Himalaias? Foram eles que civilizaram a Índia e construíram o Taj Mahal. Aquelas são as grandes civilizações que Marco Pólo, Colombo e outros estavam procurando. Você sabia que o nome Irã vem do persa “terra dos Arianos”?

George disse: “Não venha me dizer que os indianos eram homens brancos! Isso não pode ser. No mundo de onde eu vim, eu conheci muitos indianos e eles não eram brancos!”

Clarence explicou: “A medida que os séculos passaram, os indo-europeus que criaram a civilização indiana se misturaram com as maiorias nativas que povoavam o sub-continente indiano. Gradualmente passou a haver menos e menos gente branca maligna até que eles desapareceram completamente, junto com a avançada civilização que eles construíram. Você pode notar que ainda existem alguns poucos indianos e paquistaneses de pele clara e cabelos mais claros – no mundo de onde você veio, claro”.

George ficou preocupado. Ele sabia que ele nunca poderia se encaixar no mundo primitivo e cruel em que ele havia sido jogado. De repente, ele pensou no Japão. “Japão! Eu vou mostrar pra você agora, Clarence. Me leve para o Japão. Se o povo japonês pode fazer TVs e câmeras, então tenho certeza de que eu encontrarei uma civilização decente onde eu possa viver”.

Clarence transportou George para o Japão. George observou que a sociedade japonesa era a mais ordeira, avançada e civil que ele já tinha visto até então, mas parecia que quase todo mundo era ou um agricultor de arroz, um pescador ou um soldado. Não havia carros, nem arranha-céus, nem luzes, nem estéreos, nem ciência, nem tecnologias, nem universidades. Era uma sociedade agrícola estagnada que parecia ter alcançado seu nível máximo e incapaz de mover-se adiante. George sabia que ele não podia viver lá também.

Clarence explicou para George: “Até mesmo os industriosos povos japoneses e chineses tiveram que depender dos malignos europeus para construir a Ásia moderna que você tem em mente. Neste mundo, o Japão existe exatamente como ele existia antes dos navios norte-americanos do Commodore Perry chegassem ao Japão na década de 1850. Não há indústria, nem tecnologia, nem Fuji Film, nem Sony, nem Hitachi, nem Panasonic, nem Toyota, nem restaurantes de Sushi, nem baseball, nenhum dos ornamentos ou confortos da vida moderna. Estas coisas não existem no Japão ou em qualquer outro lugar porque os europeus não estiveram lá para cria-las e compartilha-las com o resto do mundo. Você gostaria de uma tigela de arroz, George?”

George começou a se sentir mal, tanto em seu corpo quanto em sua mente. Não somente ele estava deprimido, mas a exposição aos ásperos elementos da natureza o tinha deixado fisicamente doente. “Clarence, eu acho que peguei algum tipo de doença. Eu devo ter alguns antibióticos”.

“Antibióticos?” Não há…

“Cala essa sua boca, chega!” Então me leve para o mundo como ele era!

”Desculpe George. Eu não estou autorizado a fazer isso. Somente meu chefe pode atender a esse pedido”. Clarence disse a ele: “Você vê, George. Seu pai estava certo. Você realmente tinha uma raça maravilhosa. Você não vê que erro imbecil é se envergonhar e se sentir culpado por sua própria raça, e deixa-la desaparecer e morrer? Este é o mundo que seria sem a chama criativa de Edison e Ford, e Pasteur, e Marconi. Sem grandes cientistas, ou matemáticos, ou inventores, ou finos artistas. Sem Arquimedes, sem Aristóteles, sem Sócrates, sem Alexandre o Grande, sem Renascença, sem Newton, sem Kepler, sem Goddard, sem Mendel, sem Tesla, sem Faraday, sem Guttenberg, sem Shakespeare, sem Dickens, sem Twain, sem Mozart, sem Beethoven, sem Da Vinci, sem Michelangelo, sem Galileu, sem Copérnico. Sem Veneza, sem Paris, sem Lisboa, sem Madrid, sem Zurique, sem Berlim, sem São Petersburgo, sem Budapeste, sem Roma, sem Milão, sem Viena, sem Londres, sem Nova York, sem Rio, sem Sidney. Sem orquestras, sem museus, sem universidades, sem hospitais, sem bibliotecas, sem teatros ou cinemas, sem rádio, sem livros, sem televisão, sem eletricidade, sem refrigeração, sem aquecimento, sem esgoto, sem casas, sem aço, sem estádios, sem vacinas, sem carros, sem aviões, sem trens, sem navios, sem dentistas, sem cirurgiões, sem computadores, sem telefones, e mais importante – sem o gênio criativo para ser achado que pudesse criar e sustentar tal alto nível de civilização. Não há nada neste povo deste mundo para que seja construído. É somente a luta diária pela subsistência. Um planeta brutal onde poucos povos que não estão mirados para a ignorância e escuridão eternas alcançaram seu pico de civilização e não estão avançando adiante.

Clarence então começou a ensinar o jovem homem doente e deprimido por sete dias exatos. Ele mostrou tudo. História, ciência, economia, filosofia, arte, literatura, música fina, arquitetura, medicina, política, agricultura, religião e todas as criações e contribuições que os povos europeus tinham feito em todos os campos imagináveis do empenho humano. George ouviu atentamente a cada palavra. Ele se sentiu como um homem que tivesse renascido.

Depois dessa aula, o anjo Clarence voou de volta para o céu. “Eu espero que você tenha achado educacional tudo isto, e eu espero que você tenha aprendido uma lição importante. Aproveite o seu mundo, George!”, debochou o anjo ao sair.

George começou a chorar como uma criança. Era o ano 2002 e ele estava sozinho e com fome em um mundo atrasado onde europeus nunca tinham existido. Ele gritou para as estrelas: “Por favor, Deus. Eu vejo quão imbecil eu fui. Eu entendo agora o que meu pai estava tentando me dizer. Eu quero voltar para o mundo de onde eu vim. Um mundo onde os europeus não somente existiram mas abençoaram o resto da humanidade com sua habilidade criativa única. Eu quero viver num mundo civilizado. Por favor Deus!… Me mande de volta!… Me mande de volta!… Deus, por favor.”

De repente, George foi transportado de volta ao seu dormitório da universidade. Embriagado de alegria, George pulou para o chuveiro antes que ele pudesse até mesmo tirar suas roupas.

“Água quente! E sabão! A vida é maravilhosa!”, ele gritou.

Os colegas do mesmo andar que George olharam para ele como se ele estivesse louco. “George! Você ficou louco?”, perguntou um colega perplexo.

“Não meu amigo, eu não estou fora de meus sentidos. Eu passei a percebe-los!”, George respondeu. George então começou a cantar músicas folclóricas clássicas Européias no chuveiro. Milagrosamente, ele era capaz de cantar em muitas línguas diferentes. Ele cantou O Sole Mio em italiano, Amazing Grace em inglês, Gloire Immortelle em francês, Das Ist Der Tag em alemão, e também canções e valsas belgas, espanholas e francesas. Lágrimas de alegria começaram a rolar por sua face. A música degenerada do hip-hop e rap tinha perdido todo seu apelo para o jovem George.

Depois de seu banho, George dirigiu até um restaurante próximo e pediu duas entradas. Uma era Lasanha e a outra era uma deliciosa Veal Marsala. Com sua comida italiana, ele acompanhou uma salada grega com azeitonas espanholas e molhos russos, bebeu uma garrafa de vinho francês, seguido por uma sobremesa alemã. Ele terminou sua refeição com um copo de chá quente.

George disse alto: “Esses povos europeus e sua deliciosa cozinha. Clarence estava certo afinal. Que raça maravilhosa!”

George estava feliz, mas ao mesmo tempo ele percebeu que havia muito trabalho para ser feito. Ele pensou em toda aquela gente branca na Rodésia e na África do Sul que estavam sendo assassinada e estuprada desde que eles tinham deixado o controle daquelas nações que tinham sido criadas por europeus. Ele pensou nos muitos milhares de brancos qualificados que tinham sido passados para trás em bons trabalhos e na entrada das universidades por causa das cotas raciais que discriminam contra europeus. Ele pensou sobre as taxas de natalidade em queda entre todas as nações européias do mundo. Ele lembrou que os europeus estavam caindo em números ano após ano, mesmo enquanto suas próprias nações estavam sendo inundadas com imigração do terceiro mundo. Ele lembrou do veredito de O.J. Simpson e como milhões de negros nos Estados Unidos comemoraram quando o brutal assassino duplo foi libertado por um júri negro depois que ele esfaqueou dois brancos até a morte. Ele lembrou as revoltas de Los Angeles em 1992, quando dúzias de brancos foram arrastados de seus veículos e mortos como cachorros nas ruas por hordas de monstros odiadores de brancos que nunca sequer foram punidos! Ele lembrou o tempo quando Jesse Jackson liderou um coro na Universidade de Stanford: “Hey Hey Ho Ho, Western Civ. has got to go!” (Ei, Ei, Ho, Ho, A civilização ocidental tem que partir!). Seu sangue europeu começou a ferver em legítima indignação quando ele lembrou como Jesse Jackson uma vez disse que ele cuspia na comida de pessoas brancas quando ele era um jovem funcionário de restaurante. George agora entendia que sua raça estava em rota de colisão com um desastre mundial e com o genocídio. George percebeu que esta grande raça não deve desaparecer da face da terra.

George não podia esperar mais para ver seu pai. Ele esperava ansiosamente para abraçá-lo e se desculpar de todas as coisas imbecis e desrespeitosas que ele tinha dito a ele. Mas primeiro George tinha que acertar uns pontos com um certo professor da faculdade. Ele entrou no auditório do Dr. Silverstein e silenciosamente sentou-se em uma cadeira no fundo da sala. O Dr Silverstein estava discursando com sua voz anasalada sobre desigualdades raciais e de gênero nas civilizações eurocêntricas. Era o velho Silverstein. Os colegas brancos impressionáveis de George, com suas calças largas, roupas de hip-hop e bonés de baseball virados para trás estavam engolindo todas as pílulas de veneno de Silverstein, uma após a outra. Depois de deixar Silverstein cuspir seu veneno cultural por cerca de 15 minutos, George levantou a mão para que ele pudesse dar ao professor uma amostra de sua nova mente educada.

“George? É você? Eu lembro de você do último semestre. Eu não tinha percebido que você estava aqui hoje. Eu não consegui reconhecer você nessa camisa e gravata, e sem seus brincos. Você deve ter gostado do meu curso tanto que se inscreveu de novo, não é? Classe, eu gostaria que conhecessem George. Ele foi um dos meu alunos mais brilhantes no último semestre. Ele realmente pegou as idéias apresentadas neste curso. George, poderia ter a gentileza de dizer a minha classe sobre aquela sua brilhante tese que você escreveu sobre racismo europeu, imperialismo e a necessidade de reparações financeiras?”

Foi nesse instante que o jovem George perdeu a paciência com o professor, pego de surpresa.

“BASTA! Seu maldito conspirador! Seu fabricante desonesto de falsidades! Seu provedor covarde de propaganda rosa! Como você ousa tentar corromper e manipular nossas jovens mentes com suas mentiras imundas. Nós europeus não temos nada para nos envergonhar, nada para nos desculpar e tudo para nos orgulhar. E acima de tudo, nós não devemos a ninguém porcaria nenhuma – nem um centavo! Muito pelo contrário, é o resto da humanidade que nos deve uma dívida que nunca poderá ser paga! Nós somos os legítimos herdeiros e protetores de uma rica herança cultural. Seu manipulador rasteiro! Nós somos os filhos dos Romanos, filhos dos gregos, dos Celtas, dos Vikings, dos Normandos, dos Saxões. Porquê você inflinge vergonha e culpa sobre nós? Nós europeus não somente contribuímos para a civilização… NÓS SOMOS A CIVILIZAÇÃO! E eu declaro que eu não vou mais tolerar seus intelectuais “cabeça de merda” tentando rebaixar nossa raça. Nunca mais nós andaremos em ovos quando nós falarmos, sempre temendo que possamos ser chamados de “racistas”. Eu não me importo mais com o que os outros pensam.Tudo o que importa é a verdade que você tem procurado perverter!”

“Qual é a sua, afinal? Porquê você tenta corromper meus jovens colegas ao empurrar falsos heróis garganta abaixo deles? Chega de seus joguinhos marxistas de dividir e conquistar, seu comunista rosa subversivo! Eu não quero mais saber sobre Martin Luther King, Jesse Jackson, Al Sharpton ou Mês de História Negra. Eles não conseguiriam fazer nada sem as instituições da alta civilização criada pelos povos europeus. Eu vou contar a verdade para esta classe sobre quem foram os verdadeiros grandes homens da história – os estadistas, cientistas, exploradores, monarcas, navegadores, conquistadores, inventores, artistas, escritores, filósofos europeus – os gênios inovadores da história que você e sua laia tem apagado de nossas memórias coletivas. Você fala sobre um mundo liberado de influência européia? Permita-me contar aos seus estudantes sobre tal mundo, Silverstein, porque eu posso falar de experiência própria, seu monstro miserável conspirador!”

Silverstein ficou branco como um fantasma. Ele estava paralisado, em choque e sem fala pela primeira vez em sua carreira! Nunca em todos os seus anos na Universidade um estudante tinha ousado tão claramente desafiado suas falsidades. Falando do coração, assim como da mente, e com uma eloqüência que ele nunca pensou que eu pudesse ter, George começou um monólogo de 60 minutos sobre história, ciência, filosofia, cultura e todos os outros atributos que constituem a civilização avançada. Os jovens estudantes ficaram cativados pela brilhante oratória de George. Muitos chegaram as lágrimas. Ao final de seu discurso, os colegas re-despertos de George estavam aplaudindo sua fala. A classe deu uma enorme ovação e o agradeceu por ajuda-los a redescobrir e exigir de volta seu senso de orgulho e sua identidade perdida. O poder implacável da verdade dissolveu anos de truques de culpa marxistas, auto-ódio, covardia e lavagem cerebral cultural em apenas uma hora inesquecível. Os estudantes inspirados começaram a sair rapidamente da aula de Silverstein, jogando seus bonés de hip-hop e baseball e seus brincos de nariz nele enquanto eles saíam e prometiam nunca mais voltar. Eles levantaram George em seus ombros e o carregaram do auditório como um herói conquistador. Com um brilho em seus olhos, George olhou para o céu, piscou e disse “Obrigado, Clarence”.

O Dr. Silverstein foi deixado para trás humilhado e visivelmente abalado. Ele sabia que esses jovens europeus re-despertos nunca mais poderiam ser lavados cerebralmente novamente com “politicamente correto” e culpa branca. O maior medo de Silverstein era que mais desses jovens europeus pudessem um dia re-despertar e tomar sua nação e sua civilização de volta dos Silversteins do mundo.

Silverstein estava preocupado, mas ele permaneceu confiante de que a maioria dos jovens homens e mulheres nunca aprenderiam a verdade sobre seu passado glorioso e suas habilidades criativas únicas. Afinal, a mídia de massa, Hollywood, a indústria musical, as universidades e as escolas públicas são todas controladas por “liberais” como o Dr.Silverstein. Com o poder do “politicamente correto” em suas mãos, eles podem continuar a rebaixar nossos ancestrais europeus, destruir nossas instituições e tradições, instigar negros e outras raças contra os brancos, inundar a América do Norte com imigração do terceiro mundo, e empurrar música “hip-hop”, homossexualismo, e outros lixos em uma juventude fraca, confusa e moralmente degenerada. Depois de refletir sobre esses fatos, Silverstein sorriu diabolicamente e murmurou para si próprio: “Um punhado dessas ovelhas européias podem acordar para o que está sendo feito contra eles, mas a maioria desses idiotas nunca irá acordar”. E ele sorriu novamente… e riu com uma alegria diabolicamente marxista. Então ele repetiu para si mesmo: “Não… eles nunca vão perceber e entender até que seja tarde demais”.

Ou eles vão?

Por James Bronson
Tradução Andrew MacDonald

http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=31665&cat=Artigos

Orânia

August 25, 2010 4 comments

Orânia é uma cidade Afrikaner/Bôer, situada as margens do rio Orange, província do Cabo Setentrional, na África do Sul. O principal objetivo de Orânia é preservar a cultura e língua Afrikaner.

Orânia cresceu à base do trabalho único e exclusivo dos Bôers.

A cidade conta com pouco menos de 1000 habitantes, todos brancos afrikaners. Forasteiros de outras raças podem ir a Orânia fazer compras, mas não são bem-vindos como moradores.

O sonho dos oranianos é reagrupar o povo Bôer e criar uma república Bôer independente. Possui inclusive moeda própria, o “Ora”. Possue o mesmo valor que o rand sul-africano, que também circula na cidade, mas quem compra em Ora, ganha descontos em Orânia. Recentemente, Orânia lançou também seu próprio talão de cheques.

Ora é a moeda de Orânia.

Em Orânia, há um museu em homenagem a Hendrik Verwoerd (imagem acima), criador e principal implantador do Apartheid.

Orânia sustentável

O povo oraniano acredita na proteção ao meio ambiente.

  • Pessoas reciclam seu lixo, classificando e colocando o lixo em cinco latas de lixo diferentes.
  • Todas as novas casas devem ter a energia solar para caldeiras de água quente.
  • Várias pessoas na cidade estão procurando maneiras de usar eletricidade “verde”
  • Na cidade existe um número de diferentes edifícios ecológicos, como por exemplo, uma casa com um telhado vivo.

Reciclagem de lixo em Orânia

Casa com caldeira solar

Casa com energia solar e eólica

Casa com telhado vivo

Bandeira de Orânia

A bandeira de Orânia, em laranja, branco e azul, traz as cores da antiga República Holandesa, e o menino levantando as mangas da camisa simboliza o trabalho.

Etimologia

Orânia vem de “orange”, cor símbolo da Holanda.

História

Em Dezembro de 1990, cerca de 40 famílias afrikaners lideradas por Carel Boshoff, genro do antigo primeiro-ministro sul-africano Hendrik Verwoerd, compraram a delapidada cidade por cerca de 200.000 dólares. Isto ocorreu poucos meses após o fim das leis de apartheid e a libertação do terrorista Nelson Mandela. A cidade é propriedade privada da empresa Vluytjeskraal Aandeleblok (Whistle Corral Share Block), que também gere a cidade. O nome Vluytjeskraal deriva do nome da quinta sobre a qual a cidade foi fundada, enquanto que Aandeleblok se refere à estrutura da empresa que permite às pessoas comprar acções e portanto obter o direito de morar e trabalhar uma parcela de terra propriedade da empresa. Os acionistas controlam portanto a empresa, que por seu lado controla a propriedade. O presidente executivo desta empresa, Dr.Manie Opperman, actua de facto como um presidente da câmara não eleito.

Imagens

A VERDADE SOBRE O APARTHEID

August 1, 2010 3 comments

Por esses dias  estava eu escrevendo alguns artigos, e como de costume deixei a tv ligada, estava passando algo sobre a definição das chaves da Copa de 2010, e quando o Galvão Bueno soltou uma pérola: “Apartheid é uma época que todos na África do Sul querem esquecer…(sic)

No momento dei um sorriso irônico e me perguntei, todos quem? A minoria liderada pelo pedófilo terrorista do Mandela?

Vídeo interessante onde o ‘Nobel da Paz’ Nelson Mandela canta ‘Matem os Brancos’

Quem quer esquecer da época em que, graças aos Afrikaners (colonos brancos na África), esse país era conhecido como a ‘pérola da África’, possuindo IDH bem acima do nível comum daquele continente, e até portando até armas nucleares? Com a ‘democracia’ a África do Sul se degradou e se tornou miserável, como o restante da África.

QUE DIREITOS TEM OS NEGROS NA ÁFRICA DO SUL?

Quem estudou minimamente a colonização Européia no continente Africano, sabe que foram os Böeres (Afrikaners), ou seja, os imigrantes holandeses, que construiram a própria Africa do Sul. Antes da chegada deles, não havia sequer uma simulação de civilização naquela area do continente, ao contrário do Norte da Africa.

A África do Sul era desabitada antes da chegada dos holandeses, os holandeses foram os primeiros a viver naquela região e mesmo 150 anos após as primeiras colônias serem estabelecidas ao redor da Cidade do Cabo, ainda não havia quaisquer negros num raio de 500 milhas. Os invasores são os negros, que chegaram depois da África central.

Não se pode apagar o legado Afrikaner, como se eles tivessem sido os usurpadores, os vilões da história. Os ingleses é que vieram para transformar o país em uma colonia de exploração.

Os Böeres criaram colonias de povoamento e tentavam viver pacificamente, contruindo uma sociedade. E o que eles fizeram lá, não foi muito diferente do que os proprios ingleses fizeram nos E.U.A. (sob todos os aspectos)! Os sentimentos só se radicalizaram quando os ingleses vieram para dominar o país.

Foram os Böeres que lutaram heroicamente pela independência da África do Sul, sendo os primeiros na historia a serem detidos em campos de concentração ingleses. Por que a mídia quer vender a imagem de que os pobres negrinhos tiveram suas terras usurpadas pelos ‘malignos colonos Europeus’, sendo que aconteceu ao contrário?

Böeres que lutaram contra os Ingleses pela Independência da África do Sul.

Apartheid em Afrikaner significa ’separação’, ou seja, a divisão da sociedade em raças, o racialismo em prática.

ALGUNS FATOS SOBRE A ÁFRICA DO SUL

(Nota: Dados de 1990, portanto, estes fatos provavelmente mudaram drasticamente após o fim do Apartheid.)

FATO 1 – Gente branca tem vivido na África do Sul a muito mais tempo do que os negros. Há mais de 300 anos têm existido colônias brancas na África do Sul, o mesmo período de tempo que europeus tem vivido na América do Norte. Mesmo 150 anos após as primeiras colônias serem estabelecidas ao redor da Cidade do Cabo, ainda não havia quaisquer negros num raio de 500 milhas. Os negros vieram da África central depois, possivelmente fugindo do tráfico de escravos ou devido à fome. De fato, a maioria dos negros na África do Sul nasceu em outros países.

FATO 2 – A África do Sul é de longe a nação mais rica e mais desenvolvida na África, produzindo cerca de 75% do PIB Africano. Ela é quase totalmente auto-suficiente, portanto boicotes tiveram pouco efeito sobre sua economia. De fato, a maior parte da África é dependente da África do Sul. A África do Sul é (era) governada por uma república parlamentar ocidental e estritamente segregada racialmente. A África do Sul garante (garantia) total autonomia de governo aos negros em suas próprias áreas do país.

FATO 3 – Apesar da África do Sul ser eternamente criticada pela imprensa mundial por seu separatismo racial, seus negros vivem melhor do que os negros de qualquer outra nação africana e estão se multiplicando rapidamente e com saúde. 87% dos custos de assistência social para negros estão sendo pagos pelo homem branco. Isso inclui comida, roupas, treinamento profissional, casas, educação e serviços de saúde, até mesmo aposentadorias.

FATO 4 – Milhares de negros sul-africanos se formam em universidades a cada ano, mais do que três vezes o resto da África combinado. Cada criança negra na África do Sul está a uma distância atingível a pé de uma escola primária. O maior hospital da África, que praticamente só serve exclusivamente a negros e realiza cerca de 1800 operações por mês, está na África do Sul.

FATO 5 – Os negros na África do Sul possuem mais carros do que todos os cidadãos da União Soviética.

FATO 6 – A África do Sul tem mais médicos, advogados, profissionais em geral e milionários negros do que todo o resto do mundo combinado.

FATO 7 – De fato, as condições são tão “más” para os negros na África do Sul que o país tem um enorme problema com a imigração ilegal negra de países vizinhos, tendo mais de um milhão de trabalhadores ilegais estrangeiros.

http://secastan.wordpress.com/

RAÇAS NÃO EXISTEM?

Agora veremos como os taxonomistas classificaram o Neanderthal. Até os anos 1960 eram classificados como Homo neanderthalensis, uma espécie diferente de nós, Homo sapiens. Mas a distância genética entre Homo sapiens e Homo neanderthalensis (0.08%) é menor que a distância entre duas espécies de Chimpanzés (0.103). Atualmente Neanderthais são classificados como Homo sapiens neanderthalensis, uma subespécie humana, enquanto nós somos classificados como outra subespécie, Homo sapiens sapiens. A distância genética entre Africanos(sub-Saarianos) e Eurasianos (0.2%) é mais que o dobro da distância entre os humanos atuais e os Neanderthais (0.08%) então, por fim, Subsaarianos deveriam ser reclassificados como uma subespecie, Homo sapiens africanus e Eurasianos como outra subespecie, Homo sapiens eurasianensis.
Finalmente a distancia estimada entre o Homo Sapiens e o Homo Erectus é de 0.170 ( eatingindo até 0.19), em torno da mesma distância genética entre Bantus Africanos e Eskimós, mas a distância genética entre africanos e eurasiáticos é de 0,23 (Table 7-1, p. 45). Desta forma, Homo sapiens é mais relacionado geneticamente ao Homo erectus que Eurasianos são aos Africanos Subsaarianos. Ou erectus deveria ser reclassificado como Homo sapiens erectus ou Africanos Subsaarianos deveria ser reclassificado como Homo africanus.

FONTE (em inglês): http://www.erectuswalksamongst.us/Chap28.html

O crânio do negro é mais próximo dos antigos primatas do que do homem moderno europeu

Adulto Neanderthal

Criança Neanderthal

Região geográfica que foi habitada pelos Neanderthais

Aparência, genética, regiões habitadas pelos Neanderthais e o fato dos negros não terem sangue Neanderthal, aproximam o Ariano do Neanderthal e o afastam do negro.

Brancos no Brasil

July 27, 2010 29 comments

Apesar de todas as mentiras que nos bombardeiam diariamente, de que não existem brancos puros no Brasil, de que somos todos mestiços e blá blá blá,  as estatísticas provam que o Brasil é um país de maioria branca.

Segundo o IBGE, Brancos formam 53,7% da população (Em Santa Catarina esse número chega a 90%, Rio Grande do Sul 82%, Paraná 75% e São Paulo, mesmo com os imigrantes não-brancos nordestinos, 70%) , mestiços formam 38%, pretos 6,2%, amarelos ou mongólicos 1,7% e ameríndios 0,3%. Judeus não entram nessa estatística, mas são 95 mil.


No núcleo genético da UFMG, estudos genéticos sobre o genoma humano mostraram e comprovaram que 40% da população brasileira é, no mínimo, GENÉTICAMENTE 99,999999% européia, e considerando que 40% de mais de 180 milhões de brasileiros resultam em mais de 72 milhões de brancos genéticamente puros, que é um índice demográfico branco maior do que o de muitos países europeus (como o da Islândia, por exemplo, que apesar de ser hoje considerado um único pais 100% branco do planeta, possui apenas 500 mil habitantes).

Ou seja, brancos puros formam 40% da população brasileira e mestiços predominantemente brancos 13,7%.

A maior parte dos brancos do Brasil, são italianos, portugueses, espanhóis e alemães. Também há um número significativo de suíços (primeiros arianos não-portugueses a colonizarem o Brasil, tendo deixado sua marca nas cidades de Campos do Jordão e Nova Friburgo), gregos, holandeses, franceses, polacos, russos e ucranianos.

Italianos no Brasil

Atualmente, no Brasil, existem 30 milhões de ítalo-brasileiros, cerca de 20% da população. Formam a maior população de italianos fora da Itália. Se concentram principalmente no Sul, no Espírito Santo e em São Paulo, sendo que quase metade está em São Paulo.

São Paulo: O estado de São Paulo possui a maior colônia italiana no Brasil. Atraídos para trabalharem nas colheitas de café, no ano de 1899 já viviam no estado 800 mil italianos. São Paulo concentrava a maior parte das fazendas de café e, por isso, recebeu mais de 70% de todos os imigrantes italianos que vieram para o Brasil. A influência italiana em São Paulo é evidente tanto no interior do estado, como nas regiões urbanizadas, em bairros como a Mooca, o Brás e o Bixiga.

Atualmente, vivem em São Paulo quinze milhões de italianos e descendentes, representando cerca de 32,5% da população do estado.

Rio Grande do Sul: Em 1870, o governo do Rio Grande do Sul criou colônias na região das serras gaúchas e esperava-se atrair 40 mil imigrantes alemães para que ocupassem a região. Porém, as notícias de que os alemães estavam enfrentando problemas no Brasil fizeram com que cada vez menos imigrantes viessem da Alemanha. Isso obrigou o governo a procurar por uma nova fonte de imigrantes: os italianos. Em 1875, chegou o primeiro grupo, oriundo da Lombardia, que se estabeleceu em Nova Milano. Mais grupos, vindos principalmente da região do Vêneto, mas também do Trentino e do Friuli, se instalaram na região onde atualmente estão as cidades de Garibaldi, Bento Gonçalves, Farroupilha e Caxias do Sul. Depois alguns grupos se deslocaram para as regiões de Encantado, Guaporé, Veranópolis, Serafina Corrêa, Casca e, posteriormente, para as regiões de Santa Maria, Vale Vêneto, Nova Treviso e Silveira Martins. Ali eles passaram a viver da plantação de milho, trigo e outros produtos agrícolas, porém, a introdução do cultivo de vinho na região tornou a vinicultura a principal economia dos colonos italianos.

Atualmente, vivem no Rio Grande do Sul três milhões de italianos e descendentes, representando cerca de 30% da população do estado.

Santa Catarina: Os primeiros imigrantes italianos chegaram ao estado de Santa Catarina em 1836, oriundos da Sardenha, fundando a colônia de Nova Itália (atual São João Batista). Esses imigrantes pioneiros chegaram em número reduzido e pouco influenciaram na demografia do estado. Foi mais tarde, a partir de 1875, que passou a ser assentado no estado número maior de imigrantes italianos. Neste ano, foram criadas as primeiras colônias italianas do estado : Rio dos Cedros, Rodeio, Ascurra e Apiúna. Diversas outras colônias foram criadas nos anos seguintes, sendo o sul de Santa Catarina o principal foco de colonização italiana do estado. Os imigrantes se dedicaram principalmente à agricultura e à indústria de carvão.

A partir de 1910, milhares de gaúchos migraram para Santa Catarina, entre eles, milhares de descendentes de italianos. Esses colonos ítalo-gaúchos colonizaram grande parte do Oeste catarinense.

Atualmente, vivem em Santa Catarina três milhões de italianos e descendentes, representando 50% da população do estado.

Paraná: No início, a maior parte dos italianos trabalharam como colonos autônomos, porém, com o desenvolvimento do café, passaram a compor a mão-de-obra da região. As maiores colônias prosperaram na região metropolitana de Curitiba. A influência italiana se faz presente em todas as regiões do estado.

Atualmente, vivem cerca de quatro milhões de italianos e descendentes, representando 40% da população do estado.

Espírito Santo: Os italianos foram atraídos para o Espírito Santo a fim de ocupar a região das serras. Os imigrantes foram obrigados a enfrentar a mata virgem e foram abandonados pelo governo à própria sorte. A situação de miséria vivida por muitos colonos fez com que, em 1895, o governo italiano proibisse a emigração de seus cidadãos para o Espírito Santo. Atualmente, boa parte desses italianos e descendentes vivem isolados no interior do estado, preservando seu sangue e sua gloriosa cultura.

Entre os cinco estados com maior população italiana, o Espírito Santo, com um milhão e setecentos mil italianos e descendentes, possue a menor população italiana, mas a maior porcentagem, 65% da população do estado.

Italianos na Hospedaria dos Imigrantes (São Paulo, 1890). No início do século XX, mais de 90% dos trabalhadores industriais da cidade de São Paulo eram italianos.

A Festa da Uva, é uma das principais manifestações culturais italianas do Brasil.

Mooca, região paulistana com maior concentração de italianos. O bairro também abriga o Memorial do Imigrante.

Imigração Alemã no Brasil

Atualmente, no Brasil, existem cerca de 18 milhões de germano-brasileiros/teuto-brasileiros, 10% da população.

A maior parte da população germano-brasileira está concentrada em São Paulo, Rio de Janeiro e principalmente no Sul.

D. Pedro II apoiou e incentivou a vinda de imigrantes alemães para o Brasil, pois achava necessário povoar as terras desabitadas do sul e escolheu os alemães para isso, pois os considerava um povo trabalhador.

Santa Catarina: O estado de Santa Catarina é considerado o estado mais germânico do Brasil. Aproximadamente 35% da sua população é de ascendência alemã, a maior porcentagem. As cidades do interior do estado ainda preservam a arquitetura germânica das casas, bem como a língua alemã e festas populares, como a Oktoberfest.

Ao contrário do que sucedeu no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina a colonização alemã não foi promovida através do governo, mas por iniciativas privadas. As colônias alemãs mais importantes foram criadas a partir de grupos como Hermann Blumenau e Ferdinand Hackradt (em 1850 a Colônia Blumenau) e pela Sociedade Hamburguesa (em 1851, a Colônia Dona Francisca, atual Joinville). A partir do início do século XX, migrantes germânico-gaúchos e imigrantes alemães foram trazidos do Rio Grande do Sul para ocupar novas colônias no oeste do estado, porém essas colônias não eram exclusivamente alemãs, pois contavam também com migrantes ítalo-gaúchos e imigrantes italianos.

Rio Grande do Sul: Em 1824 chegaram os primeiros colonos alemães ao Rio Grande do Sul, sendo assentados na atual cidade de São Leopoldo.

A maior parte dos alemães introduzidos ao Rio Grande do Sul, destinavam-se a colonização agrícola.

Em algumas décadas, a região do Vale do Rio dos Sinos estava quase que completamente ocupada por imigrantes alemães. A colonização transbordou da região, se expandindo por outras áreas do Rio Grande do Sul. É notável que a colonização alemã foi efetuada em terras baixas, seguindo o caminho dos rios. Na década de 1870, praticamente todas as terras baixas do interior do Rio Grande do Sul estavam sendo ocupadas pelos alemães, porém, as terras altas não atraíam os colonos, permanecendo desocupadas até a chegada dos italianos, em 1875.

Paraná: A primeira colônia foi fundada em 1829 em Rio Negro. Em 1855 alemães originários da Prússia fundam as Colônias de Terra Nova e Santa Leopoldina em Castro. Entre 1877 e 1879, chegou um grande número de alemães vindos da Russia(os alemães do rio Volga), mais tarde muitos alemães emigrariam da Russia novamente, fugindo das perseguições promovidas pelo governo judaico-comunista (judaico porque 80% do Partido Comunista era de judeus).

A maior parte dos imigrantes chegou no início do século XX, vindos diretamente da Alemanha, e se estabeleceram sobretudo nas regiões leste e sul. Em meados dos anos 1950, pessoas oriundas de colônias alemãs em Santa Catarina e Rio Grande do Sul também migraram para a Região Oeste e Sudoeste do estado. Nesta mesma época, imigrantes da região do Rio Danúbio criaram Entre Rios, em Guarapuava, e imigrantes oriundos de Danzig (fugindo da perseguição do governo comunista) ocuparam a região de Cambé e Rolândia, no Norte do estado.

Colônias alemãs no Sul do Brasil (cor rosa), em 1905.

Oktoberfest em Blumenau, Santa Catarina;

São Paulo: Em São Paulo, os primeiros imigrantes chegaram em 1829 e se instalaram no bairro paulistano de Santo Amaro, mas a maior parte chegou no início do século seguinte, se dirigindo principalmente para as plantações de café no interior. Ribeirão Preto, Ibitinga e São Paulo são as cidades que concentram a maior parte da população germano-paulista.

Alemães trabalhando na colheita do café em Ribeirão Preto (1902)

Santo Amaro é a região paulistana com maior concentração de alemães

Nacional-Socialismo no Brasil

O Partido Nacional-Socialista brasileiro chegou a ser o segundo maior do mundo, perdendo apenas para o da Alemanha.

O governo da Alemanha Nacional-Socialista elaborou planos para uma ocupação de parte do Brasil. Adolf Hitler, o Führer, declarou em 1933: “Criaremos no Brasil uma nova Alemanha. Encontraremos lá tudo de que necessitamos“.

Crianças fazem a Saudação Nacional-Socialista, na cidade de Presidente Bernardes, em São Paulo. (1935)

Brasileiros Brancos

Egon Friedrich Kurt Albrecht nasceu na cidade de Curitiba, Estado do Paraná, Brasil, em 19 de maio de 1918, filho de Frederico Albrecht e Hedwig Elditt Albrecht é o maior símbolo dos brasileiros Arianos na Europa.

Egon foi um brasileiro Oficial da Luftwaffe, tendo passado por diversas batalhas vitoriosas, sendo condecorado com o Troféu de Honra da Luftwaffe, com a Cruz Germânica em Ouro, e finalmente com a Cruz de Ferro, quando conseguiu “apenas” os seguintes feitos:

  • Em maio de 1943, somava já 15 vitórias aéreas
  • Abateu 11 aeronaves e também:
  • 162 veículos motorizados
  • 254 veículos diversos
  • 3 locomotivas
  • 8 baterias antiaéreas
  • 12 canhões anti-tanque
  • 8 posições de Infantaria

O Hauptmann Egon Albrecht, quando de sua morte, havia abatido um total de 25 aeronaves inimigas, sendo 15 na frente russa e o restante na frente ocidental – incluindo seis bombardeiros quadrimotores durante a Defesa do Reich – além de outros 11 aviões destruídos no solo.

Seu avião foi abatido quando retornava sozinho à sua base, ou seja, foi morto covardemente.

Siegfried Ellwanger Castan é um escritor e revisionista brasileiro, fundador da Editora Revisão. Nasceu em Candelária, pequena cidade do Rio Grande do Sul, no dia 30 de julho de 1928.

Dentre suas obras estão: Holocausto: judeu ou alemão?, Nos bastidores da mentira do século, Acabou o gás… O fim de um mito, SOS para Alemanha e A implosão da mentira do século.

Possui também um blog: http://secastan.wordpress.com/

Castan é defensor intransigente da Autodeterminação dos Povos, contra a Nova Ordem Mundial. É contrário à intervenção em assuntos que só dizem respeito à China; contra a permanência militar na Coréia do Sul e Japão por parte dos EUA, e por parte dos Aliados na Alemanha. Ellwanger é contrário à totalmente absurda e criminosa agressão por parte dos EUA e OTAN contra a Iugoslávia, e agora contra um dos povos mais sacrificados e pobres do planeta: o Afeganistão. É contra o incondicional e absurdo apoio e abastecimento em dinheiro e armamentos ao terrorista Estado de Israel.

Após a venda de sua empresa, a qual durante mais de vinte anos de existência, com centenas de operários, empregados e funcionários, não teve uma única questão trabalhista.

Gustavo Dodt Barroso praticamente dispensa comentários. Nasceu em Fortaleza, no dia 29 de dezembro de 1888 e faleceu no dia 03 de dezembro de 1959. Foi advogado, professor, político, cronista etc. Era também membro da Academia Brasileira de Letras.

Destaca-se também pela sua consciência a respeito do sionismo e a tentativa de alertar mais pessoas. Traduziu para a língua portuguesa a obra “Os Protocolos dos Sábios de Sião”, entre suas outras obras a respeito desse assunto, podemos citar: A Maçonaria: Seita Judaica; Judaísmo, Maçonaria e Comunismo; A Sinagoga Paulista; etc.

É considerado por muitos como um dos maiores escritores anti-sionista da história. É até hoje admirado por Nacional-Socialistas e Integralistas (Gustavo Barroso era membro da AIB – Ação Integralista Brasileira), ou por simpatizantes.

Euclides da Cunha foi um escritor e jornalista brasileiro, que se definia como racialista.

Foi contra a forma de “clareamento” da população brasileira pregada por muitos, na qual a miscigenação seria incentivada para que os negros fossem “diluídos” com o passar do tempo. Euclides era contra a miscigenação e pregava que os Brancos deveriam isolar-se do resto da sociedade negra e miscigenada do Brasil, para assim não deixarmos de existir.

Sua obra que retrata esse conflito no qual ele como repórter foi cobrir chama-se “Os Sertões”, e é considerada uma de suas melhores.

Racismo contra brancos no Brasil


Governo Racista (as leis “anti-racistas” que não valem quando a vítima é um branco)


Cotas: 20% das vagas nas universidades são reservadas para pretos e 50% para alunos de escolas públicas (segundo as instituições negras e o próprio governo, escolas públicas possuem maioria negra e mestiça), ou seja, 20% das vagas para 6,2% da população e 50% das vagas para 44,2% da população. Enquanto 55,8% da população, disputa por 30% das vagas restantes.

Existem também cursos pré-vestibular gratuitos nas favelas, mas que atendem apenas negros e mestiços.

Existem também projetos de cotas raciais em empresas, que visam desempregar os brancos e empregar os negros.

Porém, o Art. 4º da Constituição, é citado que constitui crime de racismo “negar ou obstar emprego em empresa privada sob critérios raciais”.

Mais adiante, do Art. 6º da mesma lei, podemos encontrar a afirmação de que constitui crime de racismo “Recusar, negar ou impedir [sob critérios de classificação racial] a inscrição de aluno em estabelecimento de ensino público ou privado de QUALQUER GRAU; sendo julgada a pena de reclusão de 3 a 5 anos e, no caso do crime ser praticado contra um menor de 18 anos de idade [o que é o caso da maioria dos pré-vestibulandos], haverá um agravante de 1/3 da pena”.

É interessante lembrarmos também que, além dos cursos pré-vestibulares exclusivos para negros e mestiços existentes em todo o país, em São Paulo, existem escolas exclusivas para judeus. Nesses casos, a lei pode ser anulada. Mas e se nós, brancos, decidirmos criar escolas exclusivas para brancos, será que a lei será anulada também?

E por que os que elaboram, aprovam e praticam tais leis racistas (cotas raciais) não são presos e condenados por crime de prática racista, assim como determina a Lei?

Manifestações culturais (porque os negros podem impedir que brancos façam parte de suas manifestações culturais e os brancos não podem impedir que negros façam parte de suas manifestações culturais?):

No Art 9º, é citado como crime de racismo “impedir o acesso ou recusar atendimento em estabelecimentos esportivos, casa de diversões ou clubes sociais abertos ao público”.

Então, assim sendo…Por que o grupo carnavalesco baiano Ilê-Ayê permite apenas negros e impede o ingresso de foliões brancos em sua composição? Por que seus organizadores não respondem por crime de discriminação racial, como está criteriosamente descrito na em tal Lei?

E se os organizadores da Oktoberfest, em Santa Catarina, não permitissem a participação de negros no evento alegando que o mesmo visa representar a cultura européia, principalmente a alemã? Aí seria racismo? Dois pesos e duas medidas?

E se isso é indubitavelmente anticonstitucional por claramente contradizer a própria Constituição, como é possível elaborar e aprovar leis “anti-racismo” que praticam o próprio racismo e discriminação racial?

Aproveitando a questão acima, por que a participação e exibição da imagem de brancos não são permitidas na revista Raça, que é unicamente construída e feita por e para negros?

Se os negros já têm uma revista reservada apenas para eles e não permitem que não-negros participem da mesma, por que eles ainda insistem em afirmar que as outras revistas e agência de modelos são racistas quando o mercado e os consumidores solicitam mais a presença de modelos brancos/as?

Por que querem que a lei que obrigue a presença de negros nestas revistas se eles mesmos não estão dispostos a fazer o mesmo em favor dos não-negros? Isso não é muita hipocrisia e cara-de-pau?

No Brasil, o governo apóia e financia índios e negros que queiram viver isolados, preservando a sua cultura e sem misturas, mas quando um branco exige o mesmo, é taxado de racista e até preso.

Raça Ariana

May 9, 2010 12 comments

Introdução

Ariano significa basicamente alguém com pelo menos 87,5% de sangue indo-europeu, que apresente todas as características físicas arianas e nenhuma de outra raça, e que não seja assimilado culturalmente a nenhuma outra raça.

A Raça Ariana é uma das três grandes raças humanas e surgiu entre a Ásia Central e o sul da Russia, a cerca de oito mil anos.

O mito dos olhos/cabelos claros

O mito, muitas vezes divulgado, de que os olhos e cabelos claros, além de uma alta estatura, seriam necessariamente fatores definitivos na definição de uma pessoa ser ou não Ariana, no ideário Nacional-Socialista, é falso.

Essas características são principalmente Nórdicas, mas os Mediterrâneos, por exemplo, apresentam olhos e cabelos escuros, e são arianos.

Alguns indivíduos que não se encaixavam nesta descrição física: Adolf Hitler, possuía olhos azuis, porém cabelos escuros; Josef Mengele, possuía olhos e cabelos escuros; Joseph Goebbels, estava longe de ser um exemplo de físico Nórdico em todos os sentidos.

Muitas pessoas, relacionam a Raça Ariana exclusivamente a Alemães ou Germânicos, o que também é falso, já que todos os povos Indo-Europeus são considerados Arianos.

Subdivisões da Raça Ariana

Etnia Báltica/Dinárica/Norica: Uma mistura de Nórdicos com Dináricos presentes na província de Noricum, hoje Áustria e sul da Alemanha, presentes desde da parte sul germânica até o nordeste da Itália. Se caracterizam pela estatura de média a alta, pele de clara a morena como a dos dináricos, cabelos aloirados, e o nariz bastante saliente como os dináricos.

Etnia Mediterrânea: Caracteriza-se por olhos e cabelos castanhos, pele clara, pernas curtas, nariz médio a grande, estatura média, corpo grande.

Etnia Nórdica: Caracterizam-se pela pele muito clara rósea, cabelo loiro, olhos castanhos claros, verdes ou azuis, pernas grandes, frente reta, nariz pequeno e estatura entre média e alta, rosto grande e magro.

Etnia Alpina: Resultado da mistura entre nórdicos e bálticos, que ficam numa zona intermediária entre os dois tipos. Geralmente tem cabelos castanhos ou loiros, a pele branca como a dos alpinos, e estatura que vai da baixa a média. Presentes principalmente nas áreas de transição entre Alpes e norte da Europa.

Distribuição geográfica dos Nórdicos (em vermelho), Alpinos (em verde) e Mediterrâneos (em amarelo):